Um rápido passeio pelo universo da Semântica

João Paulo da Silva Nascimento

UERJ/UFMS

Inicialmente: podemos falar de uma única Semântica?

De modo abrangente, a Semântica pode ser definida como a área dos Estudos Linguísticos que se atém à análise dos significados expressos por entidades linguísticas. Dessa maneira, trata-se de um ramo investigativo que incide sobre as representações evocadas por morfemas, itens lexicais, sintagmas, sentenças, textos e discursos, na medida em que considera o significado como um componente indispensável à função primordial da linguagem humana: o estabelecimento de comunicação. Por isso, sendo a Semântica uma vertente que toma como escopo a esfera da significância, sua abrangência não pode ser percebida de modo homogêneo, já que as diferentes maneiras de se contemplar o estudo do significado propiciarão abordagens diversas, com objetivos e focos igualmente variados.

O termo “significado” certamente não se limita à esfera da Linguística, uma vez que, como sociedade, convencionamos culturalmente determinados significados para entidades diversas, inclusive não linguísticas. Podemos, então, entender o significado de um olhar reprovativo em uma dada situação, ou de outros signos, como, por exemplo, os comandos evocados pelas cores de um semáforo, uma placa de trânsito etc. No entanto, em termos de significado linguístico, podemos notar certas especificidades, as quais auxiliam na ornamentação de objetivos e metodologias de investigação semântica.

O significado linguístico, por assim dizer, comporta-se como um componente que, junto de uma forma, detém-se à delimitação de uma convenção por meio da linguagem. Dessa maneira, sua especificidade talvez mais relevante seja a questão de sua associação ao material formal (e.g. palavras, expressões, padrões sintáticos etc.), o que remete à definição de signo linguístico (Saussure, 1916), ou, em versões teóricas mais recentes, à definição de pareamentos simbólicos de forma-sentido-uso (Goldberg, 1995; 2006).

A própria definição de significado é variável, a depender da filiação teórica do analista. Para correntes formalistas, como a Semântica Estrutural e a Semântica Formal, por exemplo, o significado pode ser entendido como uma propriedade de diferença e individualização de entidades no mundo, ou como um componente que abarca duas faces –  o sentido e a referência –, as quais preveem a organização lógica de sentenças. Por outro lado, já para outras vertentes, como a Semântica Enunciativa e a Semântica Cognitiva, as quais consideram outras questões relativas à língua em uso, o significado pode ser entendido, respectivamente, como resultado do jogo argumentativo criado pela interação, ou como estruturação mental de experiências socioculturais.

Vemos, então, que as diferentes escolhas teóricas influenciam diretamente no estudo do significado e dos fenômenos a ele relacionados. Por isso, em cada uma das vertentes podem-se notar influências do Estruturalismo, do Gerativismo, da Análise de Discurso e do Funcionalismo e da Linguística Cognitiva. Como veremos a seguir, essas subdeterminações são verificadas desde as definições de significado a abordagens metodológicas e teóricas para a descrição de determinados fenômenos semânticos, visto que perpassam questões de compatibilidade teórica.

Não se pode afirmar, portanto, que todas as teorias linguísticas se interessam igualmente pelos mesmos fatos da linguagem, pois, a depender do propósito ao qual se direcionam, estas se concentrarão em determinados aspectos. Ainda assim, podem ser contemplados dois proponentes essenciais e inerentes às teorias sobre a linguagem humana, quais sejam: (a) capacidade descritiva e (b) potencial explanatório a respeito da natureza da linguagem.

Tais prerrogativas, contudo, não pressupõem uniformidade entre as teorias, uma vez que estas podem se valer de abordagens e concepções distintas para descrever e elucidar a linguagem humana. Em outras palavras, um mesmo fenômeno linguístico pode ser contemplado de diferentes maneiras a depender do modelo de gramática que se propõe em cada vertente, sem que isso signifique primazia de uma dada visão em detrimento das demais. Inclusive, é muito comum notarmos na historiografia da Linguística que uma teoria pode partir dos pressupostos de outra para expandir explicações sobre fatos da língua que não foram bem elucidados anteriormente – aspecto que ressalta o caráter científico do estudo da linguagem.

