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Conflitos entre irmãos: contribuições da Psicologia no contexto intrafamiliar
Saúde, Direito, Filosofia, Psicologia, Educação Artística e Política Educacional

Desde os primórdios da humanidade, a rivalidade entre irmãos pode acontecer e ser considerada uma situação inevitável. O foco principal do presente estudo é a investigação das manifestações de conflitos entre irmãos durante a infância e/ou adolescência, bem como a caracterização das manifestações de agressividade física e/ou psicológica comuns praticadas por meninos e meninas. As questões norteadoras deste trabalho são: por que existe violência relacionada a alguns conflitos entre irmãos? Por que a sociedade negligencia a violência física e/ou psicológica entre irmãos?

Interdisciplinaridade e escolarização: o lugar da História na Educação Contemporânea
História

Esta reflexão versa acerca da inserção da interdisciplinaridade com o processo de escolarização dos indivíduos. O estudo tem como objetivo demonstrar quais são os resultados positivos possíveis a partir da consolidação de um ensino interdisciplinar, da mesma forma que busca assinalar os caminhos e métodos para que essa implementação se solidifique. O arcabouço teórico-metodológico consiste na consulta a autores que discorrem acerca da temática, tais como Azevedo, Fazenda e Gadotti. Ao final, destaca o papel da escola no processo de inserção da interdisciplinaridade no processo de escolarização.

Análise expositiva e crítica do artigo “Marx como referencial para análise de relações entre ciência, tecnologia e sociedade”, de Lima Júnior e colaboradores
Computação e Tecnologias e Filosofia

O artigo analisa as relações entre ciência, tecnologia e sociedade, dentro do referencial teórico e metodológico encontrado no livro O capital. Também prioriza a desmistificação dos três mitos da neutralidade da ciência, de acordo com a perspectiva marxista; na introdução, o trabalho traz um breve histórico a respeito do enfoque dado a ciência, tecnologia e sociedade (CTS) dentro dos currículos e das práticas de educação científica em países imperialistas; em seguida, aborda diferentes concepções de estudiosos do movimento CTS; por fim, expõe os três mitos apontados por Auler e Delizoicov.

Intersecções histórico-literárias: Literatura como ferramenta de ensino de História
História

O trabalho explora a convergência entre História e Literatura como possibilidade de estratégia educacional enriquecedora. O artigo destaca a capacidade da Literatura em proporcionar uma compreensão mais profunda de eventos históricos, ao incorporar narrativas que refletem contextos e experiências humanas. O presente estudo ressalta a importância de utilizar ferramentas literárias como recursos pedagógicos, promovendo uma abordagem interdisciplinar que estimule o interesse dos alunos e amplie sua compreensão histórica por meio da empatia e da identificação com personagens e cenários.

A Educação do Campo como espaço de aprendizagem coletiva, resistência e fortalecimento identitário
Ecologia e Meio Ambiente, Antropologia, Geografia, História, Sociologia, História da Educação, Vivências de Sala de Aula, Cidadania e Comportamento e Política Educacional

Este artigo tem como objetivo analisar a contribuição da Educação do Campo para o processo de aprendizagem, por meio de práticas coletivas que envolvem não apenas os estudantes, mas também toda a comunidade. Inicialmente, são apresentados os contextos políticos em que esses espaços se inserem. Em seguida, os conceitos e o desenvolvimento da Educação do Campo e das escolas rurais. Logo, são consideradas as relações com a coletividade e os impactos nas regiões onde essas escolas estão inseridas, destacando seu papel no desenvolvimento da consciência histórica e geográfica.

Políticas educacionais e o ensino de Sociologia: a reforma do Ensino Médio de 2017 e o cenário de consequências para o pós-ensino remoto
Sociologia, História da Educação, Vivências de Sala de Aula, Cidadania e Comportamento e Política Educacional

A emergência de uma política conservadora pós-impeachment de Dilma Rousseff trouxe consigo uma agenda neoliberal. Em razão dos múltiplos impactos à sociedade pelas outorgas de um programa de governo ferino, figurado na Lei nº 13.415/17, foi realizada uma análise situacional e foram tratados os possíveis futuros impactos dessa norma por meio de revisões bibliográficas em caráter exploratório. Apresenta-se neste trabalho uma reflexão histórica da disciplina Sociologia em razão dos lastros de uma política pública educacional impregnada de pensamento colonialista e classista.

A ansiedade entre jovens estudantes: uma análise situacional em escola de Ensino Médio no interior cearense
Psicologia e Vivências de Sala de Aula

O presente estudo tratou da saúde mental de adolescentes do Ensino Médio, tendo como objetivo geral verificar a interface entre o nível de ansiedade dos estudantes e seu desempenho acadêmico/escolar. Para tal fim, reservou-se ao uso da abordagem quantitativa de caráter exploratório-descritivo, a partir do estudo de caso baseado em revisões, observação e coleta de dados com foco na mensuração e descrição do nível de ansiedade entre adolescentes das três séries do Ensino Médio. Para a coleta e levantamento de dados, fez uso da Escala de Autoavaliação da Ansiedade de Zung e das notas dos alunos no 1º semestre letivo de 2022.

Os desafios da Educação Básica na sociologia de Florestan Fernandes: estrutura social, conservadorismo e humanismo
Sociologia e Instituição Escola

Este artigo apresenta a contribuição da Sociologia crítica de Florestan Fernandes a respeito da Educação Básica no Brasil. Os conceitos de estrutura social, conservadorismo e humanismo são reveladores dos históricos desafios educacionais enfrentados no país, principalmente os concernentes à educação pública. Fernandes descortina a perspectiva naturalista conservadora para evidenciar que a desigualdade educacional e cultural não são frutos da “natureza”, mas sim de um processo histórico-social excludente e regido por uma lógica que desconsidera o humanismo como princípio norteador de um projeto educacional.

Alegria, aqui é encanto e oralidade na prática de contar histórias: Era uma vez... o grupo experimental de contadores de histórias da UFES
Comunicação, Vivências de Sala de Aula, Língua Portuguesa e Literatura, Outras Mais Específicas e Espaços Urbanos

Os pesquisadores rememoram o projeto de extensão universitária Grupo Experimental de Contadores de Histórias da Universidade Federal do Espírito Santo. O grupo, que se reunia aos sábados no Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas, no câmpus de Goiabeiras, em Vitória/ES, relembra detalhes do espaço e menciona algumas obras e textos explorados nesse projeto – que ampliou a atuação dos professores do curso de Biblioteconomia para além das salas de aula. O ato de narrar ou contar histórias é uma forma de transformar o meio social e aviva formas de memória, patrimônio e a criatividade.

História digital
História e Vivências de Sala de Aula

Esta pesquisa aborda uma crítica sobre a era digital na historiografia contemporânea que vem sendo debatida desde a metade do século XX por Anita Lucchesi em seu artigo História e historiografia digital: diálogos possíveis em uma nova esfera pública. O tema traz uma crítica à era digital; seus argumentos se destacam para outras referências e nos lembram como as mídias digitais podem ser ruins como objeto de estudo histórico. A autora apresenta ainda reflexões sobre o uso da Internet e mostra que a internet tomou conta da história, o que ela percebe como um grande problema.