Relato de experiência: proposta didática de ensino de Física com alternância de metodologias em uma classe de Educação Infantil

Ana Rita Gonçalves Ribeiro de Mello

Licenciada em Educação Física, Especialista em Educação Especial, mestranda em Ensino de Ciências (Propec/IFRJ), docente de Educação Especial no município de Mesquita/RJ

Cristiane Cordeiro Vasques

Pedagoga, especialista em Gestão Educacional e Educação de Jovens e Adultos, Mestranda em Ensino de Ciências (Propec/IFRJ), docente de EJA no município do Rio de Janeiro/RJ e orientadora educacional no município de Duque de Caxias/RJ

Elizabeth de Oliveira Galhardi

Licenciada em Física, especialista em Educação e Divulgação Científica, mestranda em Ensino de Ciências (Propec/IFRJ), docente da Educação Básica na rede privada de ensino

Sabrina Gomes Ramos

Licenciada em Língua Portuguesa, psicopedagoga, mestranda em Letras (Profletras/UFRRJ), docente do Ensino Fundamental no município de Duque de Caxias/RJ

A Educação Infantil é uma etapa da Educação Básica que compreende a creche (0 a 3 anos) e a pré-escola (4 e 5 anos). De acordo com as Diretrizes Curriculares da Educação Básica (Brasil, 2013, p. 36), ela “tem por objetivo o desenvolvimento integral da criança até cinco anos de idade em seus aspectos físico, afetivo, psicológico, intelectual e social, contemplando a ação da família e da comunidade”. Nessa fase, como orienta a Revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (Brasil, 2009), as crianças devem ter como eixos norteadores da prática pedagógica as interações e brincadeiras que promovam o conhecimento de si e do mundo, por meio da ampliação de experiências sensoriais; apreciação e interação com a linguagem oral e escrita, e convívio com diferentes suportes e gêneros textuais; incentivo à criatividade, à exploração e ao questionamento em relação ao mundo físico e social e à natureza, entre outros aspectos que busquem o alcance do desenvolvimento integral da criança.

Pelas próprias peculiaridades dessa etapa, as atividades em geral baseiam-se nas vivências e no desenvolvimento de algumas capacidades cognitivas como investigar, classificar, criar, experimentar, observar, explicar e capacidades sociais como interagir, ouvir e compartilhar. As crianças aprendem enquanto experimentam, interagem, questionam. Morais e Andrade (2009), ao apresentar um estudo sobre atividades coletivas no ensino de Ciências, destacam o seguinte texto de Vygotsky:

Propomos que um aspecto essencial do aprendizado é o fato de ele criar uma zona de desenvolvimento proximal, ou seja, o aprendizado desperta vários processos internos de desenvolvimento, que são capazes de operar somente quando a criança interage com pessoas em seu ambiente e quando em cooperação com seus companheiros. Uma vez internalizados, esses processos tornam-se parte das aquisições do desenvolvimento independente da criança (Vygotsky, 1987, apud Morais; Andrade, 2009).

O contato com os conhecimentos científicos desde a Educação Infantil proporciona à criança uma vivência com a ciência em que ela não é apenas uma mera expectadora. Ela saberá o que é ciência e qual a sua importância não por decorar seus conceitos ou significados, mas por entender que é uma linguagem comum a todos nós e que permite entender o mundo que nos cerca (Ghedin et al.,2011). É importante ressaltar que as minúcias dos conceitos científicos não são o foco quando se propõe uma educação científica para os alunos nessa faixa etária, haja vista que a intenção é despertar o olhar científico das crianças para que esse contato inicial possa futuramente facilitar o aprendizado dos conteúdos das áreas de Ciências em outros momentos de suas vidas escolares (Ghedin et al., 2011).

Uma questão que pode dificultar a inserção das Ciências nos anos iniciais é o fato de ainda se pensar que as crianças nessa faixa etária não possuem capacidade de abstração para entender conceitos científicos. Todavia, estudos apontam justamente o contrário e sugerem que o ensino de Ciências se inicie já nos primeiros anos do Ensino Fundamental, uma vez que ele exerce papel muito importante no desenvolvimento da criança, e atividades que se aproximam do cotidiano delas são mais relevantes e significativas, pois elas conseguem fazer a conexão entre o que já conhecem com o que estão aprendendo naquele momento (Esrach; Fried apud Trundel, 2009).

