A contação de histórias combinada aos princípios do Desenho Universal para Aprendizagem: uma prática inclusiva na Educação Infantil

Leociléa Aparecida Vieira

Doutora em Educação, docente na Universidade Estadual do Paraná

Gabrielli Fernanda dos Santos Chagas

Graduanda em Pedagogia (Universidade Estadual do Paraná)

A prática de contar histórias é muito antiga, sendo utilizada principalmente para compartilhar vivências reais ou fictícias, transmitir valores, saberes e tradições. De acordo com Cardoso e Faria (2016), na Educação Infantil, as histórias têm o potencial de estimular o imaginário, despertar a curiosidade, desenvolver a reflexão e o pensamento crítico, proporcionar a construção de memórias afetivas, momentos de aprendizagem e de diversão, favorecer o encontro com diversas emoções e auxiliar a criança a mapear seus sentimentos e solucionar conflitos internos. Também contribuem para o processo de socialização, sendo uma importante ferramenta no incentivo à leitura, na ampliação do vocabulário, no trabalho da memória e da atenção, no despertar da sensibilidade e na colaboração para a formação ética. Assim, incluir a contação de histórias na rotina da sala de aula impacta positivamente o desenvolvimento dos alunos, uma vez que a ludicidade enriquece as práticas pedagógicas.

Contudo, para que essas contribuições aconteçam de forma efetiva, é preciso, antes, romper as barreiras da inclusão, permitindo que as histórias e seus potenciais cheguem a todos. Desde a década de 1990, o Brasil tem progredido nas discussões sobre a educação inclusiva. Com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) nº 9.394/96, estabeleceu-se a educação para todos como um direito, independente das condições físicas, psicológicas, sociais ou culturais (Brasil, 1996). Costa (2023) aponta que essa lei é um marco na luta por uma educação inclusiva no Brasil, pois, a partir dela, foram criadas diversas políticas públicas para garantir a inclusão de alunos com deficiência. Entretanto, os caminhos para a realização plena da Educação Inclusiva ainda são longos e enfrentam diversos obstáculos.

Diante desse cenário, a contação de histórias se apresenta como uma prática potente para auxiliar o processo de inclusão em sala de aula, especialmente quando combinada aos princípios do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA), que busca minimizar as barreiras da inclusão na educação. Por meio de histórias que representem a diversidade e a pluralidade humana, combinadas com estratégias práticas de acessibilidade, a contação de histórias revela um grande potencial como prática inclusiva na Educação Infantil.

Este texto, caracterizado como uma pesquisa bibliográfica, busca na literatura pertinente refletir sobre o Desenho Universal para Aprendizagem, seus princípios e suas diretrizes norteadoras; a importância da contação de histórias e do lúdico para o desenvolvimento das crianças; e as potencialidades e as possibilidades do DUA quando combinado com as histórias na Educação Infantil, visando garantir práticas educativas efetivamente inclusivas.

Desenho Universal para Aprendizagem: significados

Transformar escolas de ensino regular em espaços inclusivos tem sido um grande desafio para aqueles que pensam e fazem a educação em suas práticas diárias. Frente a isso, em 1999, surgiu nos Estados Unidos o conceito de Universal Design for Learning (UDL), traduzido no Brasil como Desenho Universal para Aprendizagem (DUA). Esse conceito tem como objetivo elaborar ações que possam garantir acessibilidade efetiva, ou seja, estratégias para um aprendizado que supere as barreiras da inclusão (Zerbato; Mendes, 2018).

De acordo com Zerbato e Mendes (2018), o DUA foi desenvolvido pelo Center for Applied Special Technology (CAST), por David Rose, Anne Meyer e outros pesquisadores apoiados pelo Departamento de Educação dos Estados Unidos. Inspirado pelo conceito de design universal, que visa projetar espaços públicos acessíveis a todos, o DUA busca práticas educacionais que atendam a todos os alunos, independentemente de possuírem algum tipo de deficiência, rompendo tanto barreiras físicas quanto pedagógicas.

