Biblioteca

Filtrar os artigos

Pesquisar na Biblioteca

Selecione uma ou mais opções

Nível de ensino

Selecione uma ou mais opções

Natureza do trabalho

Selecione apenas uma opção

Categoria de Ensino

Selecione uma ou mais opções

Ciências Ambientais

Ciências da Saúde

Ciências Exatas e da Terra

Ciências Humanas

Educação

Letras, Artes e Cultura

Políticas Públicas


Filtros aplicados:

Categoria de Ensino: Agronomia; Astronomia; Biologia e Biociências; Computação e Tecnologias; Física; Geologia; Matemática; Química
Limpar filtros
História das Ciências e Ensino da Física: uma revisão bibliométrica da produção de comunicações orais nos Simpósios Nacionais de Ensino de Física (SNEF) dos últimos dez anos
Física

Este artigo teve como objetivo levantar, reunir e avaliar publicações científicas (comunicações orais) sobre a História da Ciência (ou da Física) e o Ensino de Física nos Simpósios Nacionais de Ensino de Física (SNEF) dos últimos 10 anos, com a utilização do tratamento bibliométrico. Como método, foram realizadas buscas simples nas páginas on-line das atas dos anais do período citado. Os resultados apontaram um total de 1.985 comunicações orais publicadas, das quais apenas 57 na área temática de História, Filosofia e Sociologia da Física. Dessas, 28 versaram especificamente sobre a História da Ciência (ou da Física) como possibilidade de metodologia para o ensino de Física em sala de aula. A maioria das autorias dessas comunicações específicas foi de pesquisadores da USP, e a Região Sudeste foi a que mais produziu trabalhos do tema particular. Os resultados apontam um panorama de certo modo negativo para a temática, dada a importância defendida por diversos autores citados ao longo do trabalho. Entretanto, destacamos o esforço dos pesquisadores envolvidos, uma vez que demonstram a sua preocupação com a melhoria do ensino de(a) Física associado à História da Ciência (ou da Física) em sala de aula.

Jogos e Matemática: uma experiência com alunos do 6° ano do Ensino Fundamental
Matemática e Vivências de Sala de Aula

Como estratégia para tentar reverter a falta de interesse dos alunos com a aprendizagem, principalmente da Matemática, professores têm buscado formas alternativas de ensino. O presente trabalho tem o objetivo de apresentar os resultados obtidos com a experiência e refletir acerca do uso de jogos no ensino de Matemática. Outra justificativa para a inserção de jogos nas aulas de Matemática é que eles tendem a prender a atenção das crianças, o que também é fundamental para que a aprendizagem ocorra.

Conhecimentos prévios dos discentes: contribuições para o processo de ensino-aprendizagem baseado em projetos
Saúde, Biologia e Biociências e Formação de Professores

As exigências do mundo contemporâneo impõem que ofereçamos aos alunos competências básicas que possibilitem o desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes que, por sua vez, permitam sua adaptação e permanência no mercado de trabalho, bem como sua formação como cidadãos críticos e reflexivos, capazes de exercer uma cidadania participante da construção de uma sociedade justa e solidária.

Uma exposição sobre Astrobiologia como recurso didático no Ensino Médio
Astronomia

Desde os primórdios, a humanidade tem mostrado o seu fascínio pelo Universo, buscando desvendar os mistérios das estrelas como forma de compreender a sua própria existência. Neste percurso, finalmente o homem conseguiu chegar à Lua e explorar outros planetas. Não se contentando com o que encontrou no sistema solar, pesquisa hoje planetas localizados além deste sistema, os chamados planetas extrassolares.

O Parque Mutirama como espaço não formal e potencializador no processo de ensino-aprendizagem na Educação Básica
Ecologia e Meio Ambiente, Matemática, Educação Infantil, Instituição Escola, Vivências de Sala de Aula, Espaços Urbanos e Política Cultural

Os debates proporcionados durante a disciplina de Ensino de Ciências e Matemática em Espaços Não Formais do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática da Universidade Federal de Goiás foram engajadoras para a investigação acerca das potencialidades do espaço não formal no Parque Mutirama, na cidade de Goiânia-GO. Este artigo tem por objetivo refletir as propostas e possibilidades de atividades pedagogicas que possam ser desenvolvidas em um espaço não formal. Propõe, também, compreender as possibilidades que o espaço pode oferecer ao professor de diversas áreas nas construções de conhecimentos curriculares, pois as proposituras de desenvolver atividades nesse espaço são inúmeras e abarcam a interdisciplinaridade entre diversas disciplinas. O material foi resultado de visitar o parque de diversão, tendo como mediador um funcionário que forneceu informações do espaço e suas especificidades. Nesse viés, a investigação propiciou a visualização do Parque Mutirama como espaço rico em possibilidades que pode oportunizar o professor da Educação Básica desenvolver atividades inter e multidisciplinares com os temas transversais presentes em seu meio. Os resultados mostram que nesse espaço evidenciam-se contribuições significativas no processo de ensino-aprendizagerm dos alunos, permitindo compreender as possibilidades de praticas contextualizadas e problematizadoras, transformando a realidade vivenciada.

