Simulação em Saúde: estratégia de aprendizagem ativa para estudantes de escolas técnicas

Laís Chrystina da Silva Firmino

Especialista em Docência para Educação Profissional e Tecnológica, pós-graduada em Prescrição Farmacêutica, graduada em Farmácia

Luana Gabriele dos Santos Silva Henriques

Licenciada em Biologia

Maria Natália dos Santos Braz

Técnica em Análises Clínicas na Educação Profissional e Tecnológica

O curso técnico em Análises Clínicas capacita o estudante para trabalhar na área da Saúde, principalmente em laboratórios, com preparação profissional para diagnosticar os mais variados tipos de doenças a partir de análises minuciosas, podendo atuar também como responsável pela coleta de sangue em exames. Para esse fim, são necessárias estratégias explícitas que evidenciem a integração entre as disciplinas, promovendo ruptura do modelo pedagógico tradicional. No entanto, a maioria dos profissionais inseridos no mercado de trabalho foram formados com base em um sistema educacional tradicional, que não tinha como objetivo central inter-relacionar os processos educativos com a realidade dos serviços de saúde.

Evidenciando essa problemática, a proposta inovadora deste projeto apresenta um modelo capaz de alterar as relações entre professores e alunos bem como o modelo de “ensinagem” para que possam construir novos conhecimentos e novas práticas em seu ambiente de trabalho. Ademais, práticas de Simulação em Saúde têm se alinhado às demandas cotidianas encontradas na prática dos serviços de saúde com um modelo de ensino mais ativo e colaborativo. “Simulação em Saúde é uma estratégia de aprendizagem ativa para estudantes de escolas técnicas” (Quirós; Vargas, 2004) e privilegia o diálogo e as experiências cotidianas, bem como favorece ao profissional adquirir maior capacitação, aumentando as possibilidades de construção dinâmica, complexa e mediada de competências, por meio de diversos valores, inclusive éticos.

O método de simulação escolhido é o role playing, ação de atores padronizados como pacientes, cuja atividade ocorre em um ambiente próximo da realidade, permitindo a interação entre os atores, o profissional e o estudante, com a apresentação de um caso real sobre o qual o estudante assumirá a responsabilidade integral pelo paciente (Gaba, 2004).

Dessa forma, o presente projeto tem por objetivo aplicar o modelo de simulação para aprendizagem ativa do estudante, fornecendo uma qualificação que articule ensino, pesquisa e cuidado, ao longo de uma situação real do fazer coletivo nos sistemas únicos de saúde, investigando e aplicando estratégias ativas de ensino, a fim de facilitar o processo de apreensão do conhecimento por parte do aprendiz. 

Objetivos

O objetivo geral é aplicar o modelo de simulação para aprendizagem ativa do estudante, fornecendo uma qualificação que articule ensino, pesquisa e cuidado ao longo de uma situação real do fazer coletivo nos sistemas únicos de saúde, a fim de promover correções no déficit de aprendizagem por parte do aprendiz e fomentar a aprendizagem integral dos estudantes.

Para alcançar o objetivo geral e traçar o diagnóstico de proficiência para as competências e habilidades do presente projeto, compactuam os seguintes objetivos específicos:

  • Simular o atendimento nos ambientes de saúde;
  • Ampliar a diversidade dos cenários de ensino-aprendizagem;
  • Implantar módulos curriculares longitudinais de ensino baseados no protagonismo juvenil;
  • Promover correção no déficit de aprendizagem dos estudantes;
  • Compreender e atuar de acordo com os princípios da universalização, da equidade, da integralidade, da descentralização e da participação popular;
  • Promover a investigação de uma situação-problema a partir do conhecimento científico e tecnológico;
  • Identificar situações da vida cotidiana e tomar uma decisão que priorize a saúde e bem-estar levando em conta risco probabilísticos que considere a matemática e suas tecnologias;
  • Analisar situações da vida cotidiana, estilos de vida, valores e condutas, para desnaturalizar e problematizar formas de preconceito, intolerância e discriminação;
  • Propor ações individuais e coletivas que melhorem as condições de vida avaliando os benefícios e os riscos à saúde e ao ambiente, que considere a composição, a toxicidade e a reatividade de diferentes materiais e produtos;
  • Desenvolver ações de prevenção e de promoção da saúde e do bem-estar;
  • Aplicar um processo de ensino-aprendizagem que promovam maior adesão dos estudantes a partir da interação entre discentes, docentes e pacientes.

