O ensino de solos nos anos iniciais do Ensino Fundamental: uma abordagem baseada em livros didáticos de Ciências após aprovação da Base Nacional Comum Curricular

Michele Cagnin Vicente

Licenciada em Ciências Biológicas (UERJ), especialista em Educação Ambiental e Sustentabilidade (Unimais), mestra em Fitotecnia (UFRRJ)

Danielli Monsores Bertholoto

Licenciada em Ciências Biológicas (UENF), especialista em Ciências Biológicas (UFJF), doutoranda em Ciência, Tecnologia e Inovação Agropecuária (UFRRJ)

Prevista no Art. 210 da Constituição Federal de 1988 e no Art. 9º, Inciso IV, e Art. 26 da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1996, a formulação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foi reiterada pela Lei nº 13.005/14, que promulgou o Plano Nacional de Educação (PNE). Em 2015, a BNCC começou a ser formulada por especialistas das diversas áreas do conhecimento, com a participação crítica e propositiva de profissionais de ensino e da sociedade civil, passando pelo Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), pela União Nacional dos Dirigentes Municipais da Educação (Undime) e por membros da organização não governamental Movimento pela Base Nacional Comum (Brasil, 2017; Marsiglia et al., 2017), sendo aprovada e homologada no ano de 2017 para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental (1º e 2º segmentos) e no ano de 2018 para o Ensino Médio. Assim, todas as instituições escolares, públicas e/ou particulares, passam a ter uma referência nacional obrigatória para a elaboração ou adequação de seus currículos e propostas pedagógicas, visando à redução das desigualdades educacionais no Brasil e à promoção da equidade e da qualidade das aprendizagens dos estudantes brasileiros, efetivada preferencialmente em 2019 ou até início do ano letivo de 2020 (Brasil, 2017).

Por conseguinte, o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) encontra-se em uma fase de adequação a essa nova “política” educacional. De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, tomada como referência para o PNLD 2019,

a área de Ciências da Natureza, por meio de um olhar articulado de diversos campos do saber, precisa assegurar aos alunos do Ensino Fundamental o acesso à diversidade de conhecimentos científicos produzidos ao longo da história, bem como a aproximação gradativa aos principais processos, práticas e procedimentos da investigação científica. Espera-se, desse modo, possibilitar que esses alunos tenham um novo olhar sobre o mundo que os cerca, como também façam escolhas e intervenções conscientes e pautadas nos princípios da sustentabilidade e do bem comum (Brasil, 2018).

Compete às escolas e às redes de ensino público garantir que seu corpo docente participe do processo de escolha de modo democrático e, ao educador, o comprometimento e a tarefa da escolha do livro didático que mais se adéque à realidade de seus educandos e ao perfil metodológico da instituição escolar. Cabe ainda ressaltar que o livro didático é muitas vezes a única ferramenta disponível e, portanto, deve ser de qualidade em seus conteúdos, além de contribuir na promoção para uma educação mais igualitária e inclusiva, colaborando para reduzir as diferenças e multiplicidades culturais, econômicas e sociais (Cerqueira; Martins, 2010).

Dentre os diferentes conteúdos relacionados à área de Ciências da Natureza, a abordagem de solos nos livros didáticos se restringe basicamente a dois momentos do Ensino Fundamental: 3º e 6º anos. Assim, analisar como é contextualizado o estudo dessa temática se faz relevante, uma vez que esse recurso é de suma importância para a vida na Terra e mesmo assim vem sofrendo constantes agressões. Embora o governo, por meio do PNLD, seja o responsável por indicar e fornecer os livros didáticos às instituições de ensino público do país, é muito importante que a comunidade científica também colabore criticamente na sugestão das múltiplas abordagens sobre essa temática nos livros didáticos.

Desse modo, objetivou-se com este trabalho investigar como é abordado o estudo de solos em livros didáticos de Ciências do 3° ano do Ensino Fundamental sugeridos pelo Guia Digital de Livros Didáticos - PNLD 2019, além de avaliar a adequação dos conteúdos propostos aos objetivos apresentados na BNCC.

Metodologia

Para a realização deste trabalho foram utilizados sete livros didáticos de Ciências do 3° ano do Ensino Fundamental sugeridos no Guia Digital de Livros Didáticos - PNLD 2019 (Tabela 1) já adequados à BNCC. Todos os livros didáticos utilizados neste trabalho foram exemplares destinados ao professor.

