A variação linguística no contexto escolar

Joelson Menezes de Vasconcelos

Mestre em Ciências da Educação (UCP), pedagogo e professor de Língua Portuguesa na Educação Básica

É sabido que qualquer língua existente vivencia uma constante mudança com o passar do tempo e que com ela vão surgindo novas formas de estabelecer a comunicação. Apesar disso, comumente há imposição da norma culta da língua portuguesa como única variante aceitável no pleno uso da língua. A principal determinadora dessa imposição vocabular é a escola, pois, logo com o início da alfabetização da criança, que mal aprendeu a se expressar, já a apresenta como único modo correto de se falar, desconsiderando, de tal modo, as experiências linguísticas já constituídas pelos educandos.

Diariamente, no contexto escolar, os professores se deparam com a diversidade presente na língua portuguesa. De modo geral, ela é produto da construção humana, e não um instrumento pronto, imutável, disponível para ser utilizado na obtenção de resultados. Ela é o processo e o produto. Porém esse processo é tão fluido que o emitente nem percebe quando o faz, pois o cérebro por si só dá conta do planejamento e da execução.

Falar a língua materna é uma competência que qualquer ser humano tem (Moraes, 2005). Os linguistas acreditam na teoria de que escrever é uma competência adquirida pelo aprendizado, pois ninguém nasce sabendo. Dessa forma, é necessário aprender, exercitar, treinar.

Considerando a amplitude territorial do Brasil, suas diversas culturas e todos os processos históricos que dão origem à sua língua, tem-se a justificativa da enorme variação linguística existente no país.

A variação linguística pode ser definida como o fenômeno que acontece com a língua de um país no qual um único idioma oficial pode apresentar (e apresenta) diferentes nuances.

Seguindo a definição de Costa (2012, p. 5),

etimologicamente, o termo variação vem do latim “variatione”, significando variedade, ato ou efeito de variar (se). Variar por sua vez significa tornar vário ou diverso, alterar, mudar. No dicionário do Câmara Jr. (1981 p. 239), variação é “consequência da propriedade da linguagem de nunca ser idêntica em suas formas através da multiplicidade do discurso”. Nesse sentido é que se define variação linguística como o fenômeno que envolve múltiplos e concomitantes usos de formas com o mesmo significado linguístico, marcado por diferentes significados sociais, segundo o contexto em que ocorrem.

As variações se configuram como recorte geográfico/regional, histórico, social e/ou situacional, não existindo aquela de maior ou menor prestígio, e sim a mais adequada ao local/contexto de utilização. Segundo Bagno (2006), o fenômeno do preconceito linguístico é “alimentado diariamente em programas de televisão e de rádio, em colunas de jornais e revistas, em livros e manuais que pretendem ensinar o que é ‘certo’ e o que é ‘errado’” de forma a não existir a possibilidade de aceitação das demais formas e variações linguísticas, a não ser aquelas propagadas pelas grandes mídias. Partindo desse pressuposto, disseminam a ideia de uma língua homogênea, na qual todos os falantes devem seguir apenas a variação linguística padrão em qualquer situação de comunicação.

Trazendo isso para realidade da sala de aula, enquanto alguns autores creem que o ato de escrever deve ser norteado unicamente pela norma culta, outros defendem que o texto, mesmo em divergência com as normas, deve ser acolhido caso o aluno consiga expressar seus pensamentos de forma clara e concisa.

No trabalho efetuado no espaço escolar, nota-se que cada aluno chega até a escola com falas e escritas diversificadas, utilizando, por vezes, uma língua coloquial que é, naturalmente, transferida para a escrita.

Nessa perspectiva, este artigo tem a finalidade de mostrar que a norma culta da língua não é a única variante existente na língua portuguesa e que ela surge de um processo de aprendizagem formal, que requer procedimentos pedagógicos e a prática contínua.

