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O ciúme e a chapa fotográfica: como não acreditar nisso?

Ulysses Maciel

Doutorando em Literatura Comparada (Uerj), com mestrado sobre literatura e fotografia

Machado 100

O ciúme, seja para o ciumento, seja para o observador externo da relação ciumenta, expressa-se através de um discurso que se estrutura segundo regras que buscam convencer o ciumento de que ele está sendo traído, embora seu desejo seja de negar . Na literatura, como é o caso de Dom Casmurro, o ciúme se constitui como dúvida, em traduções confusas de metáforas ou mesmo numa prova quase fotográfica. Sob esse ponto de vista, a narrativa de Machado de Assis desenvolve-se em duas camadas, ambas estruturadas segundo uma estratégia de convencimento baseada no double bind (um duplo vínculo).

Na primeira delas, a camada literal, situam-se os personagens Bentinho e Capitu, protagonistas de uma relação amorosa e ciumenta, mas também Dona Glória, mãe do primeiro, e José Dias, agregado que vive na casa deles. Posteriormente, Escobar entrará em cena, a fim de fechar o triângulo amoroso.

A outra camada escapa dessa superfície literal, que aparentemente é bem resolvida pela condenação de Capitu como adúltera. Nessa segunda camada, também o leitor é envolvido no duplo vínculo, num jogo de traduções nada conclusivas de sinais metafóricos, mas que vivenciam uma performance de impossibilidade tradutória, que constituirá o prazer do texto machadiano. Nessa camada, o personagem Escobar causará a unificação da personagem Capitu, antes dividida em literalidade e significado - o nome próprio e a metáfora -, como mulher.

O conceito de double bind foi criado por Gregory Bateson (1904-1980), antropólogo, sociólogo e linguísta britânico, a fim de dar conta dos sintomas da esquizofrenia de um ponto de vista não-biológico. Neste artigo, as ideias sobre o double bind foram apropriadas a partir da interpretação que o antropólogo italiano Massimo Canevacci faz delas (2001). Canevacci cita Bateson, ao mesmo tempo que define sua interpretação particular do conceito:

A função fraca do ego de um esquizofrênico não possui aquele processo de separação entre formas comunicativas dentro do eu, ou seja, entre o eu e os outros (Bateson, 1976, p. 248); esse apego ao ego é direcionado contra o emprego daqueles sinais que identificam as mensagens, isto é, contra aqueles sinais sem os quais o ego não se arrisca a diferenciar os fatos da fantasia, ou o literal do metafórico. Ora, é preciso ter em mente que existem níveis fracos de esquizofrenia que, pode-se dizer, estão presentes em toda pessoa normal (2001, p. 44).

Não sendo o propósito deste artigo enveredar por uma análise psicanalítica de Dom Casmurro, mas sim apontar o prazer advindo da leitura do texto que envolve o leitor com a dúvida insolúvel - ou não haveria o ciúme -, será feito um desvio dos conceitos científicos para uma análise do discurso retórico sobre o ciúme contido na literatura .

O ponto de partida desse desvio será traçar um paralelo entre o ciúme em Machado e o ciúme em Marcel Proust, levando em conta que, no segundo, ao invés de uma estrutura de duplo vínculo, está presente um conceito estético da relação amorosa.

O aprofundamento da questão acerca da inibição, pelo duplo vínculo, da tradutibilidade entre a metáfora e o nome próprio - entre "olhos de ressaca" e "Capitu" - será feito a partir dos conceitos de Derrida (1987).

Dom Casmurro e o duplo vínculo

Massimo Canevacci amplia o sentido do double bind para além da sua definição original, dada por Gregory Bateson em relação à esquizofrenia:

o próprio Bateson sustenta que o duplo vínculo pode ser aplicado a fenômenos diferentes, como o humor, que contém sempre o salto entre diferentes tipos lógicos ( por exemplo, o sentido metafórico torna-se literal e vice-versa ); o jogo, que confunde, une e publiciza módulos agressivos e módulos lúdicos, que somente o contexto [...] pode fazer selecionar como pertencendo ao primeiro ou ao segundo gênero (2001, p. 47).

