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Leitura nas aulas de Língua Inglesa: acessível, eficaz e prazerosa
Formação de Professores e Língua Estrangeira

Sob a luz dos Parâmetros Curriculares Nacionais e do conhecimento da Linguística Aplicada, este artigo consiste em diagnosticar alguns motivos que têm levado as aulas de leitura em Língua Inglesa ao insucesso e propor estratégias de melhoria para o desenvolvimento dessa habilidade nas salas de aula.

Cine-debate: abordando a importância das áreas verdes através de Cienciarte
Ecologia e Meio Ambiente, Biologia e Biociências, Geografia, Vivências de Sala de Aula, Cinema, Teatro e TV e Espaços Urbanos

A escassez de áreas verdes é um problema socioambiental que compromete em diversos aspectos a vida das pessoas, sendo considerada uma questão de saúde pública que afeta principalmente populações de baixa renda residentes em grandes aglomerados urbanos. O ambiente escolar é um espaço privilegiado para a abordagem desse problema, de forma a se despertar o interesse dos estudantes para a questão, visando ao debate e seu enfrentamento pela participação social. A questão motivadora do desenvolvimento desta atividade foi: como abordar a importância das áreas verdes de uma forma artística e lúdica? O trabalho relatado aqui se deu baseado no aporte metodológico do cine-debate, fundamentando-se em Cienciarte. A atividade revelou-se uma forma diferente para a abordagem do tema, dando oportunidade à abstração, ao refletir e ao externar o pensamento por meio do diálogo, possibilitando ao educando um papel ativo no processo de aprendizagem.

Jornal da EJA: uma experiência e tanto...
Vivências de Sala de Aula e Língua Portuguesa e Literatura

É consenso que a heterogeneidade caracteriza o corpo discente da EJA. Mais do que nas classes de ensino regular, cada turma e cada estudante tem uma história peculiar, em razão de competências específicas, de conhecimentos prévios particulares e de experiências vivenciadas ao longo de suas trajetórias de vida e de escolarização.

Alfabetização como processo discursivo: as possibilidades de mediação do psicopedagogo
Psicologia, Vivências de Sala de Aula e Língua Portuguesa e Literatura

O artigo apresenta uma breve análise do processo de alfabetização na perspectiva discursiva na fase inicial da escrita, defendida por Ana Luiza Smolka, e as possibilidades de mediação psicopedagógica nos processos de leitura e escrita, por se tratar de uma demanda significativa no atendimento psicopedagógico. Com base nesse ponto de vista, buscamos correlacionar as possibilidades do trabalho psicopedagógico. A mediação psicopedagógica precisa levar em consideração como esses processos se articulam, de modo a entender como a criança pensa a escrita e a leitura, resguardando seus processos autorais e de significação social. Além disso, pontuamos também alguns dos recursos, estratégias e registros dentro do campo de conhecimento psicopedagógico que, no trabalho cotidiano do psicopedagogo podem colaborar para esse aprofundamento de nossa prática. A reflexão da prática psicopedagógica à luz da perspectiva da discursividade pode prevenir posições estigmatizantes e cartesianas em relação à alfabetização, enaltecendo a constituição da subjetividade do aprendente e a convicção de sua capacidade para aprender de forma singular e autoral, com outra visão do processo de construção da língua.

Sustentabilidade: desafios da realidade para um (re)pensar na educação
Ecologia e Meio Ambiente, Formação de Professores, Vivências de Sala de Aula, Cidadania e Comportamento e Política Educacional

É importante que a escola, como espaço de construção do conhecimento, considere as propostas dos PCN para trabalhar a Educação Ambiental de maneira transdisciplinar, como oportunidade de formar pessoas que tenham preocupações com a sustentabilidade, a fim de preservar o planeta não apenas para os seres humanos, mas para todas as espécies de seres vivos.

