Reflexões sobre a utilização de recursos pedagógicos no ensino de Embriologia no estágio supervisionado

Karen Thayane Grangeiro Farias

Licenciada em Ciências Biológicas (UEPA)

Milena Lopes da Silva

Especialista em Ciências da Natureza e o Mundo do Trabalho (UFPI)

Inês Trevisan

Professora doutora do Departamento de Ciências Biológicas da UEPA

Atualmente, sabe-se que somente por intermédio da educação é possível construir alicerces que possibilitem a formação de indivíduos pensantes e autônomos. Quando feita de forma adequada, prepara os indivíduos para serem críticos, questionadores, participativos e transformadores na sociedade em que vivem. Porém, a educação no Brasil está distante de alcançar um padrão considerado satisfatório (Souza et al., 2018).

No âmbito das licenciaturas, o estágio supervisionado permite a aproximação entre universidade e escola, aproximando os futuros docentes da realidade escolar e das práticas reflexivas na educação. Esta vivência se torna essencial para desenvolvimento de competências e habilidades do licenciando, uma experiência que cada acadêmico deve experimentar, sendo fundamental e indispensável, possibilitando a familiarização com a futura profissão, o conhecimento e a reflexão em torno do ensino (Santos; Muniz, 2020).

Assim compreendemos que o estágio possibilita a oportunidade de vivenciar as escolhas e os desafios de se tornar professor no  ambiente escolar, adquirindo conhecimentos, experiências e associando o que foi estudado na universidade com o que será encontrado em sala de aula (Pimenta; Lima, 2006).

A Ciência é fruto do questionamento e com ele se dá origem ao processo científico. A ação de questionar é característica da condição humana, porém a Ciência não permanece e nem transmite suas descobertas sem que seja ensinada (Silva; Ferreira; Vieira, 2017). Tratando-se especificamente das Ciências da Natureza, a nova Base Nacional Comum Curricular (2018) direciona a educação a uma vivência mais dinâmica e ativa no ensino de Biologia com as demais áreas, incentivando o professor a assumir um papel de mediador da aprendizagem e o aluno a ser o protagonista na construção do conhecimento.

Santos e colaboradores (2015) afirmam que uma das grandes limitações ao ensinar Ciências e Biologia se encontra na compreensão dos conteúdos por parte dos estudantes. Pesquisas da área de ensino constatam que Histologia, Citologia e Embriologia são algumas das áreas mais complexas, uma vez que resultam de conhecimentos construídos, a partir, muitas vezes, de práticas de observações microscópicas (Montanari, 2017). Pela Embriologia, os educandos podem compreender processos básicos da formação dos seres vivos e a concepção da vida. Para Gilbert (2003), a Embriologia é a Ciência do vir a ser, do processo. Essa definição revela a amplitude do campo de estudo, considerando que, na maior parte da Biologia Geral, as estruturas do adulto são o foco, enquanto aqui o maior interesse está nos estágios mais transitórios.

O ensino de Embriologia no Ensino Médio é complexo, extenso, abstrato e desafiador, tanto para o educador como para o educando. A disciplina se apresenta apenas na forma teórica, visto que o ensino público não fornece recursos adequados para atividades de visualização microscópicas, muito menos recursos pedagógicos (Vale et al., 2020).

Diante desse cenário de complexidade, Proença (2008) enfatiza a importância dos jogos, sendo eles instrumentos pedagógicos de exímia potencialidade integradora, oferecendo a oportunidade de aquisição ao discente de desenvolver a capacidade de síntese. O uso de jogos é amplamente reconhecido por esse potencial numa variedade de contextos. Sendo assim, a utilização de jogos e modelos didáticos se torna uma via indispensável que oportuniza um processo de ensino-aprendizagem atual e significativo, tornando as aulas mais dinâmicas e estimulantes aos alunos.

Dada a importância da temática, o presente trabalho trata de uma prática desenvolvida na disciplina de Estágio Supervisionado, em uma escola pública, localizada no município de Tucuruí/PA. Esta pesquisa busca analisar como os jogos, associados à confecção de modelos didáticos, podem contribuir para a aprendizagem no ensino de Embriologia, com o fito em possibilitar a compreensão de conceitos e processos embrionários na utilização de recursos pedagógicos.