Tabela 1: Relação dos livros didáticos de Ciências do 3° ano do Ensino Fundamental sugeridos no Guia Digital de Livros Didáticos - PNLD 2019 analisados

Código do livro

Livros didáticos

Volume

Edição

Editora

Autores

01

Akpalô Ciências

Volume 3

4ª Edição

Editora do Brasil

Denise Bigaiski; Lilian Sourient

02

Ápis Ciências

Volume 3

3ª Edição

Ática

Rogério Gonçalves Nigro

03

Aprender Juntos Ciências

Volume 3

6ª Edição

SM

Obra coletiva. Editor responsável: Robson Rocha

04

Buriti Mais Ciências

Volume 3

1ª Edição

Moderna

Obra coletiva. Editora responsável: Ana Carolina de Almeida Yamamoto

05

Crescer Ciências

Volume 3

1ª Edição

Editora do Brasil

Katia Mantovani

06

Ligamundo: Ciências

Volume 3

1ª Edição

Saraiva

César da Silva Júnior; Sezar Sasson; Paulo Sérgio Bedaque Sanches; Sonelise Auxiliadora Cizoto; Débora Cristina de Assis Godoy

07

Vamos Aprender: Ciências

Volume 3

1ª Edição

SM

Vanessa Michelan

Fonte: Brasil. Guia Digital PNLD (2019, adaptado).

Para análise dos conteúdos, utilizaram-se como base livros específicos da área e artigos publicados em periódicos científicos, em que foi avaliada a adequação ou não do uso de terminologias, descrição de processos e atualização do conteúdo, levando em conta a adequação dos livros didáticos de Ciências aos objetivos da BNCC.

A análise qualitativa foi baseada na metodologia proposta por Vasconcelos e Souto (2003), com ênfase no conteúdo teórico, nos recursos visuais, nas atividades propostas e nos recursos adicionais presentes nos livros didáticos de Ciências. Os parâmetros foram avaliados como adequados em casos de ausência de erros conceituais, veracidade e ausência de contradições nas informações sobre o tema; e não adequado para qualquer contrariedade no que se refere ao que é pautado à adequação.

A análise quantitativa foi apresentada de acordo com Santos (2011), que avaliou os saberes de solos em livros didáticos da Educação Básica de escolas públicas de Viçosa/MG. Esse autor analisou o percentual de páginas que abordam o tema solo nesses livros e quais temas são trabalhados. O autor propôs os temas baseando-se nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) de Ciências (1998).

Análise qualitativa dos livros didáticos analisados

Todos os livros didáticos analisados apresentaram conformidade com as habilidades propostas pela BNCC para o 3° ano do Ensino Fundamental: “Habilidade EF03CI09: Comparar diferentes amostras de solo do entorno da escola com base em características como cor, textura, cheiro, tamanho das partículas, permeabilidade etc.” e “Habilidade EF03CI10: Identificar os diferentes usos do solo (plantio e extração de materiais, dentre outras possibilidades), reconhecendo a importância do solo para a agricultura e para a vida”.

Quanto à análise qualitativa baseada na proposta de Vasconcelos e Souto (2003), foi observado que, em relação aos conteúdos teóricos, todos os livros analisados apresentaram erros conceituais parecidos ou omissão de conceitos essenciais. Dentre os principais erros conceituais encontrados está a definição de termos que tratam da formação, composição, textura e tipos de solos. Por exemplo, a textura do solo é uma propriedade que diz respeito à quantidade relativa entre as partículas de areia, de silte e de argila, sendo uma das propriedades utilizadas na classificação dos solos e não um tipo de solo (Embrapa, 2019; Toledo, 2014), erroneamente considerado por alguns autores. De maneira geral todos os livros analisados apresentam os temas conservação e degradação dos solos. Apenas o livro didático 02 (Ápis Ciências) omite alguns temas importantes ou, por vezes, os apresenta de forma muito incipiente. Acredita-se que a exclusão desses temas dentro do conteúdo de solos no livro didático causa um dano significativo na aprendizagem escolar, não despertando a conscientização socioambiental por parte do aluno, fato que nos faz rever a colocação desse livro no PNLD (2019), uma vez que não está de acordo com as competências recomendadas pela BNCC do Ensino Fundamental, tendo em vista que, de acordo com a BNCC (2018), em relação à área de Ciências da Natureza, o componente curricular deve garantir aos alunos do Ensino Fundamental o desenvolvimento das competências específicas descritas a seguir:

