Diálogos acerca do papel da família no processo de aprendizagem das crianças: narrativas de membros de uma unidade escolar

Gênesis Guimarães Soares

Especialista em Análise do Comportamento e pós-graduando em Psicologia Escolar e Educacional

Kaique Borel de Jesus

Pedagogo e pós-graduando em Atendimento Educacional Especializado e Educação Inclusiva

Geisa Guimarães Soares

Pedagoga e pós-graduanda em Atendimento Educacional Especializado e Educação Inclusiva

O presente texto tem como objetivo central descrever algumas breves vivências ocorridas durante visitas realizadas em uma escola de ensino fundamental, por meio de algumas entrevistas realizadas, que tiveram como finalidade compreender e, consequentemente, proporcionar melhorias para todos aqueles que compunham o contexto escolar (pais, alunos, professores, diretoria e funcionários), pois é de fundamental importância que todos esses sistemas se articulem de forma organizada para que funcionem de maneira positiva.

A relação entre a família e a escola tem sido um tema muito tratado há anos, e os gestores têm buscado a aproximação da família e escola, todavia, ainda seguem existindo muitos impasses, pois é possível notar que os pais e a escola não compreendem qual o papel a ser desempenhado por eles, por isso, acaba vivendo grandes conflitos, em que ambas as partes depositam a responsabilidade de um no outro (Lopes, 2002).

Assim, mesmo que a relação entre a família e a escola tem sido discutida há bastante tempo, e apesar dos vários trabalhos desenvolvidos pelos gestores com intuito de buscar a aproximação entre a família e a escola, ainda persistem muitos conflitos, pois, como mencionado acima, observa-se que tanto os pais quanto a escola não possuem clareza acerca das atribuições a serem por eles desenvolvidas, e vivem em um jogo de "empurrar" as incumbências de um para o outro, em um looping infinito em que a escola acusa os pais de não imporem limites aos filhos e os pais acusam a escola por não estabelecerem a disciplina. Nesse ínterim, a criança acaba por ficar sem referência. Desta forma, a relação da família e da escola só alcançará a eficiência a partir do momento em que todos entenderem o seu papel na educação das crianças.

Tal afirmação corrobora o que Zane (2013) afirma, pois de acordo com os seus estudos, esses entraves não são recentes e a instituição escolar vem apanhando um status de quem tem a função de socializar e que é a responsável por uma ampla parte do desenvolvimento e obtenção de comportamentos e caracteres imprescindíveis para a sobrevivência social dos indivíduos, neste caso, os discentes.

Diante das proposições apresentadas, iremos expor experiências que ocorreram durante o período de observação e faremos algumas reflexões acerca do que ocorreu durante as entrevistas.

Percursos

Foram realizadas quatro visitas com o objetivo de observar e entrevistar profissionais do local, a fim de que fosse possível a identificação da demanda apresentada pela escola, para que assim pudéssemos propor uma intervenção. Após essa etapa, foi identificada uma demanda que surgiu em forma de questionamento: Qual a importância da participação familiar no processo de aprendizagem dos educandos?

Tratando-se dos pressupostos metodológicos, a pesquisa é alçada na fenomenologia social proposta por Schultz, que segundo Brito e Crusoé, podemos compreender que o conteúdo das vivências dos sujeitos não está em objetos, mas sim na consciência, como abordam da seguinte maneira:

O conteúdo da vivência não está nos objetos, mas na consciência e, talvez, nesse ponto, possamos encontrar um elã para relacionar princípios da fenomenologia husserliana e da fenomenologia sociológica de Schutz, na medida em que o último tem como objetivo acessar "objetos do mundo, intencionados pela consciência" para conhecer o sentido da experiência que, numa linguagem fenomênica, seria conhecer os conteúdos das vivências ou conteúdo de consciência (Brito; Crusoé, 2019, p. 363).

Deste modo, Schutz (2012, apud Brito; Crusoé, 2019, p. 364), ao empregar o método proposto por Husserl, que proporciona o acesso aos conteúdos da consciência, como alicerce fenomenológico na investigação dos significados subjetivos das ações humanas, parte do pressuposto da intersubjetividade apregoada por Husserl e que diz respeito à compreensão de que as "consciências compartilham o mesmo mundo e o apreendem sob diferentes perspectivas, o que abre possibilidades de desenvolver uma fenomenologia das relações sociais".