Metodologia

Os procedimentos metodológicos deste trabalho foram fundamentados na pesquisa qualitativa. Pope e Mays (2005) afirmam que esse método de pesquisa se relaciona aos significados que os indivíduos atribuem às experiências que vivenciam no mundo social e à compreensão sobre o mundo, buscando interpretações para vários tipos de fenômenos sociais. Portanto, cabe classificá-la como uma pesquisa interpretativa. Minayo (2014) traz concepções importantes acerca da pesquisa qualitativa, apontando que para realizar uma abordagem qualitativa é imprescindível que haja abertura, flexibilidade, capacidade de observação e de interação entre o grupo de pesquisadores e os atores sociais envolvidos.

A pesquisa foi realizada no âmbito da disciplina Estágio Supervisionado, numa escola localizada no bairro central na cidade de Tucuruí/PA, com uma turma de 1º ano do Ensino Médio, composta por dezenove estudantes. As aulas de Biologia ocorriam somente às quartas-feiras, nos três últimos horários. A escola é tem boa estrutura física, no entanto, com alguns déficits no que diz respeito ao cumprimento de horário por parte de algumas turmas no que se refere principalmente aos últimos horários. Durante a aplicação da pesquisa, ainda havia disciplinas sem professor. Desse modo, após o intervalo, a maioria dos alunos iam embora e não assistiam as aulas finais.

Assim, foi necessário realizar algumas adequações com a ajuda do professor, como tentar desenvolver as atividades antes dos últimos horários para atingir um número maior de alunos participantes.

Metodologia de análise ou análise textual discursiva

Para a realização da investigação foram necessários alguns instrumentos de pesquisa, sendo o Diário de Campo o mais relevante para a anotação de dados, envolvendo a participação e a interação dos alunos no momento das aplicações práticas e teóricas. Para Pezzato e L’Abbate (2011), o diário traz uma discussão sobre os conhecimentos e saberes dos pesquisadores, além de descrever suas propostas e ações, servindo também para expressar os avanços e as dificuldades do trabalho. Segundo Baptista (2003) é necessário que o futuro docente de Biologia esteja preparado para atuar em sala de aula, por isso foram realizados momentos práticos e reflexivos sobre o ensino com a professora de estágio.

Além do diário, um questionário online composto por sete perguntas foi disponibilizado. A partir dele, se obteve o retorno de 19 respostas. Entre as questões, somente três foram realizadas por estarem relacionadas ao objetivo da pesquisa. As demais estavam relacionadas somente ao conteúdo ministrado.

O material empírico advindo desses instrumentos foram analisados à luz da análise textual discursiva de Moraes e Galiazzi (2006), passando por processos como: a) unitarização, extração de pequenas frases ou termos do corpus; b) categorização, agrupamento dos significados semelhantes; e c) construção do metatexto; com auxílio da literatura, buscou-se a reflexão e compreensão da problemática estudada.

Sequência didática (SD)

Uma SD, de acordo com Giordan e colaboradores (2011), possui quatro etapas:

  • Apresentação da situação, definição e formulação da tarefa: durante o acompanhamento e a observação da turma foram realizadas conversas com os alunos e com o professor, a fim de esmiuçar a temática das aulas.
  • Produção inicial, estabelecendo o primeiro contato entre o aluno e o conteúdo proposto: a segunda etapa contou com uma explanação acerca do conteúdo de Embriologia, além de fazer um apanhado geral sobre fecundação e gametogênese, havendo um momento de discussão sobre a temática aborto espontâneo e aborto por meios medicamentosos.
  • Módulos de atividades preparadas pelo professor, podendo ser de observação e análise: foram apresentados os vídeos Evolução do embrião no laboratório de representação humana e Um jeito novo de entender a fecundação, para que a turma pudesse ter melhor embasamento na execução do jogo didático Trilha Embriológica. Durante os vídeos, alguns alunos mostraram interesse, conseguindo identificar as divisões celulares mórula, blástula e gástrula, não havendo identificação somente da parte da neúrula. Para a realização da Trilha Embriológica, a turma foi organizada em três grupos, cada um contendo cinco participantes. O objetivo da dinâmica era a compreensão e a fixação dos conceitos passados em aula de forma lúdica. No início do jogo os estudantes estavam entusiasmados, todavia, com o avançar da competição ocorreram algumas intercorrências, como a desistência de alguns e abstenção de outros. Desse modo, não foi possível identificar sua eficácia para o processo de aprendizagem.

