Ensino de Física e Matemática na Educação de Jovens e Adultos: desafios e alternativas didáticas

Rafaella Gomes Viana

Graduanda em Ciências da Natureza – Ciências e Física (IFF)

Romario de Azeredo Gomes

Graduado em Matemática (IFF)

A evasão e o fracasso de uma parte significativa dos alunos têm marcado a escola brasileira. Marginalizados pelo insucesso, por privações constantes e pela baixa autoestima atrelada à exclusão escolar, sendo vítimas de seus pais, professores, das condições de pobreza em que vivem. Tais alunos são bem conhecidos pela repetição das séries várias vezes, expulsão, bem como são rotulados com hábitos que destoam do protótipo da educação formal (Mantoan, 2015).

Mantoan (2015) aponta que nosso modelo educacional apresenta sinais de esgotamento há algum tempo, e nesse de vazio de ideias, de crise paradigmática, que surge o momento oportuno para as transformações. Diante disso, exige-se

a extinção das categorizações e das oposições excludentes iguais X diferentes, normais X deficientes e, em nível pessoal, que busquemos articulação, flexibilidade, interdependência entre as partes que se conflitavam nos nossos pensamentos, ações e sentimentos. Essas atitudes diferem muito das que são típicas das escolas tradicionais em que ainda atuamos e em que fomos formados para ensinar. Se o que pretendemos é que a escola seja inclusiva, é urgente que seus planos se redefinam para uma educação voltada para a cidadania global, plena, livre de preconceitos e que reconhece e valoriza as diferenças (Mantoan, 2015, p. 14).

Diante disso, destaca-se que a Educação de Jovens e Adultos (EJA), considerada uma modalidade de ensino com público e currículo diferenciados, não é citada na proposta norteadora dos currículos do Ensino Fundamental e do Médio na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Assim, o não- tratamento dessa modalidade de ensino, que atende a milhões de brasileiros, deixa de lado reflexões que orientem caminhos para a construção de currículos para esse público (Catelli Junior, 2019) – o que está em desencontro com as Diretrizes Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos que menciona a necessidade de considerar a identidade própria, os perfis dos estudantes, princípios de equidade e proposição de um modelo pedagógico próprio (Brasil, 2000).

Dessa forma, como não há na BNCC uma seção detalhada e exclusiva para esse público, “torna-se difícil reproduzir o discurso que apresenta o documento como sendo democrático, coletivo e construído por todos, na medida em que é voltado para todos e todas visando suas especificidades e particularidades” (Carvalho et al., 2020, p. 57).

Mantoan (2015) afirma que a lógica da organização escolar geralmente é marcada por uma visão determinista, mecanicista, formalista, que ignora o subjetivo, o afetivo, o criador, não permitindo assim romper com o velho modelo escolar. Entretanto, Kurzawa e Antunes (2005) ressaltam que, considerando que grande parte do público que retorna aos bancos escolares são trabalhadores que buscam algo negado na infância e adolescência, é sensato que esperem encontrar uma realidade diferente que os afastou anos atrás, no que se refere à estruturação hierárquica, conteúdos programáticos e sistema avaliativo. Nesse aspecto, é preciso pensar na construção de um currículo contextualizado para as realidades locais com estratégias de ensino específicas, diferenciadas.

Evidencia-se, pelo balanço das transformações da EJA no Brasil, que as agendas internacional e nacional recentes de políticas educativas têm como predomínio uma leitura instrumental, buscando atender exigências de qualificação para o mercado de trabalho, não tendo preocupação com formação integral dos sujeitos e com a universalidade do direito à aprendizagem (Pierro; Haddad, 2015). Em oposição a essa ideia, é válido resgatar Paulo Freire com o método de alfabetização de adultos que se tornou referência no Brasil e no mundo, com práticas voltadas sempre para o educando, sua realidade e suas experiências de vida, diferentemente das práticas tradicionais.

O objetivo deste artigo é ampliar discussões quanto ao ensino de Física e Matemática para o público da EJA, desta forma apresenta-se uma pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa quanto a trabalhos desenvolvidos com propostas didáticas nas disciplinas supracitadas para a modalidade em questão, discutindo aspectos destas à luz do referencial teórico estudado.

Reflexões quanto ao ensino de Física e Matemática na EJA

O fracasso dos alunos com a disciplina de Física é geralmente associado, tanto no nível médio quanto no superior, à deficiência de conhecimentos matemáticos, e acredita-se que somente uma boa bagagem matemática já seria suficiente para mudar o cenário. Nessa perspectiva, a Matemática possui apenas um caráter ferramental, sendo um instrumento “externo” que deve ser adquirido para ser usado na Física. Entretanto, uma consequência desta visão pode acarretar o desinteresse de estudantes pela Física pelo fato de não compreenderem a relevância da Matemática em seu aprendizado. Desta forma, devem-se encontrar maneiras de evidenciar o papel desempenhado pela Matemática na aprendizagem da Física, como, por exemplo, no que concerne à compreensão dos fenômenos físicos matematicamente, trabalhando-se na perspectiva da concepção de linguagem como instrumento de pensamento (Pietrocola, 2002).

