Ensino de História: novos contextos e novas práticas

Renato Ramos Vieira

Universidade Veiga de Almeida (UVA)

Giovanni Codeça da Silva

Universidade Veiga de Almeida (UVA)

O ensino das licenciaturas se destaca por mudanças, desenvolvimentos e transformações marcantes em sua trajetória escolar. O importante a observar é que essas mudanças respondem às exigências da sociedade, uma vez que são produzidas a partir da necessidade, ou, como diria Marx (2008, p. 85), da  “carência física imediata”, uma vez que a comunidade só desenvolve e se expande na medida em que essas mudanças respondem às exigências da própria sociedade. Sem pretensão de oferecer um estudo aprofundado e generalizado do tema, este artigo tem por propósito analisar os possíveis benefícios do uso de novas tecnologias de informação e comunicação digital (TICD) no ensino de História.

As constantes transformações nas práticas pedagógicas do ensino de História têm sido observadas e debatidas em pesquisas recentes (Bittencourt, 2018) e apontam, por exemplo, um cenário desafiador e inovador. Dessa forma, cabe ao professor de História conhecer e compreender as novas teorias educacionais e metodológicas de ensino, tal como identificar as novas tecnologias de informação para então poder incorporá-las à sua prática docente.

O desafio do ensino, frente à inserção da tecnologia, é instigante por diferentes motivos. A utilização das TICD possibilita uma dinâmica de interação entre os sujeitos presentes no meio educacional, bem como o fortalecimento do processo de ensino-aprendizagem. Entretanto, a tecnologia enriquece a aula, mas não pode ser colocada à frente do conteúdo. O professor precisa ficar atento à estrutura, à organização e ao conhecimento, sem deixar de lado a didática voltada para o desenvolvimento dos alunos nas suas múltiplas dimensões: processos criativos, cognitivos, análise crítica, estabelecimento de aproximações e associações. Corroborando esse pensamento, observamos o trabalho de Delors (1998, p. 186):

A questão ultrapassa, de fato, o contexto da sua simples utilização pedagógica e implica uma reflexão de conjunto sobre o acesso ao conhecimento [...]. Novas tecnologias estão gerando, sob os nossos olhos, uma verdadeira revolução que afeta tanto as atividades ligadas à produção e ao trabalho como as ligadas à educação e à formação.

As discussões sobre as contribuições de novas práticas pedagógicas pautadas na utilização de tecnologias devem ser vistas como fruto das mudanças sociais, culturais, políticas e econômicas pelas quais a sociedade vem passando. Com as mudanças no mundo motivadas em grande parte pela presença de novas tecnologias, tornam-se cada vez mais essenciais as pesquisas, em âmbito escolar, da inserção e da contribuição das tecnologias de informação. Neste momento de transformações e desafios educacionais, não podemos deixar de observar o apoio que as novas tecnologias estão desempenhando na conjuntura proporcionada pelo coronavírus (isolamento social, interrupção de aulas presenciais e avanço do ensino hibrido).

Nesse contexto, este artigo busca realizar uma revisão bibliográfica sobre o uso das TICD como recurso pedagógico, bem como buscar profissionais que utilizam esses recursos como elementos facilitadores no processo de ensino-aprendizagem e observar a atuação desses profissionais e a receptividade dos alunos envolvidos.

Novo contexto: inovação e recursos tecnológicos

O termo inovação é bastante comum na área educacional; foi incorporado do mundo da gestão e da produção, e hoje percebemos o crescimento de diferentes denominações, como educação inovadora, inovação educativa e inovação educacional (Tavares, 2019). Observamos que, em todos os casos, a inovação é empregada com valor positivo, sendo capaz de adotar múltiplas formas e significados. Assim sendo, concluímos que a inovação é um meio para transformar o ambiente educacional (Messina, 2001), pois vivemos em uma sociedade que reconhece o direito à informação e valoriza as tecnologias de informação e comunicação digital e suas múltiplas conexões ao ambiente educacional.

Dessa forma, entendemos que a escola precisa estar aberta para as transformações tendo que dar respostas às necessidades da comunidade escolar rompendo modelos rígidos e tradicionais de ensino. Nesse sentido, vale ressaltar as pesquisas de Moran (2004), Santos (2018), Guimarães (2018) e Rezende (2000), que apontaram contribuições da utilização de recursos tecnológicos, propiciando ganhos para o processo de ensino-aprendizado.

As constantes transformações que ocorrem no meio educacional trazem à tona um desafio diário, fazendo com que o professor busque apoio em recursos pedagógicos que melhor se encaixem no contexto atual. Nesse aspecto, o uso de recurso interdisciplinar e pedagógico pautado em processos instrutivos pode ampliar o horizonte, gerando fatores motivadores e resultados positivos no processo de ensino-aprendizagem.

