Edição V. 20, Ed. 18 - 19/05/2020

Práticas de letramento nas famílias de duas crianças com síndrome de Down

Educação Especial e Inclusiva e Outras Mais Específicas

Este artigo se insere no âmbito das discussões sobre os letramentos e tem como objetivo identificar as práticas de letramento vivenciadas no contexto familiar por duas crianças com síndrome de Down. O estudo se enquadra numa abordagem qualitativa e estudo de caso. Espera-se que, ao analisar o agente familiar de letramento, consiga-se evidenciar hábitos e costumes necessários às crianças em aprendizagem. Os resultados apontaram para a importância de refletir e divulgar mais informações sobre as possibilidades de letramento no ambiente familiar. As famílias apresentaram pouco entendimento do papel fundamental que possuem no desenvolvimento do letramento das crianças ao demonstrarem desconhecimento dos letramentos que vivenciavam informalmente.

Leia este artigo

Escrita de autobiografia no 5º ano do Ensino Fundamental: um relato de experiência

Vivências de Sala de Aula

A busca pela excelência na competência leitora deve ser constante na progressão das aprendizagens, em situações significativas caracterizadas pela participação e pela atuação dos alunos como protagonistas de todo o processo de aprendizagem. Um trabalho de envio e recebimento de cartas sobre uma artista despertou o interesse dos alunos por escrever as próprias histórias.

Leia este artigo

“Espessas nuvens”: uma reflexão analítica sobre os diversos territórios nos discursos adotados na criação do IHGB

Geografia, História e História da Educação

Este trabalho estuda a relação entre a criação do IHGB e a construção do processo de disciplinarização do processo de ensino-aprendizagem da História no Brasil que se deu em territórios que vinculavam a diversidade regional, cultural, social e econômica em um funil domesticador, hierarquizador e socializador que produzia uma homogeneização dos pensamentos nos diversos territórios.

Leia este artigo

Sala de aula: "laboratório", e não consultório

Educação Especial e Inclusiva e Formação de Professores

Este ensaio é uma contribuição para pensar o diagnóstico no âmbito da Educação Inclusiva. À luz da Sociologia do diagnóstico, compartilhamos inquietações sobre os impactos que os diagnósticos de doenças (ou a ausência deles) têm na formulação de práticas pedagógicas e no próprio desenvolvimento intelectual de uma pessoa rotulada com uma doença, seus familiares e toda a comunidade escolar. Normalmente, a Educação Inclusiva tende a ser interpretada em sentido restrito, a referir-se apenas às pessoas com deficiências. Contudo, é preciso reavaliar nossa compreensão sobre o que seja deficiência, inclusão e Educação Inclusiva. Longe do simplismo, não identificamos como fácil a tarefa de consolidação de uma sala de aula inclusiva; identificamo-la como possível. Portanto, como educadores, confrontarmo-nos com os valores impregnados nesses rótulos é ainda um passo importante rumo à referida consolidação. Uma sala de aula pode ser tomada como um espaço de possibilidades e, como tal, poderá se tornar um espaço para experimentar o impossível, para que possamos reinventar-nos como pessoas e ressignificarmos nossas práticas pedagógicas.

Leia este artigo

Escola e família, é possível?

Instituição Escola

O espaço escolar é um lugar propício às interações sociais, pois as pessoas tendem a ficar mais próximas por horas praticamente todos os dias. É quase impossível não criar laços de afetividade, algum tipo de vínculo. Essa relação construída dia após dia irá influenciar a forma de agir, de pensar na vida dos alunos. Com uma relação já estabelecida, as partes (aluno-aluno ou aluno-professor) irão se apropriar ou construir novos conhecimentos. Escola e família são instituições que podem caminhar juntas em prol de um processo de ensino-aprendizagem mais significativo. Vários fatores podem ter contribuído para o afastamento entre família e escola. Um deles pode ser de cunho econômico, pois os pais precisam trabalhar mais para manter o sustento da família, causando distanciamento com a escola. Mesmo mediante tantas dificuldades, percebe-se que ambas precisam encontrar um ponto de equilíbrio e somar forças.

Leia este artigo

A BNNC e o "novo" Ensino Médio

Ao vivo no Instagram - 28/05 às 19h: https://instagram.com/gepilis

Trabalho remoto e a precarização do ensino

Diálogos entre Biologia e Educação no cenário pandêmico

Inscrições no site: https://doity.com.br/cursobio4

Caminho para a liberdade

"A educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade por ele."
Hannah Arendt (1906-1975).

Educadores brasileiros

Dermeval Saviani

"A educação é uma atividade que supõe a heterogeneidade no ponto de partida e a homogeneidade no ponto de chegada."

Ajude a reduzir a subnotificação da COVID-19

A Comissão RJ Ciência no Combate à Covid-19 (ComRJCOVID), coordenada pela SECTI e pela Faperj, quer obter informações sobre a subnotificação da Covid-19 no Estado do Rio. Na elaboração e aplicação do questionário, estarão trabalhando também a UERJ, a UFRJ e a Fiocruz. O objetivo é fazer um levantamento da possível subnotificação de casos da Covid-19. Com isso, haverá mais informações para agir preventivamente, graças à identificação de casos por CEP. O questionário é simples e fácil de ser respondido.

Responda ao questionário: https://is.gd/subnotificacao_rj_covid

COVID-19

Coronavírus: O que você precisa saber e fazer

coronavirus.saude.gov.br.

Twitter da revista

Siga-nos no Twitter @educacaopublica

Veja também

Fundação Cecierj


Diretoria de Extensão


Revista EaD em foco