Mídia: uma perspectiva em relação à Educação Infantil

Euana das Chagas

Mestranda em Educação (Unioeste), pedagoga, professora na Educação Básica

A mídia passou por um “processo evolutivo” com diferentes períodos. Foi por meio de jornais, livros e textos que a sociedade começou a desenvolver-se, mudando sua forma de pensar e de agir e, consequentemente, a cultura também sofreu alterações. Segundo Campos (2003), em pouco tempo, transformações muito rápidas ocorrem na nossa sociedade.

Nesse sentido, alguns dos primeiros meios de comunicação na mídia foram a oralidade e símbolos. Com o desenvolvimento da comunicação, surgiu a escrita, e esse fato contribuiu para o desenvolvimento do jornal, que tinha como finalidade publicar informações da economia e da sociedade para os indivíduos. Para Almeida (1998), um fator bastante positivo para a distribuição dos jornais foi a construção dos correios. Diante disso, Straubhaar e La Rose (2004, p. 33-34) relatam que enquanto as indústrias ganhavam espaço, mais os jornais e livros eram importantes e proliferavam.

Em meados do século XIX, surgiram as agências de notícias. O telégrafo foi um instrumento de suma importância, sucedendo uma considerável repercussão na evolução das redes na comunicação global. Belloni (2004) afirma que o fim do século XX foi um momento de muitas transformações no mundo do trabalho e na geopolítica, mudanças potencializadas e influenciadas pelos avanços tecnológicos, pela telecomunicação, a informática e a biotecnologia.

Segundo Belloni (2004), atualmente os meios de comunicação, tecnologia e mídia são temáticas estudadas constantemente por sua relevância na construção da sociedade. Nesse sentido, a mídia ganha um grande destaque, pois é por meio dela que a população em geral é influenciada. Belloni (2004) afirma que a infância é o público-alvo. Segundo Kellner (2001), as imagens e as narrativas produzidas e propagadas pela mídia possibilitam a formação de uma cultura do consumo.

Nessa perspectiva, a mídia pode vir a ter uma influência positiva ou negativa nas escolhas e atitudes das crianças, ao relacionar a mídia com o desenvolvimento delas e analisar a exposição a programas, desenhos e propagandas, inadequadas para crianças (Sampaio,2006).

Assim sendo, objetivou-se fazer uma breve análise do impacto que a influência da mídia pode causar na Educação Infantil.

Metodologia

O presente artigo é um estudo de revisão bibliográfica, com metodologias descritivas, de abordagem qualitativa. Segundo Bento (2012), a revisão da literatura é uma parte fundamental para uma pesquisa. É baseada em localizar, analisar, sintetizar e interpretar a relação com a sua área de estudo; é, então, uma análise bibliográfica descritiva referente aos trabalhos já publicados sobre o tema. A revisão da literatura é indispensável para obter um trabalho de qualidade, contribuindo para o desenvolvimento do conhecimento.

Para a realização deste estudo, foi feito um levantamento de dados através de artigos científicos presentes em base de dados informatizados Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs). Para isso, foram usados os seguintes descritores: cultura, mídia, Educação Infantil e consumo.

Com critérios de inclusão para esta pesquisa, foram utilizados artigos encontrados na base de dados sobre a temática. Foram excluídos artigos que não fazem referência à temática pesquisada, artigos em língua estrangeira e textos incompletos ou indisponíveis na íntegra para o acesso.

Depois da análise bibliográfica, o artigo foi dividido em duas categorias: a primeira ressalta a cultura do consumo e a relação com a educação infantil; a segunda aborda reflexão sobre a influência da mídia em relação à educação.

A cultura do consumo em relação à Educação Infantil

É notório que a mídia expõe muitas informações de todos os tipos e para todas as idades, o que influencia diretamente a vida do consumidor. O principal alvo da mídia são as crianças, pois não sabem diferenciar o que é uma necessidade verdadeira ou apenas um desejo imediato. Segundo Momo e Martínez (2017), não há uma real busca pelas verdadeiras necessidades, mas um enorme desejo por satisfação.

