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Ser professor de Geografia na escola básica no século XXI
Geografia e Formação de Professores

Educar nunca foi tão árduo, mesmo diante dos avanços científicos, das novas descobertas e, sobretudo, do acúmulo de saberes. E o professor de Geografia deve escapar de trabalhar conteúdos voltados para os aspectos físicos e privilegiar temas relacionados a aspectos sociais e econômicos da disciplina, evitando que ela se torne apenas decoreba.

Reflexões sobre as tendências de ensino: contribuições para práticas pedagógicas no campo da Geografia
Geografia

A Educação e a Geografia são espaços de construção de saberes destinados ao desenvolvimento humano para a vida, para o mundo. Entre esses dois campos, há uma interseção, tanto no diz respeito ao nível de atenção à própria Educação quanto à importância do ensino da Ciência Geográfica para formação de um cidadão crítico e reflexivo. Desse modo, ainda que de forma inconsciente, os professores aderem sempre a um ciclo no processo de ensino-aprendizagem. Face a essas constatações iniciais, que elucidam a interface presente e por vez necessária da Educação com o campo da Geografia, procuramos aqui tecer algumas reflexões acerca das tendências de ensino, visto que se constituem como objetos das ações de educação que permeiam o ensino de Geografia, que correspondem às acepções de Educação elencadas no desenvolvimento das potencialidades dos indivíduos como sujeitos de transformação da realidade social, sendo integrantes dos direitos essenciais da pessoa humana.

A música no contexto da Psicopedagogia e a utilização de instrumentos musicais como ferramentas de aprendizagem
Saúde, Psicologia, Educação Especial e Inclusiva, Educação Artística e Música

A música estimula o pensamento e a ordenação de espaço e tempo. A música e os instrumentos musicais devem ser utilizados para tentar superar algo que não foi possível da forma convencional. Por haver esforço espontâneo da parte do indivíduo, talvez ele esteja mais empenhado para compreender algo que antes não foi possível. O objetivo da utilização de instrumentos musicais para esses casos é semelhante aos jogos.

Na sociedade do cansaço a literatura se faz respiro
Filosofia, Sociologia e Cidadania e Comportamento

Nesta resenha, debruçamo-nos sobre a obra Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han. O filósofo sul-coreano é um crítico da sociedade do desempenho, em que o indivíduo é explorado e acredita que é realização. Alienação de si mesmo. Imersos nessa lógica do neoliberalismo adoecemos. A máquina-corpo perde sua potência vital e os sinais de esgotamento logo aparecem; secos no deserto dos dias ficamos à espera de resgaste, que vem em forma de medicamentos e/ou suplementos. Vivemos em tempos de produção e sucumbiremos pela autoexploração.

O vínculo social do educador e do educando diante da indisciplina escolar
Saúde, Psicologia, Formação de Professores e Política Educacional

Este trabalho se propôs a analisar o vínculo social existente entre educador e educando e como isso poderia influenciar o processo de aprendizagem em toda a sua amplitude. Considerando o viés omnilateral da aprendizagem; as profissões ou fazeres impossíveis apresentados por Freud: governar, educar, analisar e fazer desejar (contribuição de Lacan); os discursos apresentados por Lacan: Do mestre, Da histérica, Do universitário e Do analista; um olhar sobre a indisciplina como uma forma de aprendizagem e a disciplina como fator positivo e não punitivo nesse processo, perpassando o conteúdo, as relações interpessoais (laços sociais), a metodologia de ensino e sociedade como um todo.

O ensino de História na perspectiva da Educação Inclusiva: desafios, possibilidades e estratégias para o Ensino Fundamental II
História e Educação Especial e Inclusiva

O presente artigo tem por proposta introduzir uma reflexão sobre o ensino de História numa perspectiva inclusiva, apontando para os desafios, possibilidades e estratégias metodológicas voltadas a alunos com deficiência nas séries do segundo segmento do Ensino Fundamental.

Patrimônio material e ensino de História: a importância da História local em sala de aula
História, Formação de Professores, Vivências de Sala de Aula, Outras Mais Específicas, Espaços Urbanos e Política Cultural

A legislação educacional brasileira incentiva a utilização e pesquisa dos bens patrimoniais das cidades como fonte de dados para o ensino de História, pois cria espaços de aprendizagem no cotidiano e mostra a importância de valorizar e preservar os locais e objetos históricos.

As ideias do texto “Concepção dialógica e as NTIC: a educomunicação e os ecossistemas comunicativos”
Computação e Tecnologias, Comunicação, Educação a Distância e Política Educacional

Esta resenha analisa um artigo que aborda a relação entre a educação e a comunicação, considerando as novas tecnologias de informação e comunicação e a forma como elas atuam nos processos de ensino-aprendizagem, visto que as interações são permeadas por esses recursos tecnológicos.

Políticas para a implementação de tecnologias educacionais na escola pública
Direito, Instituição Escola e Política Educacional

Há algumas décadas vêm sendo feitos esforços para inserir elementos de tecnologia nos processos educacionais. A legislação e as normas emanadas pelo MEC abordam esse assunto e valorizam esse processo de inserção. É preciso que se intensifique esse emprego das tecnologias de informação e comunicação – especialmente na escola pública de todos os níveis.

As contribuições da dança (do ventre) no ensino-aprendizagem para crianças: uma óptica neurocientífica
Sociologia, Formação de Professores e Dança

A dança é um sólido componente educativo, que auxilia nas diversas esferas do desenvolvimento infantil; com o avanço das neurociências, tornou-se ainda mais evidente a importância incontestável que ela possui. Este estudo traz sugestões de práticas e objetiva compilar as diversas contribuições da dança no processo de ensino-aprendizagem para crianças, difundir os diversos benefícios possíveis de serem conquistados pelos praticantes dessa arte, de maneira a servir de inspiração para educadores da área; propõe também transformar a visão ultrapassada de que dançar se resume a copiar passos prontos cuja concepção tradicional entende que apenas o corpo trabalha, numa clara manutenção do dualismo cartesiano a fundamentar o conceito de corpo/mente.