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Revista Periferia

A UERJ mantém, em Duque de Caxias, a Faculdade de Educação da Baixada Fluminense; essa faculdade possui um programa de pós-graduação que, por sua vez, edita uma revista semestral: Periferia.

O juízo de gosto segundo Kant

O termo estética vem do grego aisthésis, que significa sensação, percepção por meio dos sentidos. Porém foi somente no século XVIII que o termo passou a se referir a uma área da filosofia que trata da apreensão da beleza e da sua expressão por meio de obras de arte. O filósofo que cunhou o termo nesse sentido específico foi Alexander Gottlieb Baumgarten (1714-1762). Mas, de todo modo, seu sentido originário, relacionado à percepção sensorial, não se perdeu, pois a estética nomeada e entendida por Baumgarten seria justamente a ciência filosófica de apreensão do fenômeno da beleza que se apresenta por meio dos sentidos – como música, escultura, pintura e arquitetura.

Pierre Lévy e a semântica global

Quando a Europa se voltou para o que viria ser a América, o velho continente já havia estabelecido uma sociedade funcional entre seus países. França, Portugal, Espanha, Holanda, Inglaterra e outras nações já trabalhavam de maneira conjunta para a expansão de seus impérios. Mas não esperavam ter que lidar com novas sociedades e linguagens tão díspares do outro lado do Oceano Atlântico. Tupinambás, iroqueses, incas, astecas, maias, guaranis e outros povos viviam em sociedades distintas, havia pouca ou nenhuma interação entre elas e a maioria foi dizimada após a chegada de espanhóis, portugueses, holandeses, franceses e ingleses. O Novo Mundo começou assim: visto pelos europeus como novo, apesar de já existirem civilizações de milhares de anos vivendo aqui.

O problema da Liberdade da Vontade, segundo Benson Mates

O filósofo  norte-americano Benson Mates, em seu livro Skeptical essays, trata de três tradicionais problemas filosóficos  que, embora bastante inteligíveis são, de acordo com a tese que defende, insolúveis.

Fontes sonoras não convencionais em Rumos, de Ernst Widmer

O século XX foi caracterizado pelo desenvolvimento acelerado da ciência, da tecnologia e do conhecimento em todas as áreas, iniciado após a Revolução Industrial no final do século XIX. Como resultado de uma sociedade múltipla e efervescente, as artes acompanharam esse processo de desenvolvimento de forma vertiginosa posicionando-se, paulatinamente, na vanguarda do pensamento ocidental. Na música, os avanços foram conseguidos de maneira tão rápida durante o último século que, comparando com os séculos anteriores, em toda a história nunca houve tanto progresso. Com a tonalidade expandida, e finalmente com a ruptura do tonalismo, com o advento da Segunda Escola de Viena, a música começou sua jornada por novos e desconhecidos caminhos.

Interfaces entre currículo, cultura e cinema

A partir dessa afirmação de Fourquin, observa-se uma das principais funções específicas da escola: ser transmissora de cultura ou de “elementos de cultura” (Candau, 2000).

Ser professor!

A educação no Brasil passa por um momento de extrema transformação. Desde os novos teóricos mundiais, com conceitos metodológicos que focalizam o lado humano e insere a pedagogia como processo científico na busca do entendimento das formas do ato de educar, transformando a criança no futuro cidadão, estamos por um lado, quebrando barreiras arcaicas do tradicionalismo que se reveste atualmente de dialógico e que persiste na bagagem metodológica de dogmáticos magísteres, e que acabarão, com o tempo, se convertendo à nova ideologia pedagógica, que vislumbra a gênese de novos paradigmas sócio-educativos em nossa nação. Porém, grandes são as dificuldades enfrentadas na educação pública, que não são previstas ou conjecturadas pela nova pedagogia, pois vivenciar tais situações é uma árdua tarefa unicamente nossa: professores/educadores do ensino fundamental básico, que, diariamente, convivemos com inúmeras adversidades ao processo de ensino-aprendizagem. Tais situações têm como gênese a comunidade, a família, o discente e a política nacional de uma maneira geral (Camêlo, entre outros, 2009).

O enigma como desafio: notas sobre “Casa tomada”, de Julio Cortázar, e A menina morta, de Cornélio Penna

Entrevistado por Omar Prego em 1991, Julio Cortázar explica seu conto “Casa tomada” como um pesadelo. "A única diferença entre o sonho e o conto é que, no pesadelo, eu estava sozinho. (...) Mas, de repente, o escritor entrou em ação. Percebi que aquilo não podia ser contado com um personagem só, tinha que vestir (...) o conto com uma situação ambígua, uma situação incestuosa (...) um caso em que o fantástico não é algo que eu comprove fora de mim, mas que vem do meu sonho" (1991, p. 52).

No tempo da poesia

O filósofo pensa o Ser, o poeta nomeia o sagrado. Isso um dia foi dito por Martin Heidegger para provavelmente explicar seu interesse especial pela poesia de Hölderlin, Rilke e Trakl - todos filhos de uma mesma linhagem de poesia alemã.