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A literatura como estratégia para as práticas de letramento bilíngue para os surdos
Comunicação e Educação Especial e Inclusiva

Neste artigo são apresentadas reflexões sobre a importância do contato com a literatura em Libras como estratégia para práticas de letramento bilíngue com estudantes surdos, visto que a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é considerada a sua língua de instrução, e a Língua Portuguesa, na modalidade escrita, a sua segunda língua. O principal objetivo do estudo é utilizar os textos literários em Libras e as experiências visuais para práticas de letramentos em Libras e na escrita da Língua Portuguesa. Foi realizada pesquisa qualitativa do tipo estudo de caso; alguns princípios metodológicos podem nortear o letramento bilíngue dos surdos.

O potencial transformador da educação pautada nos valores democráticos
Direito e Sociologia

O presente trabalho discorre sobre a necessidade de uma educação pautada nos valores democráticos com o objetivo de chegar a uma sociedade justa e igualitária. Para tanto, analisa-se o conceito de democracia como expressão que não apenas refere-se a uma das formas de governo, mas sobretudo de prática cotidiana; centra-se o direito à educação como sustentáculo da democracia e propõe-se que a escola seja espaço de conscientização e ensinamento dos valores humanísticos, considerando que eles vão ao encontro das convicções almejadas pela democracia. Verificou-se que a educação pautada nos valores democráticos tem potencial transformador.

O ensino de Libras para surdos na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e no Ensino Médio
Educação Especial e Inclusiva e Política Educacional

Neste artigo retratamos documentos e legislações relevantes que enfatizam o ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras), na Educação Básica em escolas regulares inclusivas, indicando as condições de ensino e aprendizagem da Libras como primeira língua e português escrito como segunda língua de estudantes surdos. Dentre outras questões, os resultados indicaram que a falta de um currículo específico para o ensino da Libras para estudantes surdos é um entrave para que tenham um desempenho escolar exitoso e possam serem reconhecidos pela sua cultura viso-espacial.

Contação de histórias na Educação Infantil: uma proposta de atividades
Educação Infantil e Vivências de Sala de Aula

A contação de histórias desempenha papel fundamental na formação dos hábitos de leitura em crianças, despertando interesse e curiosidade pelos livros. Porém, muitas vezes essa prática é deixada de lado. Apresentamos atividades relacionadas à contação de histórias para crianças de dois a três anos com sete temas (Falar a verdade; Felicidade e amizade; Prestar atenção e escutar os adultos; Somos lindos(as) do jeito que somos; Cuidar dos dentinhos e superar os medos; Valorização de diferentes povos e culturas; e Aguçando a curiosidade). Essas atividades podem fornecer possibilidades para a utilização de outras estratégias de contação na Educação Infantil.

Alfabetização e os desafios da escrita: realidades de uma turma de primeiro ano em uma escola na Maré
Formação de Professores e Vivências de Sala de Aula

O artigo é um trabalho de alfabetização cujo objetivo é estudar os avanços da escrita infantil no contexto escolar de uma turma regular do 1° ano do Ensino Fundamental. Consideramos relevante o processo inicial de interação, que começa nos desenhos e avança em um processo contínuo que culmina em escrita. Com o apoio teórico de Vygotsky, Smolka e Ferreiro, entendemos que essa evolução histórica da escrita não está relacionada à reprodução mecânica do alfabeto, mas abre espaço para o processo criativo que é intrínseco à criança. Trazemos exemplos de escritas infantis e análise de estratégias utilizadas pelas crianças para estabelecer uma comunicação social.

A inclusão de pessoas com TEA fundamentada na relação entre o PEI e o TEACCH
Educação Especial e Inclusiva

Apresentamos a importância da relação do plano educacional individualizado (PEI) e do Treatment and Education of Autistic and Related Communication-handicapped Children (TEACCH) para a promoção do aprendizado de pessoas com deficiência. Usamos a pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa, a fim de fazer uma análise reflexiva sobre a inserção dessas duas ferramentas de ensino-aprendizagem nos ambientes de ensino. O resultado aponta que o PEI promove o planejamento e a avaliação contínua, enquanto o TEACCH cria os procedimentos, considerando o aprendiz individualmente.

Perspectivas de inclusão do aluno autista na rede pública de ensino: uma revisão integrativa
Educação Especial e Inclusiva, Instituição Escola e Vivências de Sala de Aula

A inclusão escolar de crianças com transtorno do espectro autista (TEA) vem sendo assunto bastante estudado, a fim de buscar maneiras de inseri-las na sala de aula regular e melhorar seu atendimento. Como objetivo buscou-se analisar o processo de inclusão de crianças autistas na rede pública de ensino. Para tanto, foi realizada revisão integrativa de trabalhos publicados de 2016 a 2021. Os descritores utilizados foram “Autismo”, “Inclusão” e “Educação Básica”. A amostra foi composta por nove artigos, os quais evidenciaram que o sucesso da inclusão da criança autista depende de como os profissionais da Educação foram capacitados acerca do TEA.

Resenha de “O livro que não tinha fim”, de Sandra Aymone
Ecologia e Meio Ambiente e Vivências de Sala de Aula

A resenha tem o objetivo de apresentar as potencialidades de O livro que não tinha fim (2015), de Sandra Aymone, como estratégia para aprimorar o ensino de Ciências. De forma lúdica, o livro apresenta conceitos da área científica que são essenciais para o conhecimento dos alunos. Sugere-se o desenvolvimento de atividades para os anos iniciais do Ensino Fundamental, contemplando as temáticas associadas a aquecimento global, reciclagem, poluição, efeito estufa e às contribuições do ser humano para o planeta. A literatura infantil pode ser uma importante aliada para favorecer o processo de aprendizagem.

A introdução das vivências do voleibol no Ensino Fundamental
Vivências de Sala de Aula e Educação Física

Este trabalho tem como objetivo apresentar o voleibol aos estudantes do 5º ao 7º ano do Ensino Fundamental, tendo como margem a construção do conhecimento e a interação entre os alunos, respeitando as possibilidades de cada um. Entre os objetivos específicos foram discutidas: a prática do voleibol lúdico na escola e suas possibilidades como conteúdo da Educação Física e instrumento esportivo aos estudantes para a descoberta de suas capacidades e habilidades motoras. Essas questões devem ser trabalhadas com o intuito de fazer o aprendiz confrontar-se com os conhecimentos do senso comum em comparação ao conhecimento científico.

O intérprete de Libras como suporte ao trabalho docente: parceria de trabalho visando ao discente surdo
Educação Especial e Inclusiva e Política Educacional

Este artigo retrata a importância do trabalho colaborativo entre os intérpretes de Libras e os docentes na construção de um currículo adaptado para estudantes surdos. Fez-se uma análise bibliográfica sobre Sacristán conceituando currículo e sua proposta de organização e Lacerda sobre o fazer do intérprete educacional, ampliando os conhecimentos sobre o papel desse profissional, sua responsabilidade em sala de aula e possíveis formas de trabalho colaborativo com os docentes. Notamos que é imprescindível a presença do intérprete no ambiente educacional para seu papel de facilitador no processo de aprendizagem dos discentes surdos.