Edição V. 20, Ed. 41 - 27/10/2020

O uso dos materiais de dentro nas aulas de Língua Inglesa nas escolas públicas

Formação de Professores, Vivências de Sala de Aula e Língua Estrangeira

O presente artigo propõe analisar a importância do uso de materiais didáticos de ensino identitários nas aulas de Língua Inglesa na rede pública de ensino, no que tange à busca pela identificação do corpo discente, estabelecendo assim a ponte necessária e urgente para vivência da língua. Propõe-se a produção de materiais de dentro, materiais suplementares que tornem os momentos de planejamento, construção e aplicação de conhecimento dentro e fora da sala um mecanismo eficiente, prazeroso e eficaz.

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As condições de pobreza e a evasão escolar no Ensino Médio: estudos de casos do município de Pains/MG

Instituição Escola e Política Educacional

O presente artigo parte de um estudo realizado no ano de 2016, baseado em experiência de trabalho como psicólogo da Política de Assistência Social do município de Pains/MG. Tomando como base a Política Nacional de Assistência Social (PNAS), foram apresentados os conceitos de pobreza e extrema pobreza. Foram apresentados também os dispositivos criados pelo Governo Federal para lidar com as situações de vulnerabilidade dessa parcela da população. Nas últimas décadas, o Brasil avançou significativamente nas políticas sociais, que contribuíram para a melhoria da qualidade de vida da população. Apesar dos avanços na Política de Assistência Social no Brasil, a evasão escolar continua aumentando, principalmente entre a população de baixa renda. Para compreender a relação entre a situação de pobreza e a evasão escolar, foram realizadas entrevistas com três adolescentes do município de Pains, em Minas Gerais. Todas as adolescentes encontram-se fora da escola e possuem renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo. Além das adolescentes, foi ouvida também a supervisora da única escola que oferta Ensino Médio no município. Conclui-se, pelo estudo de caso, que a evasão nesses casos ocorreu devido à falta de proximidade do contexto escolar com a realidade dos alunos, bem como à falta de articulação das políticas de Educação com outras políticas públicas do município.

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Desenvolvendo práticas de enfrentamento ao preconceito por meio do lúdico

Vivências de Sala de Aula

Compreendendo que a educação deve contribuir para a formação de indivíduos capazes de refletir sobre o mundo que os cerca, bem como intervir sobre a realidade que vivenciam, o presente artigo tem por objetivo abordar sobre a educação formal que é ofertada aos alunos dos anos iniciais de escolaridade, considerando que são necessárias práticas com foco na apropriação do respeito e tolerância desde a mais tenra idade. Neste sentido, apresentamos um relato de experiência desenvolvida em uma escola situada em Teixeira de Freitas (Bahia), nos reportando aos anos iniciais de escolaridade como um período repleto de particularidades, fundamentado no processo de conhecer, descobrir, interagir e se apropriar de conhecimentos de forma prazerosa e envolvente. Partindo dessa experiência, conclui-se que as práticas pedagógicas fundamentadas no lúdico propiciam um ambiente acolhedor e propício para o debate de questões pautadas no enfrentamento a toda e qualquer ação discriminatória.

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Reflexões acerca da inclusão escolar na Base Nacional Comum Curricular (BNCC): avanços e retrocessos

Educação Especial e Inclusiva e Política Educacional

A Base Nacional Comum Curricular - BNCC representa um documento oficial cujo objetivo é normatizar a Educação básica no que diz respeito às aprendizagens que todos os alunos devem alcançar. Nesse contexto, o presente estudo tem como objetivo principal discutir sobre a inclusão de pessoas com deficiência no ambiente escolar, fazendo referência à BNCC. Para tanto, parte-se de ideias da própria Base e de autores que pesquisam na área de inclusão e currículo. Entre eles, destacam-se: Brasil (2017); Silva e Moreira (1995), além de outros. Conclui-se que, pelo fato de a BNCC representar o fundamento curricular de todas as escolas do país, o mesmo não apresenta a inclusão escolar como obrigatória, indispensável e fundamental, nem especifica como a mesma se dará nas instituições ou como se trabalha isso em meio aos conhecimentos específicos.

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Nossa Senhora dos Homens Pretos

Outras Mais Específicas

Uma igreja católica no Centro de Maceió está com as portas fechadas. Lá dentro, Nossa Senhora não vê os sofrimentos, os sonhos, as alegrias dos transeuntes. Aqui fora, as pessoas que vão à feira ou passam por perto não conhecem a história dessa igreja nem pensam em pedir sua bênção. Os governantes desdenham tudo isso.

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Diagnóstico das deficiências na aprendizagem de Programação em alunos do curso técnico integrado de Automação do IFMG - Câmpus Ibirité

Computação e Tecnologias, Avaliação e Vivências de Sala de Aula

Os profissionais da área de Controle a Automação estão intimamente ligados à programação de máquinas e computadores, utilizando esse recurso para otimização de processos produtivos e melhoria da vida da comunidade como um todo, possibilitando desde maior rapidez numa simples operação matemática até maior segurança a acessos em ambientes físicos ou virtuais. Buscando uma melhoria contínua do ensino, este trabalho apresenta um diagnóstico que levanta as dificuldades e um panorama do aprendizado da disciplina de Programação. Este artigo apresenta as principais percepções considerando a perspectiva de 22 alunos ingressantes do curso técnico integrado em Automação Industrial que foram colhidas por meio de formulário digital após o término do período letivo. Os resultados mostram que os alunos consideram como maior dificuldade o uso das “estruturas de dados” e apontam que a carga horária de 60 horas-relógio foi insuficiente para bom entendimento de todo o conteúdo. Ainda pela perspectiva do aluno, foi diagnosticado que o material didático disponibilizado pelo docente foi insuficiente, sendo necessário estudo em outras fontes das quais se destacam a busca em sites da área e a utilização de exercícios resolvidos para melhoria do entendimento.

