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Análise crítica sobre a proposta curricular para o 6º ano do Ensino Fundamental do Estado do Rio de Janeiro
Geografia e Avaliação

Discutir a educação e suas práticas é uma excelente forma de conhecer a profissão que tanto nos é importante. O presente artigo visa uma análise das habilidades e competências presentes no Currículo Mínimo do 6º ano do Ensino Fundamental e como são, se é que são, colocadas em práticas na escola pública, por meio de estudo no Colégio Estadual Antônio Pecly. Para tal, foi realizado trabalho de campo com o auxilio de um professor da escola que é responsável por aquela série escolar, além de pesquisa minuciosa no documento do Currículo Mínimo do Estado do Rio de Janeiro. Consta também uma análise sobre a transposição didática e sua participação no Currículo Mínimo de Geografia para aquela série, bem como sua utilização pelos professores da rede pública.

Jogos didáticos e o ensino de Química: elementos comuns para a formação da cidadania
Química e Vivências de Sala de Aula

Na experiência relatada aqui, foi possível perceber que os jogos didáticos contribuem para a aprendizagem dos alunos, podendo ser usados, com adaptações, pelo/a professor/a de Química que opta por utilizar esta ferramenta de ensino em aulas da Educação Básica.

Determinantes da evasão dos alunos do curso técnico subsequente
Avaliação, Vivências de Sala de Aula e Política Educacional

O objetivo do presente trabalho foi analisar alguns fatores determinantes da evasão dos alunos do curso técnico subsequente em Edificações do IFMG - câmpus Congonhas. Dentre os autores pesquisados para perspectiva teórica, destacam-se Veloso e Almeida (2001), Bueno (1993) e Espínola (2010). O estudo foi realizado via revisão bibliográfica e estudo empírico com o preenchimento de formulário aplicado a todos os alunos dos quatro módulos do curso, totalizando 100 alunos matriculados. De acordo com os resultados do estudo, foi possível constatar que são muitos os fatores de abandono do curso, mas alguns deles têm maior representatividade, como dificuldade em conciliar trabalho e estudo. Há também fatores que, segundo a pesquisa, influenciam em pequena parte dos discentes, como distância da família.

Educação Ambiental, turismo pedagógico e iniciação científica
Ecologia e Meio Ambiente, Biologia e Biociências, Química, Geografia, Avaliação, Vivências de Sala de Aula, Espaços Urbanos e Política Educacional

As atividades de campo constituem importante estratégia para o ensino de Ciências. Nesse sentido, alinham-se os aspectos educacionais à aprendizagem significativa. O objetivo deste trabalho é melhorar as atividades de ensino-aprendizagem realizando atividades práticas ligadas à Educação Ambiental e reconhecimento do espaço geográfico. A atividade envolveu turmas do Ensino Médio responsáveis por descrever as atividades realizadas, resumir as percepções obtidas, realizar coleta de água, analisar as amostras e montar um artigo e apresentá-lo em modelo acadêmico. Utilizou-se o alfakit para a reação colorimétrica e contagem de coliformes fecais. Os resultados demonstraram que foram poucas as diferenças nas amostras, porém a Praia dos Anjos apresentou maiores quantidades de coliformes fecais. No que tange à construção dos artigos, estes se mostraram insuficientes. As conclusões apontam que a grande dificuldade foi a falta de prática com esse tipo de trabalho e a falta de ferramentas para a construção, como acesso a computadores.

A educação sob reflexões do projeto político-pedagógico no ambiente escolar
Formação de Professores, Instituição Escola e Vivências de Sala de Aula

Em tempos pretéritos, atuais e futuros, os temas relacionados à Educação, seja no ambiente familiar ou escolar, sempre foram e serão um desafio, pois envolve leis, direitos, deveres e seres humanos que estão em constante mudança. Afinal, o que se entende por Educação? É apenas um dever da família ou da escola? Quem tem direito? Questionamentos como esses podem direcionar a Educação. Na Constituição Brasileira estão promulgadas algumas leis que a norteiam, como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira (LDB nº 9.394/96). São necessárias algumas propostas que proporcionem o diálogo nas escolas, como o projeto político-pedagógico, um documento elaborado acerca do debate de professores e gestores a fim de construir uma educação real e de direito de todos. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho foi apontar reflexões da Educação a luz da legislação brasileira.