Desenvolvimento das ações

A adaptação curricular para desenvolver esse projeto pedagógico de intervenção, iniciou-se durante o planejamento das disciplinas. Nesse momento, a área técnica pode refletir sobre estratégias que promovessem a atuação de forma interdisciplinar, com práticas pedagógicas que contemplem o maior número de componentes curriculares do curso técnico em análise clínicas, junto aos componentes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Foi lançado um brainstorming, sendo pautadas nas ideias todas as sugestões elencadas pelo corpo docente e chegou-se à conclusão de que seriam realizados workshops. A dinâmica de workshops foi escolhida por se tratar de uma modalidade de ensino com a missão de aperfeiçoar técnicas por meio de aplicações práticas. De acordo com Scaletsky (2008), o workshop é descrito como um recurso meta-projetual coletivo para o desenvolvimento e investigação de cenários-problema. Essa metodologia foi de fundamental importância para aclimar os estudantes na situação real que ocorreria, subsequente à finalização de todos os workshops.

Os conteúdos curriculares presentes nas ementas das disciplinas técnicas foram divididos em módulos e a finalização de cada módulo, de acordo com o planejamento, ocorreria de forma concomitante, oferecendo a oportunidade da realização de workshops como culminância de cada módulo apresentado. Essa prática preconiza a formação profissional para ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação, na esfera individual e coletiva, assegurando a realização de atividades práticas integradas continuas em consonância com as atividades laborais, além disso, direciona o projeto pedagógico do curso para a formação integral com articulação entre ensino, pesquisa e assistência social.

Como previamente estabelecido, foram realizados seis workshops com práticas que contemplam os mais variados conteúdos da área técnica, assim como a interdisciplinaridade existente na BNCC, como apresentado no Quadro 1.

Quadro 1: Workshops desenvolvidos durante o semestre

Workshops

Disciplina técnica

Habilidades da BNCC

Microscopia Óptica

Gestão e Fundamentos de Laboratório; Bioquímica Básica; Bioquímica Clínica; Microbiologia; Bacteriologia; Micologia; Parasitologia; Hematologia; Uroanálise e Bioquímica.

EM13MAT106

Microscopia Celular

Bioquímica Básica; Citologia; Hematologia; Uroanálise e Bioquímica.

EM13MAT106

Equipamentos de proteção individual e coletiva

Gestão e Fundamentos de Laboratório; Biossegurança e Primeiros Socorros.

EM13MAT106

EM13CNT207

EM13CNT306

Coleta de sangue

Gestão e Fundamentos de Laboratório; Bioquímica Clínica; Hematologia.

EM13CNT104

Esfregaço sanguíneo

Bioquímica Clínica; Citologia; Hematologia.

EM13CNT104

Parasitológico de fezes

Bioquímica Clínica; Microbiologia; Bacteriologia; Parasitologia.

EM13MAT106

Fonte: Base Nacional Comum Curricular, Ministério da Educação, 2018.

Os workshops (Figuras de 1 a 6) foram realizados de forma interdisciplinar com a presença simultânea de dois ou mais professores da área técnica.

Figura 1: Workshop Microscopia Óptica

Figura 2: Workshop Microscopia Celular

Figura 3: Workshop coleta de sangue

Figura 4: Workshop esfregaço sanguíneo

Figura 5: Workshop equipamentos de proteção individual e coletiva

Figura 6: Parasitológico de fezes

A metodologia de ensino citada reforça o modelo de ensinagem com foco na metodologia ativa (MA), um importante instrumento de transformação na formação profissional, por meio do qual há a ruptura do modelo pedagógico tradicional. No entanto, as atividades práticas realizadas nos laboratórios das próprias instituições de ensino tornam-se insuficientes para simular o atendimento real nas futuras unidades de saúde. Nessas circunstâncias, a ideia de educação por meio da Simulação em Saúde traz ao educando a vivência real do atendimento nas unidades de saúde e o contato direto com os pacientes.

