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A História aqui, agora
A gente acha a nossa vida tão curta diante da História... Fica com pena de não ter vivido a Belle Époque, de não ter descoberto os Beatles ao vivo na adolescência, de não ter frequentado as rodinhas de bossa nova ou de não ter morado no sítio com os Novos Baianos, de não ter visto, incrédulos, na recém-adquirida televisão, o Homem chegar à Lua, de não ter presenciado Woodstock ou estado em Paris no Maio de 68. A vida não é só bela, e assim escapamos também de viver na Europa das Grandes Guerras, para não falar da Peste medieval ou do Brasil de Médici. Quem nasceu do início dos anos 70 para frente ficou com a sensação de que a História tinha parado. Houve até teóricos que anunciaram em grande estilo "o fim da História": a História dos grandes acontecimentos e revoluções, uma História feita de marco em marco, de virada em virada. O mundo pós-ilusões estaria caminhando sobre uma esteira de mesmice desesperançada, e o Muro de Berlim seria o último suspiro para corroborar a tese. Sim, assistimos a este grande marco: a queda do Comunismo e o fim da URSS. Depois disso, vigoraria o pensamento único representado pela agenda da Globalização.
Informática na educação: instrucionismo x construcionismo
O termo "Informática na Educação" tem assumido diversos significados dependendo da visão educacional e da condição pedagógica em que o computador é utilizado. Os pesquisadores do NIED e do CED têm atuado segundo uma abordagem de uso do computador na educação onde o termo "Informática na Educação" significa a inserção do computador no processo de aprendizagem dos conteúdos curriculares de todos os níveis e modalidades de educação.
Relembrando Beijing
Nunca é demais voltar a discussão para a questão da igualdade de direitos entre homens e mulheres. A IV Conferência Mundial sobre a Mulher, aconteceu em Beijing, na China, em 1995 e trouxe como pauta principal a necessidade de se debater a discriminação de gênero, discutindo a posição que as mulheres têm ocupado no cenário internacional.
Fundamentos dos Usos Educacionais do Office 2000
Nesta atividade temos um propósito: produzir relatórios de suas experiências e descobertas sobre fundamentos psicológicos e pedagógicos para o uso educacional do Microsoft Office2000.
Lula e o Desafio de Radicalizar a Democracia
Sem dúvida, venceu a esperança. Lula despertou uma enorme energia e sua mensagem de mudança funcionou como um cimento aglutinador de vontades, levando-o à Presidência do Brasil. O mais importante de tudo é que o bloco de forças em torno ao PT apostou na democracia para chegar lá. Sua legítima conquista da hegemonia do poder político já é, em si mesmo, uma radicalização da democracia. Afinal, o que estamos constituindo ao dar a vitória eleitoral para Lula é a mais cabal expressão da democracia feita de baixo para cima. Ele vem, literalmente, "de baixo". O PT, como partido, é uma reinvenção democrática do modo de transformar grupos das camadas trabalhadoras e populares em sujeitos políticos ativos. Tudo isto é possível nas democracias, mas raramente acontece nas histórias reais. Daí a radicalidade democrática de que é cercada a vitória do Lula. Como canalizar tal feito para um novo estilo de poder e realizar as mudanças que este movimento "de baixo para cima" demanda?
Informática para a mudança na Educação
O Programa Nacional de Informática na Educação (ProInfo), da Secretaria de Educação a Distância (SEED) do MEC, produziu uma publicação destinada a orientar os professores para a utilização da informática como ferramenta educativa.
Ciência, tecnologia e interesse público
Ciência e Tecnologia (C&T) são uma espécie de chave para a intervenção cada vez maior do Homem na Natureza. A História nos mostra o quanto, com exemplos de impacto, da eletricidade à energia atômica, da vacina à clonagem, do avião aos satélites. E eles mudaram tão profundamente a existência humana, que podemos considerá-los fundamentais à civilização. Neste caso, vale destacar a declaração de um respeitado cientista, o astrofísico norte-americano Carl Sagan, dada numa entrevista (VEJA. A vida fora da Terra. São Paulo: Ed. Abril, 27 de mar., 1996, (29) 13, pp. 84-90.): "(...) sem os avanços técnicos na agricultura, nas ciências médicas e na tecnologia quase todos os habitantes do planeta Terra estariam agora mortos".
Sonhar, mas um sonho possível...
Depois de sonhar o impossível, de lutar sem ceder, de vencer o inimigo invencível e negar ao invés de ceder - desculpem-me a liberdade poética na versão particular da bela canção - chegou a hora de viver e cantar o Brasil possível. Começar o ano assim, tendo aquela alegria e sentindo o nó na garganta como milhões ao ver o Lula tomar posse na presidência, é como celebrar o começo de uma nova era. E ela será, sem dúvida, porque o clima de esperança, que está no ar neste "reencontro do Brasil consigo mesmo" (Lula, no discurso de posse), nos permitirá superar o secular divórcio entre economia e sociedade, entre o desenvolvimento do país e seu próprio povo.
Desafios para a inclusão digital no terceiro setor
Graciela Baroni Selaimen