Sorte na Genética: atividade educacional de suporte ao ensino-aprendizagem no Ensino Médio

Adriana Helena de Oliveira Reis

Doutora em Oncologia/Genética (INCA), professora adjunta (UERJ), coordenadora de projeto de extensão em ensino de Biologia

Luna Borges Figalo

Bolsista de iniciação científica, graduanda em Ciências Biológicas (UERJ)

Caio de Araújo Souza

Bolsista de projeto de extensão, graduando em Ciências Biológicas (UERJ)

A crescente expansão do conhecimento científico impõe às disciplinas de ciências e biologia, um constante desafio: promover um ensino atualizado, dinâmico e que garanta o conhecimento de conteúdos necessários para a compreensão do mundo atual, uma vez que as informações geradas pelas pesquisas científicas têm impacto no espaço e no contexto escolar, na paisagem e nas relações humanas.

Ensinar Ciências e Biologia é uma tarefa retórica, na qual o professor reconstitui o discurso científico para conduzir seus alunos aos modelos científicos. Para isso, é desejável que se utilize variadas técnicas para prender a atenção dos alunos e facilitar a comunicação (Ossak, 2006).

Os conteúdos de Genética e suas aplicações não são bem compreendidos por muitos discentes em função de sua complexidade e por apresentarem um grau de abstração elevado (Teixeira; Nascimento, 2020). Essa problemática é agravada pela falta de associação dos conteúdos à realidade no qual o aluno está inserido, à forma superficial de abordagem dos conteúdos em muitos livros didáticos e que geralmente são o único instrumento de ensino utilizado devido à ausência de aparato tecnológico na escola e à ausência de atividades interdisciplinares, contextualizadas e lúdicas no ambiente escolar (Vasconcelos, 2002; Oca, 2005; Melo; Carmo, 2009; Moura, 2013).

O uso de atividades diferenciadas em sala de aula pode estimular o aluno, despertando sua curiosidade acerca dos temas abordados, tornando o ensino mais fácil, prazeroso e eficaz. A aprendizagem contém três aspectos: assimilar ideias novas, refletir sobre as novas ideias e expressar ideias recentemente formuladas, falando e escrevendo sobre elas. A dificuldade na aprendizagem contribui para o desestímulo do aluno, sendo um importante fator na evasão escolar e falta de interesse pelo ingresso no ensino superior.

A Genética é um campo de estudo que permeia questões educacionais, morais, tecnológicas e de saúde. Um exemplo disso é a diversidade de aplicações em diferentes áreas do conhecimento que a biotecnologia possui, como na medicina, indústria e agricultura. Com isso, a disseminação de termos específicos da Genética pela mídia e o conhecimento sobre a estrutura da molécula de DNA, manipulação de genes, mutação, cariótipo, recombinação gênica, transcrição, tradução e tantos outros tornam-se necessários na formação crítica do aluno. Temp et al. (2011) em seu trabalho reforçam o fato de que os conceitos de cromossomos, localização e suas funções necessitam ser bem compreendidos, pois eles estão atrelados a outras definições como genes, hereditariedade, cariótipo, cromossomos homólogos, sexo, síndromes genéticas, entre outros termos importantes.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (PCNEM) priorizam a necessidade de ensinar a descrição do material genético em sua estrutura e composição relacionando com a atualidade (Brasil, 2020). No entanto, o que se percebe, é que a Genética tem sido apresentada de maneira superficial resultando no surgimento de alunos com aprendizagem deficiente e com impacto para a vida desses alunos uma vez que os grandes avanços da Genética e a necessidade crescente de tomadas de decisões em ações relacionadas aos mesmos possuem importantes implicações nas questões sociais e éticas.

