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A sala virtual como ferramenta de ensino e aprendizagem em Biologia
Biologia e Biociências e Vivências de Sala de Aula

As dificuldades dos alunos em Biologia podem ter relação com o tipo de metodologia utilizada pelo docente. Em tempos de uso constante de novas tecnologias, dispositivos móveis e internet, o professor pode fazer dessas ferramentas novos aliados. Nesse contexto, o uso do ambiente virtual de aprendizagem Google Classroom contribui para o desenvolvimento de metodologias ativas de aprendizagem, além para a construção coletiva e colaborativa do conhecimento. Esse ambiente foi utilizado nas aulas de Biologia em uma turma de 1º ano de Ensino Médio em uma escola estadual da cidade de Formiga/MG. Os resultados mostram que a média das notas da turma sofreu considerável aumento, além de aprovação de 89% dos estudantes. Conclui-se com isso que essa plataforma, com o devido planejamento, pode fazer com que as aulas tornem-se mais dinâmicas, atrativas, contribuindo para a melhoria do desempenho acadêmico dos discentes.

O Arco de Maguerez e a Aprendizagem Baseada em Projetos na Educação em Saúde
Saúde e Biologia e Biociências

A Educação em Saúde é uma das possibilidades de inserção da aprendizagem ativa, já que preconiza uma educação crítica, emancipatória e histórica na promoção da Saúde – e não o enfoque sobre as doenças. A Aprendizagem Baseada em Projetos pode sugerir questões e atividades e potencializar ações não apenas para o indivíduo como também para os seus espaços de vivência e atuação.

Infância e criança sob o olhar de Cecília Meireles: uma leitura de suas crônicas no Diário de Notícias
História da Educação

Este texto pretende discutir o pensamento de Cecília Meireles sobre os conceitos de infância e criança, baseado em suas crônicas escritas de 1930 a 1933. Assumimos como pressuposto que os conceitos apresentados pela escritora constituem importante fonte de pesquisa para o estudo da história da infância e da criança, no Brasil da primeira metade do século XX. Lançamos mão, para isso, de estudos da Sociologia da Infância.

A construção de maquetes físicas como recurso didático para o ensino de projeto arquitetônico na educação profissional técnica de nível médio
Avaliação, Vivências de Sala de Aula e Outras Mais Específicas

O objetivo deste trabalho é analisar a construção de maquetes físicas de edificações como ferramenta facilitadora do processo de ensino-aprendizagem de projeto arquitetônico em um curso técnico de Edificações na modalidade Integrado ao Ensino Médio de uma escola da rede federal de ensino. Busca-se um melhor aprendizado para os alunos, estimulando sua criatividade e seu interesse pelo conteúdo por meio de uma adequação das aulas, considerando a identificação dos estilos de aprendizagem. Como a construção da maquete favoreceria os estilos preferenciais dos estudantes, definiram-se algumas diretrizes para que os alunos se desenvolvessem em todas as dimensões. Ao final da atividade, parte significativa dos alunos que experimentaram essa abordagem atestou a sensação de ter a compreensão das aulas melhorada em função do desenvolvimento da maquete física e do ensino direcionado, recomendando a atividade para as próximas turmas.

O ensino da produção de textos escritos na Educação Básica: relato de uma prática com o gênero charge
Formação de Professores, Vivências de Sala de Aula e Língua Portuguesa e Literatura

O trabalho com a produção de gêneros discursivos – escritos e multimodais – é extremamente relevante para a formação dos alunos, uma vez que contribui para a ampliação dos seus graus de letramento e de multiletramento. Contudo, antes de iniciar um trabalho de produção de textos, é preciso realizar atividades voltadas a familiarizar os alunos com as características sociocomunicativas do gênero que será produzido.

Políticas para a implementação de tecnologias educacionais na escola pública
Direito, Instituição Escola e Política Educacional

Há algumas décadas vêm sendo feitos esforços para inserir elementos de tecnologia nos processos educacionais. A legislação e as normas emanadas pelo MEC abordam esse assunto e valorizam esse processo de inserção. É preciso que se intensifique esse emprego das tecnologias de informação e comunicação – especialmente na escola pública de todos os níveis.

