Produção e distribuição de sabão caseiro em comunidades carentes como ação de enfrentamento à covid-19

Fabio Henrique Budim Lopes

Licenciando em Química (IFRO)

Alice Cristina Souza Lacerda Melo de Souza

Mestra em Educação (IFRO)

Camila Budim Lopes

Licenciada em Química (IFRO)

Genival Gomes da Silva Junior

Licenciado em Química, especialista em Docência do Ensino Superior, mestrando em Educação

Em nossas residências utilizamos os óleos vegetal e animal na preparação da alimentação; mas na maioria dos lares o descarte desse material é indevido, comprometendo o meio ambiente, gerando consequências ecossistêmicas a longo prazo.

Dentre as ações que podem ser efetuadas para minimizar as consequências ao meio ambiente, encontra-se o processo de fabricação de sabão caseiro com reaproveitamento desse material. Em geral, esse processo é de baixo custo e, diante da atual conjuntura econômica e social, se apresenta como alternativa de combate à pandemia, principalmente entre os grupos mais vulneráveis, que não podem arcar com a aquisição de luvas, de álcool e até mesmo de água sanitária, itens que em geral são mais caros e pesam significativamente no orçamento doméstico.

Em face do exposto, o sabão produzido de maneira artesanal com o óleo de cozinha reutilizado contribui na profilaxia da covid-19, uma vez que seu uso é recomendado para eliminação do vírus. Partindo disso, o projeto propõe reutilizar o óleo com o objetivo de produzir sabão caseiro, tendo em conta a necessidade atual de higienização pessoal em vista da propagação da covid-19.

O sabão ecológico traz inúmeros benefícios, por não agredir a natureza e não poluir o meio ambiente; além de superar a qualidade do material produzido nas indústrias comuns, o sabão ecológico não agride a pele e não contém produtos químicos, como os industrializados (Fapeam, 2014).

As principais medidas de prevenção recomendadas pelo Ministério da Saúde para conter a pandemia do novo coronavírus (covid-19) estão relacionadas ao hábito de lavar as mãos e o rosto com frequência e fazer uso de álcool em gel, além do uso de máscaras.

A prática constante do lavar das mãos é altamente eficaz, uma vez que tal prática tem se mostrado eficaz porque, quando o coronavírus está nas mãos, não consegue penetrar na pele, pois sua camada externa é levemente ácida, mas eles podem permanecer lá esperando a oportunidade de entrar no corpo por lugares mais vulneráveis. E é nesse momento que o sabão não apenas libera o vírus da pele como também faz com que o envelope viral se dissolva, de modo que proteínas e o RNA deslizem e o vírus seja desativado, pois os vírus não estão exatamente vivos, assim se desfazendo com o uso do sabão.

No entanto, as medidas como uso do gel e água sanitária não estão ao alcance de muitos moradores de comunidades e periferias das cidades brasileiras, principalmente por se tratar de famílias com baixa renda que muitas vezes não obtêm dinheiro suficiente para a compra desse produto e que sofrem mais abertamente a questão do saneamento.

Ao pensar nessa questão pandêmica na oportunidade do descarte correto do óleo e na nossa responsabilidade social como acadêmicos do curso de licenciatura em Química e futuros profissionais da Educação é que destacamos a relevância do projeto Produção e Distribuição de Sabão Caseiro em Comunidades Carentes - Ação de Enfrentamento à Covid-19 neste momento, uma vez que ele trará benefícios à sociedade em três pontos: (a) pelo reaproveitamento do óleo descartado, (b) pela aplicabilidade efetiva dos conteúdos abordados na disciplinas do curso, como Química Ambiental e Didática, que visam contextualizar e trabalhar de forma interdisciplinar os conteúdos teóricos com aplicação prática; e (c) por se entregar à sociedade um produto eficaz no combate da covid-19.

Referencial teórico

O óleo vegetal é um produto indispensável na cozinha da população brasileira, seja em nível doméstico ou industrial, e ao final de sua utilização o resíduo é descartado, em muitos casos, de forma incorreta, sendo liberado na pia da cozinha, em ralos, vasos sanitários ou diretamente no solo, tornando-se um resíduo sem tratamento e potencialmente poluidor.