5. Construir argumentos com base em dados, evidências e informações confiáveis e negociar e defender ideias e pontos de vista que promovam a consciência socioambiental e o respeito a si próprio e ao outro, acolhendo e valorizando a diversidade de indivíduos e de grupos sociais, sem preconceitos de qualquer natureza (Brasil, 2018, p. 322).

No que tange aos recursos visuais pedogenéticos, todos os livros didáticos de Ciências apresentam número significativo de ilustrações; contudo, também foi possível verificar alguns erros conceituais nas ilustrações, que no geral são bastante didáticas e dinâmicas, construindo e facilitando o ensino-aprendizado.

Quanto às atividades propostas, à contextualização destinada aos alunos e aos recursos propostos para o trabalho do aluno e do professor, todos os livros analisados apresentaram propostas de atividades práticas, contribuindo para aguçar a curiosidade, a vontade de investigação, a reflexão, a análise crítica, formular e resolver problemas, testar hipóteses e despertar a metodologia científica. Contudo, todos os livros didáticos analisados pouco motivaram o uso de novas tecnologias (jogos educativos no computador, internet e vídeos, entre outras), sugerindo apenas buscas em alguns sites da internet.

Em se tratando dos recursos adicionais nos livros analisados, todos possuem pelo menos um tipo de recurso complementar tanto para o professor quanto para os alunos. No geral, são textos atuais e interessantes, o que favorece a ampliação do conhecimento. Os livros analisados, por serem do professor, também trazem orientações didáticas que podem contribuir muito com trabalho docente. No final do livro didático 03 há sugestões de leituras de alguns livros paradidáticos sobre o tema solos, sendo um deles o Passeio por dentro da Terra, de autoria de Samuel Murgel Branco, publicado pela Editora Moderna. Esse livro remete ao estudo de algumas características do planeta, como a dinâmica da formação das paisagens naturais. No final do livro didático 05 há um tópico denominado “Periscópio”, com sugestões de livros, vídeos e locais para visitação. Para leitura, há indicação do livro A terra, de Israel Felzenszwalb e David Palatnik (2012) e do livro Chega de degradação do solo, de Rosa M. Curto e Josep Palau (2013); é indicado também o vídeo Aprenda mais sobre solos, disponível no link www.embrapa.br/videos; para visitação, a indicação é do Museu de Ciências da Terra Alexis Dorofeef, localizado no câmpus da Universidade Federal de Viçosa, em Viçosa/MG.

Ao final da Unidade 9 – O solo do livro didático 06 há um quadro de sugestões de livros, vídeos e páginas da internet para acessar. Para leitura são indicados os livros A vida da formiga, de Francisco Martins Garcia, da Editora Nova Espiral; o livro Explorando o solo, de Kate Petty, pela Editora Callis; e o livro O solo da vida, de Rosicler Martins Rodrigues, da Editora Moderna; o vídeo indicado é As saúvas: uma sociedade de formigas, disponível no link http://vimeo.com/7646464; é indicada também a página da internet http://chc.cienciahoje.uol.com.br/solos-brasileiros/.

No livro didático 07, no final da Unidade 4 há um tópico, “Aprenda mais”; nele há a indicação de três sites que falam sobre o cultivo de alimentos orgânicos e o plantio direto. Há também um pequeno quadro, “Algo a mais”; nele há recomendação de pesquisas em quatro sites que tratam de assuntos como formação do solo, importância das minhocas para o ambiente, a origem da banana e formação das voçorocas; com exceção do site sugerido sobre a origem da banana, os demais são bastante pertinentes ao tema em questão.

Análise quantitativa dos livros didáticos analisados

Por fim, nas Tabelas 2 e 3 temos, respectivamente, os resultados da análise quantitativa do tema pedogenético e do número de páginas destinadas aos diferentes temas pedogenéticos nos livros didáticos de Ciências do 3°ano do Ensino Fundamental analisados. Verificou-se o percentual médio de 11% de conteúdo sobre o tema solo em relação ao total de páginas dos livros analisados, valor maior do que os observados por Santos (2011), que encontrou de 1,38% a 6,87% nos nove livros analisados em sua pesquisa, resultado considerado razoável, pois representa quase o dobro daqueles observados por Santos (2011).

