Edição V. 20, Ed. 43 - 10/11/2020

Agora, Brasil, Inês é morta!

Outras Mais Específicas

Neste momento de pandemia, é muito difícil manter a lucidez, as crenças; por isso é feito este apelo ao país: levante-se, relembre sua história, lamente as perdas, mas enfrente as dificuldades para poder reerguer-se e reinventar-se urgentemente. Evite as boçalidades, as maldades, a loucura.

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Formação docente: a partir do estágio supervisionado

Formação de Professores

Este artigo objetiva fomentar as questões que tangem às estruturas, observações e práticas desenvolvidas a partir da disciplina de Estágio Supervisionado, no curso de licenciatura plena em Pedagogia. O estágio pode ser caracterizado como uma relação entre o processo de ensino e de aprendizagem que permeia as questões acadêmicas, práticas, produção de relatórios e regência de aulas, realizado nas diversas modalidades de ensino formal e não formal. Para a redação deste texto, recorreu-se à pesquisa de revisão da literatura e aos enfoques de regulamentos, resoluções, normativas e legislações que perpassam a formação docente inicial. Por meio da análise bibliográfica, os resultados indicam que a grade curricular do curso de Pedagogia está em ampla sintonia nas questões de teoria e prática e atinge diretamente a formação docente. Portanto, o estágio é uma das etapas a serem cumpridas durante a formação inicial, e é justamente nesse espaço que o educador compreende o que é o locus da aprendizagem educacional.

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Resenha do livro “A BNCC na Contramão do PNE 2014-2024: Avaliação e Perspectivas”

Formação de Professores e Política Educacional

Neste trabalho, Marcia Ângela Aguiar discute o Plano Nacional de Educação (PNE), no qual enfoca as metas voltadas à formação de professores e valorização dos profissionais da Educação, considerando as propostas de formação dos profissionais da Educação e avanços do PNE, Conae e Diretrizes Curriculares para a formação desses profissionais.

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Jogos didáticos digitais: recursos para estimular o ensino e a aprendizagem de Física

Física, Formação de Professores e Vivências de Sala de Aula

O tema ensino de Física vem sendo discutido, durante anos, em diferentes eventos, debates, palestras etc. entre os professores de Física. Inúmeros trabalhos mostram possíveis caminhos para melhorar o processo de ensino e aprendizagem de Física, mas nem sempre as condições são favoráveis para estes profissionais refletirem em possíveis mudanças; por exemplo, os recursos financeiros e o tempo. O ensino tradicional é um dos motivos que levam os alunos ao desinteresse pela disciplina Física. Sabendo dessa problemática e vivenciando um período em que os jogos estão cada vez mais fazendo parte do cotidiano das pessoas, este trabalho desenvolveu dois jogos didáticos virtuais, intitulados A Física na Memória e A Física nas Palavras como ferramenta de ensino para estimular os professores de Física a refletirem sobre os seus trabalhos e a explorarem a tecnologia, especificamente o computador e o software PowerPoint, os conhecimentos dos conteúdos de Física e, por fim, a criatividade para melhorar o ensino de Física na sala de aula.

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Iniciativas interdisciplinares: diálogo entre a Ciência e a Arte como potencial nas aulas de Anatomia

Vivências de Sala de Aula

O presente trabalho apresenta os resultados de uma experiência didático-pedagógica desenvolvida por dois alunos monitores do Ensino Médio e um professor de Ciências. O relato de experiência constitui-se do período de monitoria na disciplina de Ciências em duas turmas do oitavo ano do Ensino Fundamental II. Teve como objetivo analisar as experiências e impressões vivenciadas pelos alunos monitores durante as atividades de anatomia humana desenvolvidas em sala de aula por intermédio de uma iniciativa interdisciplinar artística. Os dados são relatos procedentes dos diários dos alunos monitores (impressões anotadas em um caderno periodicamente). Desta forma, os dados foram organizados e discutidos segundo determinadas categorias, como: a) Experiência da monitoria nas aulas de Ciências; b) Impressões das atividades artísticas no ensino de Ciências como prática pedagógica. A partir da disciplina de Arte, o recurso desenho/ilustração, possibilitou discutir e compreender conceitos da anatomia humana abordados na disciplina de Ciências. Os resultados encontrados revelam que o ensino mediado pela interdisciplinaridade contribui para o processo de ensino-aprendizagem dos alunos, permitindo múltiplas possibilidades para a construção do conhecimento científico.