O resíduo é de alto risco para o meio ambiente, causando sérios prejuízos quando descartado de forma incorreta. Segundo Lima (2014), no Brasil são descartados em torno de 9 bilhões de litros de óleo de fritura durante um ano; contudo, apenas 2,5% de todo o volume são destinados corretamente, ou seja, separados, colhidos e reinseridos na cadeia produtiva.

Devido à falta de informação a respeito da importância da reciclagem, a população acaba lançando os resíduos em locais inadequados, causando impactos negativos ao meio ambiente e à população em si; dentre os resíduos produzidos, o óleo utilizado em frituras surge como um resíduo gerado diariamente nos lares e estabelecimentos do país. Nesse contexto, torna-se necessário promover a conscientização para que assim a população possa dar um destino adequado para este tipo de resíduo (Oliveira et al., 2014).

O óleo ocasiona outras formas de degradação do meio ambiente, como o entupimento das canalizações, rompendo as redes de coleta, e torna o tratamento da água mais oneroso (Reis et al., 2007). Com essas características, o óleo vegetal residual dificulta a impermeabilização do solo, contribuindo para a formação de odores e enchentes.

A fabricação de sabão com o emprego de óleo residual torna-se uma das formas de evitar que esse material alcance os corpos hídricos e o solo de forma prejudicial, retardando, assim, seus impactos e a quantidade de resíduos no meio ambiente. Por fim, é percebida a necessidade da criação de uma cadeia produtiva que torne eficiente o beneficiamento desse material.

A reciclagem do óleo de cozinha pode auxiliar na prevenção do meio ambiente. Muitos usuários não sabem o que fazer com o óleo já usado, geralmente mais de uma vez, quando ele precisa ser descartado; seu reaproveitamento não é um processo complicado, exige mais consciência ambiental e boa vontade que qualquer outro incentivo.

A utilização do óleo residual de fritura (ORF) pode ser uma alternativa para a produção de sabão doméstico. Esse material utilizado como matéria-prima na produção torna-se importante porque atrai a atenção da população consumidora devido ao seu baixo custo (Encimar et al., 2011), além de poder retirar parte dos 200 milhões de litros de óleo usados por mês que vão para os rios e lagos, comprometendo o meio ambiente (Ecoóleo, 2015).

A reciclagem de resíduos agroindustriais vem ganhando espaço não simplesmente porque os resíduos representam "matérias-primas" de baixo custo, mas, principalmente, porque os efeitos da degradação ambiental decorrente de atividades industriais e urbanas estão atingindo níveis cada vez mais alarmantes. Vários projetos de reciclagem têm sido bem-sucedidos no Brasil; dentre eles destaca-se o aproveitamento de óleo residual de restaurantes, residências etc. (Kunzler; Schirmann, 2011).

Entre as vantagens de produzir sabão a partir de ORF está a economia de água, pois o sabão feito a partir do óleo reciclado produz menos espuma. Com isso, o gasto de água é menor (Rabelo; Ferreira, 2008). Dessa forma, o ciclo reverso do produto pode trazer vantagens competitivas, além de evitar a degradação ambiental e problemas no sistema de tratamento de águas e esgotos.

Outra vantagem do produto na atual situação pandêmica é que ele se destaca na prevenção ao novo coronavírus (covid-19), uma vez que o ato de lavar as mãos com maior frequência ajuda a eliminar o vírus.

A crise atual tem causado grandes impactos nas populações vulneráveis; esses cidadãos, antes mesmo da atual pandemia, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), já conviviam com graves problemas de saúde, como dengue, diarreia, cólera, febre tifoide, esquistossomose, hepatite infecciosa, entre outros. Além dos prejuízos causados aos cidadãos afetados por essas doenças, elas impactam os gastos da saúde pública. Já se realizaram estudos mostrando que 34,7% dos municípios brasileiros registram avanços de epidemias ou endemias relacionadas à transmissão hídrica nos últimos anos (IBGE, 2020).

Os problemas de falta de saneamento e a atual pandemia têm impacto direto na vida de populações socioeconomicamente vulneráveis, que, além de sofrer com a falta de saneamento básico, também estão mais expostas e suscetíveis ao vírus por não poderem cumprir as principais orientações para o combate do novo coronavírus.

Metodologia

O projeto foi realizado por acadêmicos do curso de licenciatura em Química do IFRO residentes no município de Ji-Paraná/RO e Ouro Preto do Oeste/RO, entre os meses de julho e novembro, tendo como objetivo distribuir o sabão produzido pelos discentes pelas comunidades socioeconomicamente vulneráveis. Os procedimentos foram divididos entre: coleta de óleo residual; produção do sabão ecológico; identificação e distribuição do sabão para a comunidade.