Metodologia

O presente artigo é resultado de um estudo de revisão bibliográfica, com metodologias descritivas e abordagem qualitativa. De acordo com Bento (2012), a revisão da literatura é parte essencial de uma pesquisa, sendo a norteadora de como localizar, analisar, sintetizar e interpretar a relação com a sua área de estudo, servindo também como análise bibliográfica descritiva referente aos trabalhos já publicados sobre o tema. A revisão da literatura é imprescindível para a obtenção de um trabalho de qualidade, contribuindo para o desenvolvimento e avanço da ciência.

Como critérios de inclusão para esta pesquisa, foram utilizados artigos e obras encontradas no Google Acadêmico. Para tal, foram utilizados os seguintes descritores: ensino-aprendizagem, variação linguística e língua portuguesa. Foram excluídas obras que não fazem referência à temática pesquisada, produções em língua estrangeira e textos incompletos ou indisponíveis de forma gratuita.

Após a análise bibliográfica, o artigo norteou-se de modo a atingir os objetivos aqui propostos, que foram seccionados em geral e específicos.

Objetivos

Geral:

  • Contribuir para o rompimento dos estigmas empregados à língua portuguesa.

Específicos:

  • Difundir conhecimento referente a variações linguísticas da língua portuguesa;
  • Reforçar a importância da aceitação das variações linguísticas da língua portuguesa como instrumento de comunicação;
  • Elucidar a importância do educador no processo de obtenção da norma culta por parte dos alunos.

Desenvolvimento

O assunto abordado neste estudo tem papel crucial na contemporaneidade, haja vista que a língua portuguesa assume o protagonismo no processo ensino-aprendizagem em solo brasileiro. Sendo assim, o principal foco para análise deste artigo se dará na importância da aceitação do uso da variação linguística social como modalidade válida de comunicação.

Tendo como base estudos de variados linguistas, tornou-se viável discutir aspectos relevantes sobre o tema investigado. Porém é necessário lembrar que, em muitos casos, o ensino de língua materna está ligado à concepção de “erro”, o que na verdade deveria ser revisto sob a ótica da adequação às circunstâncias de uso.

A Linguística Textual é a ciência que utiliza o texto como seu objeto de estudo. Embora pareça óbvio, essa área vem se desenvolvendo em torno das divergentes concepções de texto que a Linguística como um todo tem abrigado ao longo do tempo.

A Linguística não se iguala ao estudo formal da Gramática. Ao observar a língua em uso, o linguista visa à compreensão, descrição e explicação dos fatos: os padrões sonoros, gramaticais e lexicais que estão sendo utilizados, sem considerar aquele uso em termos de outro padrão – moral, estético ou crítico.

Durante décadas, pesquisadores da área de linguagem vêm desenvolvendo pesquisas científicas com a finalidade de conhecer, relatar e analisar fenômenos de variação linguística e todo o preconceito direcionado a ela, que, por sua vez, ocorre devido à não uniformidade na língua portuguesa utilizada no Brasil. O português “falado” apresenta muitas variedades que subsidiam questões que têm como foco a variação linguística.

Por muito tempo, acreditou-se que o ensino de Língua Portuguesa deveria ser pautado no trabalho com a Gramática, considerando como válida somente a variedade padrão. No entanto, o método tradicional parece não ter sido eficaz, pois se ensinam a mesma nomenclatura, conceitos e normas nos Ensinos Fundamental e Médio e, talvez, até no Superior, e os alunos saem da escola alegando que não sabem português, pelo fato de esta ser uma língua "difícil". Quando se privilegia a Gramática Normativa, enfocando-a como uma obra acabada, a língua materna acaba se caracterizando como uma teoria fragmentada, repleta de regras e de exceções. Sob essa visão, o ensino fica voltado somente para a metalinguagem, com definições, conceitos, categorizações e análises, quase sempre descontextualizadas. É um ensino de reconhecimento de normas, classificações e estruturas que não propicia a reflexão nem garante o conhecimento e a ampliação do horizonte discursivo dos alunos acerca das práticas de linguagem (Cecília; Matos, 2009, s/p).