Uma ferramenta bastante útil no processo de ensino-aprendizagem são os jogos didáticos. Jogos sempre estiveram presentes desde os tempos remotos, servindo como instrumento de aprendizagem e não apenas para diversão. Os jogos permitem o desenvolvimento de competências no campo da comunicação, das relações interpessoais, da liderança e do trabalho em equipe. Segundo Camposet al. (2003), o jogo por aliar os aspectos lúdicos aos cognitivos, é uma importante estratégia para a aprendizagem de conceitos abstratos e complexos, favorecendo a motivação interna, o raciocínio, a argumentação e a interação entre alunos e professores.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) que tratam do ensino de Biologia dizem que os jogos: “uma nova maneira, lúdica, prazerosa e participativa de relacionar-se com o conteúdo escolar, levando a uma maior apropriação dos conhecimentos envolvidos” (Brasil, 2006).

A utilização de jogos didáticos como alternativa para que o processo de ensino-aprendizagem se efetive, tem demonstrado ser um excelente artifício, desde as primeiras fases de vida do indivíduo até a fase adulta, estimulando a participação, o interesse, a criatividade, a cooperação, a socialização e a maturidade, tornando o sujeito ativo no processo, protagonista de sua própria aprendizagem (Kishimoto, 1996; Freire; Moraes, 2005; Murcia, 2005). Corroborando estes aspectos, segundo Macedo et al. (2005), “do ponto de vista profissional, a ação de jogar é meio para trabalhar a construção, a conquista ou a consolidação de determinados conteúdos, atitudes e competências”. Então, os jogos didáticos constituem uma ferramenta dinâmica que pode proporcionar resultados eficazes no processo de ensino aprendizagem.

Desde 2017, em um projeto de extensão da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, um trabalho de suporte didático multimeios em Genética vem sendo realizado em algumas escolas públicas do Rio de Janeiro e observamos que grande parte dos alunos tem deficiência de conceitos básicos em Genética. Conceitos que são fundamentais para o aprendizado não somente de Genética, mas também de outros temas em ciências e áreas afins. A partir dessa observação e de reuniões com o corpo docente das escolas, foi possível propor atividades para facilitar e tornar mais prazerosa a aprendizagem de Genética.

Com base nas experiências e resultados deste projeto de extensão e da revisão bibliográfica sobre a utilização de ferramentas eficazes no processo de ensino aprendizagem, este trabalho teve como objetivo desenvolver um jogo didático com base em um jogo clássico, constituindo um material de apoio aos alunos e professores para o aprendizado de conceitos relacionados à Genética no ensino médio. Baseamo-nos em um jogo amplamente conhecido, pois desenvolver jogos a partir de um modelo prévio facilita o processo de criação. A mesma estratégia para o desenvolvimento de jogos didáticos foi evidenciada no trabalho de Legey (2012), com alunos do curso de licenciatura em Biologia e também por Domingos e Recena (2010) que desenvolveram jogos para o ensino de Química.

O jogo proposto tem baixo custo para produção e o material utilizado é bastante acessível. Estes aspectos são importantes, pois o desenvolvimento de recursos didáticos para melhorar a qualidade das aulas e incentivar a apropriação de metodologias ativas de ensino deve considerar a realidade sociopolítica das escolas.

Metodologia

A pesquisa foi fundamentada em uma discussão teórico-prática sobre o ensino de Biologia através do recurso jogo, evidenciando o conteúdo de Genética; a sua viabilidade para ser aplicada em sala de aula. Esta metodologia se apoia nos componentes curriculares e é respaldada pelas recomendações do Ministério da Educação.

O jogo

O jogo envolve a resolução de exercícios de Genética em cartelas de papel e o sorteio das respostas, inspirado no jogo das 4 operações do fabricante Toia. Pode ser aplicado a diferentes temas dentro da Genética, bastando mudar as questões e as respostas de acordo o tema escolhido e a demanda de alunos e professores. Na proposta atual, utilizamos o tema conceitos básicos em Genética e leis de Mendel.

O jogo é composto por quatro cartelas com oito perguntas (perguntas ou definições de conceitos básicos) e 32 retângulos contendo as respostas. No Anexo 1 estão as cartelas e as respostas.