É com facilidade que os programas da televisão e em especial as propagandas voltam-se em sua maioria para o público infantil e faz com que as crianças desejem ter o que lhes foi mostrado, quer sejam alimentos, jogos, brinquedos, roupas, etc., simplesmente para satisfazer uma vontade e não uma necessidade. Momo e Martínez (2017) ainda afirmam que a mídia é um espetáculo sofisticado para atender a vontade do público, com o objetivo de poder e lucro.

Antigamente, as crianças criavam suas próprias brincadeiras com o próprio imaginário e criatividade, mas na sociedade contemporânea é comum receberem constantemente brinquedos prontos, além disso, seus maiores passatempos são celulares, TV, computador, internet e entre outros meios de comunicação (Momo e Martínez, 2017).

Segundo Orofino (2017), a televisão é um marco na vida das pessoas, é apontada como influenciadora da violência nos grandes centros urbanos. A televisão é um dos fatores responsáveis pelas transformações sociais, no modo de vida, em relação aos hábitos, na maneira de pensar e de compreender (Orofino, 2017).

Momo e Martínez (2017) afirmam que todos os seres humanos são consumistas; mas, diferente da época passada, o mundo contemporâneo é uma sociedade de consumo. Por mais que os indivíduos não nasçam consumistas, este hábito é transmitido no desenvolvimento de cada um, que ironicamente é transmitido pela mídia, rádio, TV, internet e vários outros meios de comunicação.

Momo e Martínez (2017) indicam que a mídia expõe notícias extravagantes, eventos esportivos, fatos políticos e informações que são um espetáculo; esse mundo de informações e de consumo influencia o pensamento e a ação das pessoas.

É nesse ponto que várias crianças passam por dificuldades, pois muitas vezes não possuem condições de comprar determinados produtos expostos pela mídia, denotando o impasse que os alunos têm em lidar com as diferenças econômicas e sociais além do desejo de ter algo que muitos colegas têm, mas alguns não podem ter, o que denota uma certa exclusão das crianças, do individualismo e da desigualdade (Iglesias, 2015).

Reflexão sobre a influência da mídia em relação à Educação

Diariamente, são exibidas cenas de violência através de jornais, filmes, novelas e outros programas e meios de comunicação, porém a TV ainda é uma das ferramentas de informação à qual as crianças passam a maior parte do seu tempo em exposição. Para Lins (2004), a violência tem uma dimensão estética, muitas vezes estas cenas são embelezadas, estetizadas e repetidas sem cessar em vários programas, desde o drama romântico ao desenho animado. Barbosa (2011) afirma que a família tem um papel pedagógico e social, e influencia diretamente na formação do caráter do indivíduo, pois é principalmente na família que as crianças se desenvolvem física, psicológica e emocionalmente.

Grande parte dos programas que exibem violência não é aberta às crianças, porém muitas acabam assistindo devido a estarem sozinhos em casa, ou até mesmo assistem escondidas. Melo (2003) afirma que o poder da mídia afeta as famílias, mas ao mesmo tempo é permitido pela própria. Sendo assim, a mídia tem uma parcela de responsabilidade sobre o aumento do consumo de jogos eletrônicos pelas crianças e adolescentes, pois através de propagandas, tanto em TVs, internet e outros meios, acabam estimulando-as a quererem ter determinado brinquedo e, ao terem, não ficam satisfeitos, devido a dia após dia a mídia apresentar outro modelo, e os pequenos já não vão querer o que tem, desejando o mais moderno.

Nesse contexto, a violência não está apenas presente em programas destinados aos adultos, mas também nos desenhos animados, principalmente em desenhos em que os gêneros são de ação; as crianças entram nesses personagens protagonistas e a tendência sempre é combater o mal (imaginário) de forma violenta, reproduzindo o que é visto na televisão (Barbosa, 2004).