Fundamentos pedagógicos para o ensino de História

Com as mudanças nas relações sociais anteriormente mencionadas, a sociedade passou a exigir da escola transformações e adequações que pudessem aliar novas tecnologias de informação e comunicação digital e processos de ensino-aprendizagem.

Como ponte entre o ensino de História e as novas ferramentas digitais, os fundamentos pedagógicos vêm pesquisando a dinâmica entre tecnologias de informação e processo de aprendizagem. Nesse sentido, identificamos a Teoria de Aprendizagem Significativa, desenvolvida por David Ausubel (2003). A dinâmica dessa teoria aponta para o ensino não arbitrário e a eliminação de aprendizagem repetitiva e irrefletida, dando espaço para a inovação no processo de ensino-aprendizado.

Considerada essa perspectiva, a atividade do professor consiste na organização dos conteúdos relativos às características da classe (conhecimento prévio, capacidade, personalidade, desenvolvimento) de forma que os alunos possam realizar uma aprendizagem significativa, tendo o benefício de novas ferramentas digitais no auxilio do processo de adequação dos conteúdos à realidade de cada turma.

A abordagem histórica do ensino evoluiu com base em diferentes resultados de uma variedade de processos experimentais. Cada procedimento foi considerado inovador dentro de um contexto histórico, e a sua importância foi proporcional aos resultados obtidos. O mais importante observar é que cada concepção estava aberta a discussões. Dessa forma, teóricos como Vygotsky, Piaget, Gardner e Bruner, entre outros, tiveram seus trabalhos analisados e debatidos ao longo das últimas décadas. De acordo com Jobim e Souza e Kramer (1991, p. 80),

é no caráter dialógico desse confronto que se revela a possibilidade de uma teoria do conhecimento sempre renovada e atual. Há que se mergulhar nesse debate para que dele possa emergir maior clareza, tanto no que se refere à pesquisa, ao avanço do conhecimento na área e as rupturas que poderão advir com tal avanço.

Metodologia

A metodologia que se pretendeu adotar para o desenvolvimento deste trabalho foi a pesquisa qualitativa, com caráter exploratório e revisão bibliográfica, podendo envolver materiais constituído por livros, trabalhos acadêmicos e artigos científicos. Segundo Gil (2017), “tal método visa a proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo explícito ou a construir hipóteses”. A abordagem qualitativa empregada na construção deste artigo busca maior clareza, por parte do pesquisador, possibilitando comparações, sobre múltiplas abordagens pedagógicas, bem como a percepção e a perspectiva dos sujeitos inseridos no contexto da pesquisa. Nessa abordagem, espera-se explicar as diferentes perspectivas (sociedade, escola e aluno), bem como a interação e a vivência de novas práticas pedagógicas.

De acordo com Marconi e Lakatos (2017), a revisão bibliográfica é o levantamento de toda a bibliografia já publicada, com finalidade de fazer com que o pesquisador entre em contato com o material escrito sobre determinado assunto, auxiliando na análise de suas pesquisas. Dessa forma, a pesquisa foi elaborada a partir do levantamento e estudo de produções científicas nas principais bases de dados e repositórios institucionais. As palavras-chave pesquisadas foram: “Ensino de História” e “Formação do Professor”, em combinação com os termos “Ensino”, “Tecnologia” e, por último, “Recurso/Pedagogia”.

Foram incluídos os materiais recuperados entre os anos 2010 a 2020 que continham ao menos uma das expressões na área de pesquisa “Todos os Campos”. Os registros de trabalhos foram analisados considerando: recursos tecnológicos, pedagógicos e ensino. A pesquisa ainda conta com a participação de professores e coordenadores pedagógicos. A esse grupo, aplicou-se uma coleta de dados mediante um questionário com perguntas de resposta fechada (facilmente quantificáveis, com maior agilidade e clareza no processo de análise de dados).

Dados, informação e conhecimento

Com base na coleta e na análise dos dados dos repositórios institucionais e base de dados, percebemos que boa parte dos materiais recuperados abordava a questão da formação profissional do educador. Observamos que os pesquisadores estão preocupados com a formação não só acadêmica, mas também profissional. O levantamento inicial permitiu elaborar a Tabela 1

Tabela 1: Quantidades e tipos de trabalhos coletados

Categoria

Repositório Institucional

Sites Acadêmicos

UERJ

UFRJ

SciELO

Educ@

Livro

TCC

Livro

TCC

Artigo

Artigo

Ensino de História – ensino

26

58

12

44

59

128

Ensino de História - tecnologia

0

3

1

4

14

2

Ensino de História - recurso

0

4

0

2

29

9

Formação do Professor - ensino

19

34

10

41

227

13

Formação do Professor - tecnologia

1

7

1

12

11

1

Formação do professor - recurso

0

9

2

8

4

4

Tivemos o cuidado de levar em consideração as políticas de indexação de documentos de cada instituição e site. Para evitar ruídos na hora de recuperação, adotamos o critério de busca para ser aplicado em “Todos os Campos” ao invés do campo “Assunto”; assim foi possível chegar ao resultado obtido.