Sendo assim, para que a compreensão do estudo ocorresse, foram seguidos os pressupostos estabelecidos por Schutz (2012, apud Brito; Crusoé, 2019), que descreve que é no encontro entre o pesquisador e o objeto de estudo que ocorre o fenômeno, de modo que as crenças pessoais são suspensas, a fim de que o fenômeno possa emergir e através de uma observação reflexiva para as experiências.

Por fim, através dessa metodologia foi possível compreender os sentidos atribuídos pela escola acerca de como compreendiam o seu papel enquanto agentes ativos no processo de aprendizagem, bem como quais os sentidos atribuídos pela comunidade escolar acerca do papel da família no processo educativo dos alunos.

As novas concepções de família e algumas contribuições para as transformações no relacionamento família-escola

É evidente, ao abordarmos acerca da participação das famílias nos processos de aprendizagem das crianças a necessidade de discutirmos, também, a compreensão e aplicabilidade atual do termo. De maneira que, tendo isso como ponto de partida, Souza (2009) vem dizer que o padrão normativo da concepção do que vem a ser chamado de família vêm sofrendo diversas transformações, uma vez que anteriormente era constituído quase que de modo exclusivo pelas figuras do pai, mãe e filhos. Tal modelo de família estava centrado no modelo do patriarca e/ou matriarca da família. Contudo, com o decorrer dos anos, surgem novas configurações de famílias e assim se abre um leque de possibilidades e novas organizações familiares, a exemplo das famílias compostas por casais homoafetivos, avós e netos etc.

Sendo assim, podemos depreender a partir das mudanças ocorridas, tanto na compreensão quanto na aplicabilidade do conceito de família, em torno das formas como os núcleos familiares se constituem e se configuram, que a maneira com que família e escola se relacionam mudaram também, pois o relacionamento família-escola sustenta-se a partir de demandas e necessidades diferentes que correspondem ao espaço-tempo em que se localizam.

É válido dizer que quando tratamos de novas configurações familiares ou novas concepções de família, não estamos, necessariamente, tratando de conceitos e estruturas novas propriamente ditas, mas da visibilidade que se tem, atualmente, da compreensão/percepção desses arranjos e ideias, que já existem há algum tempo em nossa sociedade.

Com isso, destacamos que a relação dessas diversas configurações de famílias com a instituição escola existem há muito, como enfatiza Silva (2001, apud Brito, 2009), que descreve que as relações entre família e escola são tão remotas como a própria existência da escola enquanto instituição, isso pelo fato de que sempre se fez presente de diferentes modos. Estas aproximações entre família-escola cruzam diferentes formas de se compreender a educação em seu sentido mais amplo e vai para além do espaço escolar, realizando um mergulho nas raízes históricas do tempo.

Reiterando o que foi dito anteriormente, tornou-se perceptível que, atualmente, as famílias têm vivenciado transformações, contudo ainda é comum perceber a ocorrência do fenômeno em que a prevalência da transferência de responsabilidades familiares para a escola, como é o caso da responsabilidade em não instruir e educar os filhos esperando que os professores transmitam valores morais, princípios éticos e padrões de comportamento, desde boas maneiras até hábitos de higiene pessoal. De maneira que, tais famílias podem indagar que têm trabalhado cada vez mais, não dispondo de tempo para cuidar dos filhos. Sendo assim, as novas configurações e transformações ocorridas nas famílias têm acarretado transformações, sobretudo com relação ao papel da mulher e as variações do mundo do trabalho na sociedade são significativas:

A família constitui o caso mais significativo, devido à incorporação da mulher no trabalho e à redução do número dos seus membros e das horas de convívio. Nesse sentido, são cometidas à escola maiores responsabilidades educativas, nomeadamente no que diz respeito a um conjunto de valores básicos que, tradicionalmente, eram transmitidos na esfera familiar (Nóvoa, 1995, p. 101).

Apesar disso, de acordo com Vygotsky (1987, apud Nascimento; Oliveira, 2018), é no contexto familiar que a criança desenvolve as primárias noções de valores, ética, autoridade, pertencimento, motivação e autonomia, de modo que favoreça a realização de atividades dentro e fora do ambiente familiar, sendo que tais ações poderão ser mais bem trabalhadas nos contextos educacionais.