Reflexões acerca da naturalização do uso escolar da prática do "para casa"
Educação Infantil, Instituição Escola e Vivências de Sala de Aula

Procuramos apresentar os resultados de pesquisa qualitativa realizada em uma escola municipal de Belo Horizonte/MG cujo objetivo era investigar com que perspectiva seus educadores adotavam a prática do Para Casa no cotidiano escolar. Analisamos, indiretamente, se há diferenças, segundo os sujeitos da pesquisa, nas formas de uso do PC na EI e no EFI. Com base nesse propósito, apresentamos o lugar que o PC vem ocupando no processo de ensino-aprendizagem e se o seu uso no ambiente escolar tem se revelado eficaz. Para tanto, relacionamos o PC a métodos e técnicas utilizados na construção de atividades que objetivam o desenvolvimento escolar do educando e que servem de instrumento pedagógico aos educadores.

Um olhar sobre o currículo inclusivo para além dos aspectos burocráticos
Educação Especial e Inclusiva e Política Educacional

Este artigo propõe-se a realizar uma análise acerca do currículo escolar destinado ao campo da Educação Inclusiva, trazendo uma revisão bibliográfica acerca da temática da Educação Inclusiva no Brasil, dentre alguns dispositivos legais que sustentam a modalidade, de modo a contrastar as suas aplicabilidades com o que acontece efetivamente. Apresenta-se como objetivo deste artigo registrar que incluir o deficiente no contexto educacional não deve ser encarado de forma burocrática, tampouco um privilégio. A presente pesquisa encontra-se em fase introdutória, uma vez que o desejo maior é fazê-la solidificar-se e poder contribuir com a melhoria do ensino. O artigo elucida citações de autores que possuem a Educação Inclusiva como temática para suas publicações, bem como leis e demais mecanismos legais que embasam a educação nacional. Aponta-se, inicialmente, que a formação docente adequada é meio fundamental para que a inclusão aconteça na prática e os direitos das pessoas com deficiência sejam assegurados no âmbito escolar e não apenas sejam vistos como formas burocráticas de fazer cumprir as leis que garantem a Educação Inclusiva no Brasil.

Família e escola como instituições sociais fundamentais no processo de socialização e preparação para a vivência em sociedade
Instituição Escola

A educação para a vivência em sociedade pode ser compreendida como a finalidade da sinergia entre as instituições sociais família e escola. Visando à melhoria da aprendizagem de um indivíduo, a família deve-se fazer presente participando da vida escolar de seus filhos; a escola deve promover espaços para que essa participação aconteça. Estudar a relação entre família e escola e sua contribuição na vida dos indivíduos se faz necessário por se tratar de instituições sociais pelas quais todos os seres humanos passam ao longo da vida. O estudo objetivou analisar a importância da relação entre família e escola, compreendendo a família e seus valores e a contribuição da família participando ativamente na vida escolar da criança. Ao discutir a participação da família no processo de aprendizagem, entende-se que em uma sociedade há diferentes tipos de formações familiares. Mas, estas, quando interessadas pela educação e formação de seus descendentes, proporcionam benefícios a todos os envolvidos, podendo assim privilegiar toda uma sociedade com a presença de cidadãos críticos e ativos em todas as esferas da vida.

O desafio de educar na diversidade
Educação Especial e Inclusiva, Educação Infantil, Formação de Professores, Instituição Escola e Vivências de Sala de Aula

Este trabalho apresenta um relato de experiência de dois casos de crianças com necessidades educacionais especiais matriculadas em uma escola regular da rede pública e discute as potencialidades do trabalho pedagógico, identificando as dificuldades enfrentadas pelos educadores no sistema de ensino público. Este relato de experiência faz observação participante, utilizando a busca bibliográfica como facilitadora das discussões. Observou-se que algumas escolas já trabalhavam com Educação Inclusiva, com uma pedagogia que vai além das escolas, pois parte do pressuposto de que a educação deriva de um trabalho constante e que formar professores e alunos é um trabalho de ampliação da ação pedagógica. Como resposta ao estudo, percebe-se que a realidade escolar às vezes limita espaços de atuação que só poderão ser ultrapassados com muito esforço dos profissionais. Portanto, são relevantes professores preparados e engajados, que acreditem nas propostas de inclusão para todos e que, mesmo com poucos recursos, pensem atividades abrangentes para serem realizadas e adaptadas à escola.

Produzindo textos na escola (e na vida)
Vivências de Sala de Aula e Língua Portuguesa e Literatura

Este artigo se propõe a refletir sobre a produção de textos na escola à luz de algumas formulações de Paulo Freire. A pesquisa bibliográfica levou-nos à descoberta de vários pontos de convergência entre conceitos freirianos e o tema deste trabalho, especialmente os que envolvem o ato de ler, a importância do diálogo e a “educação bancária”. Para tratar dos fenômenos da linguagem, recorremos aos estudos de Bakhtin. Sobre a escrita na escola, trazemos os olhares de Geraldi e Marcuschi. Serão analisados também alguns resultados de avaliações institucionais que medem o aproveitamento de estudantes brasileiros, os papéis dos atores escolares e o protagonismo dos estudantes.