Edição V. 13, Ed. 38 - 08/10/2013

Degase: pensando uma nova escola de inclusão cidadã

Ao abordarmos o assunto em tela centramos nossos olhares no que consideramos constatação definitiva de nossa realidade urbana vivida cotidianamente e nos perguntamos: quais razões nos impedem de transformar tudo agora? Qual a razão de nos mantermos atrelados a velhos costumes que hoje só nos servem para acobertar velhas doenças sociais? Que História Social é essa que nos orgulha tanto, se sob seu manto se esconde algo tão improdutivo, retrógrado, ineficiente e profundamente antieducativo como a fábrica de exclusão social em que se configurou nosso universo social capitalista tupiniquim? Onde estará a tão decantada cidadania em nosso meio? Somos todos responsáveis!? O exército de desempregados que temos nos orgulha tanto assim? É mais fácil educar para o crime ou para a civilização? Uma coisa nos é clara, cidadania definitivamente se ensina preferencialmente nas escolas. Sendo assim, prender, punir, dentre outras tarefas, são complementares, finais, excepcionais, emergenciais, últimas, nunca principais, tão comuns que se tornam vulgares. O poder que o Estado tem de reprimir, monopólio absolutamente seu, deve ser usado com mais inteligência. Parece que até aqui não aprendemos bem os ensinamentos de Maquiavel.

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Gonçalves, o patriota

Oh, Gonçalves! Aqueles dias Que no exílio estivera Longínquo como a quimera Da sua pátria querida Desejoso do voltar E só sua poesia O fazia confortar.

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Monografias Brasil Escola

Não é nenhuma surpresa se deparar com estudantes desesperados no último período da faculdade devido à bendita monografia. Tal situação, é claro, se estende ao período de conclusão do mestrado e do doutorado – neste último caso, porém, o estudante parece estar mais acostumado com o ritmo intenso da escrita; além disso, as experiências passadas dão-lhe a convicção de que não é o fim do mundo.

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Atenção: Submissão de trabalhos

Educação e pandemia

Educação e pandemia

Artigos publicados na revista Educação Pública sobre a pandemia

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Educação: Tem o poder de transformar

O Centro de Estudos “O bem viver e a resiliência dos povos indígenas no cuidado com a Amazônia" recebeu os representantes dos povos indígenas
- Iolanda Pereira da Silva, do Povo Macuxi;
- Michel Oliveira Baré Tikuna, do Povo Baré e Tikuna;
- e o procurador da República Marco Antônio Delfino de Almeida;
- e o coordenador do Programa Rio Negro do Instituto Socioambiental, Marcos Wesley de Oliveira.

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Caminho para a liberdade

"A educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade por ele."
Hannah Arendt (1906-1975).

Educadores brasileiros

Dermeval Saviani

"A educação é uma atividade que supõe a heterogeneidade no ponto de partida e a homogeneidade no ponto de chegada."

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