Refletindo sobre esse assunto e para subsidiar a ação de simulação futura, foi confeccionada uma cartilha a ser utilizada durante a prática de simulação e também posteriormente nos campos de estágio. A cartilha (Figura 7) foi entregue a todos os estudantes do terceiro ano técnico, nela consta uma revisão teórica e prática de todos os conteúdos necessários a vivência nos serviços de saúde, bem como as Habilidades de Propulsão contempladas no projeto.

Figura 7: Cartilha de Simulação em Saúde

A cartilha também aborda os direitos do SUS na formação de estudantes para compreender e atuar de acordo com os princípios da universalização, da equidade, da integralidade, da descentralização e da participação popular, esses princípios são norteados na educação profissional e tecnológica quando efetivadas as competências C2 e C3 de linguagens e suas tecnologias, cujas habilidades estão pautadas em valores como equidade, assentados na democracia e nos Direitos Humanos, na formulação de propostas que levem em conta o bem comum  e no exercício com autonomia e colaboração, autoria na vida pessoal e coletiva, de forma crítica, criativa, ética e solidária.

Também ocorre a ruptura do modelo pedagógico tradicional, na construção, consolidação e transformação do modelo de “ensinagem” (C4), quando podemos inferir a detecção deles nas relações sociais e de trabalho voltadas à superação das desigualdades sociais, da opressão e da violação dos Direitos Humanos. Além disso, utilizando-se da competência C5 que permite analisar situações da vida cotidiana, estilos de vida, valores e condutas para desnaturalizar e problematizar formas de preconceito, intolerância e discriminação, o estudante é estimulado à uma abordagem que o incentiva a identificar ações em sua vivencia pessoal e profissional que promovam a solidariedade e o respeito às diferenças e às liberdades individuais.

As habilidades supracitadas que são contempladas na cartilha estão listadas no Quadro 2.

Quadro 2: Competências e habilidades da BNCC contempladas na cartilha

Componente curricular

Competência

Habilidade

Línguagens e suas Tecnologias

C2; C3

EM13LGG304

EM13LGG204

Ciências Humanas e suas Tecnologias

C4; C5

EM13CHS403

EM13CHS502

Fonte: Base Nacional Comum Curricular, Ministério da Educação, 2018.

Os conteúdos escolhidos para a cartilha fazem parte das atividades que os estudantes realizarão diariamente nas unidades básicas de saúde (UBS), onde irão estagiar. A decisão por esses conteúdos motivou e alcançou objetivos maiores que os esperados, visto que os estudantes estão fazendo uso da cartilha também para produzir o relatório de conclusão do estágio.

A Simulação em Saúde ocorreu após a conclusão das disciplinas do primeiro semestre da área técnica. O evento contou com a participação das palestrantes Priscila Macedo (enfermeira) e Laís Firmino (farmacêutica), que realizaram o acompanhamento dos estudantes nos simuladores.

As atividades foram divididas em quatro momentos:

Primeiro momento: Acolhimento aos estudantes – Para acolher os estudantes, as professoras palestrantes, juntamente com o coordenador da área técnica, receberam os estudantes de forma afetuosa e realizaram a distribuição das cartilhas (Figuras 8 e 9).

Figura 8: Acolhimento do projeto Simulação em Saúde

Figura 9: Acolhimento do projeto Simulação em Saúde

Segundo momento: Palestra – A palestra ministrada apresenta as habilidades de propulsão fortalecidas no projeto. As revisões destes conteúdos são importantes para nivelar todos os estudantes, tornando-os proativos, experientes e seguros. Lidar com a saúde das pessoas é de uma responsabilidade imensa e, dentro dessa realidade, permitir que o aluno vivencie o mercado de trabalho na prática, faz com que os alunos experimentem diferentes papéis dentro de sua atuação como profissional.

Terceiro momento: Sala de aula invertida – No terceiro momento, inicia-se a etapa de sala de aula invertida, na qual ocorre uma mudança na forma tradicional de ensinar e os estudantes abandonam a postura mais passiva de ouvinte e assume o papel de protagonistas do seu aprendizado (Figuras 10 e 11), interagindo com os colegas e realizando as atividades práticas que foram vistas duram os workshops.