Linguagens, códigos e suas tecnologias: a abordagem da Língua Portuguesa no Enem
Língua Portuguesa e Literatura

Esta pesquisa busca fazer uma análise crítica acerca da abordagem da disciplina de Língua Portuguesa nas provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias do Enem, das últimas edições (2015 a 2018). O estudo foi desenvolvido diante da necessidade de ampliar a interpretação acerca da forma com que as questões de linguagem são abordadas, realçando um contraste teórico entre o que comumente é ensinado nas escolas do Brasil com as exigências práticas do referido exame. Nosso aporte teórico é composto pelas contribuições de autores e estudiosos da área da educação. A metodologia apoia-se nas concepções de pesquisa qualitativa com vistas à revisão bibliográfica. O estudo abre espaço à interpretação das mais variadas abordagens da Língua Portuguesa em provas do Enem de modo a evidenciar traços característicos de suas abordagens e indicar a ênfase que professores de Língua Portuguesa necessitam dar em suas aulas, preparando o alunado com perspectivas plausíveis e concretas, de modo que professores e alunos possam traçar planos de aula e estudos coerentes com o que realmente é cobrado.

Linguagem coloquial e culta na língua portuguesa: onde e quando o "pobrema" não é problema
Língua Portuguesa e Literatura

O presente estudo engloba uma discussão acerca das variações linguísticas da língua portuguesa e apreciações de distintas áreas do conhecimento, como a Linguística e a Gramática. Diante do cenário de impasses comunicativos, a produção aqui desenvolvida destaca o objetivo de contrastar e evidenciar situações de ocorrência dessas variantes e sua interpretação pela norma culta oficial. O estudo justifica-se pela necessidade de inibir situação de exclusão por meio da expressão oral, bem como a superficial imposição do certo e do errado na língua pelas adequações e desproporções da prática linguística legítima. Como base ao estudo, contamos com as contribuições de autores representativos. Foi feita uma revisão bibliográfica de produções especificamente adequadas à temática investigada. Busca-se apresentar um panorama acerca das principais definições e apreciações da fala que expressam a formação linguística dos indivíduos e identificam origens, ressaltando a função da transmissão da informação de forma recíproca, clara e objetiva.

Psicomotricidade na Educação Infantil: intervenção em turma de Nivel III de Natal/RN
Educação Infantil e Vivências de Sala de Aula

O estudo busca abrir espaço à discussão acerca das contribuições da Psicomotricidade para a Educação Infantil, com ênfase nas dificuldades de aprendizagem. Objetivamos evidenciar as contribuições de atividades psicomotoras pela observação da prática pedagógica com base nos conceitos teórico-metodológicos dessa ciência em uma instituição de ensino infantil da cidade de Natal. Para tanto, buscou-se reunir as principais concepções teóricas de autores renomados da Psicomotricidade, bem como outros grandes nomes referenciados ao desenvolvimento cognitivo, além daqueles que tratam de abordagens metodológicas. Procedendo com uma abordagem metodológica embasada em pesquisa qualitativa com vista à pesquisa de campo, o estudo oportunizou a participação docente através da aplicação de questionário investigativo. Os resultados do estudo conferem à Psicomotricidade a função de orientar o trabalho pedagógico ao estabelecimento de estratégias de aprendizado que tornem o aluno o precursor de seu aprendizado, pela superação de obstáculos cognitivos.

Da ideia à culminância: a importância dos processos pedagógicos
Formação de Professores, Instituição Escola, Vivências de Sala de Aula e Educação Artística

A prática de realização de trabalhos de projetos com apresentações finais festivas não pode prescindir da atenção e cuidado com as diversas etapas de produção e preparação das atividades de culminância, pois é a melhor forma de orientar as ações dos alunos e dar a eles trilhas, e não trilhos para caminhar rumo ao conhecimento.