A construção do pensamento matemático pelos jogos
Maria Aparecida da Silva
Graduada em Pedagogia e bacharela em Ciência da Computação (UEMT), licenciada em Matemática (Faveni), pós-graduada em Avaliação Educacional (Faculdade Futura) e em Arquitetura e Infraestrutura de TI (Faveni), mestranda em Educação (UEMT), licencianda em Educação Bilíngue de Surdos (UEMT), professora de Educação Infantil da Escola Municipal Lea Maria de Lara, em Cáceres/MT
O ensino matemático efetivado nas instituições educativas possui grande importância social, uma vez que a Matemática pode ser percebida em inúmeros aspectos sociais. Essa importância justifica a necessidade de constantes pesquisas voltadas para a melhoria e o aperfeiçoamento do ensino sistêmico desse campo do conhecimento, para compor sujeitos sociais autônomos e participantes da cultura matemática alimentada pela sociedade.
Dentre os assuntos que os teóricos em ensino-aprendizagem da Matemática dissertam, destacam-se as estratégias de ensino que visam um efetivo processo de aprendizagem. Em comum, essas estratégias dissertam acerca da importância de possibilitar aulas dinâmicas que envolvam os educandos e despertem seus interesses para conteúdos trabalhados que deem sentido às atividades propostas em sala de aula, tornando as aulas atrativas e estimulantes.
Nessa perspectiva, os jogos inseridos nas propostas pedagógicas do Ensino Fundamental II são percebidos como abordagens capazes de contribuir efetivamente para o processo de ensino-aprendizagem dos conceitos matemáticos, desde que possuam objetivos previamente especificados pelo professor e um espaço temporal delimitado de forma a atender às necessidades dos educandos em relação aos jogos escolhidos e aos conteúdos trabalhados.
Assim, trabalha-se com a hipótese de que a utilização de jogos em sala nas aulas de Matemática possibilita aos educandos empregarem os conceitos abstratos estudados em situações concretas, ao mesmo tempo em que percebem situações reais que valorizam conteúdos apresentados, oportunizando um pensamento crítico, uma tomada de decisão, a escolha de estratégias que visem o melhor resultado e a aprendizagem, a partir de seus próprios erros e acertos.
Por isso, esta pesquisa tem a pretensão de compreender o jogo como ferramenta que possibilita um processo de ensino-aprendizagem matemático mais efetivo, permitindo ao professor perceber as possibilidades e as dificuldades dos educandos na construção do pensamento matemático no Ensino Fundamental II, além de apresentar propostas pedagógicas que envolvem a utilização de jogos na disciplina de Matemática para auxiliar os educandos no processo de ensino-aprendizagem, tendo em vista os conteúdos aplicados nessa etapa acadêmica.
Dessa maneira, a pesquisa visa apresentar propostas de jogos que contribuam para os docentes de Matemática que percebem dificuldades na mediação pedagógica do conhecimento dos educandos, de forma a encontrar estratégias que permitam uma aprendizagem efetiva por parte dos educandos e a transposição das dificuldades na aprendizagem dos conceitos matemáticos, estudados em sala de aula, tornando o processo de ensino-aprendizagem efetivo.
Para esta pesquisa foi empregada uma abordagem de cunho qualitativo, realizada a partir de uma revisão bibliográfica acerca da temática de construção do pensamento matemático por meio de jogos. Considerando-se alguns aspectos a respeito das dificuldades em aprendizagem matemática e o jogo como proposta de intervenção pedagógica, focaremos esta proposta no 6º até o 9º ano, ou seja, no Ensino Fundamental II.
Este trabalho está estruturado em três seções, que consistem na introdução, no desenvolvimento e na conclusão da temática. A parte que consiste no desenvolvimento da pesquisa possui subseções que aludem acerca dos problemas de aprendizagem em Matemática, percebidos na sala de aula e no uso de jogos como estratégia para o processo de ensino-aprendizagem dos educandos.
