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Vertentes do Português Rural do Estado da Bahia

Formado por correntes migratórias de diversas origens – voluntárias ou não –, o português falado nas diferentes regiões do Brasil apresenta traços dessas influências – línguas africanas, europeias e indígenas. O site do Projeto Vertentes do Português Rural do Estado da Bahia apresenta aos internautas a metodologia para a pesquisa dessas influências no vernáculo. Iniciado em 2004, a equipe do projeto, liderada pelo professor Dante Lucchesi (UFBA), entrevistou moradores de seis cidades baianas (quatro na primeira fase e duas na segunda) para recolher amostras da fala de moradores da zona rural e urbana dos municípios. Esse material foi cotejado com o do projeto anterior – Vestígios, que pesquisou a língua vernácula de moradores de antigos quilombos na Bahia e no Piauí. Ao explicar como seu trabalho foi realizado, a equipe do Vertentes, propositalmente ou não, fornece a professores de língua portuguesa a possibilidade de produzir trabalhos semelhantes em outras regiões do Brasil. No site, as informações sobre a metodologia do projeto se encontram dispersas em links dentro de subáreas. De longe, o melhor lugar para os interessados em realizar pesquisas semelhantes começarem sua visita é em Fundamentos, dentro de Projeto. No texto há links para outros artigos que revelam a “caixa de ferramentas” dos pesquisadores. Na ordem de apresentação na subárea, recomenda-se a leitura primeiro de “O paradoxo do observador”. Nesse texto, os autores tratam da fundamentação da entrevista, passando por formas de realizar a entrada na comunidade e cuidados com os entrevistados. Outro texto metodológico importante intitula-se “Chave de transcrição”. Nele, encontram-se os padrões que orientaram a transcrição das entrevistas. Ainda dentro de Fundamentos, há dois links que tratam das transformações pelas quais passa a língua no Brasil. O primeiro é para o artigo “As duas grandes vertentes da história sociolinguística do Brasil”, em que Lucchesi discorre sobre a bipolarização usualmente aceita entre a norma culta e o vernáculo popular e as alterações ocorridas desde fins do século XIX, a fim de ter compreensão do processo de transmissão irregular da língua no país. Esse processo é o objeto do texto “O conceito de transmissão irregular”. Ainda na mesma seção, é interessante conferir o texto “A sociolinguística variacionista: fundamentos teóricos e metodológicos”. O site do Projeto Vertentes é recomendado a professores de português interessados tanto em conhecer melhor o vernáculo (mesmo o de uma região específica) como em métodos em usados para pesquisá-lo. Quem sabe não é possível reproduzir, de forma limitada, essa experiência como ponto de partida para discutir as diferentes formas com que a língua se apresenta, em cada região ou em cada grupo?

Fazer ou não fazer greve? it’s a question

Fui chamada para uma reunião às pressas no auditório da escola. Eu já imaginava o que me esperava. Deixei os alunos no laboratório de informática com os monitores e me dirigi para lá. No caminho encontro alguns professores andando apressados.

Novo gel muda de cor a pedido

Massachusetts Institute of  Technology

PORTUGUÊS OU BRASILEIRO? ALGUMAS CONSIDERAÇÕES

O objetivo desta monografia é mostrar algumas diferenças entre a língua portuguesa utilizada no Brasil e aquela usada em Portugal. A partir dessas diferenças, vamos mostrar que alguns escritores, linguistas, filólogos e professores notaram que nossa língua já não é tão próxima da falada em Lisboa.

Melancólicas reflexões sobre a Instrução Pública em Portugal

Eis aqui, com algumas reflexões e algumas cifras, o estado da instrução pública em Portugal:

Tão próximos, tão longes

Investigar e resgatar as identidades culturais remanescentes da América Latina era a proposta da diretora Martina Rupp e sua equipe quando, a bordo de dois fuscas - Mostarda e Azeitona -, percorreram 18 mil quilômetros de Chile, Argentina, Paraguai e Uruguai. A viagem durou 72 dias, mais de 150 entrevistas e 160 horas de gravações.

Vem chegando o verão... e com ele o mosquito indesejável

Todo mundo sabe quem é o culpado: um mosquitinho. Qual é a causa: água parada e limpa. E quais os sintomas: corpo mole, febre alta, dor nos ossos e articulações, na cabeça, atrás dos olhos, náuseas, vômitos, perda de apetite, fadiga. Não é preciso ser um virologista renomado para saber que tais características se referem à dengue. Se todo mundo já está cansado, dolorido e nauseado de conhecer a doença, resta a questão: por que de tempos em tempos a epidemia da dengue volta a assombrar? A resposta parece clara: cidadãos e autoridades consideram que o problema vai embora junto com a época das chuvas. Esquecem-se, porém, de que a dengue vai... e volta no próximo verão. Mas enquanto ela não chega, os preparativos para receber os ovos do mosquitinho continuam sendo cultivados em pneus abandonados a céu aberto, calhas cheias de folhas, depósitos d’água destampados, pocinhas nos pratos de plantas, bromélias adornando os jardins...

Self-service de valores

A vida é uma grandiosa festa, um verdadeiro banquete de valores e dádivas, em que os convidados podem se servir à vontade. O primeiro passo é educar para posicionar bem os olhos nos verdadeiros pratos, naqueles que darão saúde física e mental. Muito cuidado! Vamos ao bufê:

A arte do ator

Todo mundo sabia que Paulo Autran estava perto de morrer. A morte sempre anda com a gente, ela é sempre a última possibilidade de cada uma das infinitas vidas que o tempo trouxe à tona. Mas quando se dobra a esquina dos oitenta, então, a morte acaba se encaixando junto da gente e fica por ali, rondando, se apresentando a cada dia de forma cada vez mais clara. Apesar disso, sem nenhuma “funebridade”, a morte de Paulo Autran abre um buraco na arte brasileira que vai demorar muito a ser fechado. Sabe, nasci em uma família de atores amadores; minha mãe, minha madrinha, meu pai e meu padrasto, todos trabalhavam com teatro e eu acabei absorvendo alguma coisa desse universo.

Astronomia no Zênite

O site Astronomia no Zênite esclarece diversas dúvidas sobre a nebulosa ciência dos astros. Logo abaixo do título do site há uma linha onde o primeiro nome que aparece é o da seção Meu céu. Lá é possível ficar por dentro das datas e horas de passagens de satélites, crepúsculos, nascer e ocaso do Sol e da Lua, tudo isso de acordo com a cidade escolhida. Para saber mais sobre constelações e planetas, basta clicar em Céu do mês e ler as sugestões de José Roberto V. Costa sobre os melhores eventos astronômicos. O visitante também pode aprender a reconhecer as constelações no céu noturno; para isso, conta até com o auxílio de um gráfico.