A turma deve ser dividida em quatro grupos de alunos. Cada grupo receberá uma cartela com oito perguntas para serem respondidas na própria cartela. Após todos os alunos terem respondido às perguntas, o professor deverá sortear os retângulos de papel contendo as respostas. Cada resposta sorteada só responde a uma pergunta, e assim o aluno deverá marcar na sua cartela a pergunta para a resposta sorteada. Para marcar, o aluno deverá colocar a resposta sorteada sobre a pergunta na cartela. Vence a equipe que completar primeiro a cartela de perguntas com as respostas sorteadas. Note que somente será possível vencer o jogo, se a equipe de alunos conseguir responder corretamente a todas as perguntas. O professor poderá nesta etapa auxiliar nas dúvidas. Ao final do jogo o professor poderá discutir com os alunos as dúvidas que ainda restarem sobre o tema.

Considerações finais

De acordo com a pesquisa bibliográfica realizada é possível identificar vários exemplos da eficiência e eficácia, além das diversas possibilidades, da utilização de jogos didáticos no processo de ensino. Essa ferramenta de ensino pode constituir uma alternativa viável no favorecimento da construção do conhecimento científico, no reforço de conteúdos educacionais, na sociabilidade entre os alunos, no trabalho da criatividade e no desenvolvimento saudável do espírito competitivo (Fialho, 2007).

Quando o jogo didático está associado a conteúdos de difícil aprendizagem e/ou extensos, os benefícios obtidos são diferenciados. Trabalhar com Genética no ensino médico é considerado difícil por parte dos docentes, pois além da complexidade do tema, outra razão é a grande dimensão do assunto frente a quantidade de aulas disponíveis para que o mesmo seja trabalhado adequadamente. Este assunto também é considerado difícil pelos estudantes, pois muitos termos podem ser confundidos e os conceitos básicos são fundamentais para o entendimento de vários temas.

O jogo didático Sorte na Genética foi desenvolvido com o objetivo de contribuir para o ensino de Genética básica no ensino médio, constituindo mais uma ferramenta útil no processo ensino-aprendizagem.

Referências

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Brasília: Ministério da Educação, 2000.

______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Orientações Curriculares para o Ensino Médio: Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias. Brasília: MEC/SEB, 2006.

CAMPOS, L. M. L.; BORTOLOTO, T. M.; FELÍCIO, A. K. C. A produção de jogos didáticos para o ensino de Ciências e Biologia: uma proposta para favorecer a aprendizagem. Cadernos do Núcleo de Ensino, p. 35-48, 2003. Disponível em: http://www.unesp.br/prograd/PDFNE2002/aproducaodejogos.pdf. Acesso em: 10 jan. 2021.

DOMINGOS, D. C. A.; RECENA, M. C. P. Jogos didáticos no processo de ensino e aprendizagem de Química: a construção do conhecimento. Ciências & Cognição, v. 15, n. 1, p. 272-281, 2010.

FIALHO, N. N. Jogos no ensino de Química e Biologia. Curitiba: Ibpex, 2007.

FREIRE, A. S.; MORAES, M. O. O lúdico na aprendizagem significativa como instrumento para a introdução dos conceitos da “Nova Biologia”. In: V ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS, 5, 2005, Bauru. Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, 2005. p.1-7. Disponível em: http://abrapecnet.org.br/atas_enpec/venpec/conteudo/artigos/1/pdf/p641.pdf. Acesso em: 14 mar. 2021.

KISHIMOTO, T. M. (Org.). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, 1996.

LEGEY, A. P. et al. Desenvolvimento de jogos educativos como ferramenta didática: um olhar voltado à formação de futuros docentes de Ciências. Alexandria: Revista de Educação em Ciência e Tecnologia, v. 5, nº 3, p. 49-82, 2012.

MACEDO, L.; PETTY, A. L. S.; PASSOS, N. C. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

MELO, J. R.; CARMO, E. M. Investigações sobre o ensino de Genética e biologia molecular no Ensino Médio brasileiro: reflexões sobre as publicações científicas. Ciência & Educação, Bauru, v. 15, nº 3, p. 592-611, 2009.

MOURA, J. et al. Biologia/Genética: o ensino de Biologia com enfoque a Genética, das escolas públicas no Brasil - breve relato e reflexão. Seminário: Ciências Biológicas e da Saúde, Londrina, v. 34, nº 2, p. 167-174, 2013.