Isso posto, não deve ser considerada factível a ideia de que todas as teorias propostas para a investigação do significado linguístico, em diferentes vertentes de análise que compõem a Linguística Moderna, oferecem bases e ferramentas capazes de contemplar em sua totalidade quaisquer fenômenos semânticos. Ao contrário, a depender da base teórica, isto é, de que Semântica se está falando, pressupõem-se focos distintos, os quais esclarecerão, de modo mais enfático, determinados fenômenos atrelados à significância. Portanto, apesar de haver diferenças entre cada teoria, é mais rentável para a pesquisa que elas sejam vistas como complementares na tarefa incessante de desvendar os pormenores do significado linguístico.

Um passeio pelo universo da Semântica  

Nesta seção, a partir de considerações de Oliveira (2001), apresentamos as diferentes visões e objetos das semânticas formal, cognitiva e enunciativa. Além disso, buscando explanar tais conceituações, recorremos a dados do PB, a fim de ilustrarmos fenômenos tratados por essas correntes.

Semântica Formal    

Considerada a corrente investigativa do significado mais antiga na Linguística, a Semântica Formal propõe que a análise do significado linguístico deve se estruturar em torno “do postulado de que as sentenças se estruturam logicamente” (Oliveira, 2001, p. 19). De base gerativista, trata-se de uma escola de análise semântica que aloca a Sintaxe em posição de superioridade em detrimento da Semântica por considerar a organização linguística consoante a lógica de predicados.

Interessa à Semântica Formal a maneira como o sentido permite os falantes a chegarem a uma referência no mundo físico (Frege, 1978). Como adverte Oliveira (2001, p. 22), o sentido “só nos permite conhecer algo se a ele corresponder uma referência, isto é, o sentido permite alcançarmos um objeto no mundo, mas é o objeto no mundo que nos permite formular um juízo de valor, ou seja, que nos possibilita avaliar se o que dizemos é falso ou verdadeiro”. Assim, ressalta-se a pertinência da dicotomia sentido vs. referência para o contexto da análise formal do significado, uma vez que, para essa perspectiva, a linguagem é uma janela de acesso ao mundo externo.

Também conhecida como Semântica de condições de verdade, a Semântica Formal estrutura-se em torno de uma visão lógica sobre a constituição dos significados linguísticos. Nesse sentido, destacam-se duas relações importantes a essa vertente, quais sejam, o acarretamento e a pressuposição. Essas corroboram a visão objetivista para a interpretação de significados aos quais fazem menção as sentenças de uma dada língua e podem ser definidas, basicamente, como relações que consideram a correspondência entre procedência factual e não factual de duas sentenças no mundo, sendo o acarretamento dependente do valor de verdade da primeira sentença e a pressuposição gerada por um gatilho (expressões linguísticas que acionam conteúdos pressupostos).

Para compreendermos o que significam essas operações lógicas e a maneira como essas nos permitem a análise formal do significado de sentenças, examinemos os grupos a seguir:

Conjunto A:

  1. Foi a Ana Flávia quem deu aula de Semântica em 2020.
  2. Alguém deu aula de Semântica em 2020.

Conjunto B:

  1. Faustino ama Jane.
  2. Jane é amada por Faustino.

Conjunto C:

  1. Antes de ir para a faculdade, Danielle checou se sua gata tinha comida.
  2. O pote de comida da gata estava cheio.

Os conjuntos de sentenças acima permitem-nos analisar as relações de acarretamento e pressuposição difundidas pela Semântica Formal. No conjunto A, por exemplo, são vistas ambas as relações entre as sentenças 1 e 2, uma vez que a primeira, quando assumida como verdadeira no mundo, acarreta e pressupõe que o conteúdo da segunda seja também verdadeiro. O mesmo não se pode dizer sobre os grupos B e C: em B, o fato de 3 acarretar 4 não faz com que haja pressuposição entre as sentenças; da mesma maneira, em C, o fato de 5 pressupor 6 não faz com que haja acarretamento.