Baseando nossas proposições sobre o ensino de Ciências nos estudos de Harlan e Rivkin (2002), tomamos de empréstimo sua caracterização sobre esse ensino: “Quando o desejo humano de compreender o mundo está organizado de forma criteriosa para coletar, testar e partilhar informações, temos o que chamamos de ciência” (Harlan; Rivkin, 2002, p. 22). Dessa forma, vinculam a palavra ciência à raiz latina scire, que significa conhecer. Com esse viés apresentamos as propostas desenvolvidas na classe de Educação Infantil, associando os princípios educativos dessa fase de formação do indivíduo às concepções do ensino de Ciências. Pozo e Gómez Crespo (2009, p. 69) trazem uma afirmação sobre as atividades de exploração científica com crianças da Educação Infantil: “Os estudos com pré-escolares mostram que desde idades muito precoces as crianças podem agir como pequenos cientistas, explorando a natureza e experimentando com ela”; afirmam ainda que “desde idades muito precoces podem iniciar atividades de exploração ‘científica’, realizando tarefas próprias do pensamento científico em condições muito restritas, como formular e comprovar hipóteses” (Pozo; Gómez Crespo, 2009, p.69).

Este estudo traz o relato de uma experiência realizada em uma classe de Educação Infantil de uma creche municipal em Duque de Caxias/RJ. As atividades desenvolvidas tinham como objetivos despertar a curiosidade dos pequenos alunos sobre alguns conceitos e concepções da ciência, desenvolver suas percepções e sentidos, ampliar seu contato com o mundo e proporcionar momentos de aprendizagem de forma lúdica.

Metodologia

Para o desenvolvimento do projeto Conhecendo as Borboletas foram realizadas atividades que se alinham com a proposta pedagógica de ensino investigativo. Foram desenvolvidas atividades variadas em espaços formais (a sala de aula e demais ambientes da creche) e espaços não formais (visita exploratória ao Museu da Vida, da Fiocruz, no Rio de Janeiro).

Toda a abordagem didático-pedagógica procurou promover a participação ativa das crianças, despertando sua curiosidade, buscando a elaboração de questões que deveriam ser respondidas com base nos estudos realizados.

Desenvolvimento da proposta

O projeto foi elaborado a partir da apresentação de um jogo que objetivava desenvolver habilidades de consciência fonológica com os alunos (Batalha dos Nomes), do projeto Trilhas, que é um material desenvolvido para dar suporte ao professor em questões relacionadas ao processo inicial de alfabetização, composto por livros de literatura infantil e jogos variados que estimulam o desenvolvimento da consciência fonológica. A professora da turma percebeu que as crianças não conheciam a maioria dos animais que ilustravam o jogo, o que impossibilitaria sua aplicação.

Foi então preparada uma sequência de atividades que favorecesse nos alunos a ampliação de seus conhecimentos sobre diversos animais. Os alunos assistiram a vídeos, ouviram histórias, tiveram contato com textos informativos com curiosidades sobre os animais e organizaram um álbum com figurinhas. Durante o processo, as crianças demonstraram grande interesse sobre as borboletas. A proposta cresceu e se transformou no projeto didático Conhecendo as Borboletas.

O ensino e a aprendizagem só ocorrem de fato se os acontecimentos prévios partirem do cotidiano da criança, pois assim haverá aproximação com as situações concretas vividas por ela, de forma que o interesse, o desempenho e as descobertas aconteçam ao longo do processo (Mandaji, 2015).

A questão inicial partiu das próprias crianças, quando perguntaram se as borboletas comem chocolate, provavelmente por causa da música muito conhecida deles (“Borboletinha ‘tá na cozinha, fazendo chocolate para a madrinha...”). Foi questionado pela professora: onde elas encontrariam chocolate na natureza? Concluindo que seria impossível, a turma ficou ainda mais curiosa sobre a alimentação das borboletas. Iniciou-se então um levantamento das hipóteses iniciais.