Método da pesquisa
Para a realização da pesquisa foi empregada a metodologia qualitativa, que, de acordo com Lüdke e André (1986, p. 18), é rica “em dados descritivos, tem um plano aberto e flexível e focaliza a realidade de forma complexa e contextualizada”. Assim, foi realizado o levantamento de dados e de informações a respeito da temática, a partir de uma revisão bibliográfica.
A revisão, por sua vez, buscou teóricos que dissertam a respeito da presença das dificuldades encontradas em sala de aula por educadores e educandos para a efetivação da aprendizagem matemática dentro do âmbito escolar e da inserção dos jogos, como proposta pedagógica da Matemática no Ensino Fundamental II.
Assim, esta pesquisa priorizou as publicações acadêmicas de artigos científicos, monografias e dissertações, assim como publicações em livros e revistas acadêmicas que reflitam e analisem propostas de intervenção pedagógicas ao processo de ensino-aprendizagem matemática, com foco na inserção de jogos para a compreensão dos conceitos matemáticos e da vivência prática dos conteúdos trabalhados em sala de aula.
Problemas para a aprendizagem da Matemática
Os símbolos numéricos e as representações matemáticas são percebidas cotidianamente na sociedade: nas relações humanas efetivadas, nas construções e nas disposições das cidades, nas vias urbanas e rurais, nas demarcações geográficas, nas relações interpessoais, nas comercializações, dentre tantas outras situações que englobam toda a complexidade das estruturas sociais.
Essa marcante disposição da Matemática em sociedade faz compreender o ensino da disciplina como um dos fatores que se apresentam prioritários na educação brasileira, fato comprovado pela carga horária dispensada a essa disciplina no Ensino Básico brasileiro, desde os anos iniciais do Fundamental até o último ano do Ensino Médio, uma vez que os conteúdos abordados na disciplina são vastos e complexos.
Além disso, percebe-se um quantitativo significativo de documentos oficiais que regem o processo de ensino-aprendizagem envolvendo a Matemática e teóricos que dissertam acerca da aprendizagem da Matemática, de suas dificuldades e das estratégias de ensino que possibilitam a construção pensamento matemático efetivo.
Entretanto, apesar da carga horária disponibilizada e dos teóricos que aludem à temática, a aprendizagem matemática ainda é um fator problemático que necessita de intervenções pedagógicas e de reestruturação no planejamento das atividades propostas aos alunos.
Isso implica afirmar que aprender Matemática, a princípio, pode não ser uma tarefa simples e fácil para a maioria dos educandos, podendo demandar tempo, dedicação e diferentes abordagens pedagógicas. Nas palavras de Masola e Allevato (2019, p. 56), “a dificuldade está relacionada a algo que ainda não dominamos; um obstáculo que, vencido, se pode eliminar ou ao menos minimizar, ou seja, em princípio, envolve questões de superação pessoal”.
Afinal, compreender os conceitos matemáticos e aprender a raciocinar matematicamente não depende unicamente de reconhecer números presentes em um enunciado ou saber valorá-los de forma correta. Pensar matematicamente consiste em ser capaz de estabelecer relações, pensar criticamente e tomar decisões com base nos dados disponibilizados.
Aprender a pensar matematicamente pode exigir dos educandos mais que simplesmente decifrar enunciados e realizar cálculos a partir de fórmulas pré-definidas e decoradas, o que implica em exigir que os educandos sejam capazes de pensar racionalmente, refletindo e compreendendo a respeito dos conceitos trabalhados em sala de aula e a respeito dos diversos fatores internos e externos ao educando e que podem se tornar um empecilho à tarefa.
Conhecer as causas das dificuldades da aprendizagem da matemática possibilita ao professor saber como agir ao se deparar com as situações adversas, que irão surgindo ao longo da trajetória escolar. Assim, com uma visão mais ampla acerca dos problemas no processo de aprendizagem, será capaz de esclarecer as dúvidas dos alunos com clareza e buscar novas metodologias a fim de suprir as suas necessidades (Zanella; Rocha, 2020, p. 28).