Ler a fala de Capitu é, tanto para Bentinho quanto para o leitor, ter de optar por ver ou não ver, por simplesmente ver ou por ler segundo o contexto. É como se Machado de Assis envolvesse o leitor num double bind: Capitu é dissimulada e inconstante (= "olhos de ressaca"). Se a " cara leitora" a acha sincera porque ela se mostra terna (= o agregado é mesmo dado a superlativos, é exagerado), Machado de Assis mostra os momentos em que "Capitu terna" pode ser uma falsa leitura (= Bentinho é ingênuo ). Se o "caro leitor" entende que a moça é dissimulada, o autor mostra-a cuidando angelicalmente de uma mulher doente .

Segundo Canevacci, a decodificação do que seria metafórico e do que seria literal, dependendo do contexto, necessita do uso de uma metalinguagem, ou seja, de um sentido que comunique sobre a comunicação. Quando a metalinguagem não é interpretada corretamente, pode-se chorar quando seria para rir ou vice-versa. O que se nota em Dom Casmurro é que a ironia machadiana cumpre a função de contexto, conduzindo o leitor a aplicar a metalinguagem à letra do texto, a fim de interpretar os discursos segundo sinais.

Por outro lado, a incapacidade de Bentinho, preso ao duplo vínculo, de jogar o jogo da interpretação, fica patente na passagem em que ele e Capitu são flagrados pelo pai dela, que pergunta se eles estavam "jogando o ciso". Capitu diz que estavam, mas que Bentinho sempre ri. E pergunta : "Papai quer ver ?", fitando em Bentinho os olhos sérios. O menino, porém, não consegue rir :

E séria, fitou em mim os olhos, convidando-me ao jogo . O susto é naturalmente sério ; eu estava ainda sob a ação do que trouxe a entrada de Pádua, e não fui capaz de rir, por mais que devesse fazê-lo, para legitimar a resposta de Capitu. Esta, cansada de esperar, desviou o rosto, dizendo que não ria daquela vez por estar ao pé do pai . E nem assim ri (Assis, 2004, p. 32).

Dessa forma, primeiramente o leitor é levado a evitar impor ao cândido Bentinho o desconforto de amar uma mulher determinada, determinação traduzida pelo agregado José Dias como " dissimulação ". Então o leitor se depara com a forma irônica com que Machado contrasta o discurso desculposo de Capitu e o discurso ingênuo de Bentinho, como no diálogo entre os dois :

[Capitu] - Medroso!
[ Bentinho ] - Eu ? Mas...
[Capitu] - Não é nada, Bentinho . Pois quem é que há de dar pancada ou prender você? Desculpe que eu estou meio maluca; quero brincar e...
[Bentinho] - Não, Capitu; você não está brincando [...].
[Capitu] - Tem razão, foi só maluquice; até logo.
[Bentinho]  - Como até logo?
[Capitu] - Está-me voltando a dor de cabeça; vou botar umas rodelas de limão nas fontes (Assis, 2004, p. 72).

A apresentação irônica desse contraste entre as falas faz o leitor voltar-se com alívio - ao mesmo tempo que reconhece a supremacia do raciocínio de Capitu sobre o de Bentinho - para a positividade da postura de Capitu, que toma as iniciativas para o bom encaminhamento da trama e o bom desfecho do romance entre os dois, ou seja, Capitu empenha-se mais do que Bentinho para o desfecho do final feliz, que é o desejo do leitor do século XIX, ironizado por Machado de Assis. Paralelamente, a presença positiva de Capitu insere na trama uma outra oposição, a dela e de José Dias, pois aponta o reconhecimento do perigo que ela pode representar para a ambição de poder deste, o que o leva a intrigá-la com D. Glória.

