Edição V. 14, Ed. 25 - 08/07/2014

Copa pedagógica

O clima festivo da Copa do Mundo 2014 está contagiante. A despeito de toda a tensão que antecedeu a Copa, com ameaças de que não aconteceria, afirmações de que os aeroportos estariam caóticos, os estádios não estariam prontos, de que tudo já estaria comprado para o Brasil vencer (pelo que estamos vendo até aqui, não está nada fácil para o Brasil), nenhuma dessas previsões de cassandra se concretizou. E o Rio de Janeiro, local tido por vários veículos da imprensa internacional como a cidade da violência, até agora vem se saindo bem. Eis que, desde os primeiros dias de junho para cá, a cidade se encheu de estrangeiros; Copacabana parece ter mais argentinos do que cariocas e, sim, está tendo Copa.

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Entre o futebol e a cidadania

A Copa no Brasil flagra o povo excluído dos estádios e a absurda ingerência da Fifa.

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Educação Ambiental: tipologias, concepções e práxis

A Educação Ambiental (EA) visa proporcionar a transformação de valores, atitudes e conhecimentos acerca de práticas cotidianas do ser humano que causam impactos ou desequilíbrios ambientais (SATO; PASSOS, 2003), afetando diretamente a manutenção de um meio ambiente saudável e equilibrado (BRASIL, 1988). Portanto, há necessidade de atuar na sensibilização do ser humano, levando-o a perceber as interações entre os aspectos físico-ambientais, socioculturais e político-econômicos que compõem a sua relação com o ambiente que o rodeia (CANDIANI et al., 2004). Segundo Galvão (2007), a EA teve início no Brasil em 1971 no Rio Grande do Sul, pelos movimentos ambientalistas; a partir de conferências e encontros internacionais e nacionais, foi sendo desenvolvida na forma de projetos e pesquisas nas esferas governamentais (OGVs) e no contínuo surgimento de entidades ambientalistas da sociedade civil organizada (ONGs). Para Dias (2004), as diretrizes ambientais tiveram grande impulso com a criação da Política Nacional do Meio Ambiente em 1981 (Lei nº 6.938/81), a elaboração do Programa Nacional de Meio Ambiente (PNMA) em 1991, além da criação do Ministério do Meio Ambiente em 1992 e com a elaboração da Agenda 21 durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, no mesmo ano. Em 1994 houve a criação do Pronea – Programa Nacional de Educação Ambiental e em 1999, a elaboração e sanção da Política Nacional de Educação Ambiental (Lei nº 9.795/99).

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Programa de Coleta Seletiva Solidária do Estado do Rio

Desenvolvido a partir de uma lei federal de 2006 e outra estadual de 2007, o Programa de Coleta Seletiva Solidária nasceu em 2009 e tem como objetivo incentivar e orientar a coleta de recicláveis descartados, de modo que sejam separados na origem, a fim de destiná-los a associações e cooperativas de catadores.

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