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Políticas Públicas


Políticas públicas na Educação brasileira: viabilidade da execução das 20 metas do PNE nas perspectivas pedagógicas e sociais
Política Educacional

O presente estudo pretende apresentar uma discussão pautada na análise sobre a viabilidade da execução das 20 metas propostas pelo Plano Nacional de Educação para o decênio de 2014-2024. De forma crítica, o estudo contrapõe as referidas metas diante da práxis pedagógica e da social, haja vista todos os pressupostos teóricos previamente estabelecidos para superar as dificuldades educacionais históricas nesses referidos setores. O estudo lança mão do debate aberto acerca da execução e monitoramento das atuais políticas públicas no que se refere ao cumprimento do PNE, tendo em vista o início de sua segunda etapa de vigência, em 2019. Metodologicamente, o estudo ancora-se nos aspectos de pesquisa quantitativa com orientação básica e com aprofundamentos exploratórios. Os resultados revelam o nível de investimento e preocupação dedicados à execução do plano e sua relevância; o trabalho poderá servir como base a futuras pesquisas na educação básica brasileira.

Conceitos de teoria e prática na terapia psicomotora
Saúde, Comunicação, Educação Especial e Inclusiva, Formação de Professores, Educação Física, Língua Portuguesa e Literatura, Outras Mais Específicas e Espaços Urbanos

É preciso mais que conhecimento teórico científico para atender; estar aberto a entender o mundo do outro (empatia) faz parte da caminhada para construir um conhecimento sólido, em que não somente o conteúdo seja ensinado/ministrado/discursado, mas também valores, cooperação, compaixão e empatia.

Cota racial na universidade como inclusão étnico-racial
História da Educação e Política Educacional

O sistema de cotas surgiu da busca de equidade em condições justas para acesso ao Ensino Superior. Essa medida colaborou para o aumento de alunos negros na universidade, porém ela ainda necessita de alguns ajustes e na Educação há o que melhorar sempre em progresso para um ensino de qualidade e para uma sociedade mais justa.

Bingo: uma proposta para o ensino de função de 1º grau
Matemática

O presente relato de experiência visa abordar a aplicação de um bingo envolvendo o conteúdo de função de 1° grau. Essa aplicação foi realizada pelos bolsistas do Pibid e voltada para os alunos de uma turma da 1ª série do Ensino Médio do Centro Estadual Interescolar Áttila de Almeida Miranda, de Cachoeiro de Itapemirim/ES. O objetivo foi auxiliar na compreensão do conteúdo apresentado e incentivar a interação dos alunos por meio do compartilhamento dos conhecimentos da dupla a respeito do tema. Desse modo, no decorrer da tarefa observou-se o interesse dos estudantes, que buscavam alternativas para resolver as questões propostas e demonstravam grande entusiasmo quando marcavam suas respostas na cartela, visto que cada dupla visava concluir o bingo antes das outras.

Modelos didáticos para o ensino de Biologia e Saúde: produzindo e dando acesso ao saber científico
Biologia e Biociências, Educação Especial e Inclusiva e Vivências de Sala de Aula

Atualmente, doenças virais como gripes, zica e febre amarela têm preocupado bastante a população, sobretudo no Estado do Rio de Janeiro, tipicamente quente e úmido. Os vírus são partículas infectantes muito peculiares, e sua estrutura pode gerar certa confusão nos estudantes. Nesse sentido, diante da carência de recursos adaptados, ferramentas como os modelos didáticos podem favorecer a compreensão da estrutura viral e tornar o assunto um pouco mais próximo dos estudantes. Este relato teve por objetivo a elaboração de modelos de estruturas virais com alunos do 2º ano do Ensino Médio de uma escola privada no município do Rio de Janeiro. Levou em conta o reaproveitamento de materiais de baixo custo e a possibilidade de trabalhar com arte, propiciando mesmo a um estudante de baixa visão uma experiência mais atrativa para aprender assuntos de Virologia. Buscamos com isso disseminar experiências de inclusão que sirvam de modelo para outros profissionais.

