Edição V. 10, Ed. 47 - 21/12/2010

Entrevista com Lara Sayão – especialista em Ensino Religioso

A importância do ensino religioso nas escolas tem sido ainda mais questionada pelos educadores brasileiros desde que decidiu-se que as escolas públicas deveriam oferecer ensino religioso, por um acordo firmado entre o Brasil e o Vaticano. Afinal, num país em que a diversidade religiosa é uma realidade, não há como negar que essa diversidade também se reflete no universo escolar. E ainda são muitas as dúvidas em torno deste assunto.

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Alfabetização: técnica, política e ética em discussão

Nos dias 4 e 5 de novembro de 2010 fui à UFF para participar do I Encontro Estadual de Alfabetização e Leitura Literária, organizado pelo Programa de Alfabetização e Leitura – Proale da mesma UFF.

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AULAS DE (CONS)CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA

Uma das grandes dificuldades enfrentadas pelos educadores, principalmente de disciplinas exatas como Ciências, é trazer para o alunado não só os conhecimentos teóricos, mas uma prática funcional aplicável à realidade da escola pública (Núñez et al., 2009). Muitas vezes, porém, os livros didáticos não colaboram para esse fim, pois trazem teorias e conhecimentos dispostos de uma forma frequentemente desvinculada da prática, ou não são contextualizados com a realidade vivenciada em cada região ou localidades (Dias, 1998).

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Travessia

- Como eu faço para te encontrar de novo?

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MEC irá distribuir livros sobre História da África às bibliotecas públicas

A coleção História Geral da África será distribuída pelo Ministério da Educação e até fevereiro de 2011 estará à disposição em todas as bibliotecas públicas municipais, estaduais e distritais; estará também nas estantes das bibliotecas das Instituições de Ensino Superior, dos polos da Universidade Aberta do Brasil, dos núcleos de estudos afro-brasileiros.

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Poesia necessária: os inúteis de Manoel de Barros

Existem versos e versos. Existem também os reversos e os desversos. Olhos livres para o novo. Manoel de Barros é coisa boa de se ler. Afinal, gafanhoto também anda de muleta e os pardais descascam larvas. Fique tranquilo, com cem anos de escória uma lata aprende a rezar... E a quinze metros do arco-íris o sol é cheiroso. Manoel é assim, surpresas que surpreendem. Para os olhos, os sentidos, a carcaça, os pedaços de alma que por ventura ainda resistam em nós. Quando menos se espera, ele nos espreita, nos ataca e dá seu bote. É pantaneiro, sim, senhor. Seus versos, ou não versos, ou fragmentos de coisas, têm o melhor de todos os venenos: poesia. E inusitada. Quando menos esperamos, a gente se pega lendo e abrindo seus livros pelas livrarias deste Brasil sempre sem fim. Universalmente pantaneiro, Manoel de Barros olha as coisas menos percebidas. Quase sempre nos obstinamos nos grandes temas, quase sempre nos deixamos ensinar o que é o que não é poesia nas escolas-cativeiros. Quase sempre o professor tem dificuldade para falar sobre o simples e o trabalho pesado que dá fazer o aluno experimentá-lo. Mitifica-se tudo: grandes poetas, grandes tragédias, grandes questões. Várias são as maneiras de ser grande. Manoel já avisava em versos que “nos fundos do quintal há um menino e suas latas maravilhosas. Todas as coisas deste lugar já estão comprometidas com aves”. O que podem os quintais? Podem tanto que ficam onde estão. Você já teve um quintal em sua vida? No mundo dos playstations e playgrounds iríamos para outras sendas. Ou carrefours... Difícil hoje é viver o simples. Arre! Estou tentando não contar nada, sem uma história, apenas indicando mostrar uma alegria. A poesia de Manoel de Barros é uma alegria súbita. Ele mesmo fala: “Sempre que desejo contar alguma coisa, não faço nada; mas se não desejo contar nada, faço poesia”.

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Educação e pandemia

Educação e pandemia

Artigos publicados na revista Educação Pública sobre a pandemia

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Pandemia e Educação na imprensa

26/10 Educadora defende a inclusão da aprendizagem colaborativa na formação escolar

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15/09 Precursor e de contribuição "incomparável": como acadêmicos estrangeiros enxergam Paulo Freire

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31/08 Entre as principais medidas para enfrentar a crise, escolas disponibilizaram materiais pedagógicos impressos, e criaram grupos em aplicativos e redes sociais para facilitar a comunicação

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Seção Divulgação Científica

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Citação

"É melhor construir salas de aula para o Menino do que celas e patíbulos para o Homem."
Eliza Cook (12/1818 – 09/1889)

Educadores e Educadoras

Célestin Freinet

"A democracia de amanhã se prepara na democracia da escola."

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