Edição V. 7, Ed. 42 - 23/10/2007

O desafio da educação para um novo tempo

A humanidade está evoluindo, emocionalmente, na velocidade da tartaruga, frente à tecnologia que ultrapassa qualquer previsão, na velocidade da luz! Quem não estiver disposto a rever conceitos, mas, sobretudo, a assumir uma postura de maturidade emocional frente a tantos desafios que a modernidade proporcionou ao homem, ficará à margem do processo. A pessoa que compõe a estatística de qualquer tipo de analfabetismo – e são muitos os tipos – tem vida, conforto, informação, recursos extraordinários e não é capaz de ler, interpretar e tomar posse da modernidade. Se alguém escapa do analfabetismo da leitura e da escrita pode estar sofrendo como analfabeto funcional, analfabeto virtual, analfabeto emocional, analfabeto social, analfabeto espiritual... etc., etc., etc.

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Para além da inovação inovadora

As condições para o desenvolvimento econômico sustentado com base na inovação tecnológica vão além da criação de grandes centros de pesquisa ou do aperfeiçoamento da relação universidade-empresa. Esse foi um dos pontos apresentados no seminário Perspectivas do desenvolvimento e inovação tecnológica no Brasil, promovido pelo Centro Celso Furtado no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social no dia 17 de outubro.

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Livros deixados em locais públicos

O mundo está repleto de poesia, basta saber procurá-la. Pode estar em um pôr-do-sol, no voo de uma gaivota ou em uma frase perdida escrita em algum muro. No Rio de Janeiro, há um tempo atrás viveu um poeta-profeta, o Gentileza, que pintava frases enigmáticas nos muros da cinzenta região portuária, presenteando o carioca com pitadas de sabedoria. Quantas pessoas podem ter se poupado de uma inútil discussão ao se lembrar de aforismos como “Gentileza gera gentileza”, do mítico escritor de muros?

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Atenção: Submissão de trabalhos

Educação e pandemia

Educação e pandemia

Artigos publicados na revista Educação Pública sobre a pandemia

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Educação: Tem o poder de transformar

O Centro de Estudos “O bem viver e a resiliência dos povos indígenas no cuidado com a Amazônia" recebeu os representantes dos povos indígenas
- Iolanda Pereira da Silva, do Povo Macuxi;
- Michel Oliveira Baré Tikuna, do Povo Baré e Tikuna;
- e o procurador da República Marco Antônio Delfino de Almeida;
- e o coordenador do Programa Rio Negro do Instituto Socioambiental, Marcos Wesley de Oliveira.

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Caminho para a liberdade

"A educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade por ele."
Hannah Arendt (1906-1975).

Educadores brasileiros

Dermeval Saviani

"A educação é uma atividade que supõe a heterogeneidade no ponto de partida e a homogeneidade no ponto de chegada."

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