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Descortinando um novo mundo

Há muito tempo que eu desconfiava. O mundo não terminava onde céus e montanhas se encontravam. A extensão do meu olhar não podia determinar a exata dimensão das coisas. Existia algo mais, existia o desconhecido, existia o lugar do sol se aconchegar, enquanto a noite se fazia. Existia um abrigo para a lua enquanto era dia. E meu coração de professora afogava-se de esperança.

Os nomes da criança

Para um habitante de cidade brasileira, todas as árvores de uma floresta são apenas mato, sem distinção entre elas. Os habitantes do deserto, ao contrário, têm nomes diferentes para se referir à areia. Da mesma forma, os esquimós têm diversos nomes para indicar aquilo que, para nós, é apenas neve.

Leve Desespero

A história trágica da modelo que morreu aos 21 com 40 quilos é sintomática desses anos. Um dos conceitos mais caros ao estoicismo de Sêneca é o de que, na maioria das vezes, somos pegos na ilusão de que podemos mudar os fatos do mundo quando na verdade temos controle apenas sobre a nossa própria reação diante desses fatos. A riqueza da virtude, numa visão estoica, reside justamente nisso. Só ela é completamente nossa. Só ela é permanente. Num universo no qual tudo passa, no qual todas as coisas que surgem não duram muito tempo, a única estabilidade que se pode encontrar é a do nosso próprio caráter. Só ele não me pode ser tirado. Só ele será meu quando a fortuna, com sua inconstância e sua ironia sarcástica, vier para arrancar de mim tudo que tenho.

Primavera da resistência – Os 25 anos do Ibase

25 anos é o rumo para a maturidade e em alguns casos a chegada da vida adulta marca também um certo comodismo, uma sensação de que até aí tudo era permitido, mas que a partir de agora é preciso pensar no futuro, sufocar divagações e ideias tolas de mudar o mundo.

Convite para ir à Compostela

Na segunda metade dos anos 1980, a peregrinação à Santiago de Compostela tornou-se um tema para conversas e projetos de muitos brasileiros. O mérito desse fenômeno se deve ao sucesso do livro O Caminho de um Mago, do escritor e compositor Paulo Coelho, que, de certa forma, serviu de convite a que outros brasileiros seguissem seu exemplo. Este fim de ano, a Junta de Castilla y Leon e o Instituto Inclusartiz formularam uma nova convocação com a mostra Caminhos de Santiago - arte no período românico em Castela e Leão - séculos XI a XIII, que fica no Museu Histórico Nacional, no Rio, de 17 de novembro de 2006 a 9 de fevereiro de 2007.

Ciência do Início da Vida

Quem é que não gosta de ser desejado? De ser convidado para uma festa? De ser esperado e bem-vindo em algum lugar novo? É assim também com as crianças que vêm ao mundo: quanto mais elas forem desejadas, esperadas, convidadas pela mãe e pelo pai, para fazerem parte da sociedade humana, mais chances elas terão de se tornar pessoas adultas saudáveis física e emocionalmente. Isso, que para muitos pode ser um saber intuitivo, está sendo comprovado cientificamente, a partir de estudos feitos por profissionais de diversas áreas do conhecimento que, reunidos, estão gerando uma nova ciência, a Ciência do Início da Vida.

Inspirações de fim de ano

O tempo passa. Algumas coisas mudam, outras nem tanto. O mês de dezembro, por exemplo, tem sempre no ar alguma tensão inexplicável, uma certa pressa em realizar as últimas tarefas do ano e tomar fôlego para um novo ciclo. É tempo de refletir sobre o ano que termina, celebrar as conquistas e avaliar o que precisa mudar. E para renovar as esperanças: muita confraternização. A professora Ivone Boechat nos presenteou com dois poemas.

Estranho Encontro

Quase sempre, quando se tem que escolher um filme para assistir, é possível ouvir uma frase que de tão repetida quase virou adágio: se a crítica disse que é ruim, então vou assistir por que deve ser bom. Com isso, no imaginário popular, de certa forma os críticos de cinema são vizinhos dos meteorologistas, que nunca conseguem acertar a previsão do dia seguinte.

Speak português?

Um drive thru aqui, um self service ali depois de trabalhar a manhã inteira vasculhando home pages no trabalho, e o sujeito não tem como negar: os estrangeirismos se tornaram parte comum do nosso cotidiano. Para muita gente, algo bastante aceitável, uma das provas de como a dinâmica com que se formam as línguas não poderia ficar alheia à globalização. Para outros, como o pessoal do Movimento pela Valorização da Cultura, do Idioma e das Riquezas do Brasil, que anda espalhando cartazes pela cidade em sinal de protesto pelo abandono do português, é caso de autoestima do povo verde-e-amarelo. Opinião parecida é a do deputado federal Aldo Rebelo (PC do B-SP), que apresentou, na Câmara, projeto que "dispõe sobre a promoção, a proteção, a defesa e o uso da língua portuguesa". O texto, de 1999, está agora na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

Iluminando o pensamento de Octávio Ianni

Certas vivências nos fazem sentir na pele o que as mais recentes teorias pedagógicas não se cansam de repetir, com razão, sobre a importância da interdisciplinaridade ou transdiciplinaridade na construção do conhecimento. Entender o conceito, eu acho que já tinha entendido. Mas, passei por dois momentos especialmente vivos que me comprovaram a tese de que um saber ilumina o outro e vice-versa, e um terceiro saber se produz dessa rede e conexão de saberes.