Costa e Miguel (2020) enfatizam que diversos estudos evidenciam que a relação entre família e escola tem ocasionado em diversos benefícios no que diz respeito ao processo de escolarização dos indivíduos, pelo fato de que constitui um vínculo que pode assessorar na constituição dos saberes.

A escola, por sua vez, afirma que o êxito do processo educacional depende, e muito, da atuação e participação da família, que deve estar atenta a todos os aspectos do desenvolvimento dos educandos. A mesma realizou bastantes críticas acerca da responsabilidade pela formação global dos educandos, que os pais acabaram por transferir para ela, e alegou que isto a desviou da função precípua de mediar os conteúdos curriculares, sobretudo de natureza cognitiva. Todavia, é importante salientarmos a seguinte afirmativa realizada por Piaget:

Uma ligação estreita e continuada entre os professores e os pais leva, pois a muita coisa que a uma informação mútua: este intercâmbio acaba resultando em ajuda recíproca e, frequentemente, em aperfeiçoamento real dos métodos. Ao aproximar a escola da vida ou das preocupações profissionais dos pais, e ao proporcionar, reciprocamente, aos pais um interesse pelas coisas da escola chega-se até mesmo a uma divisão de responsabilidades (Piaget, 2007, p. 50).

De modo que, através dessa narrativa é possível enfatizar o que é descrito no Estatuto da Criança e do Adolescente acerca dos deveres dos pais mediante a formação dos filhos: "É direito dos pais ou responsáveis ter ciência do processo pedagógico, bem como participar da definição das propostas educacionais" (Brasil, 2017, p. 35; 52); "os pais ou responsável têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino".

Todavia, um dos entrevistados reflete que algumas famílias "acreditam que aqui é um depósito", em que as crianças são colocadas, de modo que um outro entrevistado relata que "já aconteceram casos de pais esquecerem os filhos na instituição". Deste modo, podemos enfatizar os aspectos primordiais constantes no ECA e descritos anteriormente, que versam sobre os deveres da família para com o processo de ensino e aprendizagem dos seus filhos ou dependentes.

De acordo com as entrevistas realizadas com os profissionais da escola, os pais aparentam não serem tão presentes no contexto escolar. Muitas das crianças que estudam na escola citada moram com os avós, e até mesmos com tios; com isso, a ausência da família aparenta ser ainda maior.

Sendo assim, é válido salientar que a convivência e o relacionamento familiar são fatores relevantes para o bom desempenho da criança. De modo que, cabe a família fazer a mediação das crianças e jovens entre ela, o mundo e a escola, pois ajudá-los na adaptação, é um fator fundamental para seu desenvolvimento educacional e social.

Sá Telles (1993, apud Zane, 2013), acredita que todas as diligências realizadas pela família para se tornarem modelos para os filhos, sempre será considerada de forma positiva, uma vez que os comportamentos relativos à conduta moral e social da família sempre serão levados como espelho para os filhos, com vistas à educação deles. Souza (2009, p. 8) acredita que "é importante que a família esteja engajada no processo ensino-aprendizagem. Isto tende a favorecer o desempenho escolar, visto que o convívio da criança com a família é muito maior do que o convívio com a escola".

A família na vida escolar das crianças é a raiz, ou seja, é na família que se definem fundamentos de vida afetiva, moral e ética. De modo que a escola surgiu como uma necessidade social e com o objetivo de dar auxílio para que o sujeito se situe como pessoa criadora e conhecedora de seus propósitos. É importante que os pais ou responsáveis pelas crianças demonstrem interesse em tudo no que diz respeito à escola dos filhos, para que eles percebam que estudar é indispensável para a vida, sobretudo no que diz respeito a uma vida em sociedade, e pode ser algo prazeroso. Diante disso, um dos entrevistados acredita que a maior demanda da escola no momento diz respeito à "indisciplina, provocada pela convivência em casa".

Em contrapartida, Parolin (2007) enfatiza que a qualidade da maneira como a família e a escola se relacionam são decisivos para um fluxo adequado do processo de aprender e de ensinar dos discentes e a forma como ele se relaciona de forma saudável em ambos os contextos.