Compreendendo a soma de frações com Amoeba, à luz da Teoria dos Registros de Representação Semiótica
Matemática

O presente texto apresenta um recurso elaborado para auxiliar o processo de ensino-aprendizagem de operações com frações. É sabido que esse processo, em especial da sua soma (e, consequentemente, da subtração por sua natureza ser compartilhada), tem apresentado dificuldades, o que demanda a elaboração de novas abordagens para a promoção de sua aprendizagem. Para a elaboração do material que propomos, utilizamos a Teoria dos Registros de Representação Semiótica (TRRS), que dá suporte a diversos estudos que visam compreender a forma como as pessoas constroem o conhecimento matemático. Essa teoria tem relação com a representação, o tratamento e a conversão de conceitos matemáticos. Na TRRS, o foco deve estar no aprendiz, o que subordina o objeto a ser ensinado à cognição dele, que se liga às questões de representação. Como conclusão, entendemos que o material proposto atende às necessidades que destacamos e que pode ser um auxiliar no processo de ensino-aprendizagem de soma de frações.

O coordenador pedagógico e o seu papel no cotidiano escolar
Instituição Escola

As funções e exigências dos coordenadores pedagógicos são baseadas na legislação; mas são baseadas em três características: formadores, articuladores e transformadores. Eles participam da gestão da escola e de seus recursos, mantendo uma ação racional, estruturada e coordenada. Desse modo, esses profissionais podem auxiliar a atribuir novos significados à prática educativa da escola e à prática pedagógica dos professores.

O ensino de artes: ausência, silenciamento e resistência no âmbito das relações étnico-raciais no campo educacional
Filosofia, Geografia, História, Sociologia, História da Educação, Vivências de Sala de Aula, Educação Artística e Política Educacional

As relações étnico-raciais presentes na realidade brasileira se refletem na presença do negro entre os principais nomes das artes do país, nos séculos passados e agora; a legislação procura mudar esse quadro nos diversos códigos artísticos (música, dança, pintura, escultura, teatro), de modo a criar uma pedagogia da diversidade e romper com as narrativas hegemônicas.

Atividades lúdicas no processo de ensino e aprendizagem dos conceitos de Genética
Vivências de Sala de Aula

Em Biologia, os conceitos de Genética são geralmente de difícil entendimento, sendo necessária a utilização de métodos diferenciados de ensino, como o uso de atividades lúdicas, para possibilitar melhor aprendizado e boa assimilação dos conteúdos abordados na teoria. O professor de Biologia pode inserir práticas com ludicidade em suas aulas, o que gerará resultados positivos; ao investir nesse tipo de abordagem, será válido o esforço de planejar, elencar objetivos e direcionar a execução da atividade em sala de aula. O objetivo deste trabalho foi analisar alguns resultados referentes à aplicação de uma atividade de palavras cruzadas envolvendo conceitos básicos de Genética para 105 discentes do Ensino Médio. Os resultados obtidos mostraram que a atividade possibilitou maior interação entre o conhecimento, o professor e o estudante e serve como atividade de reforço e fixação de conteúdos de Genética previamente desenvolvidos nas aulas e avaliação do aprendizado.

Análise de redação adaptada e não adaptada para alunos surdos
Educação Especial e Inclusiva

Este artigo apresenta reflexões sobre o processo de escrita de um aluno surdo do 2º ano do Ensino Médio de uma escola pública estadual no município de Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais. Por meio de análise qualitativa, foi proposto ao educando um tema para redação em duas circunstâncias diferentes: a primeira sob um comando textual seguido da produção de uma redação; a segunda, o mesmo texto foi proposto, com o apoio de algumas imagens, seguido de outra redação, sempre acompanhado do intérprete de Libras. Observou-se que o aluno surdo apresenta muita dificuldade em compreender o texto apresentado ao transcrever sua redação. Considera-se que há independência sintática entre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e a Língua Portuguesa, e essas diferenças linguísticas devem ser levadas em consideração pelo professor ao analisar os textos escritos por alunos surdos.