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Capacidade ou deficiência: o que olhar no aluno incluso?
Educação Especial e Inclusiva

O trabalho apresenta-se como forma de levar o professor a repensar sua prática em sala de aula, levando em conta o aluno como um ser bio-psico-social em formação e suas particularidades. É de extrema importância conhecer o funcionamento das bases cerebrais para que o aprendizado ocorra adequadamente, pois assim pode-se oferecer uma assistência efetiva a todos os alunos, principalmente aos que apresentam dificuldades em sua aprendizagem e/ou são inclusos. Enfatiza-se a importância de um ensino voltado para a necessidade de cada criança no processo ensino-aprendizagem e de conhecimentos científicos sobre o desenvolvimento cerebral e os mecanismos que permeiam cada dificuldade. O ensino deve valorizar o conhecimento que a criança traz consigo, com atividades voltadas ao seu nível de desenvolvimento e prontidão, respeitando as suas limitações, estimulando as suas eficiências e ativando as áreas adequadas do cérebro para que as sinapses ocorram.

A pedagogia antes da Pedagogia
História da Educação

A resenha do artigo de Bárbara Botter mostra como foram os primeiros passos da Pedagogia, dados pelos filósofos da Grécia Antiga, sem que existissem prédios e instituições específicas para tal finalidade.

O lúdico como processo inclusivo no ambiente escolar
Educação Especial e Inclusiva e Política Educacional

Este artigo discute questões referentes à importância da ludicidade no processo de inclusão no ambiente escolar. Tem como objetivo mostrar que a inclusão é algo que pode acontecer, basta pensar nas necessidades do portador de deficiência e enxergá-lo como ser humano, como qualquer cidadão, com suas dificuldades, mas também com suas capacidades. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional garante o direito desses educandos a atendimento preferencialmente na rede regular de ensino, com respeito a suas habilidades e individualidades. Nesse contexto, cabe à escola proporcionar um ambiente favorável ao aluno com necessidades especiais. Os jogos e atividades lúdicas são grandes aliados dos docentes e dos mediadores que atuam com alunos portadores de necessidades especiais para flexibilizar e dar opções para o aprendizado.

O uso do jogo do varal dos números racionais como metodologia de ensino de Matemática em sala de aula
Matemática e Vivências de Sala de Aula

Numa experiência realizada em turma do 7º ano do Ensino Fundamental, o ensino de números racionais foi mais atraente para os alunos ao utilizar o jogo do varal. Os gráficos com os resultados da pesquisa com os alunos comprovam que uma atividade lúdica de baixo custo pode trazer maior interesse, atenção e participação dos alunos e torna as aulas mais divertidas e dinâmicas.

Educação, formação de professores e democracia: primeiras aproximações com Anísio Teixeira
Educação Infantil e Formação de Professores

Anísio Teixeira, como educador, considerava alguns temas essenciais: a educação pública, gratuita e de qualidade; outro é a relação entre democracia e educação; e o terceiro é a formação dos professores. Por isso há necessidade de investir em propostas de formação baseadas em padrões de qualidade pensadas com os professores e não apenas para os professores.

O período do Quinhentismo no Brasil e na Região da Baía da Ilha Grande e a linguagem do Barroco, o Caminho do Ouro, a arquitetura e a religiosidade paratiense
Ecologia e Meio Ambiente, Física, Geografia, História, Sociologia, Vivências de Sala de Aula, Fotografia, Língua Portuguesa e Literatura e Espaços Urbanos

Seminários apresentados por alunos do CIEP 495 Alberto da Veiga Guignard, de Angra dos Reis/RJ, mostram a influência e as características do Quinhentismo na região da Baía da Ilha Grande, o contexto histórico e literário daquele período. A atividade incentivou a pesquisa e a capacidade de apresentação oral dos estudantes.

História, música e o processo de aprendizagem
História, Formação de Professores, Vivências de Sala de Aula e Música

O uso de atividades com elementos de música é uma ferramenta bastante rica nas aulas de História, pois ajuda o aluno a assimilar com mais facilidade os elementos e contextos de determinado assunto, sempre respeitando o linguajar e o contexto, de modo que sejam inteligíveis pelos alunos.

A formação de professores da Educação de Jovens e Adultos: características, histórico e perspectivas
Antropologia, Filosofia, História, Sociologia, Educação Especial e Inclusiva, Formação de Professores, História da Educação, Vivências de Sala de Aula, Cidadania e Comportamento e Política Educacional

O presente artigo é fruto de pesquisa bibliográfica e de campo realizada em uma escola pública da cidade de Antônio Martins/RN sobre formação de professores da EJA que atuam nas escolas públicas da cidade. Esta é uma modalidade de ensino que tem um público específico e que precisa ser tratado com respeito e dignidade. A preparação docente para essa modalidade deve levar em conta as características do seu público e incluir, além das exigências formativas para todo e qualquer educador, estabelecer o exercício do diálogo como condição principal para uma aprendizagem significativa.

Uma perspectiva sobre metodologias e práticas docentes vistas por uma aluna de pedagogia no estágio supervisionado
Formação de Professores e Vivências de Sala de Aula

A prática docente é muito importante para o desenvolvimento da carreira do magistério, respeitando o aluno e seu processo de aprendizagem, valorizando a brincadeira como forma de construir o conhecimento em sala de aula e gerar educandos atuantes, autônomos, ativos, críticos, reflexivos e participativos.

O uso da internet por estudantes de Ensino Fundamental: reflexão sobre a internet como ferramenta pedagógica
Formação de Professores, Instituição Escola e Vivências de Sala de Aula

O objetivo deste artigo é investigar o acesso à internet por estudantes do Ensino Fundamental, analisando diferenças entre matutinos e vespertinos e suas percepções acerca do uso da internet como ferramenta de aprendizagem nas escolas. Participaram do estudo 885 estudantes de escolas públicas do município de Farroupilha/RS. Foi utilizado um questionário com cinco perguntas de múltipla escolha com espaço para respostas alternativas; os dados foram analisados com abordagem quantitativa. Percebeu-se que a internet está presente no cotidiano dos estudantes, mas não no âmbito escolar; constatou-se, por suas respostas, que poderiam aprender com mais eficácia ao fazer uso da internet na sala de aula como recurso pedagógico. É necessário que as escolas possibilitem espaços para a discussão dos benefícios e malefícios do uso da internet, que os currículos e comunidade escolar passem por reestruturações que incluam o uso seguro e saudável da internet em seu plano pedagógico, a fim de possibilitar maior interesse dos jovens para a sua utilização pedagógica e, consequentemente, maior eficácia no processo de ensino-aprendizagem.