Estratégia didática em Química Orgânica: uma metodologia diferente no ensino de Química na EJA
Química

Este trabalho foi realizado com uma turma da 3ª série do Ensino Médio da EJA na Escola Estadual Padre Eugênio Possamai, no município de Rorainópolis/RR. O objetivo foi utilizar o jogo pedagógico e o software educativo como ferramenta facilitadora no processo de ensino-aprendizagem no conteúdo de Química Orgânica. A proposta contou com a execução do jogo de cartas das funções orgânicas e do manuseio do aplicativo Funções Orgânicas no celular, disponível gratuitamente pelo Play Store, no qual, os alunos individualmente puderam manusear o jogo virtual no próprio aparelho celular. Para levantamento de dados, foram aplicados dois questionários com perguntas mistas em quatro aulas, tratando-se de uma pesquisa de caráter qualitativo. A partir dos questionários aplicados, foi possível verificar, que a utilização dessa ferramenta pedagógica facilitou a compreensão do conteúdo pelos educandos. Após a pesquisa ser concluída, observou-se que 81% dos estudantes conseguiram assimilar a teoria com a prática. Portanto, os resultados encontrados foram satisfatórios devido à ludicidade em sala de aula, despertando o interesse pela Química, tornando a aula diferente e significativa para a aprendizagem dos estudantes.

Os acidentes de mineração contados por dados estatísticos
Ecologia e Meio Ambiente, Matemática e Vivências de Sala de Aula

Este trabalho possui fundamentação teórica em questões sociocientíficas aplicadas ao estudo de dados estatísticos, abordando-os em contextos de tomada de decisões sociais, econômicas, políticas e ambientais responsáveis, nas quais aspectos hegemônicos de consumismo, competição e individualismo estão presentes.

Reuniões virtuais do grupo de pesquisa em Etnomatemática e Etnociência da UFRRJ em tempos de pandemia: um relato de experiência
Matemática, Educação a Distância, Formação de Professores e Vivências de Sala de Aula

Com a pandemia causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) no ano de 2020, o Grupo de Estudos e Pesquisas em Etnociências e Etnomatemática (GEtCiMat) da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) decidiu manter suas reuniões por meio de videoconferência, a fim de dar continuidade aos trabalhos, realizar discussões sobre o tema do grupo de pesquisa e compartilhar informações e experiências. Durante esse momento de confinamento momentâneo, juntamente com as incertezas causadas pela pandemia, buscaram-se tecnologias que pudessem estabelecer, de alguma forma, o contato e as discussões que eram rotineiras e anteriores ao distanciamento social. Dessa forma, foi adotado o uso de tecnologias digitais, como WhatsApp, com a finalidade de manter o contato entre os membros de forma assíncrona, e o Skype, destinado às reuniões através de videoconferência síncrona. O objetivo deste texto é relatar de forma cronológica o início da experiência do GEtCiMat com o uso de tais tecnologias de telecomunicação informatizada para a manutenção das discussões, entre elas: currículo, pesquisa em Etnomatemática em andamento e desenvolvidas pelos mestrandos, dificuldades com as práticas em sala de aula no âmbito da Etnomatemática e a partir do ponto de vista dos membros participantes. Conclui-se que houve êxito com a experiência de debate e reflexão sobre os diversos temas através do uso das tecnologias de comunicação síncronas e assíncronas, em especial com a elaboração colaborativa deste relato de experiência.

Arte, cultura e divulgação científica nas aulas virtuais de Química e Biologia em tempos de pandemia
Ecologia e Meio Ambiente, Química e Educação a Distância

Em tempos de isolamento social, a escola se abriu para o mundo e as tecnologias digitais de informação e comunicação (TIC) passaram a fazer parte do novo contexto de ensino-aprendizagem, porque, apesar de a tecnologia impregnar de sentido nosso estar no mundo, a escola até então não estava apartada dessa impregnação (Silva; Monteiro; Acioly, 2020). Novas oportunidades e desafios se debruçaram sobre os professores. A escola se viu forçada a adotar novas formas de ações educativas e metodológicas, apropriando-se de ferramentas digitais, ressignificando o processo pedagógico.

Ensino de Imunologia na educação formal: o que os docentes e discentes devem saber sobre o movimento antivacina e o processo de imunização?
Saúde e Biologia e Biociências

A educação formal se dá especialmente em espaços escolares normatizados por leis, onde se destaca o objetivo de formar indivíduos como cidadãos ativos, desenvolvendo e aplicando competências e habilidades como criatividade, motricidade, percepção, crítica e reflexão na sociedade em que vivem.