O ensino de Geografia e as relações étnico-raciais na escola
Antropologia, Geografia e Cidadania e Comportamento

Uma aula de Geografia ministrada por licenciandas do Pibid levou à discussão sobre questões sociais e raciais junto a alunos de uma escola pública estadual em Juiz de Fora/MG, provocada por a assistência a um filme que tem o racismo como tema. Essa experiência mostra que a escola é um lugar privilegiado para a discussão da questão do preconceito em todas as suas facetas.

Produzindo textos na escola (e na vida)
Vivências de Sala de Aula e Língua Portuguesa e Literatura

Este artigo se propõe a refletir sobre a produção de textos na escola à luz de algumas formulações de Paulo Freire. A pesquisa bibliográfica levou-nos à descoberta de vários pontos de convergência entre conceitos freirianos e o tema deste trabalho, especialmente os que envolvem o ato de ler, a importância do diálogo e a “educação bancária”. Para tratar dos fenômenos da linguagem, recorremos aos estudos de Bakhtin. Sobre a escrita na escola, trazemos os olhares de Geraldi e Marcuschi. Serão analisados também alguns resultados de avaliações institucionais que medem o aproveitamento de estudantes brasileiros, os papéis dos atores escolares e o protagonismo dos estudantes.

Práticas de letramento nas famílias de duas crianças com síndrome de Down
Educação Especial e Inclusiva e Outras Mais Específicas

Este artigo se insere no âmbito das discussões sobre os letramentos e tem como objetivo identificar as práticas de letramento vivenciadas no contexto familiar por duas crianças com síndrome de Down. O estudo se enquadra numa abordagem qualitativa e estudo de caso. Espera-se que, ao analisar o agente familiar de letramento, consiga-se evidenciar hábitos e costumes necessários às crianças em aprendizagem. Os resultados apontaram para a importância de refletir e divulgar mais informações sobre as possibilidades de letramento no ambiente familiar. As famílias apresentaram pouco entendimento do papel fundamental que possuem no desenvolvimento do letramento das crianças ao demonstrarem desconhecimento dos letramentos que vivenciavam informalmente.

Consultoria e captação de recursos para uma ONG de educação e arte
Educação Infantil, Cidadania e Comportamento, Educação Artística, Espaços Urbanos, Política Cultural e Política Educacional

Este artigo é resultado da atividade de residência em Gestão Pública e tem como objeto geral a gestão de organizações não governamentais com foco na área de Educação. O caso específico escolhido foi o da ONG Missão Artística Casa, situada em Santa Cruz. Trata-se de um ambiente educativo e artístico de acolhimento de menores em situação de vulnerabilidade social. Foi diagnosticado pelo grupo, conjuntamente com a gestão da ONG, que o principal problema da gestão era captação de recursos. A partir daí, o grupo elencou algumas estratégias que poderão ser de valia no intuito de dar maior longevidade à ONG.

Entre manobras radicais, marginais e burocráticas: uma história do skate até sua entrada nos Jogos Olímpicos de 2020
Educação Física

O skate passou por metamorfoses durante os anos, passando de uma prática de lazer esportiva e tida por muito tempo como marginal por sua ligação com movimentos da contracultura. Fará sua primeira participação competitiva nos Jogos Olímpicos, em Tóquio, quebrando barreiras que antes pareciam intransponíveis num passado recente. Este trabalho tem por objetivo investigar a história do skate como prática de lazer e esportiva e trazer a debate o impacto de sua inserção nas Olimpíadas. Para isso, foram buscados em bases de dados científicos artigos que tratassem da história do skate para montagem do referencial teórico, além da utilização de portais de notícias esportivas e blogs especializados no esporte. Como conclusão, notou-se que o skate passou por diversos momentos adversos e que resistiu a muitas crises internas e externas de modo que sua sobrevivência como prática corporal se deu por meio de luta e resistência de seus praticantes/atletas, legitimando-se como esporte e alcançando o patamar olímpico com sua introdução nos jogos de 2020, embora sua entrada nos Jogos não seja lugar tranquilo entre todos os seus praticantes.