Panoramicamente, percebemos que a Semântica Formal concebe a língua como uma estrutura consubstanciada pelo pensamento lógico e que se mostra capaz de produzir conhecimento e significado. Por ser a mais antiga na Linguística, é a que possibilitou a abertura de um leque de críticas que garantiram a emergência de outras maneiras de se contemplar o estudo do significado linguístico (Oliveira, 2001, p. 19). Passemos, agora, à breve análise das principais ideias de duas outras dessas correntes: a Semântica Cognitiva e a Semântica Enunciativa.

Semântica Cognitiva

Circunscrita no arcabouço da Linguística Cognitiva (Fillmore, 1975; Lakoff; Johnson, 1980; Langacker, 1991), a Semântica Cognitiva se afirma como uma vertente da análise do significado linguístico que privilegia a Semântica em detrimento da Sintaxe, em uma forte contraposição ao gerativismo. Assim, confere ênfase à maneira como a forma deriva do significado, o qual é constantemente corroborado pelas experiências dos falantes com o uso da língua em diferentes situações sociocomunicativas.

Sob essa premissa, pode-se compreender o significado como um componente motivado, dependente de habilidades cognitivas de domínio geral (e.g. analogia, categorização, associação transmodal etc.) e experiencial. Em termos mais específicos, “o significado linguístico não é arbitrário, porque deriva de esquemas sensório-motores” (Oliveira, 2001, p. 34).

Há, nesta perspectiva, uma série de concepções teóricas que se prestam à descrição do conhecimento linguístico. Grosso modo, podemos pensar que a cláusula central dessa Escola consiste na definição da natureza metafórica do pensamento humano (Lakoff; Johnson, 1980). Conceber a metáfora como um processo cognitivo mostra-se imprescindível para a compreensão de como a língua se estrutura mentalmente a partir de um modelo de categorização de exemplares, no sentido de que os conceitos se estruturam por meio de protótipos na cognição.

Destacam-se, assim, os conceitos de frame, espaços mentais, metáforas conceptuais, metonímias e mesclagens conceptuais. Tais postulados mostram-se imprescindíveis para a compreensão da Linguística Cognitiva como uma teoria geral da linguagem humana e podem ser mais bem elucidados, por exemplo, com a leitura de Ferrari (2016). Devido ao curto espaço de que dispomos, dentre esses conceitos, chamemos atenção ao primeiro, a fim de entender o modo como significados – metafóricos ou não – são concebidos pela Semântica Cognitiva.

Segundo Duque (2015, p. 26), “frames são mecanismos cognitivos através dos quais organizamos pensamentos, ideias e visões de mundo”. Especificamente quanto à linguagem, essa concepção remete à clássica metáfora de Fauconnier (1999), para quem “a linguagem visível é apenas a ponta do iceberg da construção invisível do sentido que acontece enquanto pensamos e falamos” (Fauconnier, 1999).

Assumir a linguagem como tal diz respeito à incapacidade de encerramento do sentido ao âmbito da forma linguística, na medida em que esta, na verdade, a depender do contexto, pode abarcar diferentes estruturas semânticas subjacentes. Assim, Fauconnier (1999) demonstra precisamente que uma análise meramente formal e isolada do contexto de produção não corresponderia satisfatoriamente ao efeito de sentido a que ela se propõe. Desse modo, é nesse sentido que o autor situa a linguagem como a ponta do iceberg da construção do significado.

A título de exemplo, analisemos os conjuntos de sentenças abaixo:

Conjunto A:

  1. Margarida entregou a redação para o professor de Português com atraso.
  2. Carlos presenteou Mariana com uma viagem a Paris.

Conjunto B:

  1. A política internacional brasileira chegou a um beco sem saída.
  2. A situação do Brasil foi de mal a pior após as eleições presidenciais de 2018.