Ao professor, é imprescindível perceber as dificuldades dos educandos e em quais aspectos elas interferem e prejudicam o processo de aprendizado. Também, se essas dificuldades possuem uma causa cognitiva, social ou emocional, sendo capaz de buscar formas de saná-las ou diminuí-las.
Essas dificuldades podem estar relacionadas a deficiências cognitivas que impedem a abstração dos conceitos matemáticos, como a discalculia, transtorno que dificulta a realização de operações matemáticas, e à própria compreensão dos números que envolvem essa área do conhecimento, podendo surgir a partir da inserção da criança na vida escolar.
Ainda podem estar relacionadas a fatores externos que acabam por causar o desinteresse dos educandos na aprendizagem matemática, como problemas familiares, falta de motivação e desafios que instiguem a curiosidade e estimulem o educando e educadores desmotivados ou pouco envolvidos no processo de ensino-aprendizagem. Os fatores citados interferem diretamente no sucesso escolar do educando e devem ser uma constante no planejamento das atividades propostas em sala de aula pelo educador, tendo em vista que ele deve propiciar situações que instiguem o interesse dos educandos para uma efetiva aprendizagem matemática.
As práticas educativas nem sempre são permeadas por sucessos e aprovações. Muitas vezes, no decorrer do ensino, depara-se com problemas que “paralisam” os alunos no processo de aprendizagem, levando-os a serem rotulados como incapazes ou pouco dedicados. Por isso, é importante, que os envolvidos no processo educativo estejam atentos a essas dificuldades, observando se são momentâneas ou persistentes (Masola; Allevato, 2019, p. 57).
Os autores trazem uma reflexão interessante a respeito das problemáticas enfrentadas em sala de aula por educandos e educadores. De acordo com eles, “em Matemática, é possível constatar com frequência que os alunos utilizam, muitas vezes de maneira não consciente, procedimentos que são pouco eficazes” (Masola; Allevato, 2019, p. 60).
O jogo como estratégia de aprendizagem em Matemática
A inserção dos jogos no âmbito escolar pode propiciar o desenvolvimento de habilidades motoras e cognitivas, além de auxiliar no processo de aprendizagem da Matemática por permitir que os educandos compreendam os conceitos abstratos trabalhados em sala e os relacionem aos jogos, uma vez que esses jogos propiciam a resolução de problemas concretos.
De acordo com Moura (1999, p. 95),
o jogo na Educação Matemática parece justificar-se ao introduzir uma linguagem matemática que pouco a pouco será incorporada aos conceitos matemáticos formais, ao desenvolver a capacidade de lidar com informações e ao criar significados culturais para os conceitos matemáticos e estudo de novos conteúdos.
Fidelis et al. (2020, p. 3) aludem à existência de alguns aspectos que justificam a necessidade de incluir os jogos nas atividades ofertadas em sala de aula, pois há “o caráter lúdico, o desenvolvimento de técnicas intelectuais e a formação de relações sociais” (Fidelis et al., 2020, p. 3).
Assim, observamos que os jogos não são percebidos como formas de entretenimento ou distração para passar o tempo dos educandos. A inserção dos jogos deve estar diretamente relacionada aos conteúdos trabalhados, com objetivos bem definidos pelo educador, com momentos de intervenção estabelecidos para garantir que objetivos estejam sendo alcançados pelos educandos.
Para Massa e Ribas (2016, p. 6), “a utilização de novas estratégias de ensino, como os jogos oportuniza ao docente estabelecer uma postura pedagógica mais dinâmica, capaz de estimular a participação dos alunos, como também contribuir para a sua aprendizagem”.
Os autores ainda salientam que,
no ensino da Matemática, os jogos oportunizam momentos importantes de aprendizagem, levando os alunos a terem uma interação maior com os conteúdos, além de vivenciarem momentos que estimulam maior motivação para a interação com o saber matemático, fazendo com que a disciplina possa ser valorizada (Massa; Ribas, 2016, p. 10).