Zane (2013) diz que é imprescindível que a família trabalhe de modo coparticipativo em conjunto com a instituição escolar, de modo a valer-se das decorrências positivas dessas relações, que poderão ocasionar em aberturas que facilitem o ensino e o aprendizado dos alunos e, consequentemente, um maior enriquecimento na constituição emocional e intelectual desses sujeitos. Como dito por Reis (2007, p. 6), "a escola nunca educará sozinha, de modo que a responsabilidade educacional da família jamais cessará. Uma vez escolhida a escola, a relação com ela apenas começa. É preciso o diálogo entre escola, pais e filhos".

A participação dos pais na educação formal dos filhos deve se proceder da maneira constante e consciente, integrando-se ao processo educacional e participando ativamente das atividades da escola. De maneira que essa interação só tende a enriquecer e facilitar o desempenho escolar da criança, todavia, de acordo com a narrativa de um dos entrevistados é possível perceber que muitos pais não mantêm uma presença ativa nos processos educativos da instituição e "às vezes, não vêm às reuniões".

Uma boa relação entre a família e a escola deve estar presente em qualquer trabalho educativo que tenha como principal alvo o aluno. A escola deve também, exercer sua função educativa junto aos pais, discutindo, informando, orientando sobre os mais variados assuntos, para que em reciprocidade, escola e família possam proporcionar um bom desempenho escolar e social às crianças (Souza, 2009, p. 8).

Diante do exposto, é necessário que os pais levem em consideração que em casa também é importante reservar um local adequado para o estudo e para a realização dos estudos extraescolares, mostrar aos filhos que a educação é fundamental para alcance dos objetivos deles e demonstrar empolgação com dada etapa vencida pela criança levando-os a entender a importância de aprender e ser um cidadão consciente e autônomo.

A família é o principal espaço de referência, proteção e socialização dos indivíduos, independente da forma como se apresenta na sociedade. A parceria entre a família e a escola é de suma importância para o sucesso no desenvolvimento intelectual, moral e na formação do indivíduo na faixa etária escolar. A demonstração de interesse pela vida escolar dos filhos é parte fundamental em seu processo de aprendizagem. Ao perceber que pais e família se interessam por seus estudos e por suas experiências escolares a criança sente-se valorizada, desenvolvendo-se de forma segura e com boa autoestima (Costa; Miguel, 2020, p. 668).

Para Almeida, Pontes e Maciel (2017), é nítido que a família desempenha um papel de fundamental importância no que tange ao processo de ensino-aprendizagem dos alunos. Estudantes que entendem certa proximidade entre seus familiares e a instituição escolar tendem a se perceber mais seguros, e, consequentemente, a exibir maior performance e desempenho na realização das atividades escolares. Partindo desta perspectiva, é possível inferir que o estudante precisa de apoio familiar concreto para a sua constituição enquanto ser humano, e que este apoio vai para além de questões socioeconômicas, mas sim de cuidados e afeto.

Algumas considerações

Em síntese, é primordial que escola e família se sintam parceiras e coexistam nessa tarefa de transformação da criança tendo ciência de seus papéis. Por isso, é importante que a família participe das reuniões, questionem sobre a vida escolar de seus filhos, conheçam o funcionamento das práticas educativas realizadas pela escola, e que estabeleça essa relação coparticipativa por meio da parceria, do convite ao diálogo e da participação comunitária nesta jornada.

A escola necessita dessa relação de cooperação como a família, pois os professores precisam conhecer as dinâmicas internas e o universo sociocultural vivenciado pelos seus educandos, para que possam respeitá-los e compreendê-los em suas subjetividades e a partir disso tenham condições de intervirem ou providenciarem um desenvolvimento melhor nas expressões de sucesso e não de fracasso diagnosticado.

Referências

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Publicado em 13 de abril de 2021

Como citar este artigo (ABNT)

SOARES, Gênesis Guimarães; JESUS, Kaique Borel de; SOARES, Geisa Guimarães. Diálogos acerca do papel da família no processo de aprendizagem das crianças: narrativas de membros de uma unidade escolar. Revista Educação Pública, v. 21, nº 13, 13 de abril de 2021. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/13/dialogos-acerca-do-papel-da-familia-no-processo-de-aprendizagem-das-criancas-narrativas-de-membros-de-uma-unidade-escolar