Conjunto C:

  1. Minha avaliação está dentro das normas da ABNT.
  2. A atitude de Maria não estava no combinado.

Para depreendermos significado das sentenças acima, acionamos frames específicos, os quais traduzem a relação entre forma e significado verificada em cada caso. Nas sentenças 1 e 2, por exemplo, percebemos a atuação do frame de transferência de posse em que um agente transfere algo a um paciente. Por outro lado, nos exemplos 3 e 4, as sentenças evocam o frame metafórico de percurso, o que permite que os falantes compreendam a questão do deslocamento de estado. Da mesma maneira, mas ativando o frame de contenção, as sentenças 5 e 6 são metafóricas e só podem ser interpretadas pela correspondência implícita entre as ideias de “contenção física” e de “apresentação de características específicas”.

Em suma, percebemos que o olhar cognitivista acerca do significado linguístico distancia-se da visão formalista ao considerar a experiência sociocultural de falantes com a linguagem como um componente basilar à busca pela pormenorização dos fenômenos envolvendo a língua em seus diferentes níveis. Por isso, a Semântica Cognitiva não se interessa, necessariamente, pela relação entre o significado e seus referentes no mundo físico, mas sim pela maneira como este componente emerge e se fixa na cognição por meio de relações simbólicas e intersubjetivas.

Semântica Enunciativa        

Da mesma maneira que a Semântica Cognitiva, a vertente enunciativa destaca-se como uma reação ao olhar objetivista da Semântica Formal para as relações que envolvem a significância linguística e sua especificidade. Assumindo a impossibilidade de a linguagem desvincular-se da realidade, ou seja, de esta ser somente uma forma de marcar a referência a seres do mundo, a Semântica da Enunciação considera que a linguagem é a principal construtora da realidade e aponta que o significado só pode ser concebido nas situações de interlocuções (Ducrot, 1979).

À luz dessa perspectiva, privilegia-se o papel de enunciadores diversos na construção de enunciados, os quais, segundo Bakhtin (2003), são a unidade da comunicação discursiva que nasce a partir da interação no discurso em constante replicação. Então, analisar o significado sob a concepção da Semântica Enunciativa pressupõe examinar criticamente o discurso e os agentes nele envolvidos.

Um conceito essencial difundido na Semântica Enunciativa é o de polifonia. Este pode ser definido como “a multiplicidade de vozes e consciências independentes e imiscíveis” (Bakhtin, 2002, p. 4) que compõem um enunciado. Assim, percebemos que, no contexto da análise semântica, tal conceito destaca-se como essencial, à medida que considera aspectos do discurso e não puramente as relações lógico-semânticas.

Por isso, ao tomarmos um enunciado como “O presidente atual do Brasil é um energúmeno”, devem ser considerados, pelo menos, três outros enunciados: (1) há uma e apenas uma pessoa; (2) essa pessoa ocupa o cargo de presidente do Brasil; (3) essa pessoa é uma energúmena. Dessa maneira, podemos perceber que (1) é um pressuposto, enquanto (2) e (3) são enunciados dados no discurso.

Ademais, outro aspecto a ser considerado a respeito dessa escola é o fato de suas prerrogativas incidirem sobre um estreitamento entre a Semântica e a Pragmática, uma vez  que, sendo o significado subvencionado pelas relações discursivas, a análise não deverá deixar à parte questões relativas ao contexto de uso concreto da linguagem.

Um mesmo fenômeno em três perspectivas   

Na seção anterior, debruçamo-nos panoramicamente sobre algumas das principais ideias das vertentes formal, cognitivista e enunciativa da Semântica. Nesta, apresentaremos brevemente a maneira como um mesmo fenômeno pode ser abordado à luz das particularidades dessas mesmas correntes, de modo a ratificar a proposição saussureana de que “é o ponto de vista que cria o objeto” (Saussure, 1916, p. 15). Elegemos, então, a já mencionada pressuposição para figurar como protagonista desta curta explanação.

Em uma perspectiva formalista, o conceito de pressuposição alude às condições de uso de uma sentença, sendo o conteúdo pressuposto impossível de ser questionado. Essa relação é recuperada pela análise por gatilhos linguísticos específicos, os quais, quando presentes, possibilitam a vinculação da sentença à pressuposição. Assim, nesta visão, o pressuposto é assumido como condição de emprego da sentença que apresenta o posto.