Figura 10: Sala de aula invertida do projeto Simulação em Saúde

Figura 11: Sala de aula invertida do projeto Simulação em Saúde

Quarto momento: Simulação em Saúde – A simulação submete o estudante a um caso real, no qual ele assumirá a responsabilidade integral pelo paciente. Para sua realização, os estudantes foram divididos em 10 UBS de atendimento.

Quadro 3: Atividades desenvolvidas nas UBS no projeto Simulação em Saúde

Unidade Básica de Saúde (UBS)

Atividades realizadas

Ator em simulação

Ações específicas

UBS 1

Acolhimento

Preenchimento da ficha de triagem

Verificação dos sinais vitais

Classificação de risco

Gestante

Atenção à saúde da gestante;

Teste rápido de gravidez e acompanhamento do pré-natal;

Coleta de exames laboratoriais.

UBS 2

Acolhimento

Preenchimento da ficha de triagem

Verificação dos sinais vitais

Classificação de risco

Queixa-se de lesão com recuperação tardia

Encaminhamento para exames complementares após atendimento médico;

Coleta de exames laboratoriais.

UBS 3

Acolhimento

Preenchimento da ficha de triagem

Verificação dos sinais vitais

Classificação de risco

Hipertenso

Acompanhamento de doenças crônicas.

UBS 4

Acolhimento

Preenchimento da ficha de triagem

Verificação dos sinais vitais

Classificação de risco

Queixa-se de sinais característicos de diabetes

Acompanhamento de doenças crônicas.

UBS 5

Acolhimento

Preenchimento da ficha de triagem

Verificação dos sinais vitais

Classificação de risco

Com a covid-19, em monitoramento dos níveis de oxigenação do sangue.

Acompanhamento;

Frequência respiratória;

Oximetria.

UBS 6

Acolhimento

Preenchimento da ficha de triagem

Verificação dos sinais vitais

Classificação de risco

Administração de Medicamentos

Administração de medicamentos e nebulização, entre outras ações e serviços.

UBS 7

Acolhimento

Preenchimento da ficha de triagem

Verificação dos sinais vitais

Classificação de risco

Em busca de prevenção e aconselhamento em casos de HIV

Orientações ao paciente.

UBS 8

Acolhimento

Preenchimento da ficha de triagem

Verificação dos sinais vitais

Classificação de risco

Coleta de exames laborais

Orientações ao paciente.

UBS 9

Acolhimento

Preenchimento da ficha de triagem

Verificação dos sinais vitais

Classificação de risco

Testes diagnósticos

Coleta de exames laboratoriais;

Orientações ao paciente.

UBS 10

Acolhimento

Preenchimento da ficha de triagem

Verificação dos sinais vitais

Classificação de risco

Troca de curativos

Encaminhamento para profissional capacitado.

O método de simulação escolhida é o role playing, que se trata da ação de atores padronizados como pacientes devendo a atividade ocorrer em um ambiente que se aproxime da realidade e permita a interação entre os atores, o profissional e o estudante, com apresentação de um caso real, no qual o estudante assumirá a responsabilidade integral pelo paciente (Gaba, 2004).

Os atores presentes nos simuladores apresentam sinais e sintomas característicos de uma determinada enfermidade, assim, os estudantes são levados a realizar a ação específica para cada simulador. Comum a todos os simuladores são as ações de acolhimento, triagem e verificação dos sinais vitais.

As imagens que se seguem são alguns dos postos de UBS nos simuladores com a presença dos atores (Figuras 12 a 17).

Figura 12: UBS 8 – Atriz em coleta para exames laboratoriais

Figura 13: UBS 4 – Atriz queixa-se de sinais característicos de diabetes

Figura 14: UBS 5 – Atriz com covid-19, em monitoramento dos níveis de oxigenação do sangue

Figura 15: UBS 7 – Atriz em busca de prevenção e aconselhamento em casos de HIV

Figura 16: UBS 1 – Atriz gestante

Figura 17: UBS 3 – Atriz hipertensa

Essa imersão do estudante no cotidiano da atenção à saúde, propicia ricas possibilidades para o aprendizado em torno de competências e habilidades que ecoam sobre eixos transversais, por meio de práticas pedagógicas que contemplam as mais variadas áreas do conhecimento, refletindo ações que minimizam a violência na escola e promovem tanto discussões sobre direitos humanos como reflexões sobre a diversidade, a partir do protagonismo juvenil e da inclusão de pessoas com deficiência. Esses elementos, quando em associação, promovem correção no déficit de aprendizagem e fomentam a aprendizagem integral dos estudantes.