Analisando isoladamente tais disciplinas, no ensino de Física frequentemente observa-se apresentação de conceitos, leis e fórmulas sem articulação com o mundo vivido pelos alunos e professores e, dessa forma, desprovidos de significado.  Destaca-se também a insistência em exercícios repetitivos, com o intuito de que o aprendizado ocorra pela memorização, automatização, e não pela construção do conhecimento por meio de competências adquiridas. Esse quadro expressa uma deformação estrutural que veio gradualmente introduzida pelos participantes do sistema escolar e que passou a ser tomada como coisa natural (Brasil, 2002).

Diante disso, é necessária uma nova discussão quanto ao ensino da Física com o objetivo de possibilitar uma melhor compreensão do mundo e uma formação para a cidadania mais adequada. Não se trata de elaborar novas listas e tópicos de conteúdo, mas sim dar ao ensino de Física novas dimensões. É imprescindível considerar o mundo vivencial dos alunos, a realidade próxima ou distante desses sujeitos, os objetos e fenômenos com que efetivamente lidam, os problemas e indagações que movem sua curiosidade (Brasil, 2002).

No ensino de Matemática, a situação é bem similar. Por isso, Skovsmose ressalta a importância de explorar problemas, situações, objetivamente existentes, no processo de ensino e aprendizagem, sendo próximos das experiências dos estudantes (Ramos, 2011). Nesse contexto, segundo Sampaio (2010), é vital desenvolver uma Educação Matemática que tenha como objetivo principal a sua utilização como suporte para a promoção da participação crítica dos alunos em questões diversas da sociedade, indo além do desenvolvimento de cálculos matemáticos apenas. Corroborando com isso, Pinheiro e Bazzo (2009) afirmam que o significado do conhecimento matemático não consiste somente em agrupar números em fórmulas e executar operações complicadas.

Leal, Freire e Vieira (2018) mencionam que, na EJA, muitos se sentem desanimados no que tange a aprendizagem em Matemática, por acreditarem que são incapazes de assimilar tais conteúdos ensinados em sala de aula.  Assim, embora tal público, muitas vezes, use os conhecimentos da disciplina em suas práticas do dia a dia, dentro da sala de aula apresentam muitas dificuldades – o que mostra a necessidade de reflexão sobre o ensino da Matemática nessa modalidade. Krummenauer (2009), referindo-se ao ensino de Física na EJA, indicou que é preciso utilizar estratégias diferenciadas e que para esses alunos é importante que percebam a utilidade dos estudos na vida cotidiana.

Metodologia

A pesquisa bibliográfica está relacionada à utilização de referenciais teóricos publicados para busca de resolução de um problema, de forma a analisar e discutir as diversas contribuições científicas (Boccato, 2006). O tema de pesquisa deve estar claro e definido antes do começar um trabalho de pesquisa bibliográfica; além disso, é necessário que o pesquisador formule um título e identifique termos que melhor expressem o conteúdo. E então utiliza-se estratégia de busca, formada por um conjunto de palavras ou expressões, ligadas por operadores booleanos, com o intuito de ampliar ou diminuir o escopo dos resultados (Volpato, 2010). A pesquisa bibliográfica desenvolvida neste trabalho teve uma abordagem qualitativa para a análise dos dados, tendo preocupação com aprofundamento da compreensão do fenômeno estudado, e não com aspectos quantificáveis, numéricos (Gerhardt; Silveira, 2009).

A pesquisa foi realizada no Portal de Periódicos da Capes, que é um instrumento de política pública para subsidiar o acesso ao conhecimento científico e, atualmente, constitui um dos maiores acervos mundiais, sendo o principal mecanismo para o apoio bibliográfico às atividades (Almeida; Guimarães; Alves, 2010). A fim de delimitar os resultados, foram feitas duas pesquisas. A primeira, utilizando as palavras “ensino de Física” e “EJA”; na segunda, as palavras “ensino de Matemática” e “EJA”; nos dois casos, as palavras foram ligadas ao operador booleano AND. O objetivo foi encontrar trabalhos desenvolvidos com propostas didáticas do ensino de Física e Matemática para o público da EJA e discutir alguns aspectos destes à luz do referencial teórico explorado nessa pesquisa.

Resultados e discussão

A primeira pesquisa foi feita no dia 10 de abril de 2021, no Portal de Periódicos da Capes, utilizando as palavras “ensino de Física” e “EJA” ligadas pelo operador AND. Como resultado, retornaram dezoito trabalhos, sendo dezessete artigos e um livro. Entre os trabalhos que apresentaram experiência de aplicação de propostas didáticas para o público da EJA, foi selecionado um, que traz uma experiência interessante quanto à temática.