Percebe-se, na citação de Cecília e Matos, que a variedade padrão da língua assume papel de importância social. Entretanto, isso não significa que as demais devem ser desprestigiadas. Nesse sentido, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) trazem entre seus descritores: “Utilizar diferentes registros, inclusive os mais formais da variedade linguística valorizada socialmente, sabendo adequá-los às circunstâncias da situação comunicativa de que participa” (Brasil, 2001, p. 41).

Pode-se confirmar, a partir do descritor acima extraído dos PCN, que a língua é mutável e que o educando deve estar habilitado para identificar tais mudanças.

A variação é constitutiva das línguas humanas, ocorrendo em todos os níveis. Ela sempre existiu e sempre existirá, independente de qualquer ação normativa. Assim, quando se fala em “língua portuguesa” está se falando de uma unidade que os constitui de muitas variedades. Embora no Brasil haja relativa unidade linguística e apenas uma língua nacional, notam-se diferenças de pronúncia, de emprego de palavras, de morfologia e de construções sintáticas, as quais não somente identificam os falantes de comunidades linguísticas em diferentes regiões, como ainda se multiplicam em uma mesma comunidade de fala (Brasil, 1998, p. 29).

Sabe-se que existem diferentes tipos de pronúncia, de vocabulários e de sintaxes, que podem ser observados de maneira divergente de uma região para outra. A função do professor, nesse contexto, está em mostrar que toda e qualquer expressão linguística é merecedora de descrição e explicação dentro de um quadro científico adequado.

A língua portuguesa, no Brasil, possui muitas variedades dialetais. Identificam-se geográfica e socialmente as pessoas pela forma como falam. Mas há preconceitos decorrentes do valor social relativo que é atribuído aos diferentes modos de falar: é muito comum considerar as variedades linguísticas de menor prestígio como inferiores ou erradas. O problema do preconceito disseminado na sociedade em relação às falas dialetais deve ser enfrentado, na escola, como parte do objetivo educacional mais amplo de educação (Bagno, 2007, p. 27).

É importante ratificar que não se pode – nem se deve – procurar impedir a variação linguística; pelo contrário, a abordagem desse assunto em sala é crucial e deve ser precedida da apresentação da ideia de adequação para cada possibilidade de uso vinculada a um contexto particular.

Numa sociedade com desiguais níveis econômicos e sociais, é corriqueira a utilização de discursos sustentados por pessoas de patamar financeiro elevado que consideram a norma padrão como única variante possível da língua. Essa situação se reflete nas aulas de Português, quando, em várias situações, os alunos são inibidos de se expressarem verbalmente. O constrangimento sofrido por esses jovens, por vezes executado pelo próprio educador, apoia a ideia que é imposta pela sociedade, de que só o professor é possuidor de uma linguagem “correta” para ser usada nas aulas, desconsiderando, com isso, a vivência e a participação do educando.

As crianças brasileiras falam o dia todo em português (e não em chinês, alemão etc.). Logo, sabem português. Os brasileiros cuja situação social e econômica não lhes permitiu que estudassem muitos anos (às vezes, nenhum) falam o tempo todo. É claro, falarão como se fala nos lugares em que eles nascem e vivem, e não como se fala em outros lugares ou entre outro tipo de gente. Logo, falam seus dialetos. Logo, sabem falar (Possenti, 1995, p. 29-30).

O poder econômico é posto não só como status, mas tido também como pertencente ao nível intelectual mais capacitado, pois os indivíduos inseridos nessa pequena fatia da sociedade possuem mais meios e oportunidades de adquirir conhecimento.

Mesmo existindo dessemelhantes oportunidades de acesso ao conhecimento, atitudes produtivas por parte dos educadores podem minimizar essa situação. As metodologias adotadas por esses profissionais em sala de aula podem contribuir para a melhora da oralidade, da escrita e de outras formas de expressão que tenham a norma culta como base.