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A história de Eros e Psiquê

Outras Mais Específicas

Em versos, o amor impossível e inexplicável de Eros e Psiquê, com os requintes de vingança de Afrodite, de sofrimento da família da noiva para mostrar como o amor e a alma podem se entender e seguir em frente.

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O desafio da comunicação nas aulas de Ciências e Biologia, a partir da prática docente na rede pública de ensino de Formiga/MG

Formação de Professores, Instituição Escola e Vivências de Sala de Aula

Parte-se do pressuposto de que a comunicação é um fenômeno central da Educação e interfere objetivamente no processo de ensino e aprendizagem das Ciências e da Biologia. Pretende-se investigar quais os métodos de comunicação mais utilizados pelos professores nas aulas de Ciências e Biologia e analisar a sua relevância na construção do conhecimento. Optou-se pela metodologia qualitativa e aplicou-se a Análise Textual Discursiva para a construção de metatextos a partir dos resultados e coletaram-se dados através de questionário estruturado com a participação de sete professores de Ciências e Biologia do município de Formiga/MG. Analisados os dados, prosseguimos na elaboração de discussões em torno da importância da comunicação no processo de ensino e aprendizagem, quais os meios de comunicação mais utilizados em sala de aula para otimizar a comunicação com os alunos, como os professores fazem uso dos termos científicos na sala de aula, em quais séries e conteúdos os alunos apresentam maiores dificuldades de aprendizagem, como os professores buscam facilitar a comunicação em suas aulas e se utilizam algum recurso tecnológico como forma de comunicação. Alcançaram-se ótimos resultados em torno da identificação da importância da comunicação no cotidiano da sala de aula centrada no uso tradicional de recursos digitais e a demonstração da relevância do paralelismo entre o vocabulário científico e o popular.

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Pluralidade cultural na sala de aula: da formação do Brasil à valorização das múltiplas culturas no contexto educacional

Direito, Sociologia e História da Educação

O multiculturalismo no Brasil começou a se configurar no período pós-colonização, ainda no século XV, devido à gama de etnias com suas representações culturais que foram se miscigenando gradativamente ao longo dos séculos. Marcadamente tivemos forte presença de portugueses, holandeses e franceses nesse processo, junto às etnias indígenas e durante as invasões e alianças, deixando suas representações e raízes culturais incorporadas.

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As narrativas literárias na Educação Infantil: com literatura e imaginação podemos mudar o Brasil

Educação Infantil e Formação de Professores

A presente pesquisa apresenta, por meio de levantamento bibliográfico, as contribuições das contações de histórias emanadas nos livros literários na socialização dos saberes do contexto escolarizado direcionado à primeira infância, considerando as especificidades que permeiam o grupo. Abramovich (1991), Zilberman (1994), Coelho (1999), dentre outros aportes teóricos, forneceram apontamentos e análises sobre esse fazer pedagógico e seus desdobramentos sociais, cognitivos e linguísticos. Entretanto, para que esse processo se efetive de modo exitoso, o infante, como indicado nas Orientações Curriculares para a Educação Infantil da Rede Municipal de Maceió (2015) e demais documentos legais vigentes, deve estar no centro do fazimento, tendo no professor referência, mediação e sensibilidade para experienciar a literatura de forma convidativa, prazerosa e, sobretudo, desafiadora.

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Atenção: Submissão de trabalhos

Educação e pandemia

Educação e pandemia

Artigos publicados na revista Educação Pública sobre a pandemia

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Educação: Tem o poder de transformar

O Centro de Estudos “O bem viver e a resiliência dos povos indígenas no cuidado com a Amazônia" recebeu os representantes dos povos indígenas
- Iolanda Pereira da Silva, do Povo Macuxi;
- Michel Oliveira Baré Tikuna, do Povo Baré e Tikuna;
- e o procurador da República Marco Antônio Delfino de Almeida;
- e o coordenador do Programa Rio Negro do Instituto Socioambiental, Marcos Wesley de Oliveira.

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Caminho para a liberdade

"A educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade por ele."
Hannah Arendt (1906-1975).

Educadores brasileiros

Dermeval Saviani

"A educação é uma atividade que supõe a heterogeneidade no ponto de partida e a homogeneidade no ponto de chegada."

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