A esse respeito, pode ser apontada a eficácia dos planos de Capitu. Ao ser cientificada por Bentinho de que Dona Glória pretende efetivamente mandá-lo para o seminário, Capitu no princípio tem uma reação contra a mãe do rapaz. Momentos depois, entretanto, cai em si e traça um plano para Bentinho lidar com José Dias, embora Bentinho argumente que foi justamente José Dias que lembrara a D. Glória a promessa do seminário:

- Não importa, continuou Capitu; [José Dias ] dirá agora outra coisa . Ele gosta muito de você . Não lhe fale acanhado . Tudo é que você não tenha medo, mostre que há de vir a ser dono da casa, mostre que quer e que pode. Dê-lhe bem a entender que não é favor . Faça-lhe também elogios ; ele gosta de ser elogiado. D. Glória presta-lhe atenção ; mas o principal não é isso ; é que ele, tendo de servir a você, falará com muito mais calor que outra pessoa (Assis, 2004, p. 38).

O resultado dessa argumentação capituliana aparece algumas páginas adiante, no capítulo XXVI, depois que Bentinho desfere em José Dias a retórica prescrita. José Dias cede:

- É tarde, disse ele [José Dias ]; mas, para lhe provar que não há falta de vontade, irei falar a sua mãe . Não prometo vencer, mas lutar ; trabalharei com alma . Deveras, não quer ser padre ? As leis são belas, meu querido ... Pode ir a São Paulo, a Pernambuco, ou ainda mais longe . Há boas universidades por esse mundo fora . Vá para as leis, se tal é a sua vocação .

Mais adiante, José Dias muda até mesmo de opinião a respeito de Capitu. Quando, por fim, Bentinho retorna de São Paulo com o diploma de advogado, o agregado defende o casamento entre os dois e elogia Capitu, chamando-a de "anjíssimo" e que os olhos dela eram "pensativos" (capítulo C).

A questão retórica está contida o tempo todo em Dom Casmurro, nas eficazes argumentações de Capitu, nas falas do agregado que cunhou a expressão "olhos de cigana oblíqua e dissimulada" e que usa muitas vezes os superlativos, ou seja, exagera nos significados, atribui significados exagerados ao que diz, por meio de um recurso sonoro, um sufixo: -íssimo.

O ciúme proustiano

O amor de Bentinho por Capitu aproxima-se do modelo amoroso dele por Dona Glória ou do que fora vivido outrora pelos pais, atestado no momento em que a narrativa passa pelas fotografias na parede, "fotografias instantâneas da felicidade" (Assis, 2004, p. 22); ou seja, um enredo literário em que não cabe a dúvida e, portanto, não cabe o ciúme. Bentinho encontra-se preso ao duplo vínculo infligido a ele por sua mãe, o que indica que nele a "função fraca do ego", como afirma Canevacci, não é capaz de distinguir as formas comunicativas dentro do eu, ou seja, entre o eu e os outros. Em seguida, o mesmo autor detalha o funcionamento desse processo de perda da função do ego:

Os " atores " presentes devem ser pelo menos dois : aquele que Bateson chama de vítima - por uma questão de clareza e simplicidade de definição - e a mãe que "inflige" o duplo vínculo, geralmente sozinha, mas algumas vezes também com o pai ou os irmãos . Nesse contexto, a mãe [...] expressa, simultaneamente duas categorias de mensagens contraditórias entre si, que oscilam entre um comportamento hostil, ["vou tratar de metê-lo no seminário o quanto antes " (Assis, 2004, p. 4)] ou de aceitação, que é estimulado a cada vez que a criança se aproxima dela; e um afeto simulado, ou um comportamento cativante [na imaginação de Bentinho e na letra do texto machadiano : "Quero, meu filho . Sua Majestade manda ." (Assis, 2004, p. 49)], expresso quando a criança reage ao comportamento materno hostil e que é uma falsa negação (Canevacci, 2001, p. 45).