Os estudantes necessitam de orientações referentes ao uso da língua portuguesa no que concerne à sua aplicação formal. Nesse contexto, o papel do educador é de extrema importância, pois ele irá guiá-los sobre como devem se expressar perante as diversas situações do cotidiano.

Faz-se necessário esclarecer que não existe o falar “certo”, mas sim várias situações que irão demandar adequações do tipo de variante a ser utilizada. Essas demonstrações na prática podem ser exercidas com apresentações de momentos diversos do dia a dia, proporcionando aos alunos uma apropriação real da língua, relacionando-a a cada tipo de situação apresentada.

É primordial que o aluno, ao aprender novas formas linguísticas, particularmente a escrita e o padrão de oralidade mais formal orientado pela tradição gramatical, compreenda que todas as variedades linguísticas são legítimas e próprias da história e da cultura humana, e, ao dominar mais essa variedade, que tenha a chance de se tornar um verdadeiro “poliglota em sua própria língua”, nas palavras de Evanildo Bechara (1989), pois, desse modo, saberá selecionar a variante linguística ideal às diferentes situações de comunicação.

O professor deve estar preparado para falar sobre as variações da língua portuguesa e conhecer seus norteadores de funcionamento, suas similaridades e diferenças. A língua é, segundo Saussure (1989), "um sistema de signos"; um conjunto de unidades que se relacionam organizadamente dentro de um todo. É a parte social da linguagem exterior ao indivíduo; não pode ser modificada pelo falante e obedece às leis do contrato social estabelecido pelos membros da comunidade.

De acordo com Saussure (1989), o conjunto linguagem-língua contém ainda outro elemento: a fala, que é uma ação individual resultante das combinações feitas pelo sujeito falante utilizando o código da língua; ela se expressa pelos mecanismos psicofísicos (atos de fonação) necessários à produção dessas combinações.

A língua não é utilizada de forma homogênea por todos os seus falantes, pois seu uso varia de região para região, de época para época, de classe social para classe social e assim por diante. Para que se possa abordar todas as práticas de linguagem na escola em todas as áreas, é necessário compreender as relações entre a produção oral (fala e escuta), a leitura e a produção escrita, já que elas representam as quatro habilidades linguísticas básicas: falar, ouvir, ler e escrever.

Nesse contexto de variações linguísticas, considerando que o perfil do educando tem passado por constantes mudanças decorrentes dos aspectos temporal, cultural e tecnológico, o professor tem que se apresentar como sujeito incentivador da reflexão, da análise e da contextualização escolar, de modo a possibilitar que os alunos reconheçam todas as variações como válidas e que saibam o contexto adequado de uso de cada uma delas.

Nenhum linguista que trabalhe com a língua enquanto fenômeno social desconhece o prestígio ou estigma de variantes linguísticas e também há consenso em que, nas sociedades estratificadas em classes, a(s) variante(s) não prestigiada(s) serão estigmatizadas e são “o arame farpado mais poderoso para bloquear o acesso ao poder” (Mattos e Silva, 1995, p. 13).

É necessário que se acolham e compreendam as variações linguísticas e os gêneros do discurso presentes na sociedade e na escola, pois o preconceito que inferioriza variantes é o mesmo que exclui sujeitos.

Diante disso, a escola tem a obrigação de trabalhar com as variedades e encarar a diferença linguística como fato natural na língua, uma vez que nenhuma (língua) é homogênea e que todas as variantes se relacionam diretamente com a sociedade.

Considerações finais

Com base nos resultados adquiridos durante a pesquisa bibliográfica, pode-se afirmar que qualquer falante nativo de uma língua interage e se comunica com competência independentemente de tal variante pertencer ou não a determinado padrão de linguagem. Sendo assim, não se pode falar em “erro” de português. O que pode ocorrer, de fato, são variações ou opções de uso em relação à norma apresentada pela Gramática Normativa.