O óleo foi adquirido por meio de doação de familiares, amigos, comerciantes e pela Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de Ji-Paraná (Coocamarji).

Resultados e discussões

O projeto Produção e Distribuição de Sabão Caseiro em Comunidades Carentes - Ação de Enfrentamento à Covid-19 foi aprovado e financiado pelo Edital n° 21/2020/JIPA - CGAB/IFRO, de 30 de junho de 2020/Depex, sendo caracterizado como auxílio à promoção de projetos, Piex - Programa Institucional de Apoio à Extensão em Tempos de Covid-19 – Câmpus Ji-Paraná, que visa que estudantes e docentes realizem atividades de extensão priorizando a comunidade externa do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO).

Coleta do óleo

O caráter extensionista do projeto revelou-se logo no processo de aquisição do óleo reutilizado, matéria-prima para a produção do sabão. A coleta contou com o apoio da comunidade, representada por familiares, amigos, comerciantes e pela Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de Ji-Paraná (Coocamarji); ao todo foram arrecadados 180 litros de óleo.

Figura 1: Entrega simbólica do sabão caseiro ao comerciante local que doou óleo para produção do sabão
Fonte: Alice Cristina (2020).

Produção do sabão ecológico

Para a confecção do sabão utilizou-se a seguinte receita:

1 litro de água;

6 litros de óleo usado;

1kg de soda em escamas;

500mL de etanol; e

1 frasco de detergente 500mL.

O procedimento adotado foi: adicionou-se 1kg de soda em escamas em uma bacia de plástico e cuidadosamente adicionou-se 1 litro de água fervente para diluir a soda. Posteriormente, adicionaram-se de 6 a 7 litros de óleo usado, sempre mexendo a mistura na bacia; adicionaram-se então 500 mL de detergente e por fim 100mL de álcool, estando pronto para colocar nas formas, que foram, no nosso caso, as caixas de leite recicladas coletadas.

Figuras 2 e 3: Produção do sabão
Fonte: Fábio Budim (2020).

A receita foi testada e constatou-se que rendia aproximadamente 25 barras de sabão, cada uma com cerca de 250g. Com o óleo coletado, foram produzidas 621 barras de sabão.

Essa etapa foi de extrema relevância, pois oportunizou o trabalho; além de permitir doar o material produzido, proporcionou a retirada de grande volume de óleo residual do ambiente, visto que o descarte desse material ocorre de forma irregular e sem monitoramento nas residências.

Os testes e a produção do sabão permitiram aos alunos do curso de licenciatura em Química compreender e aplicar vários conteúdos estudados em sala de aula, como as etapas e os processos da reação de saponificação, como ocorre a solubilidade, o que acontece na eliminação de vírus e germes no momento da higienização, entre outros. Dessa forma, além de colocar em prática os ensinamentos que aprendem na sala de aula, os alunos tornaram o ensino que recebem parte do cotidiano.

Distribuição do sabão

Para a distribuição do sabão foram firmadas parcerias; as primeiras doações foram encaminhadas ao Posto da Polícia Rodoviária Federal localizado no município de Ji-Paraná para que as barras fossem incorporadas às cestas básicas arrecadadas para as famílias das crianças em tratamento de câncer no estado. A campanha foi idealizada em alusão ao dia 23 de novembro, considerado Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil.

Foram doadas 120 barras e 180 máscaras em tecido, resultado da parceria com o projeto Entre Linhas, Tesouras e Máscaras: Costurando Solidariedade, também desenvolvido pelo IFRO.

Figura 4: Entrega do sabão caseiro e das máscaras à Polícia Rodoviária Federal
Fonte: Alice Cristina (2020).

A segunda parceria firmou compromisso da doação junto ao Programa Mesa Brasil, do Serviço Social do Comércio (Sesc), que visou uma campanha de arrecadação de cestas básicas (alimentos e itens não perecíveis) e brinquedos a serem entregues as crianças atendidas pelas instituições do programa. Para essa arrecadação, o Sesc programou duas lives que foram amplamente divulgadas no município. Ao todo, foram distribuídas 260 barras de sabão e 360 máscaras, em parceria com o projeto Entre Linhas Tesouras e Máscaras: Costurando Solidariedade.

