Edição V. 12, Ed. 39 - 09/10/2012

O jogo do “Perdi”

Dizem que dois colegas, ao perderem o último trem que os levaria de volta para casa e terem que passar a noite na estação, inventaram uma brincadeira: já que iam passar a noite naquela situação lamentável, quem se lembrasse primeiro de tal condição perderia o jogo. Não se sabe se essa lenda é verdadeira, mas o fato é que, pelo menos desde os primeiros anos do século XXI, existe um jogo cujo objetivo é esquecer que você está jogando. Em escolas, não é raro ouvir um adolescente dizer, do nada: “perdi!”, expressão que é acompanhada de vaias e reclamações de seus colegas, justamente porque o primeiro lembrou a todos que estão jogando.

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Cosme, Damião e Aparecida

– Mas que coincidência encontrar vocês por aqui!

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Infância cidadã

Vida de criança, mundo sustentável Vida de esperança, cidadania inigualável Correr, pular, brincar Um mundo novo a espiar Dividir, competir, tocar A atenção de outros chamar Para a vida e a alegria Por ser criança e esperança De um mundo novo que está por vir De um novo mundo a construir Com justiça e democracia Com paz e cidadania Transcende o faz de conta da vida Uma infância com tanta sintonia!

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A obrigatoriedade do aprender: uma política de Estado contrária aos ideais emancipatórios de Rancière

O objetivo deste trabalho, que foi apresentado no seminário Estatuto Filosófico, na UERJ, em 2010, é relacionar o tema da obrigatoriedade do ensino às questões trabalhadas no livro O mestre ignorante, de Jacques Rancière. Partindo da análise realizada na obra sobre os conceitos de emancipação e embrutecimento, o texto visou aproximar ou distanciar a política de Estado da obrigação escolar dos tais conceitos. Para cumprir uma relação mais satisfatória entre o objeto de pesquisa e o livro em questão, alguns recortes serão estipulados, como o cenário, tempo e grau de escolaridade. Foi escolhido o Brasil como espaço, a transição Império/República como marco temporal – mais precisamente o período de 1870 a 1910 – e o ensino primário obrigatório, devido à sua acessibilidade para um maior contingente de população no período citado.

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Sorria ou chore, mas acredite: você está sendo filmado! Vigiados ou protegidos, devemos rir ou lamentar diante das câmeras?

Proteção para os alunos. O discurso é quase o mesmo para explicar por que instituições de ensino têm optado pelo monitoramento por meio de câmeras de vídeo instaladas nos corredores, nas salas de aula e até mesmo nos banheiros.

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Educação e pandemia

Educação e pandemia

Artigos publicados na revista Educação Pública sobre a pandemia

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Educação: Tem o poder de transformar

O Centro de Estudos “O bem viver e a resiliência dos povos indígenas no cuidado com a Amazônia" recebeu os representantes dos povos indígenas
- Iolanda Pereira da Silva, do Povo Macuxi;
- Michel Oliveira Baré Tikuna, do Povo Baré e Tikuna;
- e o procurador da República Marco Antônio Delfino de Almeida;
- e o coordenador do Programa Rio Negro do Instituto Socioambiental, Marcos Wesley de Oliveira.

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Citação

"É melhor construir salas de aula para o Menino do que celas e patíbulos para o Homem."
Eliza Cook (12/1818 – 09/1889)

Educadores e Educadoras

Magda Soares

"Para a criança, a complexa aprendizagem da língua escrita deve acompanhar seu desenvolvimento cognitivo, linguístico e mesmo motor, para a manipulação dos instrumentos e suportes da escrita."

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