O fato é que essa variedade não é encarada como riqueza de pluralidade da língua portuguesa, sendo alvo de preconceito contra a fala de determinados grupos ou estratos sociais, tornando-os alvos constantes de zombaria e desprezo de pessoas que desconhecem a variabilidade da língua.

Algumas variações da língua portuguesa são mais prestigiadas socialmente. Vale destacar que as pessoas geralmente apreciam a fala daqueles que detêm o poder ou que se encontram presentes na mídia com representatividade. Considerando essa realidade, a variedade da língua de maior prestígio social é a norma considerada “culta”. Nessa modalidade foi escrita a maior parte do material que circula socialmente, inclusive os conhecimentos acumulados ao longo da história, o que justifica a necessidade de sua aplicação na escola.

Tornou-se evidente que até mesmo a escola, desconhecendo a realidade linguística dos alunos, não reconhece que eles falam a variedade do português utilizada pelo seu meio, e que ela deve ser aceita como forma de comunicação.

É crucial que toda e qualquer variação da língua seja respeitada. Nesse contexto, torna-se imprescindível que a escola respeite e admita que os alunos possuem conhecimentos prévios, valorizando o seu cabedal linguístico e o conhecimento de mundo, contribuindo, dessa forma, para o seu crescimento como ser humano e para a elevação de sua autoestima.

A escola deve possibilitar que os alunos não só entendam os fenômenos linguísticos, mas que também possam vir a incorporar variantes que ainda não dominam. Os educandos devem conhecer a sua contribuição na variação presente em gêneros orais e escritos e devem ser capazes de situar-se quanto à heterogeneidade que permeia a língua portuguesa, contemplando a fala e a escrita em situações reais de uso e apropriando-se do conhecimento com uma visão mais global da sua realidade.

Referências

BAGNO, Marcos. Preconceito Linguístico – o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 2006.

______. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola, 2007.

BECHARA, E. Ensino da Gramática: Opressão? Liberdade? 4ª ed. São Paulo: Ática, 1989.

BENTO, A. Como fazer uma revisão da literatura: considerações teóricas e práticas. Revista JA, ano VII, nº 65, p. 42-44, 2012. Disponível em: http://www3.uma.pt/bento/Repositorio/Revisaodaliteratura.pdf. Acesso em: 11 nov. 2021.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental: Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental: Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1998, 2001.

CECÍLIA, S. R.; MATOS, C. M. A. de. Heterogeneidade Linguística no Ensino de Língua Portuguesa. In: CELLI – COLÓQUIO DE ESTUDOS LINGUÍSTICOS E LITERÁRIOS. 3, 2007. p. 2.051-2.058. Anais... Maringá, 2009.

COSTA, Catarina de Sena Cerqueira Mendes da. Variação/diversidade linguística, oralidade e letramento: discussões e propostas alternativas para o ensino de Língua Portuguesa. 2012. Disponível em: http:www.ileel.eifu.ler/anaisdosielp/pt/arquivos/Sielp 2012/1438.pdf. Acesso em 23 out. 2021.

MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. Novos indicadores para os limites do português arcaico. Revista do Gelne, João Pessoa, v. 4, nº 1/2, p. 182-185, 1995.

MORAES, Ângela. Contribuições da Linguística para uma didática do texto escrito. São Paulo: ECA – Revistas USP, 2005.

POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas: Mercado de Letras, 1995.

SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de Linguística Geral. 15ª ed. São Paulo: Cultrix, 1989.

Publicado em 07 de junho de 2022

Como citar este artigo (ABNT)

VASCONCELOS, Joelson Menezes de. A variação linguística no contexto escolar. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 21, 7 de junho de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/21/a-variacao-linguistica-no-contexto-escolar

Este artigo ainda não recebeu nenhum comentário

Deixe seu comentário

Este artigo e os seus comentários não refletem necessariamente a opinião da revista Educação Pública ou da Fundação Cecierj.