Edição V. 9, Ed. 3 - 27/01/2009

Por que ler Os sertões?

(Os sertões – A terra, p. 55).

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De Cecigua a Cecierj, lembranças de uma fundação

Em entrevista ao Portal da Educação Pública, a Professora Marly Cruz Veiga da Silva, professora auxiliar na Uerj, fala de seu passado intrínseco ao da Fundação Cecierj. Especialista em Genética e evolução pela UFRJ, possui também experiência na área de Biologia geral, com ênfase em ensino de Ciências e Biologia. E o mais importante de tudo (aqui, pelo menos), é uma das fundadoras do Cecigua, atual Cecierj.

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Amor supremo amor

Em 1957, quando ainda tocava com o quinteto de Miles Davis, John Coltrane teve um despertar espiritual. Reza a lenda que, durante uma apresentação, em meio a um solo de sax, Coltrane teve uma visão e parou de tocar. Congelou diante do vazio e não conseguiu voltar à apresentação. Após essa experiência, abandonou a heroína, formou seu próprio quarteto de jazz com McCoy Tyner no piano, Jimmy Garrison no baixo e Elvin Jones tocando bateria. Em 1964, mais precisamente no dia 9 de dezembro, em um estúdio de Nova Jersey, um Coltrane renascido, junto com seu quarteto, produziu uma das peças musicais mais espantosas do século XX.

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O Navio Negreiro

'Stamos em pleno mar... Doudo no espaço Brinca o luar — dourada borboleta; E as vagas após ele correm... cansam Como turba de infantes inquieta.

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Os Índios na História do Brasil

Quando a História começa a incluir as vozes marginalizadas pelo processo de colonização, ganhamos a oportunidade de uma compreensão ampliada de questões antes enrijecidas pelo discurso unívoco dos povos dominantes. Recentemente, o caderno Mais, da Folha de S. Paulo, publicou um artigo do antropólogo Pedro Cesarino (UFRJ) em que ele defende o valor estético da poesia produzida por povos indígenas das Américas. Segundo Cesarino, essa poética se aproximaria formalmente da literatura oriental, oferecendo desafios similares aos encontrados por Ezra Pound nos ideogramas.  É dele a tradução do poema de Armando Marubo (2004) que reproduzimos a seguir:

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Atenção: Submissão de trabalhos

Educação e pandemia

Educação e pandemia

Artigos publicados na revista Educação Pública sobre a pandemia

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Educação: Tem o poder de transformar

O Centro de Estudos “O bem viver e a resiliência dos povos indígenas no cuidado com a Amazônia" recebeu os representantes dos povos indígenas
- Iolanda Pereira da Silva, do Povo Macuxi;
- Michel Oliveira Baré Tikuna, do Povo Baré e Tikuna;
- e o procurador da República Marco Antônio Delfino de Almeida;
- e o coordenador do Programa Rio Negro do Instituto Socioambiental, Marcos Wesley de Oliveira.

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Caminho para a liberdade

"A educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade por ele."
Hannah Arendt (1906-1975).

Educadores brasileiros

Dermeval Saviani

"A educação é uma atividade que supõe a heterogeneidade no ponto de partida e a homogeneidade no ponto de chegada."

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