Edição V. 13, Ed. 6 - 19/02/2013

Compreendendo a Educação Especial e a Educação Inclusiva

A Organização das Nações Unidas (ONU) foi criada em 1945 por líderes mundiais que se preocupavam em proteger o ser humano das atrocidades vistas nas grandes guerras do século XX. Em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos foi aprovada, também com o intuito de acabar com injustiças e comportamentos desumanos para com o próximo. Em seu Art. 1º, ela afirma que todos os homens nascem livres e iguais, tanto em dignidade como em direitos e que devem agir uns com os outros no espírito de fraternidade.

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O QUE É EDUCAÇÃO LITERÁRIA?

Toda criança gosta de ouvir histórias antes de dormir. Há livros feitos para os bem pequenos, de grande apelo sensorial, provocando efeitos visuais, olfativos, táteis. Cada vez há mais títulos infantis e infantojuvenis no mercado, lançados por editoras especializadas nessa literatura. Ao se tornarem letradas, o presente habitual que crianças recebem é um livro, dado pela escola, pelos pais, parentes e amigos. A maioria das escolas comemora o coroamento do letramento com a ‘festa do livro’. Entretanto, à medida que essas crianças crescem, vão se afastando gradativamente do universo da leitura literária, quer por falta de exemplo em casa, quer porque outras leituras passam a predominar em sua vida como forma de lazer. A maioria tem total domínio dos recursos cibernéticos à sua disposição, fotografando a paisagem e enviando imediatamente para os amigos, via internet.

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Brincar e aprender: o lúdico como metodologia de ensino

Segundo o Dicionário Aurélio, brincar é “divertir-se infantilmente”; lúdico é “relativo a jogos, brinquedos e divertimentos”; portanto, ao realizar uma atividade lúdica, estamos brincando e aprendendo, com o desenvolvimento do ser, juntamente com a felicidade; são fenômenos que ficarão marcados na essência do alunado (Santos, 2011).

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Sobre alunos digitais e professores analógicos

De um lado, alunos plugados, hiperconectados, com seus iPhones e smartphones nas mãos, baixando aplicativos, músicas, conversando em redes sociais com a mesma desenvoltura (ou até melhor) do que numa conversa ao vivo em grupo. De outro, professores tentando se integrar a esse mundo virtual, principalmente para compreender sobre o que seus alunos falam e por que dedicam tanto tempo aos seus telefones.

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Aldeia educação

O site Aldeia foi criado pelo professor de Português Paulo Geral com o objetivo de colocar e divulgar os textos que apreciava – grande parte deles relacionados à educação e à adolescência. Aos poucos outras pessoas começaram a colaborar, cada uma delas cedendo parte de seu tempo para atualizar o site. Seguindo tal filosofia participativa, o site abre um espaço para quem quiser colaborar com envio de textos, traduções de artigos do espanhol para o português, donativos ou mesmo colocar “links” da Aldeia em outros lugares da internet. Na página inicial, o primeiro item encontrado é Adolescência. Ao clicar lá encontramos diversos textos sobre tal período, dentre os quais Etapas da Adolescência (que se inicia como uma definição pertinente sobre tal fase: “é uma época de imaturidade em busca de maturidade”); Educar adolescentes (que mostra que a tarefa de educar jovens tem bem mais exigências do que em relação às crianças, porque nessa fase eles querem saber a razão de obedecer a cada regra); Limites (que trata da importância de dar limites aos jovens que, muitas vezes, “pedem” por isso) e outros textos.

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I Colóquio Faetec de Professores Pesquisadores

Estão abertas também chamadas para submissão de proposta de mesa redonda e para coordenador de vídeo pôster (24) e coordenador de comunicação oral (24), nas seguintes áreas de conhecimento: Ciências Exatas e da Terra; Ciências Biológicas; Engenharias; Ciências da Saúde; Ciências Agrárias; Ciências Sociais Aplicadas; Ciências Humanas; Linguística, Letras e Artes.

O prazo de inscrição é até 31 de março, por meio do site: www.coloquiofaetec.com.br

Educação e pandemia

Educação e pandemia

Artigos publicados na revista Educação Pública sobre a pandemia

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Educação: Tem o poder de transformar

O Centro de Estudos “O bem viver e a resiliência dos povos indígenas no cuidado com a Amazônia" recebeu os representantes dos povos indígenas
- Iolanda Pereira da Silva, do Povo Macuxi;
- Michel Oliveira Baré Tikuna, do Povo Baré e Tikuna;
- e o procurador da República Marco Antônio Delfino de Almeida;
- e o coordenador do Programa Rio Negro do Instituto Socioambiental, Marcos Wesley de Oliveira.

Veja o video

Citação

"É melhor construir salas de aula para o Menino do que celas e patíbulos para o Homem."
Eliza Cook (12/1818 – 09/1889)

Educadores e Educadoras

Magda Soares

"Para a criança, a complexa aprendizagem da língua escrita deve acompanhar seu desenvolvimento cognitivo, linguístico e mesmo motor, para a manipulação dos instrumentos e suportes da escrita."

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