Entre os diversos trabalhos recuperados destacamos a dedicação e o empenho de vários profissionais da Educação que buscam, por meio de pesquisas bibliográficas, exploratórias, descritivas e assim por diante, conhecer a formação profissional e os benefícios e desafios da utilização das tecnologias de informação e comunicação digital em ambiente escolar. Podemos ainda apontar as reflexões de Venâncio, Fichman e Lopes (2013) acerca da formação profissional pautada em projetos multidisciplinares e interdisciplinares, o grupo de educadores observados por Munchen (2018), que foi criado para “fomentar uma inteligência docente coletiva”, e o ensaio de Lima e Ponciano (2020) sobre a construção do conceito de tecnologia em âmbito escolar e a formação na contemporaneidade. 

Os estudiosos da educação estão percebendo que a formação profissional continuada proporciona inúmeras oportunidades para atividades educacionais, com ganhos significativos e dinâmicos (Bacich, 2015, p. 47); podemos somar a essa afirmação o auxílio das TICD, como o uso de computadores, notebooks, projetores multimídia e lousa digital, dentre outras, que trouxeram desafios positivos para a prática pedagógica. Contudo, é importante salientar que essas contribuições geram efeitos positivos quando o profissional busca, cada vez mais, aperfeiçoamento para lidar com essa nova realidade e assim utilizar esses recursos tecnológicos em suas atividades escolares. Segundo Domenciano (2015, p. 3),

o conhecimento tecnológico necessário para que o professor possa utilizar as tecnologias de informação e comunicação digitais no processo de ensino e aprendizagem está relacionado à sua capacidade de saber manipular hardware e software, saber se adaptar às inovações tecnológicas e relacionar as ferramentas tecnológicas adequadas ao conteúdo pedagógico ministrado.

Nesse contexto, caberia uma observação: a responsabilidade pela formação desse professional educador. Os setores administrativos e pedagógicos (em todos os níveis) precisam planejar políticas de desenvolvimento e aperfeiçoamento desses profissionais. Contudo, entendemos que os problemas estruturais da educação brasileira dificultam em grande parte a implementação de projetos de qualificação, sobretudo na rede pública de ensino. Os programas de formação continuada do professor precisam abranger não só o conteúdo de suas respectivas áreas, mas também uma plataforma interdisciplinar. Entretanto, para melhorar a qualidade da formação profissional, antes de mais nada precisamos observar as condições de trabalho dos professores, pois eles só poderão responder ao que deles se espera se possuírem os conhecimentos e as competências, as possibilidades profissionais e a motivação requeridas (Delors, 1998, p. 153).

No que tange à interdisciplinaridade, que corresponde à integração de conhecimentos das diversas disciplinas das áreas de licenciaturas em um ambiente colaborativo, destacamos a fala de Jantsch e Bianchetti (2004, p. 198):

O interdisciplinar está se estabelecendo, hoje, não porque os homens decidiram, mas sim pela pressão, pelas necessidades colocadas pela materialidade do momento histórico. A materialidade histórica exige a presença da ciência e da tecnologia em qualquer espaço de atuação.

Análise de dados

Para esta pesquisa acerca da utilização de tecnologias digitais, elaboramos e aplicamos um questionário junto aos profissionais de educação. As dez questões discorrem sobre as experiências, apoio institucional, práticas e opiniões sobre os benefícios da utilização de tecnologias digitais em âmbito escolar.

Devido ao contexto de distanciamento social, em razão da pandemia da covid-19 e atendendo às recomendações das autoridades sanitárias, empregamos a ferramenta Google Forms para criar e enviar a pesquisa. Para alcançar os profissionais de educação, mantendo o devido distanciamento, utilizamos a abrangência do LinkedIn, uma rede social formada por diversos segmentos profissionais, incluindo os da educação.

No escopo analisado de 40 entrevistados, a idade dos educadores participantes variou entre 25 e 50 anos e o tempo médio de atuação profissional foi de 6,5 anos. Com base nas questões aplicadas, foi possível identificar a rede de ensino dos entrevistados (pública ou particular), analisar o tempo de formação profissional, a capacitação dos educadores, as implicações do uso das TICD, o impacto no processo de ensino-aprendizagem e a receptividade dos alunos.

Gráfico 1: Na sua escola, existe algum projeto de capacitação em relação à introdução das tecnologias digitais?

Gráfico 2: Você utiliza as tecnologias digitais em suas aulas?

Gráfico 3: Quando você utiliza as tecnologias digitais, você realiza em qual lugar e de que forma?