Mandaji (2015) afirma que, para que o professor saiba o que a criança sabe sobre o assunto/tema a ser abordado, é importante fazer levantamento das hipóteses, por meio de questionários, perguntas abertas ou situações problema, de modo que as crianças se conscientizem das ideias e passem a refletir e expor seus pontos de vista. A professora informou que há pessoas que fazem pesquisas e estudos e depois compartilham as informações para que as outras pessoas possam ter acesso em revistas, livros, internet etc. Foi proposto um estudo mais aprofundado sobre as borboletas, sendo bem aceito por todos. Em outra aula, a professora levou dois livros e questionou: “qual deles seria melhor para iniciarmos as pesquisas sobre borboletas?”. Abaixo, seguem os exemplares adotados para o trabalho na turma:

Capa do livro Eu amo insetos: curiosidades incríveis

Figura 1: Capa do livro Eu amo insetos: curiosidades incríveis

Capa do livro Uma noite muito escura

Figura 2: Capa do livro Uma noite muito escura

As crianças foram convidadas a refletir sobre quais informações prováveis estavam contidas nos livros apresentados. Dessa forma, puderam utilizar seus conhecimentos prévios para decidir qual a leitura mais adequada à situação em questão. Realizaram atividades investigativas, que envolveram a pesquisa de informações no Livro dos Insetos, em revistas de divulgação científica para crianças (Ciência Hoje para Crianças) e dicionários ilustrados. Estudaram a anatomia das borboletas, alimentação, reprodução, metamorfose, como se defendem de outros animais, a diferença entre borboletas e mariposas e seu hábitat natural. Observaram, com lente de aumento (lupas), uma lagarta. As crianças puderam registrar o que aprenderam com desenhos e produção de texto coletivo. Organizaram murais em que construíram as legendas para cada etapa da vida da borboleta, realizaram atividades artísticas como a modelagem de borboletas e a construção de um móbile que foi exposto na sala de aula. Ouviram, e gostaram muito, da música Metamorfose da borboleta (do grupo Cocoricó).

De acordo com Mandaji (2015), o professor deve ser o mediador do conhecimento, de modo que deve dar sentido ao que está sendo ensinado, como apoiar, orientar e dar ferramentas para que as crianças tenham contato com o conhecimento científico.

Para o enriquecimento de suas experiências, a professora organizou um passeio ao Museu da Ciência (da Fiocruz), onde participariam de uma oficina sobre insetos e fariam uma visita ao borboletário para a observação das borboletas em ambiente natural. Com base nessa visita, de volta à creche, novas informações seriam registradas. No entanto, no dia da visita, estava sendo realizada uma operação policial em comunidades do entorno da Fiocruz, o que impossibilitou a realização de atividades na área externa do museu e, consequentemente, a visitação ao borboletário. Os monitores do museu apresentaram às crianças algumas borboletas que haviam sido capturadas e colocadas em caixas de vidro para oportunizar a observação. Assim, a oficina sobre insetos que acontecia em local mais seguro foi realizada de forma bastante produtiva. Os alunos puderam observar muitas espécies, receberam informações sobre os pequenos animais, participaram de uma brincadeira em que deveriam adivinhar qual era o bichinho pela escuta atenta de seus sons e ainda puderam expressar suas percepções através de desenhos.

Nos dias que se seguiram ao passeio, outras atividades foram realizadas:

  • Roda de conversa, em que fizeram o levantamento das mais variadas informações do passeio (quais alunos participaram, como chegaram ao museu, o que viram no caminho, o que mais chamou a atenção, quais as informações novas que receberam e o que aprenderam);
  • Produção de relatório coletivo, baseado nas memórias registradas durante o passeio (a professora como escriba);
  • Exibição das fotos tiradas durante o passeio;
  • Desenho do local visitado (o castelo da Fiocruz foi o ponto mais destacado nos desenhos);
  • Pintura das asas de borboletas confeccionadas em papel sulfite, com a mistura de duas cores, que cada criança poderia escolher. Foram oferecidas as cores vermelho, amarelo e azul. Utilizaram cola colorida para desenvolver a técnica e depois relataram suas observações sobre a mistura das cores e as novas cores que surgiram;
  • A professora preparou áudios com sons de vários animais para repetir a atividade oferecida na oficina de insetos. Os alunos foram estimulados a descobrir o animal e a falar alguma característica dele (tamanho, onde vive, hábitos etc.). No áudio havia sons de insetos (cigarra, mosquito, abelha, grilo), sapo, pássaro (bem-te-vi), animais domésticos (galinha, gato, cachorro, cavalo) e animais selvagens (leão, elefante, lobo). A brincadeira foi realizada diversas vezes com algumas variações.