Figura 1: Momento da aplicação da trilha embriológica

  • Produção final, destinada à prática de elaboração pelos alunos: nessa última etapa da SD, os estudantes foram organizados em 4 grupos, sendo cada grupo responsável por construir um modelo didático sobre as divisões celulares das fases embrionárias estudadas, feitas com materiais já disponibilizados previamente, como folhas de isopor e outros de apoio. Nesse caso, a turma foi responsável apenas pela montagem dos modelos. A avaliação ocorreu por intermédio da produção e da apresentação dos modelos didáticos, além de perguntas estruturadas sobre o conteúdo e um questionário final disposto na plataforma Google Forms sobre a sequência empregada.

Figura 2: Montagem dos modelos didáticos realizados pelos alunos

Resultados e discussões

Com relação aos resultados obtidos, evidenciou-se a falta de familiaridade da turma com o assunto abordado, pois os alunos não conheciam ou não lembravam de processos bases do desenvolvimento embrionário, como fecundação e gametogênese, não conseguindo diferenciar as divisões celulares Mitose e Meiose. Assim, apresentaram dificuldades para nomear os gametas feminino e masculino, conceitos abordados no Ensino Fundamental. Está disposto no diário de aula:

No segundo momento, de apresentação teórica com aula dialogada a turma se mantinha centrada, com apenas alguns alunos dispersos em conversas paralelas, sendo sanado quando se discutiu o porquê do aborto espontâneo (aumento da mórula e gravidez ectópica) e aborto por meios medicamentosos e intervenção cirúrgica. Expondo dúvidas e concepções relativas ao tema (Diário, 19/10/22).

No excerto, fica clara a importância do ensino contextualizado e o quanto ele estimula os alunos a buscarem o aprendizado. Rodrigues e Amaral (1996) retratam que a contextualização no ensino requer o resgate da própria realidade do estudante, não somente como ponto inicial no processo de ensino-aprendizagem, mas fazendo essa inserção em todo o contexto de ensino. Isso é reforçado com a fala do próprio aluno (A1) quando diz: “Eu achei bem interessante, realmente queria essa aula de Biologia que mostrou para nós com mais facilidade de aprender”.

Com o embasamento teórico, os educandos foram instruídos para a realização do jogo Trilha Embriológica. A turma já não estava em sua totalidade e já se encontravam dispersos, com conversas paralelas e interferências pelo uso do aparelho celular. Contudo, segundo o Diário, “apesar de serem perguntas simples e específicas do conhecimento trabalhado, a maioria não conseguiu responder corretamente, havendo muitos erros e troca de conceitos” (Diário, 19/10/22).

A priori, podemos atribuir essa dificuldade ao pouco conhecimento prévio dos alunos em relação ao conteúdo, fator preponderante no trabalho, pela quantidade de informações apresentadas em aula, visto serem conceitos novos, o que contribuiu para que os estudantes ficassem confusos. Por parte das estagiárias, nota-se que a organização das atividades desenvolvidas saíram do padrão planejado, trazendo insegurança durante a sua aplicação e culminando na pouca captação de atenção da turma.

Gasparin e Petenucci (2014) reforçam a importância de escolher uma metodologia adequada ao perfil do público-alvo, pois ela irá contribuir para o sucesso ou fracasso no processo de ensino-aprendizagem. Com base nisso, para a construção dos modelos didáticos, algumas mudanças e adequações foram necessárias, contribuindo para uma receptividade positiva dos participantes com relação à metodologia, refletindo em resultados mais assertivos.