O fato de um estudante com deficiência estar matriculado no ensino regular não significa inclusão; é necessário dispor de recursos capazes de atender todas as necessidades. Em contextos de diversidade nas escolas, é necessário contar com um currículo que atenda a todos de maneira igualitária, utilizando diferentes recursos. Para isso, o DUA utiliza formas e recursos diversos na construção da aprendizagem, sejam elas baseadas em linguagem, símbolos, expressão ou outras. “Trata-se, portanto, de uma abordagem curricular que procura reduzir os fatores de natureza pedagógica que poderão dificultar o processo de ensino-aprendizagem, assegurando assim o acesso, a participação e o sucesso de todos os alunos” (Nunes; Madureira, 2015, p. 131).

Segundo Jeremias, Góes e Haracemiv (2021), são três os princípios que estabelecem as metas de aprendizagem no DUA:

  • Engajamento: fornece opções para incentivar o interesse, manter o esforço, a persistência e a autorregulação;
  • Representação: oferece opções para percepção, idiomas, símbolos e compreensão, objetivando alunos engenhosos e experientes;
  • Ação e Expressão: disponibiliza opções para ação física, expressão, comunicação e funções executivas.

Sebastián-Heredero (2020) aprofunda os princípios da seguinte maneira:

  • Princípio I (Proporcionar modos múltiplos de apresentação): Este princípio considera que os alunos possuem diferentes formas de perceber e de compreender informações, o que pode ser influenciado por deficiências sensoriais, dificuldades de aprendizagem, origens linguísticas e culturais, entre outros fatores. Alguns aprendem melhor por meio de recursos visuais ou auditivos do que pelo texto impresso. Assim, a aprendizagem e a transferência do conhecimento são facilitadas quando diversas formas de apresentação são utilizadas. Portanto, é essencial oferecer múltiplos modos de apresentação de conteúdo para atender às variadas necessidades dos alunos. As diretrizes relacionadas a esse princípio incluem: oferecer diferentes opções para a percepção, fornecer várias opções para linguagem, expressões matemáticas e símbolos, e disponibilizar alternativas para compreender e entender os conteúdos.
  • Princípio II (Proporcionar modos múltiplos de ação e expressão): Os alunos possuem formas distintas de buscar o conhecimento e de expressar o que já sabem. Esses aspectos podem ser influenciados por condições diversas, como paralisia cerebral, transtornos da função executiva e dificuldades de comunicação. Cada estudante se expressa melhor de uma maneira específica. A ação e a expressão requerem estratégias diversas, práticas e organização, pois não há um modelo único ideal para todos. Dessa forma, é importante promover opções variadas para a expressão do conhecimento, considerando a diversidade dos alunos. As diretrizes deste princípio são: fornecer opções para a interação física, proporcionar alternativas para a expressão e a comunicação, e oferecer opções para o desenvolvimento das funções executivas.
  • Princípio III (Proporcionar modos múltiplos de implicação, engajamento e envolvimento): A afetividade e as emoções desempenham papel importante na aprendizagem, e os alunos variam quanto à motivação para aprender. Diversos fatores, como aspectos neurológicos, culturais, interesses pessoais e conhecimentos prévios, influenciam essa variabilidade. Alguns alunos se interessam espontaneamente por novidades, enquanto outros preferem atividades rotineiras e podem se sentir desconfortáveis com mudanças. Além disso, as preferências por trabalho individual ou em grupo também diferem. Por isso, não existe um método único que seja ideal para todos os alunos em todos os contextos. Assim, é fundamental oferecer diferentes formas de envolvimento e de motivação. As diretrizes relacionadas incluem: proporcionar opções para promover o interesse dos estudantes, oferecer alternativas para manter o esforço e a persistência, e disponibilizar opções para a autorregulação.