MURCIA, J.A. (Org.). Aprendizagem através do jogo. Porto Alegre: Artmed, 2005.

OCA, I. C. M. Que aportes oferece la investigación reciente sobre aprendizagem para fundamentar nuevas estrategias didácticas? Revista Educación, México, v. 19, nº 1, p. 7-16, 2005.

OSSAK, A. L. Professor, aluno e livro didático em aulas de ciências: análise retórica dos argumentos didáticos. 2006. Dissertação (Mestrado em Educação para a Ciência e o Ensino de Matemática) – Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2006.

TEIXEIRA, M. V.; Nascimento, D. L. Atividades lúdicas no processo de ensino-aprendizagem dos conceitos de Genética. Revista Educação Pública, v. 20, nº 14, 2020. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/20/15/atividades-ludicas-no-processo-de-ensino-e-aprendizagem-dos-conceitos-de-genetica. Acesso em: 30 abr. 2021.

TEMP, D. S.; CARPILOVSKY, C. K.; GUERRA, L. Cromossomos, genes e DNA: utilização de modelo didático. Genética na Escola. v. 6, nº 1, p. 9-11, 2011.

VASCONCELLOS, C. S. Construção do conhecimento em sala de aula. São Paulo: Libertad, 2002.

Anexo 1

Respostas

Gene

2ª lei de Mendel

Aa

Heterozigoto

Cromossomo

Alelos

aa

Homozigoto

DNA

25%

Aa x Aa

Gene Recessivo

1ª lei de Mendel

50%

AA

Gene Dominante

75%

9:3:3:1

3:1

Locus gênico

Homólogos

0%

46

23

Genótipo

Fenótipo

Célula haploide

Célula diploide

Somáticas

Gametas

Ervilha

100%

Cartelas

Considere que o albinismo é uma anomalia genética recessiva em que o indivíduo portador apresenta uma deficiência na produção de melanina em sua pele. Se um rapaz albino se casa com uma menina albina, qual é a probabilidade da criança do casal nascer albina?

Gene cuja característica não aparece expressa no estado heterozigótico. Ele apenas produz a característica quando o seu alelo está presente nos dois pares de cromossomos homólogos (arranjo homozigoto), e só se manifesta na ausência de seu gene contrário "dominante."

Esses genes são assim denominados porque determinadas características genéticas prevalecem em detrimento de outras. Eles não precisam apresentar-se em dose dupla no genótipo para se manifestar.

Imagine que, no cruzamento entre dois ratos de pelagem preta (característica dominante), nasceu um filhote de pelagem branca (recessivo). Ao observar esse fato, podemos afirmar que os genótipos cruzados foram:

Um gameta de um humano possui quantos cromossomos em seu núcleo?

Dois alelos atuam na determinação da cor das sementes de uma planta: “A”, dominante, determina a cor púrpura e “a”, recessivo, determina a cor amarela. Do cruzamento entre dois indivíduos, observou-se 100% da prole com indivíduos com sementes amarelas. Qual o genótipo dos indivíduos parentais?

Estruturas formadas por uma molécula de DNA associada a moléculas proteicas. Nas células procariontes são circulares e nos eucariontes, são lineares.

São células que possuem apenas um conjunto cromossômico.

Unidade fundamental, física e funcional da hereditariedade, constituída pelo segmento de uma cadeia de DNA responsável por determinar a síntese de uma proteína.

Uma célula somática de um humano possui quantos cromossomos em seu núcleo?

É um tipo de ácido nucleico que possui destaque por armazenar a informação Genética da grande maioria dos seres vivos. Essa molécula é formada por nucleotídeos e apresenta, geralmente, a forma de uma dupla-hélice.

Cada característica é determinada por dois fatores que se separam na formação dos gametas, onde ocorrem em dose simples. Refere-se a qual lei de Mendel?

Dois alelos atuam na determinação da cor das sementes de uma planta: alelo “A”, dominante, determina a cor púrpura e alelo “a”, recessivo, determina a cor amarela. Do cruzamento entre dois indivíduos heterozigotos, quantos serão da cor púrpura?