Segundo Melo (2003), a TV é um marco muito grande na vida das pessoas; algumas chegam até a dormir com a televisão ligada, assumindo dessa forma o rótulo do vício. Conforme Davis et al. (2002),

A família, a sociedade e o poder público podem e devem, por um lado limitar a exposição das crianças aos programas de TV e, por outro lado, exigir uma programação de melhor qualidade. Quando não há instrução por parte da família ou da escola a respeito da televisão, as crianças atribuem sozinhas um sentido para este meio de comunicação. Por isso é necessário que os pais assistam à TV juntamente com seus filhos e comentem com elas o que lhes parece falso e enganador, para que assim a criança possa ter um olhar mais crítico sobre a televisão e as informações que esta fornece.

Para indivíduos que convivem com crianças, como pais, professores, mães, familiares, entre outros, é perceptível o acesso cada vez mais constante de eletrônicos. Portanto a uma necessidade de entender sobre mídia, para alcançar as crianças (Spricigo, 2012).

Nesse ínterim, é relevante mencionar que as crianças também podem aprender com televisão, com determinados slogans, padrões de comportamento, modos de falar, informações e padrões de análise, sendo necessário que a educação, enquanto instituição de ensino, forneça a formação da sociabilidade, devendo, portanto, segundo o estudioso Citelli (2004), aumentar o desenvolvimento de leitura e aprendizagem pelos estudantes, preparando-os para entender os significados e os mecanismos da prática das novas linguagens, mediando para tratar as mensagens veiculadas pelos meios de comunicação de massa através do conceito de produção dos sentidos.

Conclusão

Observou-se que a mídia e os meios de comunicação têm grande demanda e domínio sobre as pessoas, em especial as crianças, que são o público mais vulnerável, sendo facilmente influenciadas pelas tentações de vários produtos que a mídia proporciona. Foi possível inferir que muitas crianças que passam frequentemente um grande tempo em frente ao televisor podem sofrer danos, pois tendem a achar que a vida é como se passa nas telinhas, e se esquecem de viver a realidade.

E quando essas horas na frente dos meios de comunicação são compostas de cenas de violência, a situação é muito mais perigosa, pois as crianças que se remetem a isso podem ficar mais violentas, irritadas, ansiosas, e acima de tudo isso afeta o desenvolvimento das habilidades cognitivas e emocionais.

É evidente que vivemos em uma sociedade consumista da qual as crianças fazem parte, e são as que mais tendem a consumir, interferindo diretamente nas escolhas dos produtos que os adultos compram. Essa massa consumista deriva em grande escala da influência da mídia dia após dia, onde o alvo principal das propagandas é atingir o público infantil, meramente com o intuito de lucrar.

Esse excesso de consumo entre as crianças afeta o âmbito escolar em relação à desigualdade social e econômica, pois as crianças ainda têm grandes dificuldades em lidar com as diferenças; por consequência, surge a exclusão de colegas e o individualismo. As empresas têm em mente o acúmulo de capital, e para isso fazem o possível para que os indivíduos tenham acesso e se tornem consumistas.

Sendo assim, é necessário que os pais prestem atenção à rotina de seus filhos e ao que os mesmos veem na TV, celular, notebook, videogames e outros meios de comunicação, e que regulam o tempo das crianças em relação aos jogos eletrônicos e a mídia, incentivando e mostrando para as crianças o que esses meios tecnológicos podem trazer de bom para elas, para que usufruam de forma mais adequada e produtiva.

Os professores podem demonstrar aos alunos como usar essas tecnologias de forma mais assertiva, pois quando se utiliza da mídia com objetivos significativos, é possível obter bons resultados para a formação do indivíduo. Portanto, o governo deve investir em treinamento, aulas e palestras relacionadas às práticas mais adequadas da mídia e os meios de comunicação referentes à Educação Infantil, aos professores e aos pais, que também são parte da escola, a fim de que estes tenham informações mais precisas sobre a mídia para expor às crianças.

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Publicado em 26 de outubro de 2021

Como citar este artigo (ABNT)

CHAGAS, Euana das. Mídia: uma perspectiva em relação à Educação Infantil. Revista Educação Pública, v. 21, nº 39, 26 de outubro de 2021. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/39/midia-uma-perspectiva-em-relacao-a-educacao-infantil