A arte de contar histórias

Contar histórias é uma prática ancestral, ligada ao surgimento do homem, e é considerada parte da cultura humana que antecede o desenvolvimento da escrita. A humanidade encontrou nas histórias uma forma de compartilhar vivências reais e fictícias, tradições, costumes, valores e saberes que contribuem para a formação humana, sendo parte fundamental do processo educativo de diferentes culturas (Mateus et al., 2013).

A contação de histórias atua diretamente no imaginário das crianças. Por isso, é importante que o contador consiga cativar o ouvinte por meio da ambientação, da sonorização e dos adereços, proporcionando um momento mágico que desperte emoções, curiosidade e encantamento. Abramovich (1997, p. 37) menciona que “a capacidade de imaginar permite que o ser humano crie uma habilidade de entendimento e compreensão de histórias ficcionais, pois nossa vida apenas é entendida dentro de narrativas. As histórias nos transmitem informações e abrangem nossas emoções”. A autora ainda comenta:

Se é importante para o bebê ouvir a voz amada e para a criança pequenina escutar uma narrativa curta, simples, repetitiva, cheia de humor e de calidez (numa relação a dois), para a criança de pré-escola ouvir histórias também é fundamental (agora numa relação a muitos: um adulto e várias crianças) (Abramovich, 1997, p. 22).

Percebe-se, assim, a importância de contar histórias para crianças, pois, além de formar leitores, desperta a criatividade e estimula o imaginário para a solução das várias complexidades do mundo infantil.

As histórias infantis adentram no campo dos sentimentos e das vivências no decorrer do desenvolvimento da criança. Desde muito cedo, ela é capaz de fazer sua própria leitura de mundo por meio do olhar, do toque, do ouvir e do sentir, sendo letrada antes mesmo de se apropriar da leitura escrita. Freire (2003) reforça essa ideia ao afirmar: “a leitura de mundo antecede à da palavra, ou seja, o ser humano é capaz de fazer interpretações das situações cotidianas antes mesmo de saber ler”.

No ambiente escolar, a contação de histórias é um momento lúdico. Niles e Socha (2014) enfatizam que a ludicidade favorece o desenvolvimento humano, estimula a estruturação afetivo-cognitiva da criança, promove a socialização criativa do jovem e mantém o espírito de realização do adulto. Dessa forma, atividades lúdicas na escola proporcionam uma aprendizagem diferenciada, permitindo à criança aprender brincando. O universo lúdico estimula as crianças a brincarem, resgatando a alegria de experimentar, de descobrir e de criar.

Abramovich (1997, p. 24) descreve:

Ouvir histórias é viver um momento de gostosura, de prazer, de divertimento dos melhores…É encantamento, maravilhamento, sedução […] O livro da criança que ainda não lê é a história contada. E ela é (ou pode ser) ampliadora de referências, poetura colocada, inquietura provocada, emoção deflagrada, suspense a ser resolvido, torcida desenfreada, saudades sentidas, lembranças ressuscitadas, caminhos novos apontados, sorriso gargalhando, belezuras desfrutadas, e as mil maravilhas mais que uma boa história provoca (Abramovich, 1997, p. 24).

É importante ressaltar que o lúdico na Educação Infantil não deve ser apenas um passatempo, mas um instrumento para desenvolver a intelectualidade, a autoconfiança, a exploração, a curiosidade, o raciocínio, a emoção e a psicomotricidade da criança. O ambiente lúdico é um espaço potente que acolhe a espontaneidade do estudante, possibilitando que ele seja criativo, espontâneo e se sinta seguro em busca de seu próprio ser.

Vygotsky (2007) defende que a imaginação surge originalmente da ação. Assim, é possível compreender que o brincar auxilia a criança no processo de aprendizagem. Brincar proporciona situações imaginárias que favorecem o desenvolvimento cognitivo e a interação entre crianças, contribuindo para seu crescimento.

