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O que diria o Betinho do momento?
No dia 9 de agosto de 1997 morria Herbert de Souza, o nosso Betinho. Lá se vão seis anos sem a presença física de uma figura pública ímpar na defesa de causas da cidadania e na promoção dos direitos humanos e da democracia no Brasil. Betinho buscou mas não conseguiu viver até a festa cívica da eleição e posse de Lula presidente do Brasil. Uma pena.
Educação na Atmosfera Eletrônica
Tradução e adaptação: Janete Bolite Frant
Algumas Questões sobre o Magistério
In: Estudos sobre Mulher e Educação - Cadernos de Pesquisas; Fundação Carlos Chagas; S.Paulo
Nem tudo o que reluz é ouro
Vamos tratar aqui da responsabilidade que recai sobre o educador que resolve incorporar, em sua prática, novos meios como as linguagens audiovisual e multimídia e a informática com programas, Internet, hipertextos e linguagens de programação. Que critérios seguir? De que forma separar o joio do trigo, o que é útil do que não é?
A participação política das mulheres no Brasil: Uma breve história
In: A Mulher e o Poder Legislativo no Estado do Rio de Janeiro: Lugares, Perfis e Experiências Municipais (Ed. CEDIM-RJ) Coordenação de Pesquisa: Clara Araújo
Preconceitos Sexuais na Educação: Como se conta a História
In: Igualdade na Escola. Preconceitos Sexuais na Educação, Edição CEDIM/RJ-1995
Alô, alô, mestiçagem
Texto apresentado no painel da IV edição dos Diálogos Contra o Racismo, no CCBB Rio de Janeiro, 18 de novembro de 2003.
Desafios, limites e possibilidades do Fórum Social Mundial
O Fórum Social Mundial está indo para a Índia. De 16 a 21 de janeiro, a hoje cidade de Mumbai - Bombaim, ainda, para muitos - vai ser o epicentro do encontro mundial anual da emergente cidadania planetária que se opõe à globalização neoliberal e às lógicas de dominação que a alimentam, como o imperialismo, o terror e a guerra. Alarga-se, sem dúvida, a amplitude do apelo do Fórum de que "um outro mundo é possível". Já que não dá para todo mundo ir ao Fórum Social Mundial, seja lá onde se realizar, ele mesmo tenta uma ousada empreitada de ir ao mundo sem perder raízes, pois em 2005 estaremos novamente em Porto Alegre. E depois? Bem, depois é depois. Até aqui o Fórum Social Mundial tem surpreendido no modo como se desenvolve. A tarefa agora é ir à Índia e extrair daí o máximo de energia para alimentar a mobilização e a capacidade de intervenção dos múltiplos atores sociais que buscam um mundo de liberdade e dignidade para todos os seres humanos do planeta. Está aí o desafio central.
Lições de Mumbai
O Fórum Social Mundial (FSM), que este ano se realizou em Mumbai, na Índia, adquiriu uma nova e importante faceta: mostrou ser de dimensões universais. O desafio de deixar Porto Alegre, onde tudo começou em 2001, foi enorme. Como mobilização da emergente e diversa cidadania planetária, o FSM continua crescendo. Foram em torno de 75 mil delegados e delegadas, sendo 20 mil de fora da Índia. Havia também cerca de 10 mil pessoas, da própria cidade de Mumbai, que diariamente se juntavam aos eventos e mobilizações. Ao todo, quase 120 mil participantes mobilizados(as) pela ideia de que, diante da globalização dominante e suas mazelas, "outro mundo é possível".
Neoliberalismo: A doutrina que orienta o ajuste estrutural
In: Ajuste estrutural, pobreza e desigualdade de gênero. Recife: Iniciativa de Gênero/ S.O.S Corpo Gênero e Cidadania, 2001.