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Aprendizagem por investigação como ferramenta metodológica para a des/re-construção de narrativas equivocadas
Geografia e Vivências de Sala de Aula

O presente relato de experiência busca oferecer reflexões sobre a importância de estimular o trabalho pedagógico tomando por base o desenvolvimento da capacidade de investigação dos alunos da Educação Básica, a fim de tensionar as narrativas sócio-históricas equivocadas que impactam as relações construídas no espaço geográfico. Esse movimento é fruto da releitura das competências estabelecidas para a disciplina de Geografia, propostas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), ainda que haja muitas críticas ao trabalho por competências.

A brinquedoteca e o englobar de fontes de informação
Antropologia, Comunicação, Sociologia, Educação Especial e Inclusiva, Cidadania e Comportamento e Espaços Urbanos

Possibilidades de mediação da informação na brinquedoteca compõem o interesse deste estudo, a fim de averiguar as possibilidades de mediação da informação em brinquedotecas públicas ou hospitalares. Situa um estudo qualitativo de caráter descritivo-exploratório que verifica os elementos mediação e informação na ambiência da brinquedoteca. Nota-se um promissor e afluente território da representação do conhecimento e desencadeiam-se ações culturais, tecnopedagógicas e linguísticas. O amplo estoque informacional da brinquedoteca é area de atuação do bibliotecário. O profissional deve se apropriar da brinquedoteca e estabelecer formas de conhecimento, projetando expressões e práticas leitoras, infomemoriais, artísticas e lúdicas.

O apagamento histórico como construção da memória em dança no Brasil
Sociologia e Dança

Esta pesquisa trata da formação da memória em Dança no Brasil presente em variadas historiografias publicadas que preservaram ideais no que tange à sua hegemonia, utilizando um recorte histórico e uma linearidade específica para a manutenção e preservação do seu pensamento, a fim de se aproximar da materialidade social no seu diálogo com a história para chegar às conquistas no campo jurídico e político-educacional, que ainda pedem mudanças mais estruturais, no processo de redemocratização do Brasil e mais fortemente com as políticas de inclusão social no início dos anos 2000.

Ensino de História: avaliação de estágio curricular no contexto da pandemia da covid-19
História e Formação de Professores

Foi avaliado o desempenho dos estagiários durante a regência no contexto do ensino remoto emergencial. Esse tipo de avaliação deve contribuir para o aperfeiçoamento da formação docente. Para definir os critérios de avaliação, utilizaram-se os conceitos de eficácia escolar e eficácia docente, importantes para a compreensão da ação docente em sala de aula. Optou-se pelos seguintes critérios: clareza, interação com os alunos, entusiasmo, apoio e expectativa. Utilizando-se uma escala do tipo Likert, foi possível descobrir alguns pontos que poderiam melhorar na formação docente.

Contribuições das tecnologias da informação e comunicação nos processos de ensino e aprendizagem de estudantes surdos
Computação e Tecnologias, Comunicação, Educação Especial e Inclusiva e Formação de Professores

Este trabalho objetivou analisar como o uso de tecnologias da informação e comunicação pode auxiliar os intérpretes de Libras a mediar os conteúdos na sala de aula e identificar softwares que possam auxiliar os estudantes surdos. Realizou-se um mapeamento sistemático de natureza qualitativa e caráter descritivo. Autores como Machado, Dias e Dias, Oliveira et al., Pereira e Krieger e Silva referenciam a pesquisa. Os resultados da pesquisa indicam que as tecnologias são ferramentas que podem facilitar o processo de ensino-aprendizagem de estudantes surdos, presencialmente ou a distância.

Uma reflexão sobre a violência nas escolas: o lugar como espaço de produção simbólica
Geografia, Instituição Escola e Política Educacional

O ano letivo de 2022 foi marcado por uma escalada de violência nas escolas. O retorno ao ensino presencial não veio acompanhado por uma preocupação sistemática em receber os estudantes de forma especial e com cuidado constante das suas emoções. Partindo do conceito geográfico de lugar como espaço que permeia relações de sentimentos positivos (topofilia) ou negativos (topofobia), argumenta-se que houve uma “deslugarização” do espaço escolar, fazendo dele um não lugar, transitório, de passagem, descaracterizando a escola como locus de segurança e suporte, fazendo com que conflitos de todas as ordens fossem predominante nas vivências estudantis.

Percepções crítico-reflexivas sobre os documentos normativos atuais que versam sobre o ensino e a aprendizagem geográfica
Geografia

Este texto objetiva tecer discussões, com enfoque crítico, sobre as últimas versões da BNCC e da Base Nacional Comum para a Formação de Professores, tendo como foco o ensino de Geografia. Foi realizada uma análise orientada por autores que se apropriam do tema e convergem com o objetivo aqui proposto. As percepções crítico-reflexivas apontaram para estas observações: i) Distanciamento da pluralidade geográfica e social; ii) Ênfase no raciocínio geográfico aliado à Geografia Escolar e à Geografia Acadêmica na BNCC; iii) Contradição sobre o raciocínio geográfico entre as propostas curriculares (BNCC) e a formação de professores de Geografia (BNC).

Si.lên.ci.o... Já falei! – uma reflexão sobre os rituais de silêncio e o silenciamento na sala de aula
Filosofia, Sociologia, Instituição Escola, Vivências de Sala de Aula, Cidadania e Comportamento e Língua Portuguesa e Literatura

Este artigo reflete acerca dos rituais escolares de silêncio e sobre o silenciamento na prática de sala de aula. Qual a intencionalidade imbuída no rito de silêncio proposto? Para tal, foi realizada pesquisa bibliográfica acerca das categorias rituais escolares, silêncio e silenciamento. Como toda forma de linguagem, o silêncio também apresenta sentido. O silenciamento é uma forma de representação da ideologia dominante e de manutenção da opressão sobre os desfavorecidos na relação de poder que também está representada no espaço escolar. A reflexão mostra que o silêncio é necessário, desde que não seja para silenciar a voz do aluno.

Os impactos causados pela supervalorização da mídia pelos alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental
Matemática, Comunicação, Educação a Distância, Formação de Professores, Vivências de Sala de Aula, Cidadania e Comportamento, Cinema, Teatro e TV, Política Cultural e Política Educacional

Com a globalização, avanços tecnológicos surgiram, ocasionando transformações no comportamento dos educandos de todo o mundo. Diante desse contexto, o presente trabalho tem como objetivo interpretar o impacto constante da valorização dos alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental sobre a mídia e como ela pode afetar seu processo de ensino-aprendizagem. No que se refere à metodologia, é trabalho teórico de natureza bibliográfica, qualitativa, uma vez que se baseia na interpretação de como os alunos agem conforme a mídia induz, juntamente com o papel do docente diante desse cenário.

Educação de Jovens e Adultos: formação docente, práticas pedagógicas e letramentos
Sociologia, Formação de Professores, História da Educação, Instituição Escola, Língua Portuguesa e Literatura e Política Educacional

Objetivamos tecer reflexões a respeito da situação educacional da modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA), mais especificamente das questões que atravessam a formação de professoras/es e as práticas pedagógicas aplicadas nesse segmento de ensino, em particular práticas de letramento crítico. Para esse fim, o texto se constrói a partir de análise bibliográfica de estudos como os de Faria, Soares e Pedroso, Schneider e Fernandes, os quais oferecem bases teóricas para pensar, no contexto atual, as questões de interesse deste trabalho. Também apresentamos brevemente uma proposta de abordagem da leitura do gênero charge em sala de aula, à luz da uma perspectiva que valorize as práticas de letramento crítico (Sousa e Oliveira).