Desse modo, dentro da sala de aula, a contação de histórias proporciona divertimento, socialização, aprendizagem e desenvolvimento. Busatto (2006, p. 74) aponta:

A intenção de inserir história no contexto escolar é de propiciar cultura, conhecimento, princípios, valores, educação, ética… […] Isto tudo é possível com uma história contada com muita arte, que será fundamental para uma vida feliz e saudável, e para o fortalecimento das crianças na sociedade e inibir a violência, contribuindo diretamente para a formação do caráter e da personalidade e indiretamente para a sobrevivência do homem.

No momento da contação de histórias, as emoções da criança são despertadas, permitindo que ela expresse suas reflexões, suas dúvidas e seus questionamentos sobre o que viu ou ouviu, o que favorece a construção do pensamento crítico por meio da interação.

A contação de histórias alinhadas ao Desenho Universal para Aprendizagem

Para Nascimento e Nascimento (2021), a Educação Inclusiva precisa ser abordada desde a Educação Infantil, aproveitando essa fase de descobertas para ensinar aos alunos a importância de acolher a diversidade. Nesse contexto, a contação de histórias tem o potencial de ser uma forma prazerosa de promover a inclusão, principalmente quando os professores utilizam estratégias criativas e multidisciplinares para atender às necessidades individuais dos alunos, permitindo o desenvolvimento de competências específicas em cada fase da formação.

Os autores enfatizam que, para incluir crianças com diferentes tipos de necessidades durante a contação de histórias, o professor precisa dominar diversas técnicas que tornem esse momento prazeroso e acolhedor para todos. Isso pode incluir o uso de recursos variados, como livros ilustrados, teatro de bonecos, fantoches, histórias orais, entre outros. A ludicidade desempenha um papel fundamental, facilitando o entendimento e a compreensão e permitindo que todos os alunos participem plenamente.

Contar histórias é uma prática sensível, que depende de vários fatores para atingir seu potencial máximo. Embora não exista um manual definitivo para ser um bom contador de histórias, é possível seguir práticas que tornam essa arte incrível e potente. Malacarne e Malacarne (2016) destacam algumas estratégias que fazem diferença:

  • Selecionar uma boa história: apresentar histórias diversas que permitam reflexão e despertem interesse;
  • Apropriação da história: ler e reler a história várias vezes antes de contá-la, para conhecer detalhes e transmitir emoções com entonação adequada, gestos e olhares, para poder oferecer uma experiência ainda melhor;
  • Ambientação: criar um espaço acolhedor e acessível, fazendo com que o ouvinte se sinta confortável e conectado ao contador;
  • Ludicidade: utilizar adereços cênicos (fantoches, bonecos, marionetes, livros e ilustrações), instrumentos musicais ou objetos do cotidiano (meias, cabo de vassoura, novelos de lã, fitas, entre outros).

Essas práticas se alinham aos princípios do Desenho Universal para Aprendizagem. Sebastián-Heredero (2020) explica que o Princípio I (proporcionar modos múltiplos de apresentação) pode ser aplicado ao uso da ludicidade com estímulos sensoriais variados, como fantoches, bonecos, instrumentos musicais e objetos cotidianos. Esses recursos ilustram a história e promovem a inclusão ao engajar diferentes sentidos, como visão, audição e tato.

As histórias auxiliam no processo de socialização, atuam como uma importante ferramenta no incentivo à leitura, ampliam o vocabulário, trabalham a memória e a atenção, despertam a sensibilidade e colaboram para a formação ética. Esses pontos se alinham ao Princípio II (proporcionar modos múltiplos de ação e expressão). Sebastián-Heredero (2020, p. 755), ao comentar sobre a Diretriz 5 do segundo princípio, menciona que: “é importante proporcionar modalidades alternativas para se expressar, tanto no nível da interação entre colegas quanto para permitir que o estudante expresse adequadamente (ou facilmente) seus conhecimentos, ideias e conceitos no ambiente de aprendizagem”. Sendo assim, o momento da contação de histórias pode ser um incentivador da participação das crianças, possibilitando que se expressem de diferentes formas e contemplando a todos de maneira integral.