A partir da fala dos autores, compreendemos que inserir os jogos nas atividades ofertadas em sala de aula é de suma importância para trabalhar as dificuldades dos educandos dos conceitos matemáticos. Por serem atrativas e divertidas, as atividades instigam os educandos a perceberem os conceitos matemáticos em situações práticas, concretas e relacionadas ao cotidiano e à vivência deles.
Zanella e Rocha (2020) apresentam alguns exemplos de jogos que podem auxiliar o professor na intervenção pedagógica, diminuindo os impactos negativos ocasionados pela discalculia na aprendizagem matemática. Eles podem ser utilizados na fase do Ensino Fundamental II. Para os autores, esses jogos trabalham diferentes aspectos da capacidade intelectual do educando, sendo aliados da construção do conhecimento matemático:
- Tangram: possibilita fazer milhares de combinações, estimulando o lado imaginário e de inteligência; podem-se criar figuras novas, engrandecendo o acervo presente.
- Jogo do dominó: visa estimular a associabilidade e desenvolver a percepção do método de numeração e aumentar a noção da sequência de contagem.
- Jogo dos cubos e das garrafas: pede-se para que separem as garrafas menores das maiores; fazendo comparações, distinguem a noção de grande e pequeno.
- Jogo das garrafas coloridas: estimula a contagem e a coordenação motora pois seu objetivo é ter noções de tamanho (maior/menor).
- Botões matemáticos: busca desenvolver a coordenação motora e orientação espacial, desenvolvendo a habilidade de compreender o sistema numérico (Zanella; Rocha, 2020, p. 32).
Observamos que há uma gama de jogos que podem ser utilizados para auxiliar na aprendizagem dos conceitos matemáticos, englobando diferentes aspectos da intelectualidade dos educandos e trabalhando desde conceitos geométricos até conceitos aritméticos, presentes na Matemática. Esses jogos podem ser utilizados para sanar dificuldades fundamentais de educandos com discalculia.
Da mesma forma, os jogos podem ser utilizados para auxiliar os educandos que apresentam distúrbios cognitivos e encontram dificuldades em compreender alguns conceitos matemáticos trabalhados em sala de aula. Eles podem ser utilizados em várias etapas do ensino escolar e modificados ou aprimorados de acordo com o objetivo almejado pelo educador.
Os jogos nas aulas de Matemática auxiliam no ensino-aprendizagem dos alunos, mostrando um significado entre o jogar e aprender, tendo uma ligação com a compreensão do sentido e da relação com objetos e acontecimentos que resulta na conexão com as outras disciplinas e com os temas matemáticos. Usar os jogos no ensino de matemática é fazer com que os adolescentes aprendam de uma maneira diferenciada o conteúdo, despertando o interesse do aluno. O ensino-aprendizagem de Matemática através dos jogos torna mais significativa por meio de investigação estimulando a curiosidade do aluno, raciocínio lógico, concentração (Fidelis et al., 2020, p. 6).
Assim, percebemos que há inúmeras razões que justificam a utilização dos jogos em sala de aula na aprendizagem matemática, não havendo, portanto, justificativas que impeçam o professor de utilizar essa ferramenta como estratégia de ensino, ao buscar meios de incentivar os educandos na abstração dos conceitos matemáticos. Não existem contra indicações conhecidas para a utilização dos jogos como ferramenta educativa em qualquer etapa escolar do educando.
Como pondera Moura (1999, p. 89),
o jogo será conteúdo assumido com a finalidade de desenvolver atividades de resolução de problemas, possibilitando ao aluno a oportunidade de estabelecer planos de ação para atingir determinados objetivos, executar jogadas segundo este plano e avaliar a sua eficácia nos resultados obtidos.
Com base nas falas dos autores citados, fica claro que o jogo é uma estratégia muito útil para auxiliar os educandos na aprendizagem matemática: na abstração dos conceitos e na resolução de situações problemas que permitam associar a teoria estudada com a prática cotidiana. Esses aprendizados possibilitam a aprendizagem a partir de tentativas e erros, fazendo com que o educando pense estrategicamente e observe os resultados que suas jogadas propiciam.
