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Inclusão: um direito de todos
Educação Especial e Inclusiva

Inclusão é o processo de inserção de pessoas com deficiência no âmbito social. O alicerce para essa integração é a escola; as políticas públicas garantem essa implantação baseada em leis que lutam pela igualdade e pelo direito à educação para todos. A LDB/96 assegura esse direito às pessoas com necessidades educacionais especiais, exigindo adequação de currículos, métodos, técnicas e recursos para atender às especificidades, porém a realidade de hoje demonstra que as instituições de ensino não estão preparadas nem estruturadas para receber a nova demanda. Teóricos acreditam que a segregação não auxilia os deficientes nem os considerados normais e que a escola deveria, pelo currículo, valorizar as diferenças e competências de cada indivíduo.

A Covid-19, o retorno às aulas e o custo social do fechamento das escolas - o que pode ser feito?
Saúde, Geografia, História, Sociologia, Educação a Distância, Formação de Professores, Instituição Escola e Vivências de Sala de Aula

O retorno às aulas no período pós-pandemia exige diversos critérios e movimentos de governos – em todas as esferas – e escolas para atender às orientações da Organização Mundial da Saúde. Enquanto isso, o ensino remoto vem mostrando que a desigualdade social se estende às condições educacionais – não só na escola como nas famílias, pois os recursos disponíveis têm níveis extremamente diferentes.

Do projeto à ação: uma experiência cidadã com alunos de uma escola pública
Ecologia e Meio Ambiente, Nutrição e Alimentos, Instituição Escola, Vivências de Sala de Aula e Cidadania e Comportamento

Este artigo relata um projeto de uma escola da rede pública municipal de Mesquita/RJ; o conceito inicial era leitura e linguagens, mas foram tomadas as perspectivas de Paulo Freire, de leitura do mundo, para chegar a uma educação crítica. O tema foi, considerando a emancipação do município, falar de sua agricultura, de agricultura familiar e do uso de agrotóxicos. O trabalho envolveu visita à prefeitura e a um hortifrúti, com resultados bastante significativos.

O uso de histórias em quadrinhos no ensino: teoria, prática e BNCC
Formação de Professores, Vivências de Sala de Aula e Língua Portuguesa e Literatura

Este artigo relata uma pesquisa em desenvolvimento sobre leitura e escrita, e discutimos o uso da HQ em sala de aula como recurso para estímulo. Com base na literatura, na BNCC e em dados preliminares do campo, apresentamos um caminho para a inserção dos quadrinhos em sala e reflexões iniciais sobre o tema.

Jogos da cultura popular e jogos eletrônicos na Educação Física Escolar: uma revisão integrativa com reflexões acerca da ludicidade, lazer, corpo e movimento
Educação Infantil, Educação Física e Folclore e Datas Importantes

Neste trabalho, objetiva-se refletir sobre ludicidade, lazer, corpo e movimento inseridos nos estudos científicos correspondentes aos jogos da cultura popular e jogos eletrônicos. Trata-se de uma revisão integrativa, realizada nas bases de dados Medline e Lilacs no período de 2010 a 2020 com uso das palavras-chave: “jogos da cultura popular”, “jogos eletrônicos” associados a “ludicidade”, “lazer”, “corpo” e “movimento”. Foram selecionados nove estudos. A análise dos artigos resultou nas categorias Ludicidade e Lazer e Corpo e Movimento. Conclui-se que os estudos demonstram que, com base no conteúdo jogos da cultura popular/tradicional, é possível uma prática pedagógica pela Educação Física, devido a suas características de participação ativa e de maneira lúdica dos sujeitos envolvidos; Jogos Eletrônicos complementam os Jogos da Cultura Popular no componente de Jogos e Brincadeiras na Educação Física, pois auxiliam na promoção de discussões e reflexões acerca de valores e significados importantes na formação dos alunos no campos da ludicidade, lazer, corpo e movimento.

Por uma política de iniciação científica na escola pública: o uso de uma teoria e a motivação para a leitura por prazer e não por obrigação
Vivências de Sala de Aula, Língua Portuguesa e Literatura e Política Educacional

Pesquisas com cerca de 200 alunos da rede pública de ensino de Três Lagoas/MS, Andradina/SP, Campo Grande/MS e Iturama/MG revelam que há dificuldade latente no quesito leitura e escrita por parte dos alunos da escola pública em sala de aula. Esse quadro levou os pesquisadores a desenvolver intervenções em escolas públicas dessas cidades com o fim de mudar essa situação, por meio de iniciação científica na graduação e com o mestrado profissionalizante. Este trabalho apresenta o resultado das intervenções e sugere atividades didáticas com o uso de multiplicidade de textos verbais, não verbais e sincréticos como forma de motivação ancorados pela Teoria Semiótica de Greimas e seus seguidores e a proposta da iniciação científica desde o Ensino Fundamental como forma de preparar o aluno para a faculdade.

A beleza incomparável do mito da origem do inverno
Antropologia, História e Psicologia

A mitologia grega é maravilhosa para explicar os fenômenos da vida terrestre. A justificativa para a existência das estações do ano merece ser lida e conhecida para possibilitar a descoberta das formas de percepção dos gregos antigos para o seu mundo – o que não os impedia de desenvolver bases científicas.

Currículo e a escola do século XXI: a escola e seus novos desafios
Instituição Escola, Vivências de Sala de Aula, Língua Portuguesa e Literatura e Política Educacional

Alguns aspectos da estratégia curricular das escolas municipais de Maricá/RJ em Língua Portuguesa merecem ser modificados, a fim de facilitar a aprendizagem e o exercício da leitura e da escrita, o que contribui para um melhor desempenho dos estudantes do Ensino Fundamental em concursos realizados no fim dessa etapa da educação.

A percepção dos alunos de Ensino Médio de uma escola pública sobre o ensino de Matemática
Matemática

O objetivo deste trabalho foi obter a percepção de alunos de uma escola pública do Estado do Rio de Janeiro sobre o ensino de Matemática. Nosso principal instrumento na produção de dados foi um questionário em que os participantes somente informavam seu sexo e sua idade. De acordo com os dados produzidos, a maioria dos alunos (62%) admitiu ter dificuldade em Matemática. Em relação às aulas do Ensino Médio, 72% afirmaram que elas tinham qualidade superior em relação às aulas que frequentaram no Ensino Fundamental. Os dados obtidos indicam que a forma como se ensina Matemática no Ensino Médio precisaria sofrer intervenções sob vários aspectos, mas no que tange ao papel do professor, fomos levados a considerar a possiblidade de desconstruir pensamentos e posturas enraizados na prática docente e que possam vir a contribuir para que nossos alunos não se sintam capazes de aprender e produzir Matemática.

As políticas públicas sob a ótica do Programa Mais Educação: experiências de uma escola pública do Estado de Pernambuco
Política Educacional

O direcionamento deste trabalho são as políticas públicas educacionais que têm como foco primordial as questões ligadas à escola, dando ênfase ao Programa Mais Educação e sua vivência diária em uma escola do Estado de Pernambuco. Metodologicamente ele se constitui em um relato de experiência vivenciado durante seis anos de implantação do programa. Iniciaremos explanando o que são as políticas públicas e em seguida vamos expressar os problemas gerados pela implantação do programa, bem como expor as virtudes com os resultados da implementação desse programa, mesmo com todas as dificuldades enfrentadas. Por fim, vamos apresentar os resultados percebidos com toda essa movimentação dentro da escola.