São células cujos cromossomos se organizam em pares de cromossomos homólogos,e assim, para cada característica existem pelo menos dois genes, estando cada um deles localizado em um cromossomo homólogo

Um cromossomo que faz par com outro cromossomo sendo igual em tamanho, tendo o centrômero posicionado no mesmo lugar e a mesma posição de genes são denominados cromossomos....

Composição Genética de um indivíduo, mais frequentemente usado a respeito de um gene ou grupo de genes.

São as formas alternativas de um determinado gene e ocupam um mesmo loco em cromossomos homólogos

Considere que o albinismo é uma anomalia genética recessiva em que o indivíduo portador apresenta uma deficiência na produção de melanina em sua pele. Se um rapaz albino se casa com uma menina que produz melanina normalmente, porém que possui mãe albina, qual é a probabilidade da criança do casal nascer albina?

Modelo experimental escolhido por Mendel para estudar a transmissão de características entre as gerações.

Proporção fenotípica padrão da Segunda Lei de Mendel, no cruzamento entre heterozigotos.

Proporção fenotípica padrão da primeira lei de Mendel, no cruzamento entre heterozigotos.

São quaisquer células do corpo, exceto as células germinativas, que fornecem tecidos ou órgãos do corpo tal como a célula da pele

É um termo da Genética usado para descrever as características observáveis de um indivíduo, que resultam da interação do genótipo e os fatores ambientais não herdáveis. São exemplos os aspectos da morfologia, fisiologia, propriedades bioquímicas, comportamento e relações ecológicas de um organismo.

Considere que o albinismo é uma anomalia genética recessiva em que o indivíduo portador apresenta uma deficiência na produção de melanina em sua pele. Se um rapaz albino se casa com uma menina albina, qual é a probabilidade de a criança do casal nascer normal (sem albinismo)?

Dois alelos atuam na determinação da cor das sementes de uma planta: “A”, dominante, determina a cor púrpura e “a”, recessivo, determina a cor amarela. Do cruzamento entre dois indivíduos com sementes púrpuras observou-se uma da prole com 75% de indivíduos com sementes púrpuras e 25% de indivíduos com sementes amarelas. Qual o genótipo dos indivíduos parentais?

Dois alelos atuam na determinação da cor das sementes de uma planta: “A”, dominante, determina a cor púrpura e “a”, recessivo, determina a cor amarela. Do cruzamento entre um indivíduo com semente púrpura com um indivíduo com semente amarela, observou-se 100% da prole com indivíduos com sementes púrpuras. Qual o genótipo do indivíduo parental com semente púrpura?

Dois alelos atuam na determinação da cor das sementes de uma planta: “A”, dominante, determina a cor púrpura e “a”, recessivo, determina a cor amarela. Do cruzamento entre dois indivíduos heterozigotos, quantos serão da cor amarela?

Um organismo onde as células contêm, pelo menos, duas versões diferentes de um mesmo gene no seu núcleo, ou sejam, possuem alelos diferentes em cromossomos homólogos é definido como...

Um organismo onde as células contêm versões iguais de um mesmo gene no seu núcleo, ou sejam, possuem alelos iguais em cromossomos homólogos é definido como...

Células especializadas que, durante o processo de reprodução sexuada, transmitem os genes de uma geração para a seguinte. São haploides na maioria dos indivíduos.

Uma posição fixa e específica em um cromossomo, onde está localizado determinado gene ou marcador genético

Os fatores para duas ou mais características segregam-se no híbrido, distribuindo-se independentemente para os gametas, onde se combinam ao acaso. Refere-se a qual lei de Mendel?

Publicado em 27 de julho de 2021

Como citar este artigo (ABNT)

REIS, Adriana Helena de Oliveira; FIGALO, Luna Borges; SOUZA, Caio de Araújo. Sorte na Genética: atividade educacional de suporte ao ensino-aprendizagem no Ensino Médio. Revista Educação Pública, v. 21, nº 28, 27 de julho de 2021. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/28/sorte-na-genetica-atividade-educacional-de-suporte-ao-ensino-aprendizagem-no-ensino-medio