Cronograma

Etapas

1º Bimestre

2º Bimestre

3º Bimestre

4º Bimestre

Planejamento da ação

X

X

   

Elaboração do programa estratégico

X

     

Execução da ação

X

X

X

 

Escrita do relatório

   

X

 

Considerações finais

O projeto Simulação em Saúde aplicou o modelo de simulação para aprendizagem ativa do estudante, fornecendo uma qualificação que articula ensino, pesquisa e cuidado ao longo de uma situação real do fazer coletivo nos sistemas únicos de saúde, promovendo, dessa forma, correções no déficit de aprendizagem por parte do aprendiz e fomentando a aprendizagem integral dos estudantes como proposto no corpo desse projeto. O projeto também destacou a importância da interdisciplinaridade e a necessidade de ampliar o estudo acerca dos descritores em Língua Portuguesa e Matemática, visto que foram demonstradas fragilidades quanto à sua compreensão.

Ademais, por se tratar de um modelo de ensino-aprendizagem voltado para as escolas técnicas na área da saúde, reconhecemos que as atividades práticas, realizadas nos laboratórios das próprias instituições de ensino, se tornam insuficientes para simular um atendimento real nas futuras unidades de saúde. Nessas circunstâncias, “Simulação em saúde: estratégia de aprendizagem ativa para estudantes de escolas técnicas” privilegia o diálogo e as experiências cotidianas, bem como favorece ao profissional adquirir maior capacitação, aumentando as possibilidades de construção de competências, de forma dinâmica, complexa e mediada por diversos valores, inclusive por valores éticos.

Conclui-se, assim, que o cuidar coletivo, por meio de práticas pedagógicas que contemplam as mais variadas áreas do conhecimento, refletem ações que minimizam a violência na escola, promovendo discussões sobre os direitos humanos e a diversidade, a partir do protagonismo juvenil e a inclusão de pessoas com deficiência. Esses elementos, fortalecidos por meio dos princípios de equidade, universalidade e integralidade, peças-chaves para o desenvolvimento do projeto, coadunam com a formação de jovens autônomos, solidários e competentes.

Referências

BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Matrizes de referência de Língua Portuguesa e Matemática do SAEB: documento de referência do ano de 2001. Brasília: INEP, 2020.

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BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, 23 dez. 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 25 jul. 2022.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.

GABA, D. The future vision of simulation in healthcare. Quality and Safety in Health Care, v. 13, n° 1, p. 2-10, 2004.

PARAÍBA. Secretária Estadual de Educação Ciência e Tecnologia. Matriz de Habilidades - Propulsão. João Pessoa, 2022.

QUIRÓS, S. M.; VARGAS, M. A. de O. Simulação clínica: uma estratégia que articula práticas de ensino e pesquisa em Enfermagem. Texto Contexto Enferm., Florianópolis, v. 23(4), p. 813-814, out./dez. 2014. Disponível em: https://www.scielo.br/j/tce/a/pM3HPwPpD5XYJP3nm3kBBZn/?lang=pt&format=pdf.

SANTOS, Joedson Brito dos. Avaliação em larga escala na Educação Básica: uma discussão sobre o uso dos resultados para melhoria da Educação. Revista Temas em Educação, João Pessoa, v. 26, n° 1, p. 9, 2017.

SCALETSKY, Celso C. Pesquisa aplicada / pesquisa acadêmica  –  o  caso  Sander.  In: 8º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA & DESENVOLVIMENTO EM DESIGN. São Paulo: Centro Universitário Senac, 2008. Anais... p. 1.132-1.145.

Publicado em 25 de julho de 2023

Como citar este artigo (ABNT)

FIRMINO, Laís Chrystina da Silva; HENRIQUES, Luana Gabriele dos Santos Silva; BRAZ, Maria Natália dos Santos. Simulação em Saúde: estratégia de aprendizagem ativa para estudantes de escolas técnicas. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 23, nº 28, 25 de julho de 2023. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/23/28/simulacao-em-saude-estrategia-de-aprendizagem-ativa-para-estudantes-de-escolas-tecnicas

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