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Macunaíma e Retrato do Brasil: A Construção da Identidade Nacional, sob o Traço da Luxúria

A aproximação entre Macunaíma, de Mário de Andrade, e Retrato do Brasil, de Paulo Prado, consiste na proposta fundamental deste trabalho. Tal aproximação estabelecer-se-á através do tema nacionalismo - comum a ambos os textos -, num diálogo permanente com o contexto histórico-cultural do Brasil na década de 20.

NAÇÃO E CIVILIZAÇÃO NOS TRÓPICOS: O INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO E O PROJETO DE UMA HISTÓRIA NACIONAL.

O pensar a história é uma das marcas características do século XIX, ao longo do qual são formulados os parâmetros para um moderno tratamento do tema. O discurso historiográfico ganha foros de cientificidade num processo em que a "disciplina" história conquista definitivamente os espaços da universidade. Neste processo, o historiador perde o caráter de hommes de lettres e adquire o estatuto de pesquisador, de igual entre seus pares no mundo da produção científica. No palco europeu, onde desde o início do século este desenvolvimento é observável, percebe-se claramente que o pensar a história articula-se num quadro mais amplo, no qual a discussão da questão nacional ocupa uma posição de destaque. Assim, a tarefa de disciplinarização da história guarda íntimas relações com os temas que permeiam o debate em torno do nacional. Em termos exemplares, a historiografia romântica nos permitiria um campo fértil para detectar e analisar tais relações. O caso brasileiro não escapará, neste sentido, ao modelo europeu - e isto certamente trará consequências cruciais para o trabalho do historiador em nosso país -, ainda que deste lado do Atlântico outro será o espaço da produção historiográfica. Não o espaço sujeito à competição acadêmica própria das universidades europeias, mas o espaço da academia de escolhidos e eleitos a partir de relações sociais, nos moldes das academias ilustradas que conheceram seu auge na Europa nos fins do século XVII e no século XVIII. O lugar privilegiado da produção historiográfica no Brasil permanecerá até um período bastante avançado do século XIX vincado por uma profunda marca elitista, herdeira muito próxima de uma tradição iluminista. E este lugar, de onde o discursismo historiográfico é produzido, para seguirmos as colocações de Michel de Certeau, desempenhará um papel decisivo na construção de uma certa historiografia e das visões e interpretações que ela proporá na discussão da questão nacional.

Ordenar, Civilizar e Instruir

Para os dirigentes imperiais, manter a Ordem e difundir a Civilização se apresentavam como condições para dar maior coesão àqueles que constituíam a classe senhorial, na defesa de seus monopólios, em especial o da mão-de-obra. Eram tarefas que se apresentavam como condições também para garantir a expansividade da classe senhorial, buscando não apenas alcançar o mais distante e arredio dos seus componentes, numa expansão horizontal, mas ainda, em certos casos e ', alguns elementos da própria plebe, numa expansão vertical.

Alberto Santos-Dumont

O pai da aviação, Alberto Santos-Dumont, nasceu no dia 20 de julho de 1873, no Sítio de Cabangu, em Minas Gerais.

O Rio de João

Mané Garrincha, lendário craque do Botafogo e bicampeão mundial com a Seleção Brasileira (1958 e 1962), chamava todos seus adversários de "João". Fosse numa pelada descalça em campo de terra batida, fosse em uma final de Copa do Mundo, o que o Mané queria era fazer os "Joões" de bobos.

O Brasil no Império Americano

A História conta que os Estados nacionais e o moderno sistema econômico e político mundial nasceram praticamente juntos, nos séculos XV e XVI. Ou, mais precisamente, nos conta que o próprio sistema mundial foi uma construção e um produto da expansão extraterritorial dos primeiros Estados nacionais europeus. Depois de nascer, esse sistema mundial se manteve, nos 500 anos seguintes, sob  égide da política europeia e do seu sistema interestatal. Mas não é verdade que neste período o Estado nacional tenha destruído ou substituído todas as demais formas de organização do poder territorial, e sobretudo os Impérios, como pensam Paul Kennedy e Charles Tilly, entre outros. É verdade que os primeiros Estados europeus nasceram da luta contra o império muçulmano e da resistência ao império dos Habsburgos. Mas todos esses Estados também se transformaram depois, por um caminho ou outro, em Impérios, dentro ou fora da Europa. Impérios que duraram muito e que só foram desmontados na segunda metade do século XX. Por isto, o mais correto é dizer que o império, ou a "vontade imperial", foi sempre uma dimensão essencial dos próprios Estados nacionais europeus. Além disso, esta vontade imperial foi a grande responsável pelo nascimento do sistema político mundial, hierarquizado a partir de um núcleo central, composto pelas grandes potências.

O Século da Mulher

Texto preparado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (Cedim) para a exposição "O Século da Mulher"

Governos de centro-esquerda sem esquerda

(Rio de Janeiro: Faperj/Mauad, 2001)

O Mito de Perseu

Perseu era um filho de uma mortal, Danae, e do grande deus Zeus, rei do Olimpo. O pai de Danae, o rei Acrísio, havia sido informado por um oráculo de que um dia seria morto por seu neto e, aterrorizado, aprisionou a filha e afastou todos os seus pretendentes. Mas Zeus era deus e desejava Danae: entrou na prisão disfarçado em chuva de ouro, e o resultado dessa união foi Perseu. Ao descobrir que, apesar de suas precauções, tinha um neto, Acrísio fechou Danae e o bebê numa arca de madeira e os lançou ao mar, na esperança de que se afogassem.

História política em primeira pessoa

Como acontece com qualquer assunto, falar sobre política pode ser enfadonho ou estimulante. O descrédito da classe política com a população acaba afugentando a maioria das pessoas de pensar, se informar e discutir o tema, exceto nos obrigatórios períodos eleitorais. E este é o principal problema: entender a política como uma obrigação restrita ao voto e limitada ao presente.