Tabela 2: Análise quantitativa do tema pedogenético nos livros didáticos do 3° ano do Ensino Fundamental analisados

Número de páginas

Código do livro didático

01

02

03

04

05

06

07

Total do livro

144

128

152

144

144

144

160

Páginas que abordam conteúdo de solos

14

16

12

11

17

18

29

Percentual de páginas (%)

10

12

8

8

12

12

18

Verificou-se que o livro didático 03 (Aprender Juntos Ciências) e o livro didático 04 (Buriti Mais Ciências) foram os que apresentaram menor percentual (8%) de páginas destinadas ao diferentes temas pedogenéticos, seguidos pelo livro didático 01 (Akpalô Ciências) com 10% de páginas e do livro didático 02 (Ápis Ciências), livro didático 05 (Crescer Ciências) e livro didático 06 (Ligamundo: Ciências), ambos com 12% de páginas destinadas ao diferentes temas pedogenéticos; e, por fim, o livro didático 07 (Vamos Aprender: Ciências) com 18%, ou seja, mais do dobro do percentual apresentado pelo livro 01 (Akpalô Ciências). Esses resultados encontram-se apresentados na Figura 1.

Figura 1: Número total de páginas em comparação com o número de
páginas que tratam da temática solo nos livros analisados

Em relação aos diferentes temas pedogenéticos apenas o livro didático 04 (Buriti Mais: Ciências) apresentou, em um texto complementar, o conhecimento sobre tipos de solos baseado em sua classe e não em sua textura, como argissolos, cambissolos, latossolos etc. (Tabela 3). O uso de tipo de solo baseado em sua textura (argilosos, arenosos siltosos) e não o uso de classes (argissolos, latossolos, etc.) para identificar os solos, conforme utilizado pela Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, é um erro que parece ser comum nos livros didáticos de Ciências. Esse problema também foi relatado por Santos (2011, p. 35): “o uso de tipos de solo e não o uso de classes para identificar os solos, conforme utilizado pela ciência do solo, gera confusão que resulta em erros comuns nos livros”.

O livro didático 02 (Ápis Ciências) foi o único que não introduziu o assunto formação, degradação e uso urbano do solo (Tabela 3), fato que deve ser revisto pelo autor, tendo em vista a importância desse tema no contexto socioambiental. Desse modo, podemos considerar que apenas a análise quantitativa, ou seja, baseada em número de páginas, não é suficiente para analisar e/ou julgar a qualidade de um livro didático; a análise qualitativa é por vezes mais eficiente e, portanto, a mais recomendada, fato que pode ser reforçado com a análise do número de páginas destinados aos diferentes temas pedogenéticos abordados nos livros didáticos de Ciências conforme apresentamos na Tabela 3. Por exemplo, o livro didático 02, com 12% de páginas que tratam da temática solos em relação ao número total de suas páginas, apresentou menor número de temas sobre solos do que o livro didático 01, que apresentou 10% de páginas que tratam da temática solos em relação ao seu número total de páginas. Portanto, cabe ao professor escolher o livro didático que mais se adéqua à realidade dos seus alunos, observando com muito cuidado todos esses contextos.

Tabela 3: Número de páginas destinadas aos diferentes temas pedogenéticos nos livros didáticos do 3° ano do Ensino Fundamental analisados

Número de páginas/Tema

Código do livro didático

   

01

02

03

04

05

06

07

Formação de solos

1

0

1

1

0

1

2

Composição/propriedades

1

4

3

4

5

5

2

Fertilidade

0

2

1

3

1

3

2

Tipos de solos (Classes)

0

0

0

2

0

0

0

Degradação

1

0

2

4

4

3

6

Manejo (Rural)

0

1

0

1

2

1

7

Uso/ocupação (Urbano)

1

0

3

1

2

2

2

Atividades Práticas

2

1

2

2

1

2

3

Considerações finais

Este trabalho demonstra a importância de um maior envolvimento dos professores no processo de escolha do livro didático, atentando para a qualidade dos materiais que são sugeridos pelo PNLD, sobretudo quando considerada a abordagem Pedológica.