Por essas atividades, é possível afirmar que o professor pode intervir no ambiente de forma a favorecer a argumentação das crianças diante de uma situação-problema, em que elas utilizaram diferentes linguagens para se expressar, procedimentos fundamentais para o desenvolvimento afetivo, cognitivo, motor e social da criança de 0 a 5 anos.

Interface da Física com a proposta pedagógica

A articulação da Física com a proposta apresentada se dá em dois momentos; no primeiro, a mistura de cores na confecção das borboletas com tinta em papel sulfite; no segundo momento, na atividade de percepção do som emitido pelos animais.

A primeira atividade, apesar de simples, carrega muito significado para os alunos, pois o estudo sobre as borboletas surgiu do interesse comum da turma e foi o mote para a proposta deste trabalho. Para esse momento, além das várias atividades e intervenções em que as características das borboletas foram estudadas pelas crianças, pensou-se na confecção das asas de uma borboleta com a mistura de cores em tinta no papel sulfite.
O assunto de luz e cores é sempre um atrativo para as pessoas, principalmente para crianças pequenas. Para essa intervenção, os alunos realizaram uma simples mistura entre três cores consideradas próximas das cores primárias para os pigmentos (que seriam o amarelo, o ciano e o magenta), observando e relatando suas impressões sobre como as novas cores se formavam a partir delas.

A segunda atividade foi pensada a partir de um momento vivenciado pela turma na visita à exposição Insetos, instalada no Castelo Mourisco, na Fiocruz, em que as crianças puderam ter contato com grande diversidade de insetos e aprenderam uma parte da história da construção do Instituto e a importância do estudo dos insetos para a manutenção da biodiversidade e a prevenção de doenças que alguns desses insetos podem transmitir. Em determinado momento da visitação, os monitores mostraram às crianças os sons emitidos por diversos insetos muito comuns de serem encontrados nos centros urbanos; elas puderam identificá-los quase todos por essa característica.

Para reprodução na sala de aula, a professora responsável pela turma estendeu a atividade, abrangendo animais de outras classes, como mamíferos e aves. Por ser uma proposta de atividade transdisciplinar e voltada para os alunos da Educação Infantil, o rigor dos conceitos físicos relacionados à Acústica não são o foco, mas sim a percepção das crianças quanto aos sons emitidos pelos diversos animais e sua identificação. Em seu relato de experiência de atividade envolvendo som e audição humana para o Ensino Fundamental, Rui e Steffani (2007, p. 1) afirmam que

a produção, a propagação e a percepção do som envolvem conceitos físicos, biológicos, artísticos e psíquicos que perpassam todas as áreas do conhecimento humano. Talvez por isso o som seja um tema naturalmente fascinante para ser estudado em sala de aula, pois facilmente permite a inclusão dos saberes e habilidades dos alunos.

Ouvir é um dos cinco sentidos humanos, e o ato de ouvir um som exige que, por ser uma onda de origem mecânica, exista um meio para que ela se propague e chegue até o aparelho auditivo. E para que essa onda seja interpretada como som, é preciso que o aparelho auditivo transmita informações desse som ao nervo auditivo: a frequência, a altura, o timbre e a localização da fonte sonora. Por último, pelo nervo auditivo essas informações chegam ao encéfalo, que “entende” esse estímulo como som, de fato. É um longo processo que envolve diversos conceitos de diferentes áreas das ciências integradas. E é com essa característica que se conduziu toda a proposta, com fins interdisciplinares.

Considerações finais

Analisando as atividades apresentadas, pode-se perceber que nossa proposta contempla uma metodologia de trabalho educativo que procura desenvolver e ampliar as diversas formas de a criança conhecer o mundo e se expressar.

Conforme a criança vai se relacionando com o outro em situações de aprendizagem planejadas e organizadas, ela é capaz de superar sua relação egocêntrica e sincrética com o meio. Mas, para que isso ocorra de fato, o egocentrismo e o sincretismo devem ser superados, e isso só poderá se realizar através de comparação, manipulação de objetos, compreensão de análise de fenômenos sistematicamente estudados (Mandaji, 2015, p. 19).