A esse respeito, comparando os modelos de amor presentes nas obras de Machado de Assis e de Marcel Proust à luz das palavras de Nicolas Grimaldi (1994), atinge-se uma linha de investigação que iniciará o estabelecimento do que seria essa retórica do ciúme. Depois de afirmar que a palavra "amor" é a mais empregada por Proust, aquele autor pergunta de que amor se trata, do que ele revela sobre a sua origem, o seu desenvolvimento e a sua natureza? Grimaldi lança sua indagação, base de sua obra:

Não será inclusive paradoxal que La recherche possa ser considerado como o romance do amor que ele no entanto é, quando nele os únicos amores sem delírio e sem crime, sem crueldade, mas nem por isso sem angústia, não são os que unem um casal, mas o da avó por seus filhos, de sua mãe pelo narrador, de Vinteuil por sua filha e, talvez, de Swann por [ sua filha ] Gilberta? (1994, p. 5).

A passagem a seguir, do tomo V da Recherche..., indica, na ficção proustiana, o mecanismo pelo qual a visão se torna enganosa:

Jamais vemos os entes queridos a não ser no sistema animado, no movimento perpétuo de nossa incessante ternura, a qual, antes de deixar que cheguem até nós as imagens que nos apresentam a sua face, arrebata-as no seu vórtice, lança-as sobre a ideia que fazemos deles desde sempre, fá-las aderir a ela, coincidir com ela . [...] Mas se, no lugar do nosso olho, foi uma objetiva puramente material, uma placa fotográfica, que tenha olhado, [... então é como ] quando alguma cruel cilada do acaso impede o nosso inteligente e piedoso afeto de acorrer a tempo para ocultar a nossos olhares o que jamais devem contemplar, [... ou quando estes, os olhares ] chegando primeiro e entregues a si mesmos, funcionam mecanicamente, à maneira de uma película, e nos mostram, em vez da criatura amada que já não existe desde muito mas cuja morte o nosso afeto jamais quisera que nos fosse revelada, a nova criatura que cem vezes por dia ele revestia de uma querida e enganosa aparência (Proust, 1983, p. 107).

A compreensão do paradoxo apontado por Grimaldi abre espaço para outra indagação, a ser feita em relação aos sentimentos de Bentinho pela mãe e por Capitu, ou seja: Bentinho não seria o signo da impossibilidade de diferenciação do amor filial e do amor sensual? Essa impossibilidade não estaria na raiz do duplo vínculo apontado antes, como sendo infligido por Machado de Assis ao leitor, e que seria a origem da leitura, como candidez de Bentinho, da impossibilidade de ele de amar Capitu? Ou, ainda, não pretenderia Bentinho viver com Capitu, como um Swann (personagem de Proust, protagonista de uma paixão sem controle) às avessas, essa espécie de amor sem angústia e sem inconstância que só se vive falsamente com a mãe, num duplo vínculo?

O amor proustiano e de outra natureza. A mulher bela, dissimulada e inconstante que leva Swann a desejar estar gravemente doente, Odette de Crécy, não é idealizada como objeto de um cândido amor. Ao contrário, era assim que ela "se afigurava a Swann", em sua primeira aparição na obra:

não por certo sem beleza, mas de um gênero de beleza que lhe causava [a Swann] uma espécie de repulsa física, uma dessas mulheres como todo mundo as tem, diferentes para cada um, e que são o oposto do tipo que os nossos sentidos reclamam. Tinha ela um perfil muito incisivo, uma pele muito frágil, maçãs salientes e as feições muito mirradas para que lhe pudesse agradar . Seus olhos eram belos, mas tão grandes que, deixando-se vencer pela sua própria massa, fatigavam o resto do corpo e davam a impressão de que ela estava desfigurada ou de mau humor (Proust, 1979, p. 117).