O trabalho “Uma experiência de ensino de Física contextualizada para a Educação de Jovens e Adultos”, de Krummenauer, Costa e Silveira (2010), menciona que a proposta foi desenvolvida em um grupo em que a heterogeneidade dos alunos, que é uma característica comum das turmas da EJA, aumentou o desafio. Os autores relataram que grande parte dos alunos tinha abandonado o ensino regular há pouco tempo, mas outros estavam retornando após 10 e 20 anos. Nesse aspecto, Kurzawa e Antunes (2005) ressaltam que esse público que retorna à escola busca encontrar uma realidade diferente daquela vivenciada anos atrás.

Krummenauer, Costa e Silveira (2010) relatam que tomaram como caminho uma Física aplicada e presente no cotidiano dos alunos, sendo significativa e relevante para tais sujeitos; com isso, permitiram que os alunos fizessem relações e analogias entre situações presenciadas no trabalho e os conteúdos estudados nas aulas. Desta forma, realizaram a proposta considerando os conhecimentos profissionais dos alunos do setor coureiro e o tema gerador consistiu no processo de produção do couro. Os conceitos abordados foram período, frequência, velocidade linear, velocidade angular, aceleração centrípeta, forças no movimento circular, força resultante tangencial e força resultante centrípeta.

Os tópicos de mecânica foram relacionados ao processo de fabricação do couro, abordados em aulas expositivas, utilizando atividades em grupo e individual, apresentações de trabalhos, resolução de exercícios, elaboração de mapas conceituais e simulação computacional sobre o movimento circular uniforme. Tal proposta está em consonância com a orientação de considerar o mundo vivencial dos alunos, os objetos e fenômenos com que efetivamente lidam, e assim trabalhar com problemas e indagações que movem sua curiosidade (Brasil 2002). Os autores observaram o interesse dos alunos nas aulas, tendo em vista que perceberam a Física próxima de seu cotidiano, e assim constantemente participaram das discussões contribuindo com suas experiências quanto ao tema abordado.

A segunda pesquisa foi feita no dia 14 de abril de 2021, no Portal de Periódicos da Capes, utilizando as palavras “ensino de Matemática” e “EJA” ligadas pelo operador AND. Como resultado, retornaram 42 trabalhos, sendo 40 artigos e dois livros. Apenas três trabalhos trouxeram aplicação de uma sequência didática para o público da EJA; os demais consistiram em análises, reflexões quanto a essa modalidade e o ensino de Matemática. Entre os trabalhos, foi selecionado o intitulado “Matemática, frações e EJA: diminuindo distâncias”, de Lopes Junior (2019).

O autor destaca que a sequência de atividades tinha como objetivo permitir a análise das relações dos alunos com a Matemática. Diante disso, os problemas elaborados almejavam a exposição dos conhecimentos dos alunos, possibilitando que fizessem uma leitura e associação ao mundo do trabalho. Algumas temáticas foram levantadas, permitindo relacionar a Matemática escolar com a matemática do sujeito, entre elas, décimo terceiro, dengue e despesas do mês. Conforme afirma Sampaio (2010), é necessário o desenvolvimento de uma Educação Matemática que busque a participação crítica dos alunos em questões diversas da sociedade.

Considerações finais

Apresentou-se inicialmente que é preciso pensar na construção de um currículo contextualizado para alunos da EJA, considerando suas realidades locais com estratégias de ensino específicas, diferenciadas, já que tais sujeitos retornam à escola buscando um modelo diferente do mecanicista, formalista, encontrado por eles anteriormente, na ocasião em que desistiram de estudar.

Porém, foi apontado que, geralmente, o processo de ensino-aprendizagem das disciplinas de Matemática e Física carece de articulação com o mundo vivido pelos alunos, sendo assim desprovido de significado, indicando-se para necessidade de reflexão de alternativas frente ao cenário exposto.

O objetivo desta pesquisa consistiu em ampliar discussões quanto ao ensino de Física e Matemática, levando em consideração o público da EJA; assim, foram analisadas propostas didáticas provenientes do Portal de Periódicos da Capes. A pesquisa bibliográfica indicou que existem trabalhos com resultados positivos quanto ao envolvimento dos alunos ao utilizarem estratégias de aproximação das experiências diárias desses sujeitos na sala aula; no entanto, existe ainda um longo caminho para se percorrer no que se refere à criação de propostas para esse público tão heterogêneo.

Referências

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Publicado em 10 de agosto de 2021

Como citar este artigo (ABNT)

VIANA, Rafaella Gomes; GOMES, Romario de Azeredo. Ensino de Física e Matemática na Educação de Jovens e Adultos: desafios e alternativas didáticas. Revista Educação Pública, v. 21, nº 30, 10 de agosto de 2021. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/30/ensino-de-fisica-e-matematica-na-educacao-de-jovens-e-adultos-desafios-e-alternativas-didaticas

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