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Ser e não ser, eis a resposta!

A contradição é algo inerente ao pensamento. Os opostos não apenas se atraem: eles se fundem, se confundem e, por vezes, são a mesma coisa vista de ângulos diferentes. Uma multidão é dita no singular, mas compõe-se de muitas pessoas; o mar é finito quando consideramos sua extensão vista por satélite, mas é infinito quando olhamos para o horizonte; o número 1 pode ser dividido cem, mil... infinitas vezes; o branco, a mais clara das cores, é a junção de todas elas. Uma coisa pode ser finita e infinita, singular e múltipla ao mesmo tempo. Não por acaso Pitágoras, filósofo pré-socrático, afirmava que “tudo é um”.

Por que ler Os sertões?

(Os sertões – A terra, p. 55).

De Cecigua a Cecierj, lembranças de uma fundação

Em entrevista ao Portal da Educação Pública, a Professora Marly Cruz Veiga da Silva, professora auxiliar na Uerj, fala de seu passado intrínseco ao da Fundação Cecierj. Especialista em Genética e evolução pela UFRJ, possui também experiência na área de Biologia geral, com ênfase em ensino de Ciências e Biologia. E o mais importante de tudo (aqui, pelo menos), é uma das fundadoras do Cecigua, atual Cecierj.

Amor supremo amor

Em 1957, quando ainda tocava com o quinteto de Miles Davis, John Coltrane teve um despertar espiritual. Reza a lenda que, durante uma apresentação, em meio a um solo de sax, Coltrane teve uma visão e parou de tocar. Congelou diante do vazio e não conseguiu voltar à apresentação. Após essa experiência, abandonou a heroína, formou seu próprio quarteto de jazz com McCoy Tyner no piano, Jimmy Garrison no baixo e Elvin Jones tocando bateria. Em 1964, mais precisamente no dia 9 de dezembro, em um estúdio de Nova Jersey, um Coltrane renascido, junto com seu quarteto, produziu uma das peças musicais mais espantosas do século XX.

Amizade

 

O Navio Negreiro

'Stamos em pleno mar... Doudo no espaço Brinca o luar — dourada borboleta; E as vagas após ele correm... cansam Como turba de infantes inquieta.

Os Índios na História do Brasil

Quando a História começa a incluir as vozes marginalizadas pelo processo de colonização, ganhamos a oportunidade de uma compreensão ampliada de questões antes enrijecidas pelo discurso unívoco dos povos dominantes. Recentemente, o caderno Mais, da Folha de S. Paulo, publicou um artigo do antropólogo Pedro Cesarino (UFRJ) em que ele defende o valor estético da poesia produzida por povos indígenas das Américas. Segundo Cesarino, essa poética se aproximaria formalmente da literatura oriental, oferecendo desafios similares aos encontrados por Ezra Pound nos ideogramas.  É dele a tradução do poema de Armando Marubo (2004) que reproduzimos a seguir:

A importância do capital cultural de Bourdieu

Emprestado da economia, o termo capital cultural tem um papel nodal para o pensamento sociológico de Pierre Bourdieu, cujos estudos acentuaram a dimensão de que a origem social dos alunos se constitui em desigualdades escolares. Em outras palavras, o capital cultural é o que pode designar o sucesso ou o fracasso de cada aluno. Afinal, algumas evidências apontam que as limitações do conceito de capital econômico explicam a ligação entre o nível socioeconômico e os bons resultados educacionais. Isso nos faz considerar que outras formas de capital, como o social e o cultural, contribuem diretamente e interagem com o capital econômico para fortalecer as relações sociais.

A percepção da sociedade e conhecimento da legislação ambiental

O Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental (NEPA), coordenado pelo prof. Roosevelt, em parceria com o curso de Direito – do qual os demais autores fazem parte –, estruturou e aplicou uma pesquisa de percepção ambiental a 1.028 cidadãos da Grande Vitória e alguns municípios do interior do Estado do Espírito Santo. A equipe de pesquisadores para aplicação dos questionários era formada por alunos do curso de Direito, numa ação inédita no estado. Neste trabalho são apresentados os resultados da pesquisa realizada; a partir deles, é possível identificar e quantificar indicadores do nível de conhecimento ambiental da sociedade, formando um importante banco de dados pelo qual poderão ser definidas intervenções preventivas e corretivas a serem realizadas por programas de Educação Ambiental. Tal banco de dados, que os autores pretendem ampliar com informações de outros estados, propicia a discussão de não-conformidades do conhecimento ambiental da sociedade, aspecto diretamente ligado ao perfil de cidadania ambiental. O NEPA, ligado à Faculdade Brasileira – Univix, de Vitória, foi criado em 2003 e vem se dedicando à análise da percepção ambiental em segmentos formadores de opinião, recebendo o apoio de empresas instaladas no estado; essas empresas oferecem bolsas de iniciação científica para alunos ligados ao Núcleo e cobertura de despesas de participação de estudantes e professores em eventos técnicos e científicos.