Gráfico 4: Atualmente como a questão material (acesso à internet, computador, celular) impacta sua relação de ensino-aprendizagem?

Gráfico 5: Qual a relevância da questão material (acesso à internet, computador, celular) no uso das tecnologias na educação?

Gráfico 6: O quanto você considera que as tecnologias digitais ajudam no processo de ensino-aprendizagem?

Gráfico 7: De maneira geral, como você avalia a receptividade dos alunos ao uso de tecnologias em sala de aula?

Resultados e discussões

Ao elaborar o projeto inicial deste estudo, pensamos em investigar o ensino de História integrando as novas TICD às suas práticas pedagógicas, ou seja, novas práticas de ensino e contribuições para o processo de aprendizado. Contudo, essa proposta foi se modificando em função da amplitude do tema. Vale destacar que se tomou esse deslocamento, de parte do estudo, de forma positiva, e não como algo desfavorável, visto que se queria acompanhar os benefícios no ensino e a receptividade dos alunos quanto o uso de tecnologia em ambiente escolar; para tal, ampliamos o escopo para as demais áreas das licenciaturas. Segundo Jardim e Pereira (2009, p. 2), “essa possibilidade de mudança no decorrer do processo, ou seja, no momento em que o pesquisador já está envolvido com a pesquisa, pode trazer inovações a partir da adequação que pode ser necessária quando se está vivenciando determinada prática em um dado contexto”.

Pelas análises das entrevistas que foram produzidas por meio de nossa metodologia de pesquisa e dos levantamentos bibliográficos, podemos identificar e construir conexões entre diversos profissionais envolvidos no uso das novas TICD em educação. Pela observação pudemos perceber uma gama de elementos que influenciam no uso das novas tecnologias em âmbito escolar, seja como motivadores ou como obstáculos.

Um primeiro ponto observado foi a falta de projetos de capacitação tecnológica e a precariedade dos equipamentos presentes na rede pública, o que de certa forma determina o limite de atividades de ensino-aprendizagem de alunos e professores. Haja vista o cenário atual de pandemia: alunos sem auxilio do poder público para o acesso a tecnologias digitais de ensino e professores com pouca capacitação para o ambiente virtual.

No passado era possível observar os seguintes obstáculos ao uso das tecnologias em âmbito escolar: pouco interesse em fazer parte do processo de mudança e pouco interesse em aprender a fazer uso. Quanto a isso, percebemos que a baixa adesão dos profissionais não refletia apenas a falta de interesse, mas as próprias práticas pedagógicas, que não respondiam às demandas de um processo de ensino-aprendizagem. Corroborando esse entendimento, Mercado (1998, p. 13-14) já no final da década de 1990 chamava a atenção para a formação profissional do educador frente às novas tecnologias.

Existem dificuldades, através dos meios convencionais, para preparar professores para usar adequadamente as novas tecnologias. É preciso formá-los do mesmo modo que se espera que eles atuem. As tentativas para incluir o estudo das novas tecnologias nos currículos dos cursos de formação de professores esbarram nas dificuldades com o investimento exigido para a aquisição de equipamentos.

Hoje o cenário se mostra mais desafiador, tendo o preparo, a capacitação e o recurso disponível como obstáculos atuais. Percebemos também que a utilização das tecnologias é uma realidade não apenas no contexto em que estamos inseridos e que todos os participantes reconheceram as potencialidades dessas tecnologias; as vantagens e as limitações de projetos de formação voltados para o aperfeiçoamento; os professoram também percebem o interesse dos alunos pelas novas metodologias de ensino; e por fim os desafios dos professores para integrá-las ao processo de ensino-aprendizagem.

Percebemos com este estudo que, ao utilizar essas tecnologias em educação, o professor torna o processo ensino-aprendizagem mais dinâmico, didático e próximo da realidade da maioria dos alunos, uma vez que esses jovens estão habituados com redes sociais, comunidades virtuais e uma infinidade de ferramentas e aplicativos oferecidos pelas tecnologias digitais via internet. 

Por fim, entendemos que trabalhamos apenas um recorte dos benefícios que as tecnologias podem proporcionar, dentro do contexto em que estamos inseridos. Em outro momento poderemos encontrar experiencias e resultados iguais ou discrepantes, sobretudo por se tratar de um fenômeno recente e em profunda transformação. Dessa forma, esperamos, com este estudo, trazer benefícios para a compreensão desse processo que está em pleno acontecimento.

Referências

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Publicado em 26 de outubro de 2021

Como citar este artigo (ABNT)

VIEIRA, Renato Ramos; SILVA, Giovanni Codeça. Ensino de História: novos contextos e novas práticas. Revista Educação Pública, v. 21, nº 39, 26 de outubro de 2021. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/39/ensino-de-historia-novos-contextos-e-novas-praticas