Por outro lado, no quadro da Semântica Cognitiva, a pressuposição não é concebida como fruto de relações lógicas entre sentenças. Nesse caso, defende-se que a ideia de pressuposição deve estar atrelada à teoria dos espaços mentais  (Fauconnier, 1994; Fauconnier; Sweetser, 1996; Fauconnier; Turner, 2002). Assim, uma sentença pressupõe outra quando há relações entre as estruturas construídas implícita e naturalmente enquanto os falantes pensam e produzem linguagem.

Diferentemente, na perspectiva enunciativa, notamos uma substituição do conceito de pressuposição pelo de enunciador, uma vez que, como vimos, um enunciado é consubstanciado por diversas vozes no jogo polifônico em que se constitui. Assim, privilegia-se uma análise a respeito do modo como o diálogo em que interlocutores aceitam vozes pressupostas se desenvolve.

Em suma, este ensaio não se propôs a uma análise aprofundada acerca das correntes semânticas, posto que isso demandaria um espaço de escopo muito mais abrangente. Pretendemos, ao menos, que a apresentação dos principais conceitos aqui debatidos seja eficaz para que o(a) leitor(a) conheça – ainda que inicialmente – a variedade presente na investigação do significado linguístico e busque fontes mais elaboradas sobre o assunto.

Referências

BAKHTIN, Mikail. Problemas da Poética de Dostoievski. Trad. Paulo Bezerra. 3ª ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2002.

______. O problema do texto na Linguística, na Filologia e em outras ciências humanas. In: __________.  Estética da criação verbal. Trad. P. Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

DUCROT, O. Princípios de Semântica Linguística (dizer e não dizer). São Paulo: Cultrix, 1979.

DUQUE, Paulo Henrique. Discurso e cognição: uma abordagem baseada em frames. Revista da Anpoll, Florianópolis, nº 39, p. 25-48, jul./ago. 2015.

FAUCONNIER, Gilles. Mental spaces. Cambridge: Cambridge University Press, l994.

______. Creativity, simulation, and conceptualization. Behavioral and Brain Sciences, v. 22, nº 4, p. 615-615, 1999.

______; SWEETSER, E. (Eds.). Spaces, words and grammar. Chicago: The University of Chicago Press, 1996.

______; TURNER, M. The way we think: conceptual blending and the mind’s hidden complexities. New York: Basic Book, 2002.

FERRARI, Lilian. Introdução à Linguística Cognitiva. 1ª ed. 2ª reimpr. São Paulo: Contexto, 2016.

FILLMORE, Charles. An alternative to checklist theories of meaning. In: COGEN, C.; THOMPSON, H.; THURGOOD, G.; WHISTLER, K. (Eds.). Proceedings of the Berkeley Linguistic Society. Berkeley: Berkeley Linguistics Society, 1975. p. 123-131.

FREGE, G. Lógica e filosofia da linguagem. São Paulo: Cultrix, 1978

GOLDBERG, Adele. Constructions. Chicago: University of Chicago Press, 1995.

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LAKOFF, George; JOHNSON, Mark. Metaphors we live by. Chicago: The University of Chicago Press, 1980.

LANGACKER, Ronald. Foundations of Cognitive Grammar: descriptive applications. Stanford: Stanford University Press, 1991.

OLIVEIRA, Roberta Pires de. Semântica. In: MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina (Orgs.). Introdução à Linguística: domínios e fronteiras. v. 2. São Paulo: Cortez, 2001.

SAUSSURE, Ferdinand. Curso de Linguística Geral. São Paulo: Cultrix, 2012 [1916].

Publicado em 23 de fevereiro de 2021

Como citar este artigo (ABNT)

NASCIMENTO, João Paulo da Silva. Um rápido passeio pelo universo da Semântica. Educação Pública, v. 21, nº 6, 23 de fevereiro de 2021. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/6/um-rapido-passeio-pelo-universo-da-semantica