Conclusão
A aprendizagem matemática tem a pretensão de contribuir para o exercício da cidadania e da autonomia dos educandos, uma vez que a Matemática está presente na sociedade e pode ser percebida no cotidiano das relações humanas, desde a utilização dos símbolos numéricos para a numeração e diferenciação das habitações, estradas entre outros até a utilização de cálculos geométricos e aritméticos para a construção civil, fins militares e afins.
O uso dos jogos, como ferramenta lúdica para o ensino-aprendizagem da Matemática, pode ser percebido como estratégia docente de intervenção para sanar ou diminuir dificuldades apresentadas pelos educandos em relação à compreensão dos conceitos estudados nessa área do conhecimento, no âmbito escolar.
Os jogos fazem parte da realidade dos educandos. Eles estão presentes em sua vivência e nas suas experiências compartilhadas com seus colegas, amigos e familiares. Os jogos permitem que partam de uma situação já conhecida e a utilizem como forma de abstrair conceitos matemáticos trabalhados em sala de aula pelo professor. Isso aproxima a Matemática da realidade dos alunos, tornando-a tangível e concreta.
Assim, o jogo é uma ferramenta importante para o fazer pedagógico, pois contribui pra o desenvolvimento cognitivo dos educandos, bem como para o desenvolvimento da motricidade e das noções de espaço, lateralidade, temporalidade, dentre outras que fazem parte do desenvolvimento pleno do educando.
Os jogos contribuem, portanto, para incentivar os educandos na realização das atividades, aprimorando o seu raciocínio lógico, como um desafio instigante na busca de soluções de problemas. Essas soluções são realizadas pelos próprios educandos, a partir de suas próprias observações e escolhas de estratégias e ações.
Para que se cumpra o papel educativo dos jogos, eles devem ser utilizados com a observação de alguns aspectos pelo educador. Deve-se pensar em um planejamento adequado, em objetivos predefinidos, traçados de acordo com os jogos, e em temáticas utilizadas em sala. Isso permitirá que os educandos realizem as associações necessárias entre os jogos e os conceitos matemáticos trabalhados.
Referências
FIDELIS, J. A. F.; SILVA, L. W. F.; MOTA, M. G. S.; OLIVEIRA, M. F. G. O uso dos jogos nas aulas de Matemática. VII CONEDU: CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. 2020. Disponível em https://editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2020/TRABALHO_EV140_MD1_SA13_ID6053_01092020171916.pdf. Acesso em: 5 set. 2023.
LÜDKE, Menga; ANDRÉ, Marli E. D. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
MASOLA, W.; ALLEVATO, N. Dificuldades de aprendizagem matemática: algumas reflexões. Educação Matemática em Debate, Montes Claros, v. 3, n° 7, p. 52–67, 2019. DOI: 10.24116/emd.v3n7a03. Disponível em: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/emd/article/view/78. Acesso em: 4 set. 2023.
MASSA, L. S.; RIBAS, D. Uso de jogos no ensino de Matemática. Cadernos PDE, Curitiba, v. I, 2016. Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2016/2016_artigo_mat_unicentro_deucleiaribas.pdf. Acesso em: 8 set. 2023.
MOURA, Manoel Oriosvaldo de. A séria busca no jogo: do lúdico na Matemática. In: KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, 1999.
ZANELLA, A. C. S; ROCHA, F. S. M. Dificuldades na aprendizagem matemática. Caderno Intersaberes, v. 9, n° 22, 2020. Disponível em: https://www.cadernosuninter.com/index.php/intersaberes/article/view/1646. Acesso em: 05 set. 2023.
Publicado em 02 de abril de 2025
Como citar este artigo (ABNT)
SILVA, Maria Aparecida da. A construção do pensamento matemático pelos jogos. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 25, nº 12, 2 de abril de 2025. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/25/12/a-construcao-do-pensamento-matematico-pelos-jogos
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