Um componente bastante significativo desse processo é a multiplicidade de formas de expressão propostas às crianças. Os alunos foram incentivados a conhecer, questionar, observar, criar, relatar; enfim, foram envolvidos intensa e ativamente na atividade educativa. Harlan e Rivkin (2002), em estudo sobre abordagem integrada à aprendizagem das ciências, afirmam que,

existindo o encorajamento das explorações e da curiosidade da criança, sua busca de sentido é intensificada (...). Com estimulação e apoio adequados, a necessidade infantil inerente de conhecer continua a aprofundar-se, funcionando como parte de sua motivação para envolver-se em investigações mais complexas (p. 21-22).

Outro destaque está para o componente afetivo do ato de conhecer, incluindo a curiosidade, o desenvolvimento da autoconfiança, a interação e o prazer da descoberta, a expectativa pelo novo, pelo surpreendente, o que está para ser experimentado. Ainda buscando o aporte nos estudos de Harlan e Rivkin (2002), encontramos que “processos cognitivos/afetivos reciprocamente fortalecedores levam a aprendizagens significativas” (p. 22). Nessa interação entre cognição e afetividade vamos observando o quanto o projeto didático desenvolvido proporcionou aprendizagens de diversos campos do conhecimento (natureza e sociedade, linguagem oral e escrita, música e artes visuais), assim como muitas habilidades foram desenvolvidas (percepção e discriminação auditiva e visual, oralidade, elaboração de questionamentos e expressão artística, entre outras).

Referências

BRASIL. Revisão das Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil. Brasília: MEC, 2009.

BRASIL. MEC. Trilhas – Caderno de jogos. Brasília: MEC, 2011.

BRASIL. Diretrizes curriculares da Educação Básica. Brasília: MEC, 2013.

GHEDIN, L. M.; MARQUES, F. F. F.; TERÁN, A. F.; GHEDIN, I. M. A educação científica na educação infantil. Revista Areté, Manaus, v. 6, nº 10, p. 42-52, 2011.

HARLAN, J. e RIVKIN, M. Ciências na Educação Infantil: uma abordagem integrada. Porto Alegre: Artmed, 2002.

MANDAJI, K. C. Projeto Brincando com a Luz na Educação Infantil. Dissertação (Mestrado em Educação), Universidade Estadual de Campinas. Campinas, 2015.  Disponível em: http://repositorio.unicamp.br/bitstream/REPOSIP/253979/1/Mandaji_KarinaCalca_M.pdf.Acesso em 2 jul. 2018.

MORAIS, M.; ANDRADE, M. Ciências – ensinar e aprender: Anos iniciais do Ensino Fundamental. Belo Horizonte: Dimensão, 2009.

POZO, J. I.; GÓMEZ CRESPO, M. A. A aprendizagem e o ensino de ciências: do conhecimento cotidiano ao conhecimento científico. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.

ROSA, R. Ensino de Ciências e Educação Infantil. In: CRAIDY, C.; KAERCHER, G. E. (Orgs.). Educação Infantil: pra que te quero? Porto Alegre: Artmed, 2001.

RUI, L. R.; STEFFANI, M. H. Física: som e audição humana. 17º SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA, 29 jan./02 fev. 2007. São Luís. Anais. São Luís: SBF, 2007.

TRUNDLE, K. Teaching science during the early childhood years. Best Practises in Science Education. National Geographic Learning, 2010. Disponível em: http://ngl.cengage.com/assets/downloads/ngsci_pro0000000028/am_trundle_teach_sci_early_child_scl22-0429a.pdf. Acesso em: 10 jul. 2018.

Publicado em 24 de março de 2020

Como citar este artigo (ABNT)

MELLO, Ana Rita Gonçalves Ribeiro de; VASQUES, Cristiane Cordeiro; GALHARDI, Elizabeth de Oliveira; RAMOS, Sabrina Gomes. Relato de experiência: proposta didática de ensino de Física com alternância de metodologias em uma classe de Educação Infantil. Educação Pública, v. 20, nº 11, 24 de março de 2020. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/20/11/relato-de-experiencia-r-proposta-didatica-de-ensino-de-fisica-com-alternancia-de-metodologias-em-uma-classe-de-educacao-infantil