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“Seu filho anda falando muito na aula”
Comunicação, Filosofia, Sociologia, Avaliação, Educação Infantil, Formação de Professores, Instituição Escola, Vivências de Sala de Aula, Outras Mais Específicas e Política Educacional

Este artigo tem como objetivo propor uma discussão teórica a respeito de determinadas tradições discursivas (TDs) que salientam disparidades socioculturais em ambiente escolar, mais especificamente na relação professor-aluno. Para tanto, parte de uma teorização acerca da maneira como determinadas expressões veiculam ideias preconcebidas em senso comum pouco interessante à construção do conhecimento colaborativo, na medida em que são legitimadas pela linguagem – aqui tratada como um fenômeno sociocultural que muito tem a dizer sobre as estruturas sociais não só da Escola, mas também de outros setores sociais.

Produção de vídeos em aulas de Biologia por alunos do Ensino Médio
Biologia e Biociências, Vivências de Sala de Aula e Cinema, Teatro e TV

Neste trabalho, analisa-se uma proposta pedagógica que envolveu a produção de vídeos por alunos como estratégia para facilitar o aprendizado da temática proposta em aulas de Biologia do Ensino Médio e a recepção desses vídeos por estudantes espectadores. São quatro vídeos e as respostas dadas a um questionário pelos estudantes produtores e espectadores sobre os vídeos exibidos e sobre o aprendizado decorrente da atividade proposta. Os alunos tiveram seu aprendizado favorecido em relação ao conteúdo proposto e puderam explicitar sua criatividade por meio dos vídeos produzidos.

Personagens-deuses-afros e suas mitologias – em busca das narrativas perdidas na escola
Antropologia, Vivências de Sala de Aula, Língua Portuguesa e Literatura e Política Educacional

O respeito à diversidade religiosa deve ser praticado na escola, de modo a criar uma cultura de tolerância; se o Brasil é um país laico, deve preservar e valorizar todas as denominações religiosas, sem preconceito. Uma experiência escolar mostra como isso pode ser feito.

(Multi)Letramento e ensino de língua portuguesa na era digital
Língua Portuguesa e Literatura

Com o avanço tecnológico e, consequentemente, o surgimento das redes sociais, a língua ganhou mais um veículo para se exprimir: os suportes digitais. Assim, surge um novo canal de comunicação e de expressão. A partir da proposta de um ensino de Língua Portuguesa baseado nos gêneros discursivos, busca-se compreender e refletir acerca desse ensino na era digital. Para tanto, buscou-se uma definição para o termo língua para então refletir acerca dos currículos e das práticas de (multi)letramento.

Multiletramentos e multimodalidade: o grafite como recurso pedagógico
Computação e Tecnologias, Vivências de Sala de Aula, Cidadania e Comportamento, Educação Artística, Fotografia, Outras Mais Específicas, Espaços Urbanos e Política Cultural

Uma proposta de atividade realizada em Campos dos Goytacazes/RJ envolvendo Língua Espanhola e Artes abordou o multiletramento ao buscar o estudo de grafites, por ser uma expressão artística comum em lugares públicos e privados da cidade.

O funcionamento dos ecossistemas: a natureza é macunaímica
Ecologia e Meio Ambiente, Biologia e Biociências, Filosofia e Língua Portuguesa e Literatura

A ciência não é neutra; as interferências religiosas, ideológicas e culturais estão presentes na formulação de qualquer proposta de conhecimento. Ao comparar os mundos de Macunaíma e de Alice, é possível perceber a diferença: enquanto a obra de Carroll cita 37 espécies de seres vivos (excetuando os humanos), a de Mário de Andrade relaciona 371, dez vezes mais! E, ao contrário dos personagens de Alice, a natureza se aproxima mais do modelo macunaímico, de viver e se desenvolver com pouco esforço.

Resenha
Formação de Professores, Vivências de Sala de Aula e Língua Portuguesa e Literatura

Uma forma poética de dizer o que é uma resenha, o que ela tem a ver com a obra a que se vincula, sua importância para os leitores e os autores. A resenha se debruça sobre o texto e reflete sobre suas relações, sua tessitura, a rede que constrói com outros trabalhos.

Os três primeiros livros da Maré
Direito, Psicologia, Educação Infantil, Formação de Professores, Instituição Escola, Artes Plásticas, Cinema, Teatro e TV, Dança, Educação Artística, Educação Física e Música

O projeto editorial Novos Olhares, organizado por professores de João Pessoa, já possui 22 obras publicadas, tratando de vários temas relacionados à Educação. Neste artigo são comentados os artigos que compõem os três primeiros volumes da coleção, publicados pela ONG Maré.

Filosofia e ciência na Idade Média – Resenha do filme O físico
Cinema, Teatro e TV

O filme O físico, com seu enredo, aborda as visões judaicas, católicas e muçulmanas em relação à saúde e a ciência na Idade Média. Por isso, serve como forma de estudar com os alunos esse período histórico levando em consideração os contextos religiosos e sociais.

Análise e contribuição universitária da pesquisa educacional Amor que Educa para formação de docentes e professores de Educação Física no Rio Grande do Sul
Saúde, Formação de Professores, Cidadania e Comportamento, Educação Física, Outras Mais Específicas e Política Educacional

O livro Amor que educa, de Marcelo Bittencourt Jardim, aborda de forma emocionada sua convicção da importância das atividades físicas para melhorar a saúde mental e relacional, envolvendo aspectos de direitos humanos, inclusão social, igualdade e humanização. Sua experiência em comunidades de vulnerabilidade social é relevante por mostrar como é importante a intervenção da escola e dos professores na formação de crianças e jovens nesse contexto.