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Avaliação da acessibilidade das escolas municipais de Itabira/MG
Saúde, Educação Especial e Inclusiva e Educação Infantil

A escola é um dos espaços que deve possibilitar o acesso sem barreiras, tendo em vista que é direito garantido da criança e do adolescente. Entretanto, a existência das leis não garante que elas estejam de fato incluídas nos diversos espaços da sociedade. Ainda existem barreiras e desafios, tanto arquitetônicos quanto ideológicos, a serem enfrentados para efetivação do desenho universal no ambiente escolar. O objetivo deste trabalho é avaliar a acessibilidade em escolas municipais de Itabira. Concluímos que elas possuem barreiras arquitetônicas que impedem a liberdade de ir e vir e prejudicam a inclusão e a rotina escolar dos alunos que possuem dificuldade de mobilidade.

Análise de desempenho em teste de agilidade: educação física escolar x iniciação esportiva em futsal
Saúde e Educação Física

A agilidade é uma capacidade física que permite ao indivíduo realizar movimentos rápidos e com grande vigor. É muito importante na prática esportiva em diversas modalidades, e no cotidiano em conjunto com outras capacidades físicas resulta em um indivíduo autossuficiente. O presente estudo teve como objetivo avaliar o nível de agilidade de crianças em âmbito escolar e praticantes de futsal. Foi avaliado o nível de agilidade de 14 escolares do sexo masculino com idade entre 10 e 12 anos, e 14 praticantes de futsal também do sexo masculino com idade entre 10 e 12 anos, através do teste Shuttle Run, feito em três baterias, com intervalo de dois minutos entre cada bateria.

Educação Física e as concepções pedagógicas crítico-emancipatória e crítico-superadora
Saúde e Educação Física

Ao longo da história, a ciência tem sido desenvolvida a favor dos interesses das classes dominantes. Esse processo tem sido bastante conturbado, em especial quando nos referimos à consolidação da Educação Física como área do conhecimento e componente curricular na escola. Muito disso se deve à permeação de desinvestimento pedagógico e pelo espontaneísmo dentro do trabalho pedagógico dessa área. Para a consolidação da Educação Física no ambiente escolar, é necessário que seu trabalho pedagógico esteja fundamentado em uma teoria que dê conta de suas demandas. O objetivo deste estudo é apresentar uma sugestão de teoria de aprendizagem que atenda à demanda dos conteúdos previstos para o Ensino Médio brasileiro para a formação humana integral.

Perspectivas interprofissionais entre saúde e educação no Projeto Balança Maré
Nutrição e Alimentos, Saúde, Psicologia, Formação de Professores, Vivências de Sala de Aula, Educação Artística, Educação Física e Política Educacional

Este artigo visa relatar e refletir sobre a experiência ocasionada na interprofissionalidade entre saúde e educação, especificamente nas áreas de Educação Física, Arte, Nutrição, Enfermagem e Psicologia. Além da ação integrada com algumas práticas integrativas e complementares – PICS, como arteterapia, ioga, meditação e fitoterapia. Como relato de experiência interprofissional, juntas, saúde e educação se associam no Projeto Balança Maré, da ONG Maré Produções Artísticas e Educacionais, e ao longo dos seus sete anos de existência desenvolvem edições que vislumbram a saúde física, a interação, a socialização, o jogo competitivo e a prática de hábitos saudáveis referentes à questão alimentar e de exercícios físicos no combate à obesidade.

A contribuição da Educação Científica para a promoção da Educação em Saúde
Saúde, Biologia e Biociências, Formação de Professores e Instituição Escola

A Educação Científica e a Educação em Saúde são conceituadas como aplicações de distintos saberes relacionados ao desenvolvimento do ser humano. Dessa maneira, a escola é a fonte essencial para o conhecimento comum e para a integração com a comunidade. Por essa razão, é necessário que o educador seja um facilitador do conhecimento, pois deve fazer com que os discentes se apropriem do conhecimento cientifico. Nessa perspectiva, o presente trabalho ressalta a contribuição da Educação Científica para a promoção da Educação em Saúde. Para a realização deste trabalho foi realizado um estudo bibliográfico em artigos científicos de 1990 a 2016 encontrados nas bases de dados SciELO e Google Acadêmico e em alguns capítulos de livros.