Figura 5: Entrega do sabão caseiro e das máscaras aos servidores do Sesc de Ji-Paraná

Fonte: Alice Cristina (2020).

A terceira parceria destinou 180 barras de sabão para a Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de Ji-Paraná (Coocamarji); junto com o sabão, foram entregues 175 máscaras em tecido.

Figura 6: Entrega do sabão caseiro aos membros da Coocamarji
Fonte: Alice Cristina (2020).

Por fim, o trabalho foi apresentado no evento da Semana de Ciência e Tecnologia, em conjunto com a V Semana de Química, realizados de 23 a 27 de novembro, momento em que os colaboradores puderam compartilhar a experiência vivenciada.

Diante da realização deste projeto, almeja-se continuar as atividades extensionistas desenvolvendo ações pedagógicas que promovam a interação com as escolas do município de Ji-Paraná onde os acadêmicos do IFROpossam realizar a produção de sabão caseiro reutilizando óleo coletado dos lares, dos comércios, da vizinhança, com o objetivo de promover a educação ambiental e a interdisciplinaridade no ambiente escolar.

Como forma de introduzir, a primeira ação seria a distribuição, para estudo, de textos que falam da Educação Ambiental, enfatizando os efeitos do descarte incorreto do óleo e materiais que expliquem os processos químicos envolvidos na produção do sabão. As ações também incluem a apresentação aos estudantes dos materiais considerados de uso necessários, como equipamentos de proteção individual (EPI), e roteiros contendo receitas e orientações para a confecção do sabão. O sabão produzido seria destinado às casas desses alunos e ao ambiente escolar para auxiliar na higiene, promovendo a Educação Ambiental na escola e na comunidade.

No ambiente escolar, quando os alunos se deparam com situações que se aproximam de sua realidade, podem assimilar a matéria trabalhada pelos professores em sala de aula àquilo que estão vivenciando; dessa forma, estarão utilizando os conhecimentos adquiridos na sua prática diária e construindo suas próprias ideias por meio do processo de ensino-aprendizagem; assim fazem uma relação do conteúdo com o que já “sabiam”, mas ainda não colocavam em prática (Costa et al., 2015).

O desenvolvimento de uma ação pedagógica envolvendo a produção de sabão caseiro reutilizando o óleo, além de viabilizar uma destinação para o óleo, oferece a oportunidade do professor de promover a interdisciplinaridade. O professor de Química pode demonstrar as reações presentes no processo de fabricação, bem como os mecanismos para que elas ocorram de forma correta; o professor de Ciências ou Biologia abordaria o tema de Educação Ambiental e os benefícios que essa produção de sabão iria trazer para o meio ambiente e para o ambiente escolar que faria uso do produto.

Conclusão

O presente trabalho demonstrou a importância da execução de práticas voltadas ao enfretamento da covid-19, salientando que o sabão produzido poderá ser utilizado nas residências dos beneficiados para higienização geral.

Além de promover ações de profilaxia, o trabalho permitiu a retirada de grande volume de óleo residual do ambiente, visto que o descarte desse material ocorre de forma irregular e sem monitoramento nas residências e comércios, oportunizando aos envolvidos no projeto doar o material produzido.

Outro ponto positivo foi a oportunidade dos acadêmicos de desenvolver ações extensionistas aplicando o conhecimento adquirido no curso; dessa forma, os conteúdos teóricos puderam ser aplicados, permitindo que os futuros docentes construam junto aos seus discentes práticas pedagógicas contextualizadas, uma vez que eles mesmos puderam compreender a aplicação da Química junto à realidade do cotidiano.

Por fim, destaca-se o papel do IFRO, que, por meio de ações extensionistas, se fortalece na sociedade confirmando seu compromisso com uma educação plena do indivíduo pautada no ensino, pesquisa e extensão.

Referências

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Publicado em 30 de março de 2021

Como citar este artigo (ABNT)

LOPES, Fabio Henrique Budim; SOUZA, Alice Cristina Souza Lacerda Melo de; LOPES, Camila Budim; SILVA JUNIOR, Genival Gomes da. Produção e distribuição de sabão caseiro em comunidades carentes como ação de enfrentamento à covid-19. Revista Educação Pública, v. 21, nº 11, 30 de março de 2021. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/11/producao-e-distribuicao-de-sabao-caseiro-em-comunidades-carentes-como-acao-de-enfrentamento-a-covid-19