Do corpus abaixo foram retirados o diário de aula e o questionário,  servindo como bases para a interpretação e a discussão dos resultados da pesquisa:

"Foi divertido trabalhar em equipe, então cada membro ia fazendo algo enquanto outros estavam memorizando o que falar lá na frente" (A3).

Houve interação entre os grupos para a partilha de materiais (Diário, 26/10/22).

Analisando o que está descrito, percebemos a importância do professor se colocar no papel de mediador. Souza (2004) reflete sobre o que significa ser um mediador, dizendo que o mediador enriquece a relação do estudante com o seu ambiente, preparando-o para perceber estímulos além daqueles já captados no momento. O estudante descreve um momento de cooperação entre os grupos com a interação entre os membros e uma cooperação de atividades. Para Libâneo (1998), a educação está além do desenvolvimento individual, estando inserida nas relações sociais, econômicas, sociais e políticas que permeiam a sociedade.

As contribuições advindas dessa prática também foram seguidas de algumas dificuldades. É interessante ter esse comparativo, pois é visto que no desenvolver da prática pedagógica o aprendizado vem associado aos desafios apontados pelos alunos: terminologias científicas e o tempo.

Cremos que seria necessário trabalhar desde a Educação Básica com textos científicos, adequados a cada faixa etária. Quanto ao tempo para trabalhar a sequência didática é preciso definir etapas, no entanto, durante uma aula podem ocorrer diversas variáveis, como o pouco conhecimento prévio dos alunos, imprevistos de horários de aula e saída dos alunos. Assim é importante ter sempre um plano alternativo em mente para que a aula não perca o foco, mas seja trabalhada no tempo planejado e disponível.

Considerações finais

Os resultados encontrados direcionam os professores de Ciências e Biologia a refletirem sobre as possibilidades e as estratégias para tornar o ensino mais efetivo e dinâmico, priorizando o conhecimento como resultado de uma aprendizagem significativa e destacando assim os aspectos essenciais para o ensino em razão de atividades didáticas e estimulantes.

De certo modo, apesar das limitações encontradas na escola e no ensino de Biologia, constatamos que jogos associados a modelos didáticos podem auxiliar na aprendizagem dos alunos, em razão de conteúdos complexos e teóricos, porém não se pode atingir todos os objetivos propostos nas aulas, visto que os alunos ainda se encontram muito acomodados em um ensino centrado na memorização.

As reflexões até aqui demonstram que os recursos utilizados influenciam positivamente na prática, no entanto, não é em uma única experiência docente que se poderá atingir o ápice esperado, necessita-se de mais ações na educação sob o uso de novas metodologias e estratégias didáticas.

Sabe-se que o papel do professor é o de mediador da aprendizagem, mas essa não é uma tarefa fácil de exercer, pois inúmeros são os desafios no processo de ensinar. Em sala de aula, se apresentam os desafios que exigem do docente uma resposta imediata e onde são colocados à prova os conhecimentos adquiridos no decorrer de sua formação docente.

Por essa razão, o exercício da prática na educação possibilita desenvolver o papel do ser docente, assim como compreender a realidade escolar e tornar a experiência essencial para o desenvolvimento de habilidades e competências, incentivando a criatividade, a flexibilidade e o planejamento. Nesse sentido, fazer uso de recursos pedagógicos no ensino de Embriologia, ainda se torna uma via essencial para a construção do conhecimento científico, como aspecto facilitador no processo de ensino-aprendizagem.

Referências

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Publicado em 14 de novembro de 2023

Como citar este artigo (ABNT)

FARIAS, Karen Thayane Grangeiro; SILVA, Milena Lopes da; TREVISAN, Inês. Reflexões sobre a utilização de recursos pedagógicos no ensino de Embriologia no estágio supervisionado. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 23, nº 44, 14 de novembro de 2023. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/23/44/reflexoes-sobre-a-utilizacao-de-recursos-pedagogicos-no-ensino-de-embriologia-no-estagio-supervisionado

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