Edição V. 11, Ed. 34 - 30/08/2011

O que sobrou do império

A Europa é um continente velho e decadente.

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Alunos de escolas noturnas: entre o sonho do diploma e a dura realidade

Quando se pensa a realidade do aluno que estuda no horário noturno, o risco da evasão escolar torna-se particularmente mais crítico. O aluno do curso noturno, de modo geral, é aquele que necessita voltar a estudar por questões comumente associadas à sua vida profissional; quase sempre sua trajetória escolar foi marcada por grande número de reprovações, levando-o a retomar seus estudos em horário noturno por incompatibilidade entre a jornada diurna e a demanda regular de suas atividades de trabalho. Esse mesmo aluno, submetido a uma jornada diária de seis a oito horas de trabalho, encontra-se muito prejudicado em relação ao horário de início das aulas, uma vez que frequentemente o horário de saída do trabalho o leva a perder os primeiros tempos de aula. Além disso, em função dos conteúdos mínimos exigidos e da própria dinâmica da escola noturna, ele tem que se valer de um extraordinário esforço para conseguir o êxito desejado: o diploma.

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Como a ciência e a técnica se tornam ideologia Uma reflexão a partir de Jürgen Habermas

Este escrito tem o intuito de identificar em nossa sociedade moderna algumas consequências do apogeu do sistema capitalista que foram possíveis a partir do desenvolvimento da ciência e da técnica, que passaram a ser utilizadas – para além da aquisição de benefícios para o homem através da implementação de controle sobre a natureza – para o controle do próprio ser humano mediante o mesmo método técnico, prejudicando a vigência de elementos fundamentais das relações humanas e do valor interativo e criador de sentido da linguagem. O valor destinado à racionalidade assumiu com frequência caráter arbitrário; o mecanismo de funcionamento da racionalidade instrumentalizante pautada na circulação do capital dificulta possíveis reflexões acerca desse meio de condução da sociedade, pois dificulta a possibilidade de intervenção nesse processo, que assumiu o desenvolvimento tecnológico enquanto forma muitas vezes disfarçada de dominação política, alienando as satisfações, os gostos, as informações e os sentidos atribuídos à vida.

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Leitora por acidente

Pensemos no velho dilema sobre o que determina indivíduo, a genética ou o ambiente. Qual desses dois fatores é mais influente? A hereditariedade é transmitida pelos progenitores às células do sexo que vão formar o novo indivíduo. O ambiente é tudo aquilo que cerca tal indivíduo. E o meio diz respeito tanto aos fatores físicos quanto aos fatores sociais em que o indivíduo está inserido. Mas, longe de entrarmos em uma profunda – e interminável – discussão acerca das teorias inatistas, comportamentalistas ou interacionistas, fiquemos só nos interessantes exemplos fornecidos pela literatura, pelo cinema e, quiçá, pelo cotidiano a respeito da influência que o meio exerce sobre o homem.

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Os pais e suas atitudes mais sustentáveis: em casa assim como na sociedade de consumo

Pode ser que muitos pais não se deem conta do quanto suas atitudes falam mais que as palavras. Pequenas ações, como guardar um copo plástico vazio até que encontre uma lixeira, podem dizer muito sobre seus valores e, assim, vai se construindo um cidadão...

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Ensinar cinema: a experiência do aprender fazendo

Ensinar e aprender cinema. Uma questão de limites? Uma contiguidade? Provavelmente, se este artigo fosse escrito em francês ou em russo, não teríamos a dificuldade que temos ao escrever em português a palavra “ensinar” cinema. Em russo, OBUTCHÊNIE deriva do verbo OBUTCHÍT. Trata-se de um verbo transitivo direto que significa ensinar, ilustrar, adestrar, transmitir algum conhecimento ou habilidade a alguém, disciplinar. Até aqui, tudo igual, mas a mesma palavra, derivada do verbo OBUTCHÍTSYA é um verbo transitivo indireto que significa ser ensinado, aprender, ensinar conhecimentos, ensinar alguma coisa. A elasticidade semântica desta segunda palavra faz com que Vigotsky (2001) a use indistintamente ao referir-se aos processos de ensino e de aprendizagem.

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Educação e pandemia

Educação e pandemia

Artigos publicados na revista Educação Pública sobre a pandemia

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Pandemia e Educação na imprensa

26/10 Educadora defende a inclusão da aprendizagem colaborativa na formação escolar

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15/09 Precursor e de contribuição "incomparável": como acadêmicos estrangeiros enxergam Paulo Freire

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31/08 Entre as principais medidas para enfrentar a crise, escolas disponibilizaram materiais pedagógicos impressos, e criaram grupos em aplicativos e redes sociais para facilitar a comunicação

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Seção Divulgação Científica

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Citação

"É melhor construir salas de aula para o Menino do que celas e patíbulos para o Homem."
Eliza Cook (12/1818 – 09/1889)

Educadores e Educadoras

Célestin Freinet

"A democracia de amanhã se prepara na democracia da escola."

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