Edição V. 7, Ed. 37 - 18/09/2007

O mundo não se move

A ideia de que o movimento do mundo (e com isso a temporalidade) é uma ilusão acabou por estimular vários filósofos da chamada escola eléatica (de Eleia, cidade de Parmênides) por volta de primeira metade do século V antes da era comum. Naquela época, a Grécia estava ressurgindo de um período bastante conturbado, chamado de “idade média grega”; que se seguiu à invasão dos povos dórios, por volta do século X. Por quase quatrocentos anos o povo grego viveu num regime de clãs, tribos familiares, longe da vida urbana e da escrita. No período em que Parmênides apareceu com sua ideia de imobilidade, a civilização dos gregos estava se reconstruindo. As bases dessa reconstrução estavam em duas ferramentas importantes: as cidades e a escrita. Foi justamente nesse universo em reconstrução que as ideias de Parmênides foram disseminadas por discípulos como Zenão, com sua famosa experiência de pensamento chamada Aquiles e a Tartaruga.

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Projeto mudou a forma como alunos olham cidade

Escolhido o melhor trabalho na categoria ensino médio no VIII Prêmio Arte na Escola Cidadã, o projeto Construindo Olhares – Resende 2006, da professora Nádia Teresinha Moraes Nelson em parceria com os professores Júlio César Morais e Djalma Martins de Medeiros, visava, nas palavras dos autores, despertar nos alunos “a importância de vivenciar e conhecer de forma reflexiva e consciente seu papel como interpretes do patrimônio histórico, artístico e cultural de nossa cidade”.

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Napoleão e a vinda da Família Real: como o ogro entrou nessa história

O sol nasceu como todos os dias na Baía de Guanabara naquela manhã de 7 de julho de 1807. O trânsito dos botes e barcos entre os navios e o porto continuava como sempre. Os escravos que cotidianamente iam buscar água no chafariz do Largo do Carmo seguiam com sua atividade, bem como o resto da população da cidade. Os cariocas não podiam imaginar que dentro de nove meses o Rio de Janeiro mudaria para sempre.

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Uma cara da poesia de hoje: Reynaldo Castro

Sei pouco de Reynaldo Castro, a quem convido hoje para viajar conosco. Eu o conheci às vésperas do golpe de 64. Precisamente no dia 30 de março. Sua mulher de então ficou minha amiga e voltamos a nos ver em algumas ocasiões. Reynaldo tinha sido parte do grupo de poetas que se reunia na "Praça da Biblioteca", em São Paulo, no final dos cinquenta, e que pesou muito na cara que tem nossa poesia hoje: Jorge Mautner, Mario Chamie, Escobar, Edwaldo Cafezeiro, os irmãos Campos e mais gente que agora o nome me escapa, mas que alguém há de me lembrar. Todos bons poetas, todos combativos, às vezes indo às vias de fato até entre eles.

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Que educação é essa?

Analisando com olhos pedagógicos, a situação educacional do Brasil dá para chorar e prantear e gritar de dor pelos milhões de jovens que conseguem ultrapassar todo tipo de barreira e entrar nas instituições escolares. Dói, mas dói muito, ver como os estudantes ainda acreditam no poder da escola e ter pleno conhecimento da imensa decepção que logo logo os assola! Eles chegam eufóricos, sim, porque mesmo quando é “gratuito”, não sai barato. É caro, muito caro, para entrar.

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Mundo Jovem

O jornal Mundo Jovem foi inaugurado no Seminário Maior de Viamão-RS, em 1967. Em 1972, passou para a PUC-RS e até hoje permanece lá. A longevidade do veículo talvez se deva à abordagem variada de temas, à linguagem direta, sem frescuras, bastante adequada à proposta de conteúdo do jornal, de inovar. Foi dessa bem-sucedida empreitada que surgiu o site Mundo Jovem.

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I Colóquio Faetec de Professores Pesquisadores

Estão abertas também chamadas para submissão de proposta de mesa redonda e para coordenador de vídeo pôster (24) e coordenador de comunicação oral (24), nas seguintes áreas de conhecimento: Ciências Exatas e da Terra; Ciências Biológicas; Engenharias; Ciências da Saúde; Ciências Agrárias; Ciências Sociais Aplicadas; Ciências Humanas; Linguística, Letras e Artes.

O prazo de inscrição é até 31 de março, por meio do site: www.coloquiofaetec.com.br

Educação e pandemia

Educação e pandemia

Artigos publicados na revista Educação Pública sobre a pandemia

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Educação: Tem o poder de transformar

O Centro de Estudos “O bem viver e a resiliência dos povos indígenas no cuidado com a Amazônia" recebeu os representantes dos povos indígenas
- Iolanda Pereira da Silva, do Povo Macuxi;
- Michel Oliveira Baré Tikuna, do Povo Baré e Tikuna;
- e o procurador da República Marco Antônio Delfino de Almeida;
- e o coordenador do Programa Rio Negro do Instituto Socioambiental, Marcos Wesley de Oliveira.

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Citação

"É melhor construir salas de aula para o Menino do que celas e patíbulos para o Homem."
Eliza Cook (12/1818 – 09/1889)

Educadores e Educadoras

Magda Soares

"Para a criança, a complexa aprendizagem da língua escrita deve acompanhar seu desenvolvimento cognitivo, linguístico e mesmo motor, para a manipulação dos instrumentos e suportes da escrita."

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