Os resultados encontrados podem ser reflexo de algumas lacunas que a BNCC apresenta em relação à temática solo ou pela possibilidade de a análise ter sido realizada em um momento de transição da adequação dos livros didáticos ao que é instituído pela BNCC.

Neste momento de transição, tornam-se extremamente importante novas pesquisas investigativas sobre esse campo de abordagem. Sugere-se um olhar mais atento, tanto por parte dos educadores como por parte de outros profissionais da área da Educação, a fim de compreender a eficiência e a abrangência teórica do que é imposto na lei em relação ao que é encontrado e praticado dentro das instituições de ensino, uma vez que os livros didáticos, ao estarem obrigatoriamente em consonância com o que é instituído, são na maioria dos casos o principal material de apoio pedagógico do professor.

Referências

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______. Guia Digital do Programa Nacional do Livro Didático. Disponível em: http://pnld.nees.com.br/pnld_2019/componente-curricular/ciencias/. Acesso em: 3 jan. 2019.

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______. Resolução n° 42, de 28 de agosto de 2012. Dispõe sobre o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) para a Educação Básica. Disponível em: http://www.fnde.gov.br/acesso-a-informacao/institucional/legislacao/item/3758-resolu%C3%A7%C3%A3o-cd-fnde-n%C2%BA-42,-de-28-de-agosto-de-2012-alterada-pela-resolu%C3%A7%C3%A3o-n%C2%BA-44,-de-13-de-novembro-de-2013. Acesso em: 15 ago. 2018.

______. Programa Nacional do Livro Didático 2019. Guia Digital. Por que ler o Guia? Disponível em: http://pnld.nees.com.br/pnld_2019/componente-curricular/ciencias. Acesso em: 03 jan. 2019.

______. Resolução CNE/CP nº 2, de 22 de dezembro de 2017. Institui e orienta a implantação da Base Nacional Comum Curricular, a ser respeitada obrigatoriamente ao longo das etapas e respectivas modalidades no âmbito da Educação Básica. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=79631-rcp002-17-pdf&category_slug=dezembro-2017-pdf&Itemid=30192. Acesso em: 29 set. 2018.

______. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 26 de junho de 2014. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm. Acesso em: 03 jan. 2017.

CERQUEIRA, M. L. C. dos S.; MARTINS, L. O reconhecimento da importância dos livros didáticos no campo da Educação. Candombá: Revista Virtual, v. 6, nº 2, p. 159-170, jul./dez. 2010.

EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA (EMBRAPA SOLOS). Propriedades do Solo. 2019. Disponível em: https://www.embrapa.br/solos/sibcs/propriedades-do-solo. Acesso em: 22 jan. 2019.

MARSIGLIA, A. C. G.; PINA, L. D.; MACHADO, V. O.; LIMA, M. A Base Nacional Comum Curricular: um novo episódio de esvaziamento da escola no Brasil. Germinal: Marxismo e Educação em Debate, Salvador, v. 9, nº 1, p. 107-121, abr. 2017.

SANTOS, J. A. A. Saberes de solos em livros didáticos da Educação Básica. 53 f. Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-Graduação em Solos e Nutrição de Plantas, Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 2011.

TOLEDO, M. C. M. Intemperismo e pedogênese. Geologia. São Paulo: USP/Univesp/EdUSP, 2014.

VASCONCELOS, S. D.; SOUTO, E. O livro didático de Ciências no Ensino Fundamental – proposta de critérios para análise do conteúdo zoológico. Ciência & Educação, v. 9, nº 1, p. 93-104, 2003.

Publicado em 13 de outubro de 2020

Como citar este artigo (ABNT)

VICENTE, Michele Cagnin; BERTHOLOTO, Danielli Monsores. O ensino de solos nos anos iniciais do Ensino Fundamental: uma abordagem baseada em livros didáticos de Ciências após aprovação da Base Nacional Comum Curricular. Educação Pública, v. 20, nº 39, 13 de outubro de 2020. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/20/39/o-ensino-de-solos-nos-anos-iniciais-do-ensino-fundamental-uma-abordagem-baseada-em-livros-didaticos-de-ciencias-apos-aprovacao-da-base-nacional-comum-curricular