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A EJA e seu ensino na Educação Básica: primeiras aproximações

História da Educação e Política Educacional

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) alcança uma parcela significativa da população brasileira que não teve acesso ao direito básico constitucional de frequentar a escola no tempo previsto, entre os 4 e os 17 anos, conforme aponta a LDBEN (nº 9.394/1996). Diante desse desafio de resgatar um compromisso histórico da sociedade brasileira e contribuir para igualdade de oportunidades, inclusão e justiça social, fundamenta-se sua construção nas exigências legais definidas pela Constituição Federal de 1988, é que se deseja discorrer acerca da função da Educação de Jovens e Adultos (EJA) na história da Educação básica brasileira. Para a realização desse estudo, contou-se com uma pesquisa que se caracteriza pela natureza de abordagem qualitativa, tendo como procedimento metodológico a pesquisa bibliográfica. Assim, o presente artigo apresenta brevemente algumas considerações acerca da temática a partir de estudos oriundos da literatura. Percebe-se que, historicamente, a modalidade EJA foi tratada como política de governo, e não política pública, gerando sucessivas ações e programas que fracassaram. Diante desse contexto, a EJA tem como objetivo tentar corrigir algumas questões sociais como exclusão e exploração, pois oferece novas possibilidades a esses estudantes que, por meio dela, têm novo acesso à Educação formal.

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Afetividade no processo de aprendizagem

Psicologia

São vários os fatores que interferem no processo de aprendizagem da criança. Grande parte dos teóricos reconhece que afetividade é o berço da socialização do indivíduo, pois é com ela que são transmitidos os primeiros ensinamentos às crianças. A afetividade na escola, complemento da afetividade na família, é de suma importância para seu desenvolvimento tanto cognitivo quanto social. Para realização deste trabalho recorreu-se a referenciais importantes, tendo como base principal a luz dos estudos de pesquisadores da área da Psicologia, descrevendo cada aspecto sobre a relação afetiva professor-aluno sustentada pelo referencial teórico da área, o que possibilitou descrever as relações entre o fenômeno e o objeto, pesquisando, correlacionando os fatos, visando evidenciar se têm relação com a aprendizagem dos alunos.

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Jogos pedagógicos no ensino de Matemática: Uma experiência com alunos do 6º ano do Ensino Fundamental

Matemática e Vivências de Sala de Aula

O presente trabalho relata uma experiência de ensino com a utilização de jogos pedagógicos, tendo como público-alvo alunos do 6º ano do Ensino Fundamental, na resolução de exercícios que envolveram as quatro operações fundamentais da Matemática. Para isso, são apresentados o Jogo dos Piratas e o Jogo do Mico, jogos estes utilizados na aplicação e, também, como se deu esta aplicação. Assim, foi possível identificar as concepções e percepções dos alunos com relação aos números inteiros, as principais dificuldades e quais aspectos puderam ser explorados com os jogos em questão; isto, com o intuito de preencher lacunas existentes na aprendizagem. Ressaltamos que, com a aplicação dos jogos, foi possível tornar o ambiente da sala de aula colaborativo, uma vez que os sujeitos puderam se expressar e dialogar com o grupo quais as dificuldades e desafios encontrados em cada etapa dos jogos, enaltecendo assim a importância da criticidade e da autonomia e como estas podem contribuir na qualidade do aprendizado e na significação de conceitos.

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I Colóquio Faetec de Professores Pesquisadores

Estão abertas também chamadas para submissão de proposta de mesa redonda e para coordenador de vídeo pôster (24) e coordenador de comunicação oral (24), nas seguintes áreas de conhecimento: Ciências Exatas e da Terra; Ciências Biológicas; Engenharias; Ciências da Saúde; Ciências Agrárias; Ciências Sociais Aplicadas; Ciências Humanas; Linguística, Letras e Artes.

O prazo de inscrição é até 31 de março, por meio do site: www.coloquiofaetec.com.br

Educação e pandemia

Educação e pandemia

Artigos publicados na revista Educação Pública sobre a pandemia

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Educação: Tem o poder de transformar

O Centro de Estudos “O bem viver e a resiliência dos povos indígenas no cuidado com a Amazônia" recebeu os representantes dos povos indígenas
- Iolanda Pereira da Silva, do Povo Macuxi;
- Michel Oliveira Baré Tikuna, do Povo Baré e Tikuna;
- e o procurador da República Marco Antônio Delfino de Almeida;
- e o coordenador do Programa Rio Negro do Instituto Socioambiental, Marcos Wesley de Oliveira.

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Citação

"É melhor construir salas de aula para o Menino do que celas e patíbulos para o Homem."
Eliza Cook (12/1818 – 09/1889)

Educadores e Educadoras

Magda Soares

"Para a criança, a complexa aprendizagem da língua escrita deve acompanhar seu desenvolvimento cognitivo, linguístico e mesmo motor, para a manipulação dos instrumentos e suportes da escrita."

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