Educação Sexual: um ensino de referência no desenvolvimento da sexualidade das crianças do Ensino Fundamental
Saúde, Biologia e Biociências e Vivências de Sala de Aula

O presente estudo apresenta uma pesquisa bibliográfica sobre Educação Sexual, que se mostra ser um desafio quando se pretende abordar tal temática na escola, ainda nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Ao que parece, os entraves partem dos preconceitos pelos professores e da falta de formação inicial e continuada que contemple tal temática. Os pressupostos teóricos adotados visam elucidar os aspectos históricos da sexualidade humana, assim como promover orientações cabíveis à escola e refletir acerca de onde viemos e como nos desenvolvemos. Quanto aos aspectos metodológicos, este estudo foi desenvolvido com vistas a pesquisa bibliográfica de natureza qualitativa e contou com as contribuições de pesquisadores da área. Foi possível inferir que a Educação Sexual ainda é um tabu e, quando abordada pelos professores, se mostra limitada à temática de DST e gravidez indesejada, carecendo de uma formação inicial e continuada que capacite os professores para uma abordagem sem tabus e limitações.

Educação e Saúde: situação vacinal dos estudantes do Ensino Fundamental da Escola Municipal Gessé Inácio do Nascimento, Teixeira de Freitas/BA
Saúde e Vivências de Sala de Aula

Atualmente, um dos maiores desafios da educação é desenvolver um ambiente propício para as práticas de ensino-aprendizagem, tornando a saúde um aspecto de extrema importância para sua consolidação. A escola consiste em um local essencial para o desenvolvimento de crianças e adolescentes considerando que passam, por muitas vezes, a maior parte do seu dia dentro desse ambiente. Dessa forma, o educador da rede de ensino tem, além das suas responsabilidades básicas, a preocupação com a saúde de seus estudantes. Essa inquietação dos professores é adequada, pois influencia diretamente no sucesso das suas próprias práticas e, principalmente, no aprendizado dos educandos.

Contextualizando o pH por meio de uma aula criativa para alunos da Educação de Jovens e Adultos
Nutrição e Alimentos e Vivências de Sala de Aula

Tendo em vista os inúmeros desafios presentes na Educação de Jovens e Adultos (EJA), torna-se necessário que o professor utilize estratégias de aprendizagem significativas durante as aulas, considerando a realidade dos estudantes envolvidos e interligando a teoria com a prática. Desta forma, o presente artigo traz uma breve reflexão sobre a importância da realização de aulas contextualizadas, por meio do relato de uma aula prática sobre o conceito do pH destinada a alunos do Programa de Educação de Jovens e Adultos (PEJA) da Prefeitura do Rio de Janeiro. A partir dessa experiência, tornou-se perceptível que a abordagem contextualizada colabora para o aprendizado de conhecimentos científicos, facilitando a problematização e respectiva ressignificação dos conteúdos trabalhados.

Conhecimentos prévios dos discentes: contribuições para o processo de ensino-aprendizagem baseado em projetos
Saúde, Biologia e Biociências e Formação de Professores

As exigências do mundo contemporâneo impõem que ofereçamos aos alunos competências básicas que possibilitem o desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes que, por sua vez, permitam sua adaptação e permanência no mercado de trabalho, bem como sua formação como cidadãos críticos e reflexivos, capazes de exercer uma cidadania participante da construção de uma sociedade justa e solidária.

O adoecimento do professor da Educação Básica no Brasil: apontamentos da última década de pesquisas
Saúde, Psicologia, Formação de Professores, Instituição Escola, Vivências de Sala de Aula e Política Educacional

O adoecimento de docente na Educação Básica brasileira se constitui como uma problemática que atinge o profissional, a escola e a sociedade. O objetivo deste estudo foi investigar os sinais e tipos de adoecimentos mentais que caracterizam o sofrimento dos professores da Educação Básica no Brasil e seus fatores associados. Foi então realizada uma revisão sistemática da literatura nas bases do SciELO, BVS e Lilacs, com estudos empíricos brasileiros de 2009 a 2019 que selecionou 25 estudos, indicando a depressão e ansiedade como os principais adoecimentos apontados pelas pesquisas. Apontou condições precárias de trabalho, sobrecargas, falta de apoio social, más gestões e implementações de políticas de apoio, problemas comportamentais dos alunos e violência escolar como os principais fatores associados ao sofrimento docente.