Já no Princípio III (proporcionar modos múltiplos de implicação, engajamento e envolvimento), o aspecto afetivo é essencial na aprendizagem, influenciando a motivação e o envolvimento dos alunos, que apresentam variabilidades. Essas diferenças podem ser atribuídas a diversas causas, como fatores neurológicos, culturais, pessoais e experiências anteriores. Assim, enquanto alguns são motivados pela novidade e pela espontaneidade, outros preferem ambientes rotineiros e previsíveis. Contar e ouvir histórias proporciona a construção de memórias afetivas, momentos de aprendizagem e de diversão, possibilita o encontro com diversas emoções, a capacidade de mapear sentimentos e a resolução de conflitos internos, práticas essas que também se alinham às diretrizes desse terceiro princípio.

Conclusão

A presente pesquisa revelou que, na Educação Infantil, a contação de histórias desempenha papel fundamental, indo além do simples entretenimento das crianças. Contar histórias é uma prática potente que estimula a imaginação, desenvolve habilidades linguísticas, promove valores e auxilia no processo de aprendizagem e de socialização. O encontro com diferentes narrativas possibilita às crianças a expansão do vocabulário, a compreensão da estrutura das histórias e o desenvolvimento da reflexão e do pensamento crítico. Além disso, as histórias proporcionam um espaço seguro para explorar emoções complexas, auxiliando as crianças a compreender e lidar com seus diferentes sentimentos.

Para que todos esses benefícios sejam alcançados, é essencial que essa prática seja acessível e inclusiva, contemplando todas as crianças a quem se destina. Isso demanda esforços para minimizar as barreiras da inclusão, por meio da exploração de diferentes recursos, materiais, estímulos e estratégias. Nesse contexto, o Desenho Universal para Aprendizagem apresenta três princípios norteadores que favorecem o processo de inclusão.

Conclui-se, portanto, que a contação de histórias, quando alinhada aos princípios norteadores do DUA, torna-se uma prática enriquecedora e potente para a Educação Infantil. Ressalta-se, ainda, a necessidade da atuação de professores e de educadores comprometidos com uma educação efetivamente inclusiva.

Referências

ABRAMOVICH, Fanny. Literatura infantil: gostosuras e bobices. 4ª ed. São Paulo: Scipione, 1997.

BRASIL. Congresso Nacional. Lei Federal n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União, Brasília, 23 dez. 1996.

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MALACARNE, Fernanda; MALACARNE, Nelci Terezinha. A arte de contar histórias nos anos iniciais: o que diz a produção nacional? 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) – Universidade Federal da Fronteira Sul, Chapecó, 2016.

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SEBASTIÁN-HEREDERO, Eladio. Diretrizes para o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA). Revista Brasileira de Educação Especial, São Paulo, v. 26, nº 4, p. 733-768, 2020.

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ZERBATO, Ana Paula; MENDES, Enicéia Gonçalves. Desenho Universal para a Aprendizagem como estratégia de inclusão escolar. Educação Unisinos, São Leopoldo, v. 22, nº 2, p. 147-155, 2018.

Publicado em 05 de fevereiro de 2025

Como citar este artigo (ABNT)

VIEIRA, Leociléa Aparecida; CHAGAS, Gabrielli Fernanda dos Santos. A contação de histórias combinada aos princípios do Desenho Universal para Aprendizagem: uma prática inclusiva na Educação Infantil. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 25, nº 5, 5 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/25/5/a-contacao-de-historias-combinada-aos-principios-do-desenho-universal-para-aprendizagem-uma-pratica-inclusiva-na-educacao-infantil

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