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Poesia e hipertexto: construções de sentido

Em época de transformações radicais marcadas pela técnica e pela tecnologia e em que falta um ponto de vista mais conceitual, cabe avaliar novas linhas de pensamento para áreas como a poesia e o hipertexto. Em um mundo dominado pela mídia, torna-se necessário indagar: o que pode ser considerado poesia hoje? Para refletir sobre essa questão, mais do que respondê-la, faz-se necessário analisar o fenômeno do processo de criação e recepção da imagem poética, do estranhamento que fomenta o pensamento crítico e criativo para criar sentido. A poesia, tradicionalmente, não depende de meios eletrônicos para realizar a sua forma de virtualidade, já que advém de possibilidades múltiplas, criando imagens, sons, ritmos e sensações.

Concepção de educação tecnológica: das escolas técnicas industriais aos Cefets

As reformas da educação empreendidas ao longo do século XX, continuadas neste início de século, admitiram pequenos ajustes de modo a corrigir “distorções” que porventura não estivessem indo ao encontro das determinações estruturais da sociedade capitalista, aproximando cada vez mais a escola do trabalho aos interesses do mercado.  É nesse contexto que analiso como se formou o consenso sobre a concepção de educação tecnológica norteadora da reforma do Ensino Médio e Técnico promovida no final da década de 1990.

Meu Deus, Glauco não!!!

Há poucos dias foi o Glauco. Aqui, na terra brasilis, morre-se sem mais nem menos. Vida aqui vale pouco. Parece que os bandeirantes, os jesuítas, a chacina dos povos indígenas e o desconhecimento da velha Corte Portuguesa ainda vivem entre nós. Vida vale, aqui, menos que bosta. Vale menos que... É uma impunidade total. É uma facilidade total. Qualquer mil réis compra-se uma arma velha e pou! pou! Está morta a vítima. Como é fácil matar no Brasil. Como estamos nos matando uns aos outros sem saber o porquê. Dinheiro? Desemprego? Falta de escolaridade? Sei lá mais o que enumerar aqui. Mas juro que fiquei chocado, diria transtornado, com a perda do grande cartunista Glauco. Ele e seu filho. Que tragédia para uma família! Tragédia não tem recuperação. É para a vida toda. Prisão também deveria ser!!! Para a vida toda!!! E não ficar parado nas jaulas, é claro. Mas sim serviços prestados por toda a vida. Isso mesmo... bola de ferro na perna e toca a construir estradas, a fazer móveis, a cozinhar para uma comunidade, a bordar... E anos após anos, décadas após décadas. Até o final dos tempos. Serviços prestados à sociedade brasileira ad infinitum, seja ela sergipana, paulista ou mineira. O Brasil não merece isso (vai ver que merece, pois vimos plantando isso há séculos...). E por que plantamos, perguntaria você? Terra da desigualdade atroz, terra da iniquidade quase total, terra das matanças em série... Terra de propinas inumeráveis e compra de votos... O que queríamos com tudo isso? Em se plantando tudo dá, ó Caminha! Como sabias das coisas, ó pá! É vero, e de plantação em plantação chegamos a isso: planta-se muita maconha na Terra de Santa Cruz! E morre-se sem mais nem menos. Morre-se num acidente fatal porque o agressor estava alcoolizado; morre-se porque alguém puxou uma erva pesada e saiu dirigindo sua máquina mortífera. Morre-se porque uma mãe esqueceu seu filho no banco de trás do automóvel. Morre-se porque um casal decidiu que não queria mais o seu filho e este voou por uma das infinitas janelas dos infinitos edifícios da infinita Sampa. Morre-se porque um adolescente levou um revólver e matou outro na saída da escola. Morre-se porque uma estudante levou uma faca e esfaqueou sua colega até a morte. Morre-se até ao acabar de nascer, no próprio cordão umbilical, porque dois médicos discutem na sala de operação. Enfim, morre-se com gosto e a valer nesta terra Brasil. Afinal, gostamos das estatísticas.

Novo Acordo Ortográfico

Tudo bem que o tema Acordo Ortográfico está prá lá de discutido, ainda que permaneçam muitas dúvidas e que o Vocabulário Ortográfico da Academia Brasileira de Letras tenha recebido erratas. O que há de interessante neste site produzido pela MultiRio, Empresa da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro dedicada à produção de recursos didáticos em multimeios, é que ele não traz simplesmente as novas regras.

Um abraço no vazio – entrevista com João Gilberto Noll

A entrevista com João Gilberto Noll foi feita por telefone, na manhã quente de um domingo de janeiro. O escritor mora em Porto Alegre e está escrevendo um novo livro, mas mesmo assim teve tempo para falar da experiência de escrever e viver a perplexidade de estar em um mundo constantemente a ser preenchido.

Ainda falta psicologia para motivar

Vale a pena dedicar especial atenção a um fato que ocorre dentro das organizações, a que os líderes não têm oferecido o devido suporte: o problema pessoal de cada colaborador. Tais problemas podem ser desmotivadores e contraproducentes, e não há festa de confraternização, balão recheado de prêmios, tapinha nas costas, caneta de prata etc. que deem jeito. É preciso ajudar com esforço especializado. É claro que uma empresa não deve se transformar exclusivamente em um centro de atendimento para transtornos psicológicos. Tais lugares já existem com essa finalidade. No entanto, bem sabemos que as pessoas, na sua maioria, não possuem condições financeiras e dispõem de pouco tempo para empreender esse tipo de tratamento. Refiro-me a uma condição mais adequada e pertinente para chegar a um bom acordo.

Da integração à inclusão, novo paradigma
Educação Especial e Inclusiva

A preocupação em oferecer, no Brasil, atendimento a pessoas com deficiência iniciou-se no século XIX, surgindo o interesse na criação de instituições educacionais direcionadas a essas pessoas.

As maravilhosas músicas politicamente incorretas da infância

Pode-se dizer que grande parte das músicas de roda infantis tem, para os tempos atuais, letras um tanto quanto politicamente incorretas. A mais famosa delas, Atirei o pau no gato, de tanto ser criticada pelos defensores dos animais, foi até modificada. A versão atual deixa satisfeito até o mais radical membro do  Peta: “Não atire o pau no gato-to-to/porque isso-so não se faz-faz-faz/o gatinho-nho é nosso amigo-go/não devemos maltratar os animais... miau!!!”. Entretanto, apesar da boa intenção, a versão original é muito mais difundida e reina absoluta no repertório da criançada. 

Fernão Lopes, historiador ou contador de histórias?

Fernão Lopes, nascido por volta de 1380 (não há um registro preciso), foi escrivão de D. Duarte e deu início à série de cronistas do reino. Ler as crônicas de Fernão Lopes pode ser uma tarefa que apresenta ao leitor não só as possíveis, e compreensíveis, dificuldades de vocabulário (ainda que seja em uma edição atualizada ortograficamente), mas também as motivações históricas desse cronista que trata de modo literário a História. Fernão Lopes, que por volta de 1400 tinha cargo público de responsabilidade, acompanhou, por exemplo, a última guerra contra Castela, conheceu D. João e presenciou a rebelião do povo contra D. Leonor Teles.

Mais energia e menos aquecimento global – O desafio do século XXI

Tendo como base inicial o artigo de Luis Cesar Stano, Gerente de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Petrobras, é inevitável, face às demandas por energia, que as projeções apontem para demandas crescentes.