O fato capital que ressalta dessas abordagens do amor e do ciúme por Machado e Proust é que, se este, por seu lado, explicita que o amor de Swann por Odete, não sendo devido aos dotes físicos desta, o é pela imaginação do amante, em Machado o amor de Bentinho é apenas pela beleza de Capitu, a ponto de o pai dela e Bentinho admirarem de forma semelhante Capitu. Isso representa a tibieza de Bentinho diante da positividade de Capitu e abre espaço para a eclosão da ironia machadiana. Ou, questão fundamental quanto à retórica do ciúme: como somos levados a ler assim?

Bentinho confunde Capitu com D. Glória? De qualquer forma, as duas figuras femininas são antagônicas pelo menos num sentido: a mãe é aquela de quem não se tem dúvidas, a que pode ser vista; sobre Capitu recaem todas as dúvidas, é aquela cuja positividade faz Bentinho romper momentaneamente o double bind.

Na obra de Proust, tanto o amor de Swann por Odette quanto o do narrador por Albertine são eivados de ciúmes e são construídos segundo regras específicas, dentre as quais não têm lugar o duplo vínculo ou a possibilidade/impossibilidade de tradução. Proust não joga com metáforas quando se trata de estabelecer a relação ciumenta. Não joga com sensações, como nas passagens mais conhecidas da obra, a da madeleine e a do tropeção que faz o narrador lembrar de Veneza. Os argumentos apresentados no texto como as causas do ciúme em Swann e no narrador são nada mais do que episódios fictícios. A luz acesa no quarto de Odette, vista por Swann da rua no mesmo momento em que ela manda dizer para ele que não está em casa, é uma prova objetiva.

Quando se trata de ciúme, Proust buscou interpor entre nós e o que vemos a fria chapa fotográfica. Além disso, Proust afirma, a fim de assinalar a luta na arena da representação entre o conteúdo referencial e o conteúdo imaginativo: "Assim renasce de tempos em tempos um certo realismo, reação contra a arte até então admirada." (Proust, 1956, p. 23). Presas das representações falsas que constituem a literatura, nós, leitores de Machado de Assis do século XXI, podemos ceder ao double bind imposto por Machado ou interpor uma fria chapa entre nós e o enredo, ainda mais que possuímos uma longa tradição crítica sobre Machado e sobre o comportamento de Capitu.

Essa aproximação entre Proust e Machado tem essa função esclarecedora. A ironia machadiana a respeito do amor de Bentinho por Capitu não é tanto devida à ingenuidade deste, de se recusar a ser tragado pelos "olhos de ressaca", entrevistos ao buscar os "olhos de cigana" que José Dias lhe mostrou - e mostrou ao leitor -; tal ironia é voltada tanto para Bentinho quanto para o leitor, iludidos pelo duplo vínculo, a ponto de não perceberem o amor num contexto de dissimulação e tormentoso ciúme. Mesmo quando a representação do ciúme não implica uma situação irônica, algo há, no estatuto da verossimilhança, que faz do ciúme. Dessa forma, este texto pretende mostrar que, em Dom Casmurro, o ciúme é uma questão de ver ou não ver .

Referências bibliográficas

Assis, J. M. Machado de. Dom Casmurro. São Paulo: Ática, 2004.

Bateson, G. Verso unecologia della mente. Milão: Adelphi, 1976.

Canevacci, M. Antropologia da comunicação visual. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.

Derrida, J. Des tours de Babel. In: Psyché. Paris: Galilée, 1987.

Grimaldi, N. O ciúme - estudo sobre o imaginário proustiano. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1994.

Proust, M. Em busca do tempo perdido. I: No caminho de Swann. São Paulo: Abril Cultural, 1979.

Proust, M. Em busca do tempo perdido. V: O caminho de Guermantes. Porto Alegre : Globo, 1983.

Proust, M. Em busca do tempo perdido. VII: O tempo redescoberto. Porto Alegre : Globo, 1956.

Publicado em 12 de fevereiro de 2008.

Publicado em 12 de fevereiro de 2008