Biblioteca

Filtrar os artigos

Pesquisar na Biblioteca

Selecione uma ou mais opções

Nível de ensino

Selecione uma ou mais opções

Natureza do trabalho

Selecione apenas uma opção

Categoria de Ensino

Selecione uma ou mais opções

Ciências Ambientais

Ciências da Saúde

Ciências Exatas e da Terra

Ciências Humanas

Educação

Letras, Artes e Cultura

Políticas Públicas


Filtros aplicados:

Categoria de Ensino: Avaliação; Educação a Distância; Educação Especial e Inclusiva; Educação Infantil; Formação de Professores; História da Educação; Instituição Escola; Vivências de Sala de Aula
Limpar filtros
A literatura como estratégia para as práticas de letramento bilíngue para os surdos
Comunicação e Educação Especial e Inclusiva

Neste artigo são apresentadas reflexões sobre a importância do contato com a literatura em Libras como estratégia para práticas de letramento bilíngue com estudantes surdos, visto que a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é considerada a sua língua de instrução, e a Língua Portuguesa, na modalidade escrita, a sua segunda língua. O principal objetivo do estudo é utilizar os textos literários em Libras e as experiências visuais para práticas de letramentos em Libras e na escrita da Língua Portuguesa. Foi realizada pesquisa qualitativa do tipo estudo de caso; alguns princípios metodológicos podem nortear o letramento bilíngue dos surdos.

O ensino de Libras para surdos na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e no Ensino Médio
Educação Especial e Inclusiva e Política Educacional

Neste artigo retratamos documentos e legislações relevantes que enfatizam o ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras), na Educação Básica em escolas regulares inclusivas, indicando as condições de ensino e aprendizagem da Libras como primeira língua e português escrito como segunda língua de estudantes surdos. Dentre outras questões, os resultados indicaram que a falta de um currículo específico para o ensino da Libras para estudantes surdos é um entrave para que tenham um desempenho escolar exitoso e possam serem reconhecidos pela sua cultura viso-espacial.

Contação de histórias na Educação Infantil: uma proposta de atividades
Educação Infantil e Vivências de Sala de Aula

A contação de histórias desempenha papel fundamental na formação dos hábitos de leitura em crianças, despertando interesse e curiosidade pelos livros. Porém, muitas vezes essa prática é deixada de lado. Apresentamos atividades relacionadas à contação de histórias para crianças de dois a três anos com sete temas (Falar a verdade; Felicidade e amizade; Prestar atenção e escutar os adultos; Somos lindos(as) do jeito que somos; Cuidar dos dentinhos e superar os medos; Valorização de diferentes povos e culturas; e Aguçando a curiosidade). Essas atividades podem fornecer possibilidades para a utilização de outras estratégias de contação na Educação Infantil.

Alfabetização e os desafios da escrita: realidades de uma turma de primeiro ano em uma escola na Maré
Formação de Professores e Vivências de Sala de Aula

O artigo é um trabalho de alfabetização cujo objetivo é estudar os avanços da escrita infantil no contexto escolar de uma turma regular do 1° ano do Ensino Fundamental. Consideramos relevante o processo inicial de interação, que começa nos desenhos e avança em um processo contínuo que culmina em escrita. Com o apoio teórico de Vygotsky, Smolka e Ferreiro, entendemos que essa evolução histórica da escrita não está relacionada à reprodução mecânica do alfabeto, mas abre espaço para o processo criativo que é intrínseco à criança. Trazemos exemplos de escritas infantis e análise de estratégias utilizadas pelas crianças para estabelecer uma comunicação social.

A inclusão de pessoas com TEA fundamentada na relação entre o PEI e o TEACCH
Educação Especial e Inclusiva

Apresentamos a importância da relação do plano educacional individualizado (PEI) e do Treatment and Education of Autistic and Related Communication-handicapped Children (TEACCH) para a promoção do aprendizado de pessoas com deficiência. Usamos a pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa, a fim de fazer uma análise reflexiva sobre a inserção dessas duas ferramentas de ensino-aprendizagem nos ambientes de ensino. O resultado aponta que o PEI promove o planejamento e a avaliação contínua, enquanto o TEACCH cria os procedimentos, considerando o aprendiz individualmente.

Perspectivas de inclusão do aluno autista na rede pública de ensino: uma revisão integrativa
Educação Especial e Inclusiva, Instituição Escola e Vivências de Sala de Aula

A inclusão escolar de crianças com transtorno do espectro autista (TEA) vem sendo assunto bastante estudado, a fim de buscar maneiras de inseri-las na sala de aula regular e melhorar seu atendimento. Como objetivo buscou-se analisar o processo de inclusão de crianças autistas na rede pública de ensino. Para tanto, foi realizada revisão integrativa de trabalhos publicados de 2016 a 2021. Os descritores utilizados foram “Autismo”, “Inclusão” e “Educação Básica”. A amostra foi composta por nove artigos, os quais evidenciaram que o sucesso da inclusão da criança autista depende de como os profissionais da Educação foram capacitados acerca do TEA.

Resenha de “O livro que não tinha fim”, de Sandra Aymone
Ecologia e Meio Ambiente e Vivências de Sala de Aula

A resenha tem o objetivo de apresentar as potencialidades de O livro que não tinha fim (2015), de Sandra Aymone, como estratégia para aprimorar o ensino de Ciências. De forma lúdica, o livro apresenta conceitos da área científica que são essenciais para o conhecimento dos alunos. Sugere-se o desenvolvimento de atividades para os anos iniciais do Ensino Fundamental, contemplando as temáticas associadas a aquecimento global, reciclagem, poluição, efeito estufa e às contribuições do ser humano para o planeta. A literatura infantil pode ser uma importante aliada para favorecer o processo de aprendizagem.

A introdução das vivências do voleibol no Ensino Fundamental
Vivências de Sala de Aula e Educação Física

Este trabalho tem como objetivo apresentar o voleibol aos estudantes do 5º ao 7º ano do Ensino Fundamental, tendo como margem a construção do conhecimento e a interação entre os alunos, respeitando as possibilidades de cada um. Entre os objetivos específicos foram discutidas: a prática do voleibol lúdico na escola e suas possibilidades como conteúdo da Educação Física e instrumento esportivo aos estudantes para a descoberta de suas capacidades e habilidades motoras. Essas questões devem ser trabalhadas com o intuito de fazer o aprendiz confrontar-se com os conhecimentos do senso comum em comparação ao conhecimento científico.

O intérprete de Libras como suporte ao trabalho docente: parceria de trabalho visando ao discente surdo
Educação Especial e Inclusiva e Política Educacional

Este artigo retrata a importância do trabalho colaborativo entre os intérpretes de Libras e os docentes na construção de um currículo adaptado para estudantes surdos. Fez-se uma análise bibliográfica sobre Sacristán conceituando currículo e sua proposta de organização e Lacerda sobre o fazer do intérprete educacional, ampliando os conhecimentos sobre o papel desse profissional, sua responsabilidade em sala de aula e possíveis formas de trabalho colaborativo com os docentes. Notamos que é imprescindível a presença do intérprete no ambiente educacional para seu papel de facilitador no processo de aprendizagem dos discentes surdos.

As possibilidades e os limites da inclusão: entre o cuidar e o educar na Educação Infantil
Educação Especial e Inclusiva, Educação Infantil, Vivências de Sala de Aula e Política Educacional

Este trabalho objetiva compreender as possibilidades e os limites para a inclusão na Educação Infantil, refletindo sobre o processo de ensino-aprendizagem e a rotina entre o cuidar e o educar. Analisa, também, como a inclusão está assegurada nos currículos para a rede municipal de ensino de Cascavel/PR, descrevendo as experiências vivenciadas no estágio supervisionado. Para alcançar os objetivos, realizou-se uma pesquisa com abordagem qualitativa, a partir de uma revisão bibliográfica e de um relato de experiência. O planejamento pedagógico na Educação Infantil deve considerar os sujeitos do ensino, respeitando suas individualidades.