Edição V. 8, Ed. 38 - 07/10/2008

Em busca do gosto perdido

Sapoti, jambo, jabuticaba, pão de queijo, bolo de fubá... Comidas com gosto de infância, de comer rezando devido às recordações que trazem. Já que o tempo da meninice é geralmente uma época feliz, é lá que estão nossos melhores paladares. E nisso somos todos iguais.

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Acordo ortográfico da Língua Portuguesa visa unificação das grafias, não exatamente sua simplificação

Para alcançar a unificação da grafia empregada em todos os países da Comunidade de Países da Língua Portuguesa, o acordo incorpora tanto características da ortografia utilizada em Portugal quanto algumas do Brasil. Os outros países lusófonos (Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor Leste) já adotavam quase completamente a grafia lusitana, ainda que estivessem sendo influenciados pela forma brasileira, em função do acesso que passaram a ter à nossa literatura. Um fato importante de ser registrado é que essa mudança de que tanto se está falando se refere apenas à forma de escrever, não à pronúncia que utilizamos. Não precisaremos falar pinguim ou cinquenta (sem pronunciar o u) ou até toneis (com o e fechado, como teia) porque mudou a escrita. A forma de pronunciarmos as palavras permanece.

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Raízes de uma escola de inclusão social e sociocultural cidadã para apresados recuperáveis: uma sugestão

As razões que nos moveram a pensar em uma escola de inclusão social e sociocultural cidadã para apresados recuperáveis foram de caráter puramente sentimental, preservacionista e dinamizador. A primeira razão ressalta o respeito à memória de toda a população hoje. A segunda refere-se à nossa vontade de recuperar uma referência identitária do mais comum jovem desamparado, que vagueia por aí, componente do conjunto patrimonial e histórico do Brasil recente da pós-escravidão. Nossa terceira razão é a recuperação desse jovem: possibilitar a criação de um espaço multifuncional para atividades variadas do lúdico, tanto no campo cultural quanto no educacional. Assim, recuperá-lo constitui a reversão de um bem em benefício do brasileiro como um todo.

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Desabafo: mas o sonho continua...

Sou filha de professores. Carioca, 46 anos, há 15 morando em Nova Friburgo, qualifiquei-me como Pedagoga, pós-graduei-me em Psicopedagogia Institucional e pude comprovar como o seio da educação está vazio de ideais, de vontade, de seriedade e de qualidade. Fiz tudo que estava ao meu alcance como professora pesquisadora e educadora para tentar reverter este quadro. Passei por quatro governos e, com muita tristeza, vi a educação em Nova Friburgo andar para trás. Enfraquecer.

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Ensinar é aprender

Ensinar não é transmitir conhecimentos. O educador não tem o vírus da sabedoria. Ele orienta a aprendizagem, ajuda a formular conceitos, a despertar as potencialidades inatas dos indivíduos, para que se forme um consenso em torno de verdades e eles próprios (os estudantes) encontrem suas opções.

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Educação e pandemia

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Educação: Tem o poder de transformar

O Centro de Estudos “O bem viver e a resiliência dos povos indígenas no cuidado com a Amazônia" recebeu os representantes dos povos indígenas
- Iolanda Pereira da Silva, do Povo Macuxi;
- Michel Oliveira Baré Tikuna, do Povo Baré e Tikuna;
- e o procurador da República Marco Antônio Delfino de Almeida;
- e o coordenador do Programa Rio Negro do Instituto Socioambiental, Marcos Wesley de Oliveira.

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Citação

"É melhor construir salas de aula para o Menino do que celas e patíbulos para o Homem."
Eliza Cook (12/1818 – 09/1889)

Educadores e Educadoras

Magda Soares

"Para a criança, a complexa aprendizagem da língua escrita deve acompanhar seu desenvolvimento cognitivo, linguístico e mesmo motor